Blog

  • Mensuração de resultados: confira como fazer de forma correta

    Mensuração de resultados: confira como fazer de forma correta

    Sua empresa coloca em prática várias estratégias de marketing, treina funcionários e investe em relacionamento, com o objetivo de melhorar a imagem e a performance de seus produtos e serviços no mercado. Mas como ter certeza de que esses esforços estão atingindo as metas desejadas? A mensuração de resultados é fundamental para avaliar se as decisões estão adequadas.

    Para tanto, é preciso estabelecer alguns indicadores de desempenho, que permitem acompanhar de perto todas as métricas e processos da empresa. O ideal é estabelecer metas de curto, médio e longo prazos e avaliar os resultados de cada ação adotada, bem como a performance dos colaboradores e as ferramentas escolhidas. 

    Quer entender a importância da mensuração de resultados e descobrir as melhores maneiras de fazer isso? Continue a leitura do post!

    Qual a finalidade e como fazer a mensuração de resultados?

    Embora a resposta pareça óbvia — a mensuração de resultados tem por objetivo avaliar se as metas de determinadas ações estão sendo atingidas —, muitas empresas não costumam fazer essa análise ou, quando a fazem, podem deixar de observar pontos importantes ou não investir nas verificações com a frequência necessária. 

    Um exemplo disso é quando a organização estabelece como meta um aumento significativo de vendas em um período curto de tempo. Os objetivos traçados têm que ser realistas e factíveis. Dificilmente, em uma época de retração econômica, a empresa triplicará seus resultados em poucos meses. 

    No entanto, ao estabelecer uma meta de longo prazo, a organização também pode incorrer em erro caso não faça um acompanhamento periódico. No exemplo citado, cuja meta seria triplicar o volume de vendas, se os resultados só forem medidos ao final de um ano, vários problemas pontuais (que poderiam ter sido resolvidos) passarão despercebidos, o que comprometerá o resultado. 

    A prática de mensuração de resultados não vale apenas para metas objetivas, como elevação das vendas. Ela deve ser aplicada em diversas situações, como campanhas de marketing (online ou off-line), melhoria no atendimento de clientes, produtividade dos funcionários, entre outras ações. Veja a seguir as nossas dicas para fazer essa análise de forma correta!

    Conheça o seu cliente e seus interesses

    Sua empresa investiu em canais digitais de divulgação, redes sociais e e-commerce? Essa foi uma ótima decisão, sem dúvida, ainda mais diante da aceleração do processo de digitalização causada pela pandemia. Porém, é possível avaliar qual canal converte mais clientes? Ou saber em qual etapa do funil de vendas o lead (potencial cliente) foi conseguido?

    Para isso, é fundamental que os resultados do desempenho de cada canal sejam acompanhados diariamente. Assim, você consegue identificar com qual deles o seu público mais se relaciona e quais não estão sendo bem trabalhados ou não são acessados por seus clientes atuais e potenciais.

    Embora as estratégias de marketing omnichannel (aquelas que promovem a sinergia entre vários canais de interação com o cliente, on-line e offi-line) sejam cada vez mais comuns, em inúmeros casos as empresas de menor porte não têm suporte para trabalhar todas as redes simultaneamente. Ou, mesmo que façam isso, utilizam a mesma linguagem em canais distintos.

    O risco de não mensurar corretamente os resultados é levar a sua empresa a desperdiçar esforços e gastar mais dinheiro do que deveria em uma determinada campanha (ou canal), na expectativa de um retorno que não é viável. 

    Assim, vale entender o comportamento do seu consumidor e quais são os seus interesses, para focar nas estratégias que possam trazer mais resultados. Além disso, é importante adequar a forma de interação para conquistar a confiança e credibilidade do cliente. Questões como imagem e linguagem fazem grande diferença, pois o seu público precisa se identificar com a sua marca.

    Estabeleça indicadores de desempenho

    A função dos indicadores, também chamados de KPIs (Key Performance Indicators), é estabelecer parâmetros para medir resultados e avaliar a eficiência dos processos da empresa.

    Existem indicadores de produtividade, qualidade, capacidade produtiva e conversão de clientes, entre outros. Por exemplo, uma empresa cuja equipe trabalha em turnos pode usar o indicador de produtividade para avaliar a performance dos colaboradores ou o melhor horário de vendas. Os indicadores escolhidos devem fazer sentido para a estratégia do negócio.

    Entenda as métricas mais utilizadas

    Para mensurar resultados de ações de marketing e conversão de clientes, a análise de alguns números é muito importante entender alguns pontos.

    Leads e leads qualificados

    A quantidade de leads gerados, ou seja, de pessoas que, ao visitar sua página, rede social ou outro canal de interação, deixam algum meio de contato e podem se tornar futuros clientes, é muito importante. Sua equipe de vendas deve estar atenta a esses registros.

    Porém, nem todo lead é considerado qualificado, ou seja, tem real interesse nas soluções ou produtos oferecidos por seu negócio. Em inúmeros casos, a pessoa apenas deixa o contato, por desejar uma informação específica, mas não tem interesse em se tornar efetivamente um cliente.

    Para entender melhor, um exemplo disso é alguém que fornece um endereço de e-mail para fazer o download de um e-book sobre receitas, oferecido por um fornecedor de produtos para cozinha. Talvez ela até compre um equipamento, mas existe grande possibilidade de o material ter despertado o interesse apenas pelas receitas.  

    ROI

    O cálculo ROI (Retorno sobre investimento) é um dos indicadores mais importantes, que deve ser usado para comparar as diversas ações de divulgação e entender quais trouxeram melhor retorno. Para obter esse dado, a conta é a seguinte: (receita obtida – valor investido / valor investido). 

    Como exemplo, imagine que sua empresa investiu R$ 5 mil em uma campanha, cujo resultado de vendas gerou um retorno de R$ 50 mil. O cálculo seria (50 – 5) / 5, ou seja, 45 / 5 = 9. Em outras palavras, para cada real investido, o lucro foi de R$ 9.

    CAC

    Analisar o custo de aquisição do cliente (CAC) também é fundamental e pode ser um índice usado para comparar diversas estratégias. Para chegar a ele, é preciso dividir o custo total da campanha pelo número de clientes efetivamente obtidos com ela.

    Para calcular esse índice, é preciso saber quanto efetivamente foi gasto na ação de marketing (o que inclui desde custos de anúncio até a remuneração dos profissionais envolvidos, em um determinado período) e quantos clientes novos foram conquistados nesse mesmo prazo. 

    Motive a sua equipe e acompanhe os resultados

    Para conquistar os clientes, a excelência no atendimento é fundamental. Além de comprar um produto ou serviço de qualidade, as pessoas gostam de ser bem atendidas e terem suas dúvidas sanadas com agilidade, tanto durante o processo de compra quanto no pós-venda.

    Por isso, é importante motivar os colaboradores e fazer com que se sintam engrenagens importantes para os resultados da empresa. Existem várias estratégias para isso, como a realização de cursos e workshops para atualização, o estabelecimento de metas e o reconhecimento pelo bom trabalho. 

    Além disso, uma boa liderança faz muita diferença, ao reconhecer os pontos de melhoria e valorizar as capacidades individuais. 

    Ao estabelecer metas, é importante acompanhar os resultados de cada colaborador e também o desempenho da equipe, para que todos se sintam engajados aos propósitos da empresa. 

    Como usar a tecnologia para mensurar resultados?

    Para colocar em prática todas as estratégias citadas, existem ferramentas que automatizam os processos, como disparadores de e-mail, landing pages e chatbots que agilizam o atendimento, entre outros. Com o uso dessas soluções, é possível emitir relatórios detalhados, que facilitam a identificação do comportamento dos consumidores e os pontos de melhoria.

    Porém, não adianta fazer a mensuração de resultados sem tomar atitudes para corrigir os problemas detectados. Assim, ao identificar que uma ação não atingiu a meta, procure entender a razão. Analise o perfil dos clientes e reavalie as estratégias de abordagem, pois isso será um grande diferencial para o sucesso de seu negócio.

    Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o nosso curso online sobre planejamento de metas e acompanhamento de resultados!

  • Entenda como conseguir crédito para capital de giro!

    Entenda como conseguir crédito para capital de giro!

    Pagar contas, fornecedores, funcionários e tributos, em tempos de crise, é um verdadeiro desafio. Afinal, nem sempre sobra dinheiro suficiente para todas as obrigações, não é? Por isso, todo negócio deve ter uma reserva. Quem não tem, precisa recorrer ao crédito para capital de giro.

    Existem algumas alternativas para garantir que os empreendedores obtenham os valores necessários para quitar despesas do dia a dia. Apesar disso, é preciso ter em mente que o capital de giro é importante para o sucesso do negócio. Assim, manter um bom planejamento financeiro é primordial. 

    Confira em nosso post as principais estratégias para garantir essa reserva e mantenha todas as contas em dia!

    Entenda a importância do planejamento financeiro

    Ao empreender, é importante entender que o retorno não será imediato. Afinal, os investimentos (em mercadorias, espaço físico e/ou digital, funcionários etc.) são necessários antes mesmo do início das atividades. 

    Todo negócio precisa contar com uma reserva financeira, que sustente as contas até que a empresa atinja o ponto de equilíbrio (quando o investimento inicial se paga) e comece a lucrar. Esse valor é o capital de giro, que deve fazer parte do planejamento.

    Um exemplo da sua importância surgiu logo no início da pandemia, quando as medidas sanitárias determinaram o isolamento social em praticamente todo o país. De portas fechadas, as empresas precisaram se reinventar e encontrar outros meios de chegar aos clientes. Quem tinha essa reserva financeira, certamente, se saiu melhor.

    Em qualquer momento, o capital de giro é essencial — afinal, sempre podem surgir imprevistos que prejudiquem a operação e comprometam a contabilidade e a liquidez. Existe, inclusive, uma fórmula básica para calcular qual o seu capital de giro:

    • capital de giro = contas a pagar – (contas a receber + valor de estoque)

    Saiba como obter crédito para capital de giro

    Se a sua empresa está com as contas estranguladas e sem capital de giro, existem algumas alternativas, confira!

    Investimento próprio

    Essa deve ser a primeira alternativa para quem não deseja recorrer a linhas de crédito e arcar com os encargos financeiros. Se você ou os sócios da empresa têm economias, é possível fazer um aporte para capital de giro da organização.

    A possibilidade só não é válida se a reserva estiver aplicada em algum fundo com rentabilidade superior aos juros de um possível crédito.

    Renegociação de dívidas

    Ao renegociar dívidas (inclusive tributárias), é possível diluir os custos da empresa, o que possibilita uma sobra para uso no cotidiano.

    Antecipação de recebíveis 

    As instituições financeiras conseguem antecipar os valores que a empresa tem a receber, como boletos, cheques e cartões de crédito. Porém, cobram juros, que podem ser bastante elevados e comprometer a lucratividade. Tenha atenção a isso!

    Empréstimo

    Assim como a opção de antecipar os recebíveis, os empréstimos podem ter juros elevados, que comprometem a rentabilidade do negócio. Então, caso essa seja a única alternativa, é importante pesquisar bastante antes, para escolher a instituição financeira com taxas menores. 

    Confira outras estratégias

    Como você percebeu, o capital de giro é essencial para o bom desempenho de sua empresa e para evitar gargalos em tempos de crise. Sempre que possível, é melhor não recorrer às opções de crédito, pois os juros costumam ser elevados, o que também compromete a competitividade de sua empresa. 

    Para manter a saúde financeira, é recomendado controlar o fluxo de caixa, mapeando todas as entradas e saídas de dinheiro e adotando ações para redução de custos, como o uso de tecnologia para otimizar os processos internos. 

    Quer evitar que a sua empresa fique no sufoco? Existem alternativas para não precisar buscar crédito. O Sebrae Alagoas oferece várias ferramentas para ajudar as micro e pequenas empresas a melhorarem sua gestão e resultados.

    Quer saber mais? Então confira os detalhes do Programa Orienta Crédito!

  • Aprenda 4 passos para fazer a gestão do fluxo de caixa da sua empresa!

    Aprenda 4 passos para fazer a gestão do fluxo de caixa da sua empresa!

    A gestão de fluxo de caixa nada mais é que um rigoroso controle feito sobre as movimentações financeiras da empresa. A fim de obter informações seguras para uma melhor tomada de decisão, essa prática demanda muita atenção no que se refere às entradas e saídas de recursos.

    Essa gestão serve para impedir que o gestor acumule dívidas e para que ele tenha recursos suficientes na hora de realizar novos investimentos e expandir o negócio. Lembre-se de que é esse controle que dará segurança à sua empresa, oferecendo a ela mais estabilidade — mesmo em momentos de crise.

    Para ajudar você a fazer uma gestão de fluxo de caixa eficiente, separamos 4 passos indispensáveis. Confira!

    1. Registre as movimentações

    O registro de todas as movimentações financeiras é importante para que o gestor possa entender para onde o dinheiro está sendo direcionado. Com isso, há menos riscos de endividamento, uma vez que é possível manter as contas organizadas.

    Caso a empresa tenha mais de uma conta bancária, todas precisam ser consideradas, registrando o saldo disponível e as entradas e saídas de cada uma delas. 

    Dessa forma, você conseguirá fazer um planejamento financeiro mais eficiente e que proporcionará excelentes resultados ao seu negócio.

    2. Faça o acompanhamento

    Apenas fazer o registro das movimentações não é o suficiente para ter uma gestão de fluxo de caixa eficaz. O acompanhamento também é de extrema importância para manter um controle rigoroso e eficiente.

    O ideal é que esse acompanhamento seja feito diariamente para que o gestor consiga prever situações que podem colocar em risco o orçamento da empresa. Assim, é possível ter uma gestão financeira segura e sustentável — o que beneficiará o crescimento do negócio como um todo.

    3. Conte com soluções tecnológicas

    Os processos que envolvem o setor financeiro de uma empresa costumam ser muito burocráticos. Nesse sentido, o trabalho manual se torna pouco eficiente, uma vez que as chances de erros aumentam consideravelmente.

    Contar com soluções tecnológicas não apenas diminui esse tipo de risco, mas também permite que sua equipe ganhe em produtividade, pois as informações são centralizadas em um único lugar e os processos se tornam muito mais rápidos.

    4. Monitore seu capital de giro

    O capital de giro corresponde aos recursos que a empresa dispõe para arcar com seus compromissos diários. Sendo assim, é possível afirmar que ele é fundamental para fazer o negócio funcionar.

    O ideal é que ele cubra as despesas previstas para cerca de 3 a 6 meses, tendo em vista que, nesse momento, é preciso considerar as vendas feitas a prazo. O monitoramento do capital de giro é importante para que a empresa não tenha que recorrer a empréstimos ou até mesmo se endividar por falta de recursos.

    Uma boa gestão de fluxo de caixa permite que você tenha mais liberdade para realizar novos investimentos na sua empresa, inclusive, pode até antecipar pagamentos que oferecem bons descontos com essa prática.

    Para ajudar você a entender mais sobre o assunto, separamos um artigo que mostra a importância do fluxo de caixa na sua empresa. Boa leitura!

  • Saiba como melhorar o engajamento de funcionários da sua empresa

    Saiba como melhorar o engajamento de funcionários da sua empresa

    Contar com uma equipe motivada e alinhada aos propósitos da empresa é essencial para garantir que o seu negócio conquiste bons resultados. Por isso, investir em estratégias para o engajamento de funcionários é bastante importante, seja para melhorar o relacionamento interno, seja para que os colaboradores se sintam valorizados. 

    Ao fazer isso, o ambiente corporativo se torna mais estimulante para os funcionários, que sentem que o seu trabalho é importante e que está sendo reconhecido. Isso que contribui para a melhoria da produtividade e, consequentemente, da rentabilidade. Além disso, há outros benefícios, como a redução do turnover e a maior retenção de talentos.

    Quer saber como implantar essa nova cultura em sua empresa? Então, acompanhe as nossas dicas!

    Como conseguir o engajamento de funcionários em minha empresa?

    Não é somente a remuneração adequada e os benefícios concedidos que garantem uma equipe satisfeita. Claro que esses são deveres básicos do empregador e fazem muita diferença, mas, normalmente, não são suficientes para a retenção de talentos na empresa e sua motivação.

    Para conseguir o verdadeiro engajamento, é preciso que os colaboradores sintam que o seu trabalho tem valor e que o ambiente interno da empresa é bom. Além disso, a afinidade com o líder faz toda a diferença — afinal, a liderança adequada sabe direcionar a equipe, entender quais são os pontos de melhoria e valorizar cada funcionário e suas habilidades individuais.

    Veja a seguir algumas sugestões para garantir a integração da equipe e o comprometimento com os propósitos do negócio.

    Organize eventos

    Uma dica que costuma fazer muita diferença é a promoção de eventos internos. Em tais ocasiões, os colaboradores têm a oportunidade de conhecer melhor os outros membros da equipe, trocar experiências e melhorar a comunicação interna. 

    Esses eventos podem ter diversas finalidades, sempre visando o desenvolvimento da equipe:

    • treinamentos técnicos específicos, relacionados com a atividade principal da empresa e do colaborador;
    • apresentações de outros temas de interesse dos colaboradores, não necessariamente relacionados à empresa, mas sim voltados à comunicação, relacionamento, finanças pessoais, entre outros;
    • workshops para atualização profissional;
    • palestras motivacionais;
    • participação em feiras, congressos e eventos relacionados à área de atuação do negócio;
    • confraternizações, especialmente em datas específicas ou para comemorar metas alcançadas pela empresa.

    Mesmo durante compromissos profissionais, os colaboradores terão oportunidade para a troca de experiências e construção de relacionamentos com os demais membros da equipe. Por isso, essa é uma das melhores estratégias para garantir não apenas a motivação, mas também o engajamento. 

    Ao programar qualquer tipo de evento, pesquise a opinião dos funcionários e peça o seu feedback sobre encontros já realizados. Desta forma, será mais simples entender qual a programação que desperta mais interesse e contribui para a satisfação da equipe. 

    Além disso, ao convidar seus colaboradores para o evento programado, apresente a ocasião como uma oportunidade de aprendizado e interação, ou seja, como um benefício, não uma obrigação extra. 

    Coloque o endomarketing em prática

    Endomarketing, por definição, é um conjunto de ações de marketing direcionadas ao público interno da organização. A prática vai além da comunicação: é preciso envolver os funcionários em estratégias que façam com que eles, verdadeiramente, “vistam a camisa” da empresa. Ou seja, que gostem e apoiem o trabalho desenvolvido.

    Para tanto, é importante focar em ações que visem o bem-estar dos funcionários e mostrar que eles são engrenagens fundamentais para o sucesso do negócio. Reconhecer comportamentos e resultados positivos, promover a interação e troca de experiências e ter habilidades de liderança são diferenciais que ajudam a manter a satisfação dos colaboradores.

    Além disso, é muito importante que a empresa seja transparente em suas ações e decisões. Dessa forma, a equipe tem segurança na tomada de decisões e consegue resolver eventuais conflitos com os clientes, o que evita retrabalho e insatisfação. 

    Ofereça oportunidades

    Todo profissional almeja reconhecimento e crescimento profissional. Assim, se o porte de sua empresa permitir, estabeleça um plano de carreira que permita que os colaboradores conquistem cargos (e remuneração) melhores. Mas, mesmo pequenos empreendedores conseguem oferecer oportunidades, como prêmios por metas alcançadas ou pelo desempenho em determinadas situações.

    Colocar tais ações em prática é essencial não somente para evitar a desmotivação e a alta rotatividade, mas também para reter os bons profissionais na organização. Por isso, sempre valorize os esforços individuais e coletivos.  

    Mostre que o seu negócio tem um propósito

    Claro que qualquer empresa tem o lucro como objetivo. Porém, vale a pena mostrar para a equipe o quanto os produtos ou serviços prestados são importantes para a sociedade na qual a organização está inserida. Demonstre que a empresa oferece soluções de valor para seus clientes. 

    Além disso, adote posturas social e ambientalmente responsáveis. Ou seja, procure escolher fornecedores confiáveis, valorizar produtores e mão de obra de sua região, e ajudar a comunidade de alguma maneira. 

    Existem várias soluções para isso, que agregam valor à sua marca, fazendo com que tanto o público interno quanto o externo tenham uma boa imagem do trabalho e postura da empresa:

    • organize pontos de coleta seletiva na empresa e conscientize seus colaboradores a respeito;
    • apoie funcionários que façam algum tipo de trabalho social, concedendo um dia de folga ou uma premiação, por exemplo;
    • organize ações para ajudar alguma comunidade carente próxima, solicitando doações, promovendo oficinas diversas ou mesmo contribuindo para a manutenção de áreas de lazer da região; 
    • escolha fornecedores de forma crítica, evitando revender produtos ou comprar serviços que utilizem mão de obra com baixa remuneração, matérias-primas poluentes, mercadorias testadas em animais, entre outras possíveis causas com as quais sua empresa tenha afinidade.

    Qual a importância do engajamento dos colaboradores?

    Como explicamos, o engajamento é muito mais do que executar um bom trabalho. Funcionários engajados entendem que a empresa tem um propósito que vai além dos objetivos financeiros e se sentem motivados por participarem dessa organização. Ou seja, são pessoas que têm o mesmo objetivo e entendem a mentalidade corporativa de forma mais ampla, enxergando os benefícios dos serviços prestados.

    Essa mudança de paradigmas por parte da empresa faz muita diferença e os resultados podem ser mensurados facilmente. Basta analisar o aumento de produtividade de cada colaborador após a introdução de mudanças, a forma como passam a defender a marca e a redução da rotatividade

    O comprometimento e a vontade de fazer com que o negócio cresça, de forma que todos saiam ganhando, são os principais objetivos do engajamento de funcionários. Pessoas motivadas são mais felizes e, com isso, têm mais a oferecer tanto em seus desafios profissionais quanto em seus relacionamentos. Isso, sem dúvida, se traduz em melhores resultados em todos os aspectos corporativos.

    Gostou de nossas dicas? Então, compartilhe o post em suas redes sociais e contribua para que mais empresas consigam manter seus colaboradores satisfeitos e motivados!

  • Entenda o que é reserva financeira e como fazê-la!

    Entenda o que é reserva financeira e como fazê-la!

    Você sabe o que é reserva financeira? Ela nada mais é que uma quantia em dinheiro destinada apenas para casos de emergência. Ou seja, você não poderá usá-la para outros fins, como pagar aluguel, luz, água do seu negócio etc. Além disso, ela também pode ser destinada para você alcançar determinados objetivos.

    A reserva financeira é de extrema importância para ajudar a superar dificuldades, sempre que elas aparecerem, sem comprometer o orçamento da empresa, reduzindo, assim, as chances de endividamento.

    Levando isso em consideração, resolvemos ajudar você a montar a sua reserva financeira para não ter mais problemas com dinheiro. Confira estas dicas incríveis!

    Faça um controle de contas

    O primeiro passo para montar a sua reserva financeira é controlar as contas. Pode ser que isso não seja uma tarefa muito fácil, mas é importante fazer esse controle para criar uma reserva suficiente que vai lhe dar o suporte necessário no momento oportuno.

    Sendo assim, avalie todos os seus gastos e identifique quais deles podem ser eliminados ou, pelo menos, reduzidos. Os valores que “sobrarem” desse corte, podem ser destinados à sua reserva financeira.

    Esse controle de entradas e saídas até pode ser feito por meio de planilhas, no entanto, o ideal é usar soluções tecnológicas para evitar erros que comprometem o seu fluxo de caixa. Além disso, ele permitirá que você saiba exatamente para onde os recursos do seu negócio estão sendo direcionados, facilitando, assim, a identificação de gargalos que comprometem o crescimento da organização.

    Tenha um planejamento financeiro

    Para que tudo saia conforme as suas expectativas, você precisa ter um planejamento financeiro. Nele, você listará todas as ações necessárias para montar uma reserva financeira eficiente.

    Comece verificando quanto precisará guardar por mês para alcançar tal objetivo. Em seguida, analise o que precisa ser feito para montar a reserva, indo além do corte de custos.

    É claro que pode acontecer de algo dar errado, mas com um planejamento enxuto ficará muito mais fácil de identificar o erro e corrigi-lo.

    Defina metas

    As metas são importantes porque elas permitem que você chegue ao seu objetivo final e não fique “andando em círculos” sem saber onde está errando. Com metas bem definidas é possível manter os pés no chão e ver resultados em suas ações.

    No entanto, vale destacar a importância de definir metas que estejam de acordo com a realidade da sua empresa. Do contrário, você corre sérios riscos de não cumprir com o que foi estipulado e, consequentemente, se frustrar por isso.

    Agora você já sabe o que é reserva financeira! Por meio dela será possível conquistar seus objetivos com mais facilidade, evitar o endividamento e manter a sua empresa segura financeiramente mesmo diante de um imprevisto. Convenhamos, quando o problema envolve dinheiro, fica muito mais difícil encontrar uma solução rápida, certo? Porém, com a reserva financeira isso não será mais um empecilho.

    Essas dicas foram úteis para você? Então assine a nossa newsletter agora mesmo e tenha acesso a mais conteúdos ricos e interessantes diretamente no seu e-mail, o quais ajudarão a melhorar a gestão do seu negócio!

  • Aprenda agora como precificar produto da forma adequada!

    Aprenda agora como precificar produto da forma adequada!

    Certamente um dos maiores desafios para os empreendedores é saber como precificar produto. Até mesmo os empresários mais experientes costumam encontrar dificuldades para compor os preços de suas mercadorias. Esses valores oscilam de acordo com as exigências do mercado.

    Além do fator qualidade de produtos, o preço de venda é outro principal responsável pela permanência da empresa no mercado com boa saúde financeira. Saiba que, no momento da precificação, o empreendedor não pode determinar valores muito baixos e nem muito altos. 

    Pensando nisso, elaboramos este artigo para explicar como o empresário deve precificar um produto para aumentar as vendas. Acompanhe o texto e boa leitura!

    O que é precificar?

    Precificar não se trata apenas de colocar valor em um produto com base na receita que se pretende chegar no fechamento do mês. A precificação determina o preço de venda que, deve conter parâmetros que ofereçam lucro para empresa, satisfação para os consumidores e alinhamento com a concorrência.  

    Precificar deve ser considerado como uma estratégia. Isso é o que diferencia os empresários de sucesso dos outros. Afinal, para uma empresa, não basta simplesmente sobreviver no mercado, é preciso permanecer obtendo resultados lucrativos e, não apenas honrando os compromissos.

    Qual a importância de precificar produto?

    Precificar é tão importante para uma empresa quanto ter o produto disponível no balcão ou em algum site, no caso das empresas que vendem online. A precificação feita de maneira justa atrai clientes, vence a concorrência e obtém melhor visualização no mercado.

    Além disso, é a precificação adequada que vai proporcionar a formação do capital de giro e do lucro para a obtenção de novos investimentos como a compra de equipamentos, reformas e campanhas de marketing.

    Como precificar produto?

    Saber como precificar produto requer do empreendedor a disponibilização de tempo para determinar o preço de venda que seja coerente com a mercadoria. Entenda o passo a passo para uma precificação eficiente.

    Conheça o custo do produto

    Se você é fabricante, relacione toda a matéria-prima e a mão de obra gasta para produzir cada unidade do seu produto. Caso seja um revendedor, faça o levantamento a partir do valor o momento que pagou para o fornecedor até o recebimento na sua empresa, ou seja, anote os fretes, impostos entre outros.

    Verifique a concorrência

    Verificar o preço da concorrência também faz parte da estratégia de precificação de um produto, pois se o valor que você determinar estiver muito acima das práticas do mercado, certamente, a sua empresa não conseguirá comercializar as mercadorias de forma satisfatória.

    Determine a margem de lucro

    A partir do momento que você conhece o custo do produto e os valores praticados pela concorrência já é hora de pensar na margem de lucro. Pois, é a lucratividade que mantém a saúde financeira de um empreendimento.

    Não existe uma porcentagem definida para a lucratividade da sua empresa, porque como já vimos, existem fatores do mercado que influenciam nessa decisão. No entanto, você precisa definir o markup o percentual que determina o lucro desejado.

    Se o valor do markup for suficiente para cobrir todos os custos do produto e estiver dentro da realidade do mercado, você pode usar esse percentual como margem de lucro.

    Portanto, saber como precificar produto é uma atividade fundamental dentro do plano de negócios da empresa. Quando ela é feita corretamente, maximiza os lucros do empreendimento. Caso tenha dúvidas, procure ajuda de especialistas para evitar erros e fugir dos riscos de prejuízos.

    Gostou do assunto? Continue com a gente nas redes sociais, estamos no Twitter, no Facebook, no YouTube, no Instagram e no LinkedIn.

  • Confira 6 ferramentas de gestão que você deve usar no seu negócio!

    Confira 6 ferramentas de gestão que você deve usar no seu negócio!

    Todo gestor tem uma rotina atribulada, lidando com a necessidade de tomar decisões relevantes e com todos os desafios diários da rotina empresarial. Felizmente, hoje é fácil contar com algumas ferramentas de gerenciamento para otimizar os processos.

    Essas ferramentas de gestão são recursos como softwares ou metodologias, utilizados para auxiliar os gerentes de projetos e colaboradores em geral. Com elas, se torna mais fácil organizar o fluxo de trabalho, delegar tarefas e mapear a evolução das atividades.

    Preparamos um post para que você conheça não só as principais metodologias, mas também os principais softwares para facilitar a gestão da sua empresa. Acompanhe conosco!

    Quais são as principais ferramentas de gestão?

    Primeiro, mostraremos algumas técnicas consolidadas de gestão, destinadas a otimizar os processos e integrar o trabalho dos setores.

    1. SWOT

    A análise SWOT é uma ferramenta importante para o planejamento estratégico e na rotina administrativa. Ela ajuda os gestores a identificar e qualificar os objetivos estratégicos. A própria sigla já mostra a utilidade dessa metodologia:

    • S: strength (força), esse item valoriza os pontos fortes da empresa;
    • W: weaknesses (fraquezas), identifica os pontos fracos do negócio, até mesmo como uma forma de corrigir essas deficiências;
    • O: opportunities (oportunidades), por meio do mapeamento, será mais fácil identificá-las. Elas podem ser exemplificadas pelo preenchimento de uma lacuna comercial, por exemplo, ou até mesmo a adoção de uma inovação tecnológica;
    • T: threats (ameaças), por fim, nesse momento se torna possível analisar os principais problemas enfrentados pela empresa. Alguns exemplos incluem o crescimento de concorrentes, variações cambiais ou a saturação de determinados produtos.

    Algo a ser destacado é que os dois últimos tópicos estão diretamente relacionados ao mercado, já que são as oportunidades e ameaças identificadas por forças externas à empresa. Elas são, portanto, geradas de acordo com os cenários econômico, político e empresarial nos quais a companhia está inserida.

    Um dos principais diferenciais da metodologia SWOT é a simplicidade para executá-la: basta abrir um documento de texto e realizar um brainstorming com a sua equipe. Dessa forma, ela também serve para agregar opiniões e fortalecer a cultura organizacional.

    2. PDCA

    Também conhecida como ciclo PDCA, essa ferramenta de gestão é focada na melhoria contínua dos processos, segue as 4 etapas:

    • P: planejamento;
    • D: execução (ou “do”, na versão original em inglês);
    • C: controle;
    • A: ação.

    Assim, a primeira etapa enfoca a elaboração de um plano, desenvolvendo uma estratégia para resolver os problemas detectados. O segundo passo é colocar as ações em prática, enquanto o terceiro envolve a verificação e análise dos resultados alcançados. Por fim, o último estágio deve ser dedicado à tomada de ações corretivas, realizando ajustes finais.

    Seus principais objetivos são as reduções de custos, estender a margem de ganhos e elevar a satisfação dos clientes. Ela gera um controle eficiente de processos, que pode ser aplicado tanto nas atividades internas como nas rotinas externas. Dessa forma, será possível padronizar informações e minimizar falhas.

    3. Canvas

    O Project Model Canvas é uma metodologia, oriunda da gestão de projetos, que consiste no agrupamento visual das etapas de um projeto. E como fazer isso? Por meio de um quadro e de post-its, por exemplo.

    Dessa forma, o Canvas é um modelo colaborativo que permite o planejamento, execução e gestão de projetos. Uma maneira de aplicá-lo é realizar uma reunião para elaborar um documento com todas as necessidades do projeto.

    Assim, é importante abordar desde o escopo, até a utilização de recursos financeiros e humanos, assim como necessidades relacionados à comunicação, riscos e cronograma. O principal objetivo é reunir as informações de uma forma visual, oferecendo uma maneira para que todos consigam acompanhar o projeto sem a necessidade de memorizar um grande número de informações.

    4. Matriz BCG

    Já uma matriz Boston Consulting Group BCG é uma técnica utilizada para analisar o desempenho dos produtos ou serviços de uma determinada empresa, de acordo com a aceitação geral por parte dos consumidores.

    Por isso, ela é importante por oferecer uma visão sistêmica dos produtos e serviços, o que proporciona aos gestores a possibilidade de redobrar a atenção em relação ao que realmente potencializa o fluxo de caixa. Além disso, os líderes ainda poderão abandonar tudo aquilo que demande muito esforço e traga pouco resultado.

    A matriz BCG também aposta no conteúdo visual, contando com um esquema bem intuitivo. Basta pegar uma folha de papel ou um arquivo de texto e desenhar duas linhas, uma vertical e uma horizontal. Assim, você terá quatro quadrantes.

    4.1. Os quatro elementos

    O primeiro deles será o quadrante superior esquerdo, representando as estrelas. Aqui, devem ser reunidos os produtos com alta participação e ótimas oportunidades de crescimento.

    Já o quadrante superior direito reúne os pontos de interrogação: mercadorias ou serviços que ainda são pouco explorados pela empresa, mas que também ofereçam uma oportunidade de crescimento.

    O canto inferior esquerdo da matriz é o lugar das chamadas vacas leiteiras. Elas são a evolução das estrelas, representando aquele momento em que o crescimento de mercado começa a cair. Portanto, ela aponta que os altos investimentos já foram feitos e está na hora de aproveitar o caixa enquanto essa oportunidade dura.

    Por fim, no quadrante inferior direito, temos os abacaxis. Representam o fim do ciclo de vida de um produto, quando ele conta com baixa participação nos lucros da empresa e poucas oportunidades de crescimento.

    5. Asana

    O Asana é um software destinado a ajudar gerentes de projetos. Com ele, fica bem mais fácil organizar atividades e delegar tarefas. Por meio do programa, os projetos podem ser criados e compartilhados com os colaboradores, fornecedores e clientes.

    Como se não bastasse, ele também proporciona aos gerentes de projetos a criação e visualização de metas, assim como o estabelecimento de trabalhos específicos, cronogramas e a sinalização de prioridades dentro dos trabalhos.

    6. Trello

    O Trello é um dos softwares mais tradicionais de gestão, uma vez que ele melhora os fluxos de trabalho. Ele se tornou ainda mais importante durante a pandemia do novo coronavírus, uma vez que ele apoia o gerenciamento de equipes remotas.

    Para explicar o funcionamento, basta lembrar dos post-its, pequenos lembretes que as empresas colam nas paredes e murais para acompanhar o fluxo de um projeto. O Trello é a versão computadorizada desse recurso, uma vez que ele permite que as equipes que trabalham remotamente consigam visualizar a organização (e a evolução) das atividades.

    Com a atualização em tempo real, os trabalhadores ficam por dentro do que está sendo feito e de como as atividades estão interligadas. Trata-se, portanto, de uma eficiente ferramenta não só de gestão, mas de integração das rotinas.

    E aí, qual dessas ferramentas de gestão se aplica ao seu negócio? O melhor de tudo é que não é preciso se limitar a somente uma delas, uma vez que é possível combinar metodologias e softwares, por exemplo. Tudo depende das suas necessidades e dos projetos que você conduz.

    Como pudemos ver, as ferramentas de gestão são versáteis e se adaptam a diferentes contextos. Além disso, uma ótima ideia é basear as suas decisões em dados precisos, o que torna a gestão ainda mais eficiente e gera vantagem competitiva para o negócio.

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre outras formas de otimizar as decisões empresariais? Então, confira o nosso e-book sobre como usar os dados a seu favor!

  • Qual a importância e os desafios do empreendedorismo feminino?

    Qual a importância e os desafios do empreendedorismo feminino?

    Ter uma empresa no Brasil já é um grande desafio e quando uma mulher está à frente do seu negócio as dificuldades encontradas são ainda maiores, por isso a importância de o empreendedorismo feminino ser debatido de forma ampla e constante.

    As mulheres, cada dia mais, ocupam espaços que antes eram preenchidos exclusivamente por homens. Tem sido assim na política, nas profissões majoritariamente masculinas e, também, na condução dos seus próprios negócios.

    O objetivo deste post é mostrar alguns dos principais desafios enfrentados pelas empreendedoras. Para isso, precisamos falar sobre a importância do empreendedorismo feminino. Continue a leitura e seja a mudança que você quer ver no mundo!

    Debate essencial: a importância do empreendedorismo feminino

    A simbologia da força feminina atravessa gerações mostrando a capacidade da mulher de superar desafios e exercer múltiplas tarefas. As mulheres podem ser empreendedoras de sucesso, seja no lar, na vida ou no trabalho.

    A luta pela igualdade de gênero trouxe inúmeras conquistas. Entre elas está a independência, que permitiu voos mais altos e a possibilidade de transformar em realidade o sonho de empreender e estar à frente do próprio negócio.

    O empreendedorismo feminino envolve questões que consideram os ideais e as emoções. Os principais motivos que levam uma mulher a empreender são:

    • o desejo de realizar um sonho;
    • trabalhar com o que gosta;
    • preferir qualidade a quantidade;
    • priorizar a família;
    • ter uma renda e ser independente;
    • o desejo de liberdade.

    O empreendedorismo feminino exige debates constantes, pois são muitas as barreiras ainda impostas quando o assunto é o protagonismo da mulher no universo corporativo — muitas acabam desistindo por não aguentarem a pressão, sobretudo, de uma cultura machista.

    Por isso, a necessidade de colocar o tema em pauta e fortalecer não apenas o grupo de mulheres já empreendedoras, mas também estimular aquelas que pretendem ter um negócio e que não recebem incentivo dentro de casa ou do mercado.

    Vencer desafios tem sido uma tarefa constante para as mulheres desde os primórdios da história. Por isso, a evolução social, tecnológica, comportamental e intelectual, as tornou figuras fortes, obstinadas e realizadoras.

    Por mais que ainda existam muitos obstáculos, as mulheres empreendedoras resistem e mostram que estão dispostas a ocupar o lugar a que pertencem, por direito, habilidade e competência.

    Principais desafios enfrentados pelas empreendedoras

    Diariamente as mulheres empreendedoras precisam provar seu valor e se defenderem das investidas do mundo machista, seja pela condição fragilizada imposta ao gênero, seja pela depreciação da capacidade de conduzir um negócio.

    Em todos os setores do mercado, existem bloqueios e dificuldades criados para abalar as estruturas, na tentativa de que a mulher desista do seu sonho, são verdadeiros obstáculos que elas precisam enfrentar para alcançar seus objetivos.

    O sucesso de um negócio independe do gênero de quem está no comando, por isso, mais do que nunca é a hora de lutar e evidenciar a força e a competência da mulher empreendedora no mundo dos negócios.

    Listamos alguns desses empecilhos e trouxemos dicas do que uma mulher empreendedora pode fazer para não deixar de lutar pelo que acredita!

    Preconceito

    A ideia estereotipada de que lugar de mulher é no lar cuidando da casa e da família, é ainda um dos grandes desafios que as empreendedoras enfrentam. O preconceito, velado ou não, mostra a face da ignorância.

    As oportunidades são diferentes para homens e mulheres dentro do ambiente profissional. As mulheres precisam a todo o momento provar que estão aptas a exercer uma determinada função ou ocupar uma posição de liderança à frente dos negócios.

    Embora já se perceba uma mudança significativa, falta ainda uma longa jornada até que o empreendedorismo feminino seja aceito e respeitado tal como ele é — forte, predominante e produtivo.

    Para driblar o preconceito, as mulheres precisam se unir e formar forças empreendedoras de apoio. A participação em redes femininas como RME, Mulheres do Brasil, Empodera e o projeto Sebrae Delas ajuda a fortalecer a representatividade nos ambientes de negócios, sejam virtuais ou físicos, para mostrar que o empreendedorismo feminino resiste.

    Falta de incentivo

    A falta de apoio da família, dos amigos e até mesmo das instituições que concedem crédito ou financiamento é outro aspecto que as mulheres empreendedoras precisam vencer para mostrar que têm potencial de cuidar de um negócio e obter sucesso.

    De acordo com dados do Sebrae, as mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de R$13.000 a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5% acima do sexo masculino.

    Muitas já chegam ao mercado desacreditadas, com receio de não serem aceitas e valorizadas. O medo de fracassar é evidenciado pela falta de encorajamento daqueles que mais deveriam estimular a coragem de investir naquilo que acreditam.

    Acreditar em si mesma e se preparar, adquirindo conhecimento, habilidades e competências específicas, é essencial para driblar as adversidades. Ter em mãos um bom plano de negócios e seguir passo a passo suas etapas ajuda a ter consistência na hora de apresentar ou defender um projeto.

    Jornada múltipla

    Os homens quando se envolvem com um negócio sob a condição de empresários, geralmente deixam a cargo das mães e esposas a responsabilidade de administração do lar e cuidados com a educação dos filhos.

    Já a mulher absorve a carga duplicada — muitas vezes imposta e não escolhida — pois além de continuar a exercer a função doméstica, precisa se preocupar, continuamente, em conduzir de forma eficiente a empresa. De acordo com dados do IBGE, a mulher trabalha 03 horas semanais a mais que o homem.

    Esse é mais um obstáculo enfrentado dentro do empreendedorismo feminino. Desde muito cedo, as mulheres são ensinadas a executar as tarefas domésticas sob o argumento de que são ela as responsáveis pelo cuidado do lar, dos filhos e netos ao longo da vida, enquanto os homens saem para o trabalho.

    A dedicação parcial a um ou outro aspecto pode comprometer o desenvolvimento e crescimento do negócio. Com isso, vem a difícil decisão de escolher qual será a prioridade da vida.

    Nesse contexto, o ideal é que haja equilíbrio e que a mulher tenha ajuda, seja em casa, seja na empresa. Um braço direito, preferencialmente outra mulher, para ajudar no gerenciamento da rotina — alguém que acredite e viva o mesmo sonho.

    Autoconfiança

    Mulheres têm a capacidade de se reinventarem e dar continuidade ao que quer que seja. Nos negócios, devido a todos os fatores que já citamos, a autoconfiança pode ficar abalada.

    Ela se traduz no medo de errar e ter que encarar as pessoas que um dia disseram que ela não daria conta ou que aquele negócio não é para mulheres. Não é fácil, porém é possível vencer o medo e se munir de autoconfiança.

    Os exercícios mentais “eu posso”, “eu quero”, “eu consigo”, podem aliviar a tensão e mudar o comportamento. A convivência com outras mulheres empreendedoras que vivenciam os mesmos problemas também pode servir de amparo para os momentos de baixa autoestima.

    Um negócio envolve tomada de decisões, por isso a importância do empreendedorismo feminino ganhar mais empoderamento. É preciso que mais mulheres comecem a empreender para que existam diferentes ideias e modelos de negócio

    Se você se identificou com este post, percebeu que não está só e que sua jornada está só começando, assista agora mesmo nosso webinar sobre empreendedorismo feminino — Empreenda como uma Mulher!

  • Veja 6 dicas práticas de como fazer um bom relatório institucional

    Veja 6 dicas práticas de como fazer um bom relatório institucional

    Um relatório institucional é um documento empresarial que visa informar sobre determinados aspectos de um negócio, como as ações de gestão e balanços de receitas. Ele é extremamente importante, uma vez que reúne o ponto de vista dos dirigentes e resultados das ações implementadas pela organização.

    Um bom relatório institucional combina texto, infográficos e uma boa diagramação, entre outros elementos. Contudo, a sua principal função é informativa e isso demanda clareza e objetivo. O principal desafio é coletar dados de vários departamentos da empresa, rastrear os principais indicadores de desempenho (KPI) e apresentar um quadro compreensível.

    Para facilitar a realização do seu relatório, elencamos algumas dicas práticas de como elaborar um documento de alto nível. Siga conosco!

    1. Seja objetivo

    Um relatório institucional deve prezar pela objetividade. Contudo, isso não significa resumir todos os pontos mais complexos e fazer tudo caber em um apenas uma página. A ideia, aqui, é focar na qualidade, e não na quantidade.

    Para isso, prefira frases curtas e objetivas, que não deixem margem para dúvida. Além disso, crie um índice para que você consiga dividir os assuntos abordados em tópicos. Por isso, escolha títulos que tenham realmente a ver com o tema — assim, os colaboradores saberão exatamente o que esperar.

    Não precisa ser econômico na hora de dividir os títulos em subtítulos, já que essa ação ajuda na organização da leitura e ainda facilita a consulta posterior, principalmente em documentos eletrônicos.

    2. Defina as prioridades

    Uma preocupação na hora de elaborar o relatório institucional deve ser alinhar a objetividade à clareza na apresentação dos temas. Para cada trabalho elaborado, uma pergunta deve nortear o processo: por que os colaboradores precisam desse documento?

    Pensar nas principais palavras-chave em relação ao tema geral também é uma maneira de não deixar de abordar tudo o que seja importante para os colaboradores. Com essa ação, você define as prioridades e norteia tudo o que é relevante na elaboração do documento.

    Uma outra dica interessante é definir duas ou três metas. Isso é importante até mesmo para aplicar os respectivos indicadores de desempenho e mensurar os resultados posteriores.

    3. Leve em consideração o feedback do cliente

    Outra prática recomendada é analisar os feedbacks dos clientes, uma vez que eles afetam o desempenho geral de uma organização. Esse retorno por parte dos consumidores não ajuda apenas a entender o que as equipes estão fazendo de errado, mas também o que está dando certo.

    Assim, organizar pesquisas de feedback é muito importante até mesmo para fomentar uma estratégia baseada na análise de dados. Um exemplo é o mapeamento das opiniões dos clientes sobre um determinado produto para identificar pontos problemáticos e realizar ajustes pontuais.

    Por isso, na hora de redigir um relatório institucional, considere os feedbacks dos clientes e como aquelas opiniões se relacionam às metas contidas no documento.

    4. Realize uma análise histórica

    Para que o seu relatório seja realmente útil, é importante reunir três tipos diferentes de informações: conteúdo, contexto e significado. Dessa forma, será possível contar uma história e engajar os leitores — em vez de simplesmente enumerar dados aleatórios.

    Para isso, é importante combinar dois tipos de análise: histórica e de tendências. Isso envolve desenvolver um relatório com um padrão de início, meio e fim, complementados pela tendência de dados ao longo tempo. Um bom exemplo é realizar a comparação de receita no primeiro trimestre do ano corrente com os números do mesmo período do ano passado.

    Outra forma de combinar a análise histórica com o uso de tendências e dados é contrastar diferentes métricas, como os KPIs. Isso pode ser feito com a demonstração de uma receita desejada comparada ao número real do trimestre.

    4.1. A importância do uso de KPIs

    Para entender melhor a importância dos indicadores-chave nos relatórios institucionais, podemos citar um exemplo específico. Suponhamos que um gerente de um determinado setor, como marketing, precisa justificar os gastos atuais do setor para um superior hierárquico.

    Para demonstrar que a estratégia tem mostrado um resultado, será interessante mostrar os ganhos efetivos em receita e ROI (retorno sobre o investimento). É aqui que entram os KPIs, que se mostram uma forma precisa de mensurar resultados.

    Dessa forma, algumas variáveis podem ser informadas, como o número de e-mails captados (em relação ao mesmo período do ano anterior) e a quantidade de inscrições semanais de leads. Usando esses dados, será possível informar a receita que está sendo impulsionada pela nova estratégia de marketing — e incluir essas informações no relatório institucional.

    5. Torne o relatório visivelmente agradável

    Suponhamos que o seu relatório seja realmente completo, contrastando dados em relação a períodos anteriores e trazendo um número impressionante de informações para os colaboradores e supervisores. Parece o suficiente para agradar a todos, não é mesmo?

    Bom, não necessariamente. Isso porque também é importante cuidar do visual final do relatório, cuidando para que a quantidade de informações não sobrecarregue a mente de quem irá lê-lo. Uma boa ideia é maneirar na exibição de KPIs: de três a seis em um mesmo relatório é um intervalo razoável.

    É importante lembrar que o relatório institucional leva à tomada de decisões e novas estratégias: por isso, elaborar um documento confuso e difícil de ser decifrado dificulta a ação dos gestores. Para garantir que os dados sejam apresentados de forma clara, busque implementar uma espécie de hierarquia visual.

    Isso pode ser feito com o fornecimento dos pontos mais importantes em cada KPI ou artigo do texto. Mais uma vez, ressaltamos: não deixe de investir na divisão por tópicos: assim, cada leitor poderá buscar (ou retomar) aquilo que mais interessa, sem se perder em meio ao conteúdo.

    6. Elabore uma conclusão

    Todo bom documento tem uma conclusão, que serve para ressaltar os pontos fortes do relatório e até mesmo expressar as novas prioridades e objetivos da empresa. Capriche nessa parte, não deixando de ressaltar os principais destaques: assim, os leitores poderão retornar a esses tópicos.

    Como o resto do texto, a conclusão deve ser clara e direta, deixando claro o objetivo da empresa ao elaborar aquele relatório e orientando os próximos passos. Não deixe de incluir, ainda, o ponto de vista dos gestores.

    Agora que você conhece os principais passos para elaborar um bom relatório institucional, será possível desenvolver comunicados precisos e objetivos. Tente balancear a apresentação de dados relevantes com informações claras, além de investir em uma boa orientação visual. Portanto, conte com bons diagramadores e designers para entregar um resultado visualmente atraente.

    E aí, gostou do artigo e quer mostrar esse texto para os colegas? Então, não deixe de compartilhá-lo em suas redes sociais e convide todos para a discussão!

  • Saiba como planejar a transformação digital na sua empresa!

    Saiba como planejar a transformação digital na sua empresa!

    A transformação digital nas empresas é muito importante para garantir que você possa aproveitar as oportunidades do mercado mesmo em meio a uma crise. Durante a pandemia da COVID-19, por exemplo, vimos muitos empreendedores se reinventando, oferecendo atendimento via delivery, vendas casadas, entre outras inovações para melhorar os resultados da empresa mesmo nesse período de distanciamento social.

    A tecnologia facilitou tudo isso, o que prova o quanto ela é indispensável para contribuir com o crescimento da sua organização. O problema é que muitos gestores não sabem como implementá-la adequadamente na empresa.

    Pensando nisso, escrevemos este artigo para deixá-lo a par do assunto e fazer o planejamento adequado da TD em sua empresa. Confira nossas dicas!

    Defina estratégias eficientes

    Toda nova implementação precisa de estratégias eficientes para alcançar os objetivos esperados. Dessa forma, é possível colocar em prática ações que visem aproveitar as oportunidades de mercado. A Transformação Digital ajuda a alinhar essas estratégias com as tendências do seu setor, a fim de alcançar seus potenciais clientes e oferecer a eles soluções que vão de encontro às suas necessidades.

    É importante observar como os seus concorrentes estão usando essa inovação em favor do negócio deles e assim definir as estratégias mais vantajosas para sua organização, as quais devem surpreender o cliente final para ganhar sua preferência.

    Além disso, é necessário fazer com que a sua equipe seja bem estruturada e incentivá-la a focar na inovação. Com isso, eles terão insights cada vez mais valiosos que contribuirão para o crescimento da empresa como um todo — a TD estimula essa geração de ideias, uma vez que permite que o time concentre suas ações nos processos estratégicos, deixando o trabalho mais burocrático por conta da tecnologia.

    Invista em tecnologia

    Por falar em tecnologia, ela é indispensável quando o assunto é transformação digital nas empresas. Softwares de gestão, por exemplo, ajudam a agilizar os processos da organização e tornam a rotina dos colaboradores muito mais produtiva.

    Ela ajuda a otimizar a comunicação dentro da empresa, permitindo que o relacionamento entre as equipes se fortaleça, tendo em vista que os conflitos causados pela falta de comunicação eficiente são reduzidos. Com isso, há uma melhora significativa no clima organizacional, o que torna o dia a dia muito mais leve e tranquilo.

    A tecnologia também auxilia na tomada de decisão, uma vez que é possível ter acesso em tempo real a dados valiosos que auxiliam na escolha correta dos investimentos a serem feitos e em uma eventual necessidade de redução de custos, por exemplo. Tudo isso permite que os colaboradores trabalhem mais motivados para melhorar sua performance dentro da empresa.

    Automatize os processos

    A automatização dos processos é indispensável na hora de planejar a transformação digital na empresa. Através dela você consegue alinhar diferentes setores e facilitar a análise de dados para a tomada de decisão. Além disso, é possível reduzir falhas que comprometem as operações internas, as quais, inclusive, podem impactar negativamente na experiência do seu consumidor final.

    Não podemos deixar de mencionar também a importância de automatizar o atendimento ao cliente. Mas não pense que a comunicação com o seu consumidor será robotizada, muito pelo contrário!

    O avanço da tecnologia permite que você personalize as mensagens, a fim de tornar a conversa mais próxima com o cliente e, ao mesmo tempo, permite que a sua equipe de atendimento tenha mais tempo para focar em outras ações estratégicas do seu negócio.

    Assim, seus clientes passam a ter uma experiência melhor com a sua empresa, uma vez que não precisarão esperar muito tempo para serem atendidos e poderão resolver seus problemas em questão de minutos — dependendo da gravidade do assunto, é claro.

    Crie novas estratégias de vendas

    Quando o assunto é transformação digital, é importante ter criatividade e pensar em novas estratégias de vendas que podem ser aplicadas nos canais de atendimento. Por exemplo, as redes sociais oferecem excelentes funcionalidades para você criar campanhas de anúncios para o seu público-alvo.

    No entanto, para atingir o seu objetivo, é preciso conhecer o seu potencial cliente. Ou seja, é importante saber o que ele gosta de fazer, quais são suas dores e como o seu produto pode ajudá-lo a solucionar determinado problema.

    Feito isso, você deve usar a funcionalidade “gerenciamento de anúncios” para criar suas campanhas de acordo com as informações do seu público-alvo. É interessante até pensar em terceirizar esse serviço para um expert da área, pois ele tem o know-how necessário para otimizar seus anúncios e torná-los mais eficientes.

    Aumente a qualidade da entrega

    Com a transformação digital, você facilita a entrega dos seus produtos ou serviços aos seus clientes. Nesse sentido, é importante aumentar a qualidade da entrega, a fim de melhorar a satisfação do cliente e fazer com que a sua concorrência não tenha espaço no seu segmento.

    Garantir que a experiência do cliente seja satisfatória é fundamental para o sucesso da implementação da TD na sua empresa, pois são seus consumidores os responsáveis pelo aumento das vendas. Quanto maior for a qualidade da entrega, mais a sua empresa lucrará e ampliará seu destaque no mercado.

    Por fim, é importante ter em mente que, ao planejar a transformação digital nas empresas, você precisa identificar com cuidado onde é necessário inovar. Analise o seu negócio como um todo e verifique quais departamentos precisam da implantação da TD. As áreas que podem ser automatizadas são várias, desde o atendimento ao cliente até o departamento financeiro da organização.

    Lembre-se de que a inovação pode se tornar um diferencial competitivo importante para o seu negócio. Além disso, você não terá problemas em expandir sua empresa, pois com o uso da tecnologia é possível agilizar os processos e reduzir as burocracias. Isto é, os dados podem ser acessados de qualquer lugar, desde que você utilize um sistema em nuvem.

    Quer saber mais sobre a transformação digital nas micro e pequenas empresas? Continue acompanhando o nosso blog e fique por dentro!