Autor: Gustavo Accioly

  • Como manter o bom atendimento ao cliente durante e após a crise

    Como manter o bom atendimento ao cliente durante e após a crise

    A pandemia do novo coronavírus modificou hábitos antigos e estabeleceu práticas novas. O álcool gel, por exemplo, que antes era raramente encontrado nos estabelecimentos, se tornou onipresente. Além de proteger as pessoas, a mera ação de posicioná-lo na entrada da loja é uma forma de demonstrar aos consumidores que a empresa está atenta aos protocolos de saúde.

    Neste post, falaremos das principais medidas para manter o bom atendimento ao cliente, sem deixar de se adequar aos hábitos estabelecidos pela disseminação da doença. Acompanhe conosco!

    O que mudou e o que se manteve com a pandemia?

    Atender os clientes pela internet e pelo telefone se tornou uma prática mais comum. Afinal, muitos estados e municípios recomendaram o isolamento social como forma de escapar do vírus.

    Atualmente, a maioria dos negócios já reabriram as portas, mas a taxa de pessoas que ainda cumprem o isolamento social é significativa. Portanto, para manter um relacionamento próximo com o cliente, a empresa não pode deixar de lado a presença online.

    Qual o papel da tecnologia durante a COVID-19?

    Realizar reuniões entre os funcionários por aplicativos como o Zoom e o Skype se tornou uma rotina comum durante a pandemia. A boa notícia é que esse tipo de interação, à distância, também se tornou possível na hora de atender os clientes.

    Tecnologias ainda recentes, como os chatbots, se tornaram onipresentes durante a pandemia. Eles são atendentes virtuais capazes de responder a questionamentos simples e, em caso de perguntas mais complexas, direcionam o atendimento para os colaboradores.

    Como muitas empresas adotaram o regime home office, a tecnologia é fundamental para manter a qualidade do atendimento. Mesmo trabalhando em casa, os colaboradores podem se comunicar com os consumidores por aplicativos, como o WhatsApp, ou pelas redes sociais.

    Além disso, ao utilizar a computação em nuvem, os colaboradores e os gestores podem trocar arquivos importantes entre si e manter um bom nível de produtividade.

    Como atender clientes durante e a após a pandemia?

    Agora, é hora de entender os principais cuidados na hora de lidar diretamente com os clientes. É importante notar que a pandemia pode até ser controlada, mas é provável que o vírus continue entre nós por alguns anos. Portanto, esses hábitos devem ser mantidos por um bom tempo.

    Redobre a atenção durante a entrega

    Para se manterem competitivas, as empresas passaram a optar pelo delivery. Contudo, isso exige alguns cuidados básicos. Certifique-se de que seus entregadores estejam portando máscaras e, se possível, luvas.

    É interessante notar que companhias como o iFood ofereceram até mesmo a opção de delivery sem a necessidade de ter contato direto com o entregador.

    Invista na presença online

    Como mencionamos, com a relutância (ou até mesmo a impossibilidade) das pessoas saírem de suas casas frequentemente, a internet se tornou um ponto de encontro entre clientes e marcas.

    Por isso, garanta que a sua empresa mantenha uma boa presença online para não sumir do radar dos consumidores.

    Converse com os clientes

    Ok, a sua empresa investe na presença online. Mas como mostrar aos clientes que a companhia realmente se importa com eles? Não adianta propagandear o alcance digital da companhia e não oferecer uma resposta convincente. Por isso, uma boa dica é não demorar a responder os e-mails.

    Eles são um canal de comunicação fácil de usar e eficiente. Além disso, em casos mais complexos, realizar ligações será uma forma dinâmica de entrar em contato com as dores do consumidor e solucioná-las. Converse com os seus funcionários sobre a importância de perguntar aos clientes como eles estão se sentindo e quais problemas podem ser resolvidos.

    Perguntas simples, como “Como vai você? ou “O que podemos fazer para ajudá-lo?” são objetivas e mostram que a empresa se põe inteiramente à disposição para tirar dúvidas.

    Realize o follow up

    O follow up é o acompanhamento dos clientes logo após o primeiro contato. Com a evolução das técnicas de venda, ele se tornou uma parte fundamental da jornada de compra — que não mais se encerra com a venda do produto.

    Cumprir essa parte é muito importante para mostrar que a empresa se importa em construir uma relação de confiança mútua. Portanto, treine os colaboradores para manter o contato próximo com os consumidores.

    Dessa forma, os funcionários estarão cientes de todo o trajeto daquele cliente durante a jornada de compra. Ao colher respostas, será mais fácil avaliar os impactos gerados pela crise e pensar em diferentes formas de ajudar aquele consumidor.

    Um meio eficiente de fazer isso é estipular diretrizes de ações ao final de cada contato, além de agendar essa próxima interação. O follow up também pode ser utilizado quando as pessoas cadastram seus e-mails nos canais digitais da empresa. Dessa forma, a companhia terá um bom motivo para contatá-los.

    Adote rotinas de higienização

    Lidar com os clientes no meio online é fundamental, mas também é preciso pensar em formas seguras de lidar com eles (e com os funcionários) durante a pandemia. Posicionar frascos de álcool gel em pontos estratégicos da empresa, como na entrada e saída de pessoas, é fundamental para garantir que os colaboradores que saiam para atividades em campo se higienizem.

    Além disso, os clientes que vêm até a loja também notam que a empresa segue uma rotina rígida de higienização, o que melhora a reputação da organização entre essas pessoas. Eles também se sentirão mais confiantes e protegidos para ficar ali por mais tempo.

    Qual a importância da conscientização para o bom atendimento?

    Conscientizar seus colaboradores é essencial para mostrar aos clientes que a empresa não se descuida dos protocolos básicos em relação à pandemia. Portanto, marque palestras (no mínimo quinzenais, de preferência) para reforçar as ações da companhia nesse sentido.

    É crucial fazer os funcionários entenderem que a reputação da empresa está em jogo e que isso impacta diretamente na fidelização e manutenção dos clientes. Não adianta receber as pessoas com um sorriso no rosto e descuidar de ações básicas para garantir a proteção de todos durante a crise.

    Como vimos, manter o bom atendimento ao cliente tornou-se uma tarefa um pouco mais complexa. Além da eficiência e da educação no trato com as pessoas, os colaboradores devem levar em conta boas práticas de higienização, por exemplo. A empresa deve estar sempre atenta se quiser se firmar como uma organização comprometida com esses protocolos.

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  • Entenda como a transformação digital pode impulsionar as empresas na pandemia 

    Entenda como a transformação digital pode impulsionar as empresas na pandemia 

    A transformação digital nas empresas não é algo novo, porém, o distanciamento social intensificou o uso de tecnologias e soluções inovadoras. A pandemia instalou uma crise econômica, fazendo com que as empresas precisassem se reinventar.

    Muitas empresas adotaram o home office como alternativa para manter os negócios em funcionamento. Diante disso, a transformação digital foi impulsionada e passou a ser uma verdadeira necessidade. Por esses motivos, é de extrema importância que os gestores não fiquem de fora desse contexto. Afinal, isso tudo é mais do que uma tendência, sim uma nova realidade que estamos vivendo.

    Para que você fique por dentro do assunto, neste post mostramos quais são as principais mudanças observadas pela transformação digital nas empresas, durante a pandemia, e que tendem a se tornar parte dos negócios daqui para a frente. Confira!

    Inteligência Artificial

    A Inteligência Artificial (ou AI) é um conjunto de tecnologias que permite às máquinas e aos softwares aprenderem e tomarem algumas decisões baseadas em padrões. Para isso, são utilizados algoritmos e sistemas de aprendizagem para simular as capacidades e o trabalho humano.

    Sempre que pensamos em AI, logo associamos aos robôs, certo? Isso não está errado, mas, nas empresas, a transformação digital é mais ampla. Ela pode ser utilizada no atendimento ao cliente, respondendo dúvidas recorrentes, por exemplo. Algumas formas comuns de adotar a IA é por meio de respostas automáticas do WhatsApp Business, ou por chatbots nas redes sociais e site da empresa.

    Com a transformação digital impulsionada pela crise nas empresas, a Inteligência Artificial tem representado um recurso para melhorar os serviços, otimizar e automatizar tarefas e reduzir custos, principalmente no que diz respeito às falhas humanas.

    Como dissemos, no setor do atendimento, os negócios estão investindo em chatbots. São atendentes de Inteligência Artificial que você integra ao seu site, às suas redes sociais e a outros canais. 

    Eles são capazes de aprender as dúvidas e os problemas dos seus clientes para resolvê-los sem a interferência de humanos. Somente em etapas mais complexas, o seu colaborador é notificado.

    Essa é uma maneira de agilizar o seu atendimento e de deixar o seu funcionário encarregado do que realmente importa: processos complexos e tomadas de decisão.

    A AI também pode ser empregada por meio de:

    Automação de processos

    Automatizar processos é um investimento necessário em todos os momentos, porém, para crescer nas crises, ela é ainda mais importante. Na pandemia, o trabalho remoto se tornou a realidade de muitos colaboradores e empresas.

    Com isso, os negócios precisaram começar uma verdadeira corrida para tornar os processos e as tarefas mais rápidos, eficientes, ágeis e econômicos. Pense no setor financeiro, por exemplo.

    Imagine ter que emitir, manualmente, todas as notas fiscais. Além de maior chances de erros, será um processo demorado e tomará um tempo que poderia ser utilizado em processos mais complexos e que realmente importam.

    A automação de processos trata sobre substituir tarefas manuais por softwares e outras soluções. Assim, além do ganho de produtividade, há redução de custos e aumento da sua competitividade. Além de emissores automáticos de NF, pode-se implementar o uso de serviços de armazenamento em nuvem gratuitos e acessíveis.

    Soluções em nuvem

    Soluções em nuvem são tecnologias que permitem o armazenamento e o acesso de informações por meio da internet. Também conhecida como cloud computing, se trata de uma tecnologia que exclue a necessidade de ter servidores, ou salvar dados e informações nos computadores da empresa.

    Além de reduzir custos com estruturas para salvamento interno, é uma maneira mais segura de armazenar as suas informações. Os dois exemplos mais rotineiros das soluções em nuvem são as plataformas e os bancos de dados.

    A mobilidade dessa tecnologia permite o uso por 24 horas, 7 dias por semana, não importa se é feriado ou se está fora do horário comercial. Outro ponto de vantagem é que raramente essas soluções apresentam problemas, como a falta de conexão.

    A transformação digital nas empresas também significa melhorar o armazenamento e a acessibilidade de dados, informações, chaves de acesso e documentos. Muitas empresas já utilizavam o armazenamento em nuvem, mas ele se tornou uma necessidade na pandemia.

    Com as equipes em home office, tais soluções permitiram o acesso colaborativo. As equipes melhoram a sua comunicação e a produtividade, já que não perderão um tempo precioso instalando programas de acesso.

    Transformação digital nas empresas: uma necessidade para o sucesso e a continuidade do seu negócio

    Já não há mais tempo para enxergar a transformação digital nas empresas como um gasto. A falta de inovações, agilidade e automatização pode tornar o seu negócio obsoleto no mercado. Não é à toa que muitos pequenos empreendimentos acabam perdendo espaço para os grandes.

    Muitas vezes, não se trata do porte da empresa, mas sim da maturidade da gestão, que promove a inovação e a agilidade nos processos. Afinal, tudo que é feito internamente impacta a satisfação do seu cliente e a sua reputação no mercado.

    É importante salientar que essas mudanças organizacionais não acontecem do dia para a noite. Os negócios que já investiam e se preocupavam com a transformação digital antes da pandemia conseguiram certa vantagem no mercado e nos processos internos.

    Se o seu negócio ainda tem muito o que ser inovado e automatizado, comece – o quanto antes – a mapear processos e a buscar por gargalos de produção. Assim, você saberá em que ponto a sua transformação digital precisa começar. Essa é uma questão de sobrevivência do seu negócio, não somente durante a pandemia e os momentos de aperto econômico, mas em toda a história do empreendimento.

    A transformação digital nas empresas já deixou de ser uma escolha. Ela se tornou uma necessidade para garantir a continuidade das atividades, manter a relevância de mercado e, principalmente, impulsionar a modernização e o crescimento, de maneira que conquiste o seu espaço no mercado de atuação.

    Não sabe por onde começar a transformação digital na sua empresa? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudar com cursos, consultoria e suporte profissional!

  • 4 dicas para fazer um bom planejamento financeiro para MEI

    4 dicas para fazer um bom planejamento financeiro para MEI

    Um dos assuntos que mais preocupa quem tem o próprio negócio é o controle das finanças. Afinal, a má gestão desse aspecto, em um empreendimento, pode ser literalmente fatal para a empresa. Por isso, o planejamento financeiro para MEI precisa ser muito bem estruturado.

    Neste artigo, queremos ajudar você a traçar esse plano para um orçamento equilibrado e que conduza seu negócio de maneira saudável e promissora. Você vai ver que nas finanças estão no centro do sucesso da sua empresa.

    Continue a leitura e confira 4 dicas para um bom planejamento financeiro para o Microempreendedor Individual. 

    1. Registre todos seus gastos com a empresa

    Um dos primeiros passos para um bom controle financeiro é o registro dos gastos periódicos da sua empresa. Se você já tem esse hábito nas finanças pessoais, basta repeti-lo de maneira mais profissional com as contas do MEI. No entanto, se essa prática ainda não faz parte da sua rotina, é hora de começar.

    Você pode usar planilhas, aplicativos de celular ou mesmo as plataformas de gestão comercial para registrar todos os gastos. Se o negócio ainda não está funcionando, faça estimativas de custos, sempre colocando valores extras que sirvam para imprevistos.

    2. Separe o dinheiro pessoal do dinheiro da empresa

    Mais um comportamento que é fundamental para fazer o planejamento financeiro é separar os gastos de pessoa física e jurídica. Quem empreende e usa as finanças do negócio como se fossem suas comete um grande erro que, geralmente, é o que causa o caos no orçamento.

    Ao iniciar um empreendimento, trate-se como um funcionário, separando um salário fixo que caiba nos ganhos da empresa e que cresça à medida que os lucros avançam. Lembre-se de que o negócio tem custos próprios que são mais altos e mais imprevisíveis que os da sua vida pessoal e, por isso, merecem mais atenção.

    3. Mantenha os pagamentos em dia

    Se você seguir os primeiros dois passos, vai ter mais facilidade em cumprir este: manter os pagamentos em dia. São fornecedores, parcelas de equipamentos, boletos do Documento de Arrecadação do Simples Nacional o DAS-MEI, aluguel da sala comercial, entre outros compromissos. Honrar esses pagamentos é essencial para manter o controle e não se surpreender nos meses seguintes.

    4. Controle o fluxo do caixa

    Você precisa saber quanto entra e sai da conta empresarial. Esse controle do fluxo de caixa é mais um passo importante para conduzir o planejamento financeiro do MEI de maneira profissional. Essa observação cuidadosa também ajuda você a tirar uma média dos lucros mensais, que permite uma preparação para os meses seguintes ou mesmo um reajuste na estratégia, caso os valores sejam inferiores à sua projeção.

    Esperamos que essas dicas ajudem você a fazer um bom planejamento financeiro para MEI. Seguir esses passos vai permitir que seu negócio seja mais saudável financeiramente e tenha mais chances de sucesso. Por fim, não se esqueça de guardar sempre uma parte dos lucros para investir no crescimento da empresa. Outro ponto fundamental é cumprir os prazos de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional, a declaração de faturamento do microempreendedor individual.

    Precisa de ajuda para estruturar melhor seu negócio e ter melhor controle financeiro? Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra como podemos auxiliar sua empresa. 

  • Entenda como criar um curso online ajuda a diversificar os serviços que você oferece

    Entenda como criar um curso online ajuda a diversificar os serviços que você oferece

    A pandemia acelerou diversas tendências do mercado. Um exemplo prático: as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, consumindo, assim, cada vez mais conteúdos na internet. Não à toa, os e-commerces cresceram de forma espantosa nesse período.

    Por isso, estruturar um curso online se tornou uma oportunidade de ouro. Isso porque eles são mais flexíveis do que uma graduação ou cursos comuns, uma vez que a pessoa pode conferir os vídeos em horários variados, encaixando esse aprendizado dentro da sua rotina da forma que preferir.

    Nesse contexto, preparamos um post específico sobre como fazer um curso online e divulgá-lo de forma apropriada. Confira!

    Identifique seu público ideal​

    Caso você esteja pensando em criar um curso online, provavelmente já tenha uma ideia do que quer ensinar. Mas como definir o público ideal e acertar em cheio na divulgação? Uma boa ideia é trabalhar com as personas.

    Trata-se de uma representação semifictícia do público ideal, com base em informações como idade, profissão, preferências, hobbies e objetivos. A pesquisa pode ser realizada em grupos, nas redes sociais – por exemplo – ou com a ajuda de profissionais de marketing, que lhe ajudarão a identificar esse perfil.

    A partir desse estudo, será possível também pensar nos equipamentos que devem ser adquiridos e no estilo do seu curso. Sua persona é mais jovem? Talvez seja melhor apostar em vídeos bem editados, com efeitos destinados a mantê-los conectados ao assunto.

    Contudo, se a persona é de uma faixa etária mais elevada e o tema ensinado for mais complexo, o melhor é investir em vídeos sóbrios — sem nunca esquecer de estabelecer um canal para esclarecer as dúvidas.

    Escolha uma plataforma EAD

    Para disponibilizar o curso de forma adequada para os alunos, é fundamental escolher uma plataforma de EAD. Certifique-se de que ela seja responsiva — isso é: que funcione bem tanto em dispositivos móveis (celulares) como em notebooks e computadores de mesa.

    Esse passo é tão importante quanto montar aulas incríveis. O ideal é buscar uma plataforma que concentre todas as funcionalidades que você precisa para disponibilizar os vídeos. Além disso, tenha um layout amigável, intuitivo e que facilite a navegação.

    Assim, você garante que os alunos tenham uma boa experiência ao acessar o produto, independentemente do dispositivo utilizado. Não adianta ter um conteúdo de qualidade se a plataforma é um verdadeiro tormento para os seus clientes.

    Monte listas de aulas

    Agora que você já definiu os temas e escolheu uma boa plataforma, é o momento de começar a planejar efetivamente as aulas do seu curso online. Estabeleça os tópicos principais e, em seguida, os conteúdos específicos. Ao fazer isso, você consegue organizar os materiais de uma forma que faça sentido para quem esteja acessando.

    Suponhamos que o seu curso seja sobre culinária. Alguns dos tópicos principais podem ser:

    • organizando a cozinha;
    • entendendo termos básicos;
    • receitas inesquecíveis.

    Dentro do segundo tópico, podem entrar subtópicos específicos, como “refogar”, “saltear” ou “clarificar” e um vídeo básico de cada uma dessas técnicas. Nas receitas inesquecíveis, podem ser colocados “pratos típicos da culinária” abordada no curso e “o que não pode faltar no currículo de nenhum candidato a chef”.

    Na hora de montar as listas de aula, é muito importante evitar cursos muito longos. Isso porque você pode acabar caindo no erro de querer abordar muitos assuntos com pouco tempo de exposição, tornando o seu conteúdo superficial e cansativo para os alunos.

    Além disso, cursos muito longos fazem com que as pessoas percam a principal motivação de escolher uma formação do tipo: a capacidade de adquirir uma boa formação em menos tempo. Ao optar por um formato mais enxuto, será mais fácil manter uma boa taxa de retenção de alunos.

    Divulgue o seu curso

    Por fim, divulgar o seu curso de forma adequada tem a ver com encontrar os melhores canais de acordo com a sua proposta. As redes sociais são uma escolha sempre interessante, uma vez que muitas pessoas passam horas online nesse ambiente.

    Estratégias de automação de marketing são eficientes para disparar mensagens, caso você já tenha uma base de clientes em potencial. Contudo, se esse não for o seu caso, não há problema: que tal investir na criação de um blog?

    No blog é possível investir em uma estratégia de marketing de conteúdo. Ao escrever posts sobre assuntos que despertam a curiosidade das pessoas, você as atrai para a sua página. Quando elas são expostas a artigos de qualidade, o seu empreendimento se estabelece como uma fonte de autoridade sobre aqueles temas — o que aumenta as chances de que elas façam negócio com você.

    Como pudemos ver no artigo, promover um curso online é uma forma interessante de compartilhar o seu conhecimento com outras pessoas e ainda lucrar com isso. Com alguns cuidados básicos relacionados à montagem de persona, à elaboração de aulas e à divulgação, será possível alcançar um bom número de potenciais alunos.

    E aí, quer mostrar esse conteúdo para outras pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais e chame os amigos para a discussão!

  • Comunicação na empresa: por que você deve investir nessa área?

    Comunicação na empresa: por que você deve investir nessa área?

    Imagine uma empresa na qual não há qualquer tipo de comunicação e os colaboradores não recebem instruções claras sobre o que deve ser feito. E o pior: eles também não contam com a boa vontade dos gestores na hora de tirar dúvidas e receber feedbacks.

    Parece horrível, não é? Investir em comunicação na empresa é fundamental para manter um ambiente saudável e alinhado. Além disso, a prática também se estende para o público externo, influenciando a maneira com que a companhia se relaciona e interage com os clientes.

    Neste post, mostraremos os principais benefícios de fortalecer a comunicação na empresa, tanto para os funcionários como para os consumidores. Boa leitura!

    Aumentar a produtividade

    O investimento em comunicação interna é essencial para manter o bom funcionamento da empresa e melhorar a produtividade dos colaboradores.

    É a comunicação clara e transparente que transformará as metas e os objetivos do negócio em realidade. Ela funciona como uma via de mão dupla: tanto os gestores devem transmitir as tarefas de maneira objetiva, como os colaboradores também devem buscar seus supervisores para solucionar possíveis dificuldades e falhas nos processos.

    Reduzir os efeitos da crise

    Infelizmente, a pandemia do coronavírus causa instabilidade econômica. Para garantir que a empresa sobreviva, é fundamental investir na comunicação, tanto interna como externa. Afinal, ao lidar com um cenário sensível como o atual, todo o time deve trabalhar em conjunto.

    Isso envolve o alinhamento dos profissionais dos diversos setores que compõem a empresa, assim como o contato direto entre líderes e colaboradores. Ao acompanhar as atividades e repassar feedbacks e insights para seus funcionários, os gestores garantem um time que entende suas responsabilidades e o que deve fazer para manter a companhia forte no mercado.

    Outra boa iniciativa de comunicação externa é demonstrar aos consumidores as medidas que a empresa está adotando para proteger os seus colaboradores durante a pandemia e até mesmo divulgar as ações de responsabilidade social. Isso sinaliza aos clientes que a companhia trabalha junto com os seus funcionários e clientes, indo bem além da busca pelo lucro.

    Fortalecer a cultura organizacional

    A comunicação deve ser um dos pilares da cultura organizacional de qualquer negócio, mas nem sempre é assim. Não à toa, o meio empresarial tem o seu próprio termo para definir o problema: ruídos na comunicação.

    Comunicar-se de forma consistente em tempos de incerteza, principalmente quando falamos dos gestores, é fundamental. Isso serve não só para reforçar esse alinhamento como um valor da empresa, mas também como uma forma de reduzir a ansiedade e o estresse no ambiente de trabalho.

    O relacionamento é fortalecido por meio de reuniões frequentes, por exemplo — que podem ser realizadas até mesmo por chamadas de vídeo.

    Os gestores devem se colocar à disposição, estimulando a participação de todos. Isso ajuda a promover uma interação mais pessoal e estabelecer o companheirismo como um dos pilares da organização.

    Manter-se em contato com os clientes

    Até aqui, falamos bem mais da importância de manter uma boa comunicação interna. Contudo, há também o aspecto externo, isso é: o modo com que a empresa se relaciona com os clientes. Basta notar que as grandes companhias não deixam de lado os anúncios e a publicidade mesmo em tempos de crise.

    Esse comportamento mostra que os líderes dessas companhias entendem que é preciso fortalecer, cada vez mais, o vínculo com o público-alvo. Eles atraem novos consumidores e se mantêm no radar daqueles clientes em potencial.

    Além disso, entrar em contato com os clientes (por meio da interação direta nas redes sociais, por exemplo) mostra que a empresa não os esqueceu. É o momento, também, para fazer campanhas promocionais e programas de fidelidade, que sinalizarão que a companhia está ciente dos problemas econômicos que esses consumidores enfrentam durante um período de instabilidade econômica.

    Como diz o ditado popular: quem não é visto, não é lembrado. Ao reduzir significativamente seu contato com os clientes, a marca tende a ser esquecida por eles. Além disso, a comunicação é uma aliada natural da equipe de vendas, já que proporciona meios de fidelizar os clientes e demonstrar que a empresa realmente se importa com cada um deles.

    Agora que você entendeu a importância de investir em comunicação na empresa, coloque nossas dicas em prática, mas sem esquecer dos aspectos interno e externo.

    Assim, a companhia une o melhor de dois mundos: o cuidado com os seus colaboradores e conexão direta com os clientes, mostrando que a organização está atenta ao bem-estar daqueles que interagem com a marca

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  • 4 dicas para manter a produtividade e a motivação da equipe no pós-pandemia

    4 dicas para manter a produtividade e a motivação da equipe no pós-pandemia

    A pandemia do novo coronavírus trouxe algumas mudanças organizacionais. Muitos negócios foram obrigados a fechar as portas, enquanto outros seguiram à procura de estratégias para garantir o funcionamento e a eficiência das operações. Nesse contexto, um dos maiores desafios para as lideranças foi pensar em como manter a produtividade e a motivação da equipe.

    O home office foi uma das estratégias adotadas para as equipes atenderem às demandas profissionais durante o período de isolamento social. No entanto, é preciso lembrar que esse modelo de trabalho também é uma alternativa que pode ser adotada por sua empresa para que ela saia mais forte dessa fase.

    Você confere a seguir os impactos do trabalho remoto no ambiente pós-pandemia. Reunimos também quatro dicas que podem motivar os seus funcionários e, ao mesmo tempo, ajudar na manutenção da produtividade do seu negócio. Vamos lá?

    O impacto do home office na dinâmica e no trabalho 

    O trabalho remoto não fazia parte da estratégia de muitas empresas antes da pandemia, o que exigiu das lideranças uma reflexão sobre como orientar o trabalho da equipe à distância. À medida que esse modelo foi adotado, esses empreendedores perceberam que essa ferramenta pode atender diferentes tipos de negócios e áreas de atuação trazendo benefícios, como:

    • redução de custos operacionais e logísticos;
    • alinhamento do negócio às novas estratégias de gestão e operação;
    • atração e retenção de talentos que buscam novos modelos de trabalho;
    • melhoria da qualidade de vida dos colaboradores;
    • aumento da produtividade da equipe. Uma pesquisa apontou que funcionários, em regime remoto, trabalham mais de três semanas adicionais por ano em comparação com os colegas que vão para a empresa.

    Por isso, as empresas têm visto essa alternativa como uma maneira de manter a produtividade e a motivação da equipe do home office no pós-pandemia. Trouxemos 4 dicas que podem ser adotadas em seu negócio.

    1. Avalie o esquema de trabalho remoto

    Em conjunto com a equipe, construa uma estratégia que funcione para todos. Se o home office já foi adotado, investigue se as ferramentas e as ações adotadas até agora ajudaram a manter a produtividade.

    Se for iniciar esse esquema de trabalho, é preciso pensar sobre os métodos para a colaboração e a comunicação da equipe, bem como o tipo de acompanhamento das atividades e o suporte que a empresa irá oferecer aos colaboradores.

    2. Flexibilize os horários de trabalho

    Funcionários em home office nem sempre conseguem manter a rotina normal de 8 horas – divididas em dois blocos – especialmente se têm filhos em casa.

    Para manter uma equipe de alta performance, faça uma lista das tarefas a serem realizados pelo time, sinalizando também os prazos de entrega, mas permita que cada um organize o horário de trabalho de acordo com as necessidades individuais.

    Isso permite que eles consigam atender as demandas pessoais sem afetar a produtividade.

    3. Alinhe a missão, visão e valores da empresa 

    Reserve um momento da reunião para relembrar esses elementos, mostrando como eles estão presentes em todas as atividades realizadas pelo time.

    Os reforços desses valores conferem a identidade da empresa e ajudam o profissional a entender que, mesmo à distância, ele continua fazendo parte de uma equipe.

    Esse reconhecimento é um recurso importante para a empresa e faz com que o profissional se sinta mais estimulado e disposto a trabalhar. 

    4. Ofereça feedbacks frequentes

    O home office deixou muitos profissionais inseguros com essa nova dinâmica. Nesse sentido, o feedback constante é uma maneira de mostrar à equipe como ela tem se saído trabalhando remotamente.

    Antes de apresentar os pontos a melhorar, é importante reconhecer os esforços do time na adaptação a esse novo regime de trabalho.

    Para crescer na crise, as empresas precisam se adaptar. O home office é uma ferramenta com impactos positivos para os negócios e que também atende as demandas dos empreendedores, além de manter a produtividade e a motivação da equipe durante e após a pandemia.

    Gostou das nossas dicas? Compartilhe o artigo nas redes sociais e ajude outros empreendedores a tornarem os colaboradores mais motivados e produtivos.

  • Quer ter um negócio sustentável? Comece pelo planejamento financeiro

    Quer ter um negócio sustentável? Comece pelo planejamento financeiro

    Entender sobre a área financeira faz com que a sua gestão se beneficie e que você tenha uma visão global e estratégica de como atuar no mercado, destacando-se aos olhos dos consumidores.

    Empresas que apostam em um bom planejamento de uso de recursos, têm maiores chances de crescer, uma vez que estarão mais preparadas para realizar investimentos em áreas que a concorrência sequer identificou. Esse tipo de planejamento funciona como um guia para desenhar as estratégias de sua empresa.

    Quer saber como fazer um bom planejamento financeiro? Confira nossas dicas!

    Separe conta de pessoa física e jurídica

    A separação das contas da pessoa física – você – e da pessoa jurídica – sua empresa – faz com que você organize as despesas e investimentos pessoais das despesas e investimentos que deve fazer para o seu negócio.

    Registre as entradas e saídas da empresa, faça uma previsão de vendas, a partir dos números que você possui e estipule um valor para o seu pró-labore. Desta forma, aumenta o seu controle sobre suas próprias despesas e sobre as movimentações que vai fazer para a empresa.

    Estude o mercado

    Estudar o mercado faz com que você tenha clareza sobre as necessidades do público com que atuará e entenda as características e os hábitos de consumo de uma cidade, região ou determinado grupo.

    Esse conhecimento proporcionará um posicionamento acertado em relação ao que oferecer e como apresentá-lo aos consumidores. Além de possibilitar que você antecipe ações que impulsionem a compra de seus produtos e faça com que seu negócio se destaque em relação à concorrência.

    Faça um orçamento bem detalhado

    A planilha deve ser a melhor amiga do seu negócio. Isso porque respeitar o capital de sua empresa possibilita que você tenha uma vida financeira saudável e bem preparada para qualquer situação.

    Construir um orçamento bem detalhado faz com que você saiba o momento exato de fazer investimentos, quando adquirir uma sede maior, contratar um profissional para atender melhor seus clientes etc.

    Tenha um bom controle financeiro

    Controle é a palavra que acompanha empresas que fazem gestão amparada por planejamento. Além de controlar receitas, como as vendas diárias, é preciso fazer o controle patrimonial.

    Dentro do controle patrimonial, temos os ativos, isso é, os valores líquidos e os equipamentos que sua empresa dispõem neste momento e que podem gerar lucro. O passivo é o que gera custo para empresa, por exemplo, o espaço que você adquiriu para ser sede da empresa ou mesmo o aluguel.

    Uma vez que você tenha essas despesas anotadas e controladas, a próxima etapa é entender suas despesas diárias e, desse modo, entender se seus investimentos vão trazer resultado ou se podem ser direcionados para outras áreas.

    Para ajudá-lo no processo, o Sebrae tem diversos materiais, como cursos e vídeos, para que você entenda, cada vez mais, da vida financeira de sua empresa e aprenda como fazer um bom planejamento financeiro.

    Quer aprender mais sobre finanças e tomar decisões assertivas, gerando inovação, com olhar estratégico e aumentando a receita? Assista o vídeo da palestra Como organizar suas finanças durante a crise e descubra que, com ações simples, será possível conquistar resultados positivos para o seu negócio.

  • Faça gestão financeira e aumente o faturamento de sua empresa!

    Faça gestão financeira e aumente o faturamento de sua empresa!

    O controle das finanças é algo que deve fazer parte da rotina do empreendedor, afinal, ele oferece um direcionamento para realizar investimentos assertivos, além de fazer com que o empresário seja capaz de identificar despesas desnecessárias.

    A crise é o momento mais adequado para olharmos para os dados provenientes do planejamento financeiro. Com esse olhar, será possível enxergar cenários positivos e proteger o seu negócio, de modo que ele passe pelas turbulências e ainda tenha chances de crescer.

    Confira nossas dicas de como fazer gestão financeira nesse contexto.

    Trace os cenários

    Entender qual vai ser sua movimentação, em um momento de crise, depende da análise financeira do negócio. Nesse momento, você deve estudar o cenário e identificar formas de reduzir despesas, viabilizar recursos para gastos indispensáveis e entender qual será o papel de sua empresa no mercado.

    Traçar os cenários significa, basicamente, estudar possíveis caminhos que mantenham sua empresa em atuação e gerando receita. Para isso, talvez seja necessário adiar aquele investimento que estava pensando fazer. Mas, quem dará as cartas é a sua gestão financeira e os dados que ela oferece.

    Analise as despesas

    Reúna todas as despesas de sua empresa e – friamente – as divida entre coisas essenciais e não essenciais. Se pensarmos nas despesas de uma família, por exemplo, a escola das crianças estaria nas despesas essenciais. Já as aulas de futebol, por mais importantes que sejam, podem estar entre as despesas não essenciais.

    Essa análise vai ajudá-lo a entender se há possibilidades de poupar o caixa, ao menos agora, e a administrar com mais assertividade os recursos da empresa.

    Negocie os prazos com os fornecedores

    Por mais que o contexto de crise seja preocupante, recomendamos que você mantenha um bom relacionamento com seus parceiros de negócio, entre eles, os fornecedores.

    Se em sua gestão observou que há a possibilidade de não cumprir com o pagamento, como era de praxe, negocie o prazo de modo que os dois lados se beneficiem.

    Busque novas estratégias de vendas

    O importante é não parar de vender! Além de gerar receita, as vendas tornam o seu negócio presente na vida do consumidor. Procure fazer com que sua marca e seus produtos sejam sempre lembrados.

    Se os clientes não podem ir até você, vá até eles. Experimente o esquema de delivery. Adapte seu produto, adquira embalagens específicas, faça de suas entregas uma verdadeira experiência.

    Lembre-se de que a crise afeta a todos, inclusive seus clientes. Faça com que eles vejam seu negócio como um braço direito, um apoio, um conforto na adversidade.

    Embora gere desconforto e sensação de insegurança, a crise faz com que você repense determinados hábitos e se atente para as novas tendências no setor e nos hábitos de consumo. Mas, para se guiar nesses novos caminhos, é preciso saber como fazer gestão financeira de forma eficiente. Por isso, não deixe de levar em consideração todas as dicas deste texto!

    Para mais informações como essa, continue acompanhando as dicas do Sebrae nas redes sociais! Curta nossa página no Facebook.

  • Conheça as 3 principais tendências de consumo pós-pandemia!

    Conheça as 3 principais tendências de consumo pós-pandemia!

    O panorama atual, marcado pelo surto do novo coronavírus, tem transformado inúmeros aspectos da nossa sociedade, incluindo os hábitos de consumo, tanto para clientes quanto para empresas. Assim, a tentativa de se reinventar e se adaptar à nova situação se tornou uma necessidade.

    Não há dúvidas de que o mundo pós-Covid-19 será diferente. A certeza é que será impossível sair desse cenário sem novos aprendizados. A prova disso é que já conseguimos identificar algumas tendências de consumo pós-pandemia. Acompanhe o conteúdo e descubra quais são as perspectivas para o futuro do varejo.

    1. Delivery

    Devido às recomendações de isolamento e distanciamento social, bem como ao fechamento temporário ou restrito de muitos estabelecimentos comerciais, os serviços de entregas aumentaram 59%, em relação ao mesmo período anterior à pandemia. Esse mercado não se restringe apenas a compras de alimentos e bebidas. Produtos como roupas, livros, acessórios e eletrônicos também estão entre os itens mais comercializados nessa época.

    Essa é uma tendência que permanecerá mesmo após a pandemia, não apenas pelo fato de muitas pessoas continuarem a evitar aglomerações e lugares cheios, mas também porque oferece mais comodidade ao cliente e agilidade no atendimento. Então, montar um delivery se mostra uma excelente oportunidade para ter sucesso mesmo em meio à crise.

    2. Alimentação saudável

    A preocupação com a saúde e com a imunidade também resultou em mudanças significativas no cardápio das pessoas. Apesar de ainda não haver nenhum estudo comprovando a relação entre o consumo de determinados alimentos no combate ao novo coronavírus, grande parte dos indivíduos passaram a adotar refeições mais saudáveis, pois uma dieta balanceada e rica em nutrientes melhora o sistema de defesa do corpo.

    Com o aumento da procura, muitos empreendedores decidiram investir no ramo de alimentação saudável, tanto vendendo refeições completas, quanto focando em apenas um tipo de comida.

    3. Compras online

    O comércio eletrônico já estava em ascensão mesmo antes da pandemia. Entretanto, o isolamento social fez com que muitas empresas acelerassem a transformação digital, passando a vender também pela internet. O resultado foi o crescimento de 81% no e-commerce brasileiro. Isso também se deve ao fato de que muitas pessoas que ficaram desempregadas enxergaram nesse nicho uma nova forma de ter rentabilidade.

    Atualmente, é possível vender praticamente qualquer produto ou serviço por meio de uma loja virtual, mas é importante destacar as categorias que mais cresceram:

    • produtos alimentícios: 294,8% em relação ao mesmo período no ano passado;
    • instrumentos musicais: alta de 252,4%;
    • brinquedos: crescimento de 241,6%;
    • eletrônicos: 169,5% a mais;
    • itens de cama, mesa e banho: aumento de 165,9%.

    Como o e-commerce já estava em expansão e aumentou com a situação da pandemia, certamente é um mercado que vale muito a pena a ser explorado. Além disso, com a revolução digital e a facilidade das compras online, o empreendimento que não tiver presença online muito provavelmente perderá espaço para a concorrência.

    Como podemos perceber no artigo, as tendências de consumo pós-pandemia são excelentes oportunidades para começar um novo negócio, como também para investir no crescimento de um já existente. Cabe aos empreendedores entenderem as novas necessidades da população e criar soluções para atender a tais demandas.

    Ficou com alguma dúvida? Tem algo a acrescentar sobre as mudanças no hábito de consumo no cenário atual? Deixe um comentário abaixo e compartilhe suas experiências!

  • Como se preparar para a retomada ao trabalho no pós-pandemia?

    Como se preparar para a retomada ao trabalho no pós-pandemia?

    Com a reabertura da economia e a flexibilização das medidas de isolamento social, as empresas estão, gradualmente, retomando suas atividades. Porém, para que o retorno ao trabalho pós-pandemia ocorra de forma segura, alguns novos protocolos serão fundamentais, além de mudanças no ambiente físico corporativo. 

    Os novos layouts de trabalho dependerão muito das atividades de cada empresa. Uma loja, por exemplo, opera de maneira distinta de um escritório ou de uma fábrica. No entanto, em qualquer um desses ambientes, os cuidados com higienização e o distanciamento dos colaboradores serão essenciais.

    Quer saber como garantir o retorno ao trabalho presencial de forma segura? Então, acompanhe as nossas dicas! 

    Como organizar o ambiente de trabalho pós-pandemia? 

    Várias medidas serão necessárias para manter a segurança dos colaboradores e também da coletividade. A conscientização de todos, acerca dos riscos e da importância do comportamento seguro, será o elemento mais importante para minimizar os riscos de contágio e de transmissão de doenças.

    Para tanto, investir em comunicação, reorganizar a dinâmica corporativa e promover adequações físicas são ações imprescindíveis. Confira! 

    Equipamentos de proteção 

    O uso de máscara é essencial. Além dela, dependendo da atividade, luvas ou mesmo máscaras do tipo face shield são necessárias. O fornecimento do equipamento de proteção individual (EPI) é uma obrigação do empregador, que deve orientar sobre o uso correto e fiscalizar a utilização por parte de toda equipe. 

    Mudanças no espaço físico 

    É importante que os ambientes sejam adequados de forma a manter o distanciamento entre os colaboradores. Assim, o afastamento de mesas ou a readequação dos escritórios é importante. Uma alternativa para locais com pouco espaço disponível é o uso de divisórias de acrílico. 

    Além disso, portas e janelas devem permanecer abertas, de forma a garantir a circulação do ar. No caso das portas, essa medida também é importante para evitar a necessidade de contato com maçanetas. 

    Em lojas ou outros empreendimentos, nos quais o consumidor efetua o pagamento diretamente no caixa, além de divisórias de acrílico, é válido fazer demarcações no piso, para evitar aglomeração. Os clientes e funcionários precisam estar seguros.

    Empresas com refeitórios coletivos ou vestiários também precisam adotar cuidados extras para evitar a presença de muitas pessoas nesses ambientes. Nesse caso, o ideal é organizar a jornada de trabalho de forma que os horários dos colaboradores não coincidam. 

    Vela a pena, também, instalar dispensers de álcool em gel 70% na entrada da empresa, próximos aos refeitórios e sanitários. Nas pias, sabonete líquido e toalhas descartáveis são imprescindíveis.

    Novos comportamentos 

    Além das adequações do espaço físico, as empresas devem instituir novos protocolos de proteção aos funcionários. O ideal é que aqueles que puderem permanecer em home office continuem executando suas atividades à distância, ao menos na maior parte do tempo. Para os que precisarem comparecer à empresa, vale adotar alguns cuidados: 

    • avalie a possibilidade de mudanças no horário de trabalho, de modo a evitar que os colaboradores utilizem transportes públicos em momentos de pico;
    • faça aferição de temperatura assim que o colaborador chegar em empresa. Se houver sinais de febre, tosse ou outros sintomas de doenças respiratórias, o funcionário deve ser afastado por alguns dias;
    • intensifique a comunicação sobre a importância das medidas preventivas. Oriente as equipes sobre os procedimentos necessários de higiene, uso de máscaras e o descarte (ou higienização) das mesmas;
    • evite a realização de reuniões ou treinamentos em ambientes fechados. Por enquanto, o essencial é que esses eventos aconteçam apenas por videoconferência.

    A mudança de rotinas garante a segurança do trabalho pós-pandemia? 

    É fundamental que os gestores se capacitem para garantir o retorno ao trabalho sem riscos. Com as orientações adequadas e a adoção de protocolos rígidos de higiene e segurança, os colaboradores se sentirão confiantes e motivados para voltarem às atividades rotineiras, mantendo sua produtividade. 

    Com cautela, o retorno ao trabalho pós-pandemia é seguro e fundamental para garantir a sustentabilidade financeira das empresas, que geram emprego e renda para muitas famílias.

    Quer garantir os melhores resultados para sua empresa nesse momento de retomada? Então, confira como melhorar o posicionamento de sua marca!