Categoria: Gestão

  • 6 opções de melhoria de processo para reduzir desperdícios

    6 opções de melhoria de processo para reduzir desperdícios

    A melhoria de processo é uma das maneiras mais eficazes de reduzir o desperdício em empresas de todos os segmentos. É comum que muitos negócios enfrentem problemas relacionados a perda de recursos, que causam prejuízos financeiros e ambientais.

    Isso prejudica o seu caixa e até mesmo imagem da empresa perante seus clientes e parceiros. Desse modo, é importante que os gestores estejam sempre buscando formas de melhorar seus processos, evitando o desperdício de recursos.

    Neste artigo, apresentaremos 6 dicas de como melhorar os processos para reduzir o desperdício e aumentar a eficiência da empresa. Confira quais são elas!

    1. Avalie o processo atual e identifique oportunidades de melhoria

    O primeiro passo para reduzir o desperdício na sua empresa é avaliar o processo atual. Essa prática ajuda a identificar onde há oportunidades para melhorias e onde o desperdício está ocorrendo. É importante entender todas as etapas do processo e como cada uma delas impacta o resultado final.

    Ao avaliar o processo atual, é útil fazer uma análise de fluxo de valor (VSM – Value Stream Mapping). O VSM é uma ferramenta visual que ajuda a identificar gargalos, tempos de espera, excesso de movimentação, entre outros pontos.

    Também é importante envolver os colaboradores nessa análise e na identificação de oportunidades de melhorias. Afinal, são eles que estão diretamente envolvidos no processo e costumam ter ideias valiosas para reduzir o desperdício de recursos.

    2. Faça um levantamento do desperdício

    Para melhorar os processos de uma empresa e reduzir o desperdício, um dos passos mais importantes é realizar um mapeamento detalhado de todos os processos e identificar onde ocorrem as maiores perdas. Então, é necessário incluir todas as fases mais visíveis do processo, em conjunto com as atividades menos óbvias e os recursos consumidos.

    Para realizar esse levantamento, é importante contar com a colaboração de toda a equipe envolvida no processo, desde o setor de produção até a administração. É fundamental que cada fase seja analisada com cuidado, identificando quais são as atividades que geram mais desperdício e as causas de cada um deles.

    Portanto, ao realizar o mapeamento, é essencial registrar todas as informações coletadas e criar um relatório com as principais conclusões e recomendações para a melhoria dos processos. Esse relatório deve ser compartilhado com toda a equipe envolvida no processo, para que todos possam contribuir com sugestões e ideias para a melhoria.

    3. Treine e capacite os funcionários para reduzir desperdícios

    Para otimizar os processos do seu negócio, uma das estratégias mais eficazes é investir na capacitação e no treinamento dos funcionários. Primeiramente, destaca-se que muitas vezes o desperdício é resultado de uma falta de conhecimento ou de habilidade dos colaboradores. Sendo assim, ao fornecer treinamento adequado, é possível melhorar a eficiência, aumentar o desempenho da equipe e, como consequência, reduzir as perdas.

    Além disso, ao investir na capacitação dos funcionários, a empresa também incentiva o engajamento e a motivação da equipe. Afinal, quando os colaboradores percebem que a empresa está investindo em seu desenvolvimento profissional, sentem-se mais valorizados e engajados.

    Para isso, é relevante definir claramente quais são os objetivos e as metas a serem alcançadas com o treinamento, bem como identificar as áreas em que os funcionários precisam ser capacitados. Uma opção é realizar uma pesquisa interna para entender as necessidades de cada setor e identificar possíveis oportunidades de capacitação.

    4. Gerencie o estoque de forma eficiente

    Gerenciar o estoque é uma das etapas críticas de qualquer negócio. Isso porque a falta de gerenciamento adequado leva a diversos problemas, como excesso ou falta de estoque, prazo de validade expirado, entre outros. Logo, é essencial fazer um controle eficiente.

    Para isso, o primeiro passo é realizar um levantamento do que está armazenado. Em seguida, organize as mercadorias com base em sua frequência de uso, permitindo uma melhor gestão dos itens mais utilizados.

    Vale frisar que a adoção de um sistema de gerenciamento de estoque automatizado ajuda a otimizar esse processo, permitindo o controle mais preciso dos itens em estoque e a atualização em tempo real das informações. Outra dica importante é estabelecer um cronograma de verificação regular do estoque, permitindo a identificação rápida de itens com prazo de validade expirado e da necessidade de reposição.

    5. Realize parcerias com fornecedores comprometidos com a sustentabilidade

    Realizar parcerias com fornecedores comprometidos com a sustentabilidade é uma ótima estratégia para reduzir desperdícios e promover a responsabilidade ambiental na empresa.

    Para isso, é importante buscar fornecedores que compartilhem os mesmos valores ambientais da empresa. Além disso, é preciso estabelecer uma comunicação clara e transparente com os fornecedores para garantir que eles também estejam comprometidos em reduzir desperdícios e adotar práticas sustentáveis.

    Ao estabelecer esse tipo de parceria, sua empresa se beneficia de diversas maneiras. Uma delas é com a redução de custos, já que esses fornecedores tendem a ser mais eficientes ao oferecer serviços de qualidade superior. Ainda há que a empresa melhora sua imagem no mercado, atraindo clientes preocupados com questões ambientais.

    Outra vantagem é a possibilidade de desenvolver novos produtos e serviços sustentáveis em conjunto com os fornecedores. Isso gera um diferencial competitivo para a empresa e fortalece sua posição no mercado, pois é uma oportunidade de conquistar uma fatia de consumidores que ainda não haviam sido alcançados.

    6. Acompanhe os resultados e ajuste os processos

    Para garantir que os processos estejam funcionando de maneira eficiente, é importante acompanhar os resultados e fazer os ajustes necessários. Uma vez identificadas essas oportunidades, é hora de implementar as ações corretivas para a melhoria dos processos.

    É importante envolver a equipe nesse aspecto, garantindo que compreendam a importância de reduzir desperdícios e colaborem com as soluções. Assim, é fundamental monitorar continuamente os resultados obtidos, garantindo que os processos de redução de desperdícios sejam efetivos e duradouros. Se necessário, faça ajustes para garantir que eles continuem sendo eficazes.

    Portanto, a melhoria de processos é fundamental para reduzir o desperdício e aumentar a eficiência das empresas. Ao seguir as dicas apresentadas neste artigo, é possível implementar mudanças significativas e impulsionar os resultados do seu negócio. Então, invista em treinamento, gerenciamento de estoque e parcerias sustentáveis.

    Aproveite para colocar em prática o que aprendeu com o nosso artigo, acesse o Hub Sebrae e conheça as nossas soluções para te ajudar a melhorar a gestão do seu negócio.

  • Entenda a importância da ESG para pequenas empresas

    Entenda a importância da ESG para pequenas empresas

    Atualmente, um dos termos mais comentados do cenário corporativo é o ESG, sigla para Environmental, Social and Governance. Isso porque a adoção de suas práticas se tornou um grande diferencial competitivo no mercado. Mas você sabia que há ações de ESG para pequenas empresas?

    Afinal, ao contrário do que a maioria imagina, não são apenas as grandes organizações que se beneficiam dessa estratégia. Acompanhe o post para saber como ela impacta os pequenos negócios e como ela pode ser implementada de forma eficaz.

    O que é ESG?

    ESG é a sigla para Ambiental, Social e Governança, que são três pilares fundamentais para avaliar o compromisso das empresas com a sustentabilidade e as boas práticas corporativas da seguinte forma:

    • Ambiental — envolve as ações e políticas adotadas pela empresa para minimizar os impactos negativos no meio ambiente, como redução da emissão de carbono, gestão de resíduos e uso consciente dos recursos naturais;
    • Social — aborda as relações da empresa com seus funcionários, fornecedores, clientes e comunidade em geral, visando promover o bem-estar e a equidade. Para isso, envolve temas como Direitos Humanos, responsabilidade social, diversidade e inclusão;
    • Governança — trata das práticas de gestão adotadas pela empresa, incluindo transparência, ética, conformidade legal e responsabilidade dos líderes.

    Qual a importância do ESG para pequenas empresas?

    Como comentamos no início, as pequenas empresas devem se beneficiar muito ao implementar as práticas ESG. As principais vantagens são:

    • atração de investimentos — investidores estão cada vez mais atentos aos critérios ESG, buscando apoiar e investir em empresas comprometidas com a sustentabilidade e a responsabilidade social;
    • melhoria da imagem e reputação — adotar as práticas eleva a imagem da empresa perante clientes, fornecedores e comunidade, favorecendo parcerias e fidelização dos consumidores;
    •  retenção e atração de talentos — um ambiente de trabalho inclusivo, diverso e ético atrai profissionais qualificados e engajados, além de reduzir a taxa de turnover;
    • inovação e diferenciação competitiva — as ações ESG estimulam a criação de produtos e serviços sustentáveis, destacando o negócio no mercado;
    • redução de riscos e maior resiliência — empresas que implementam o ESG estão mais preparadas para enfrentar crises e desafios futuros;
    • acesso a crédito e incentivos fiscais — algumas instituições financeiras e governamentais oferecem linhas de crédito e incentivos fiscais específicos para empresas que investem em sustentabilidade e responsabilidade social.

    Mas como implementar as práticas em uma pequena empresa?

    Implementar práticas ESG para pequenas empresas pode parecer um desafio, mas como um bom planejamento e comprometimento, é possível adotar as ações e obter excelentes resultados. Confira o passo a passo para começar essa jornada:

    1. comprometimento da liderança — você deve estar comprometido com os princípios ESG e incentivar seus funcionários a participar ativamente das mudanças necessárias;
    2. avaliação e diagnóstico — faça um levantamento das práticas atuais da empresa relacionadas ao meio ambiente, responsabilidade social e governança, identificando pontos de melhorias e oportunidades;
    3. estabelecimento de objetivos e metas — defina objetivos e metas claras e mensuráveis relacionadas aos pilares ESG, considerando a realidade e recursos da empresa;
    4. elaboração de um plano de ação — desenvolva um plano detalhado com as ações necessárias para atingir os objetivos e metas estabelecidos, estipulando prazos e responsáveis;
    5. capacitação e envolvimento da equipe — promova treinamentos e reuniões para conscientizar e capacitar os funcionários sobre como eles podem contribuir para alcançar os objetivos ESG;
    6. implementação e monitoramento — coloque o plano de ação em prática e acompanhe regularmente o progresso e o cumprimento das metas, fazendo ajustes sempre que necessário;
    7. comunicação e transparência — divulgue interna e externamente os resultados e avanços relacionados ao ESG, mostrando o comprometimento da sua empresa com a sustentabilidade e a responsabilidade social.

    Portanto, as práticas ESG para pequenas empresas são fundamentais para o crescimento e sucesso do seu negócio. Ao adotar os princípios, seguindo o nosso passo a passo, você contribui para um futuro melhor, fortalece a reputação da sua empresa e, ainda, impulsiona seus resultados. Comece hoje a implementar as práticas e colha os frutos dessa jornada.

    Quer saber ainda mais sobre o assunto? Então, confira também o nosso curso ESG para pequenas empresas

  • Planejamento estratégico empresarial: descubra como fazer!

    Planejamento estratégico empresarial: descubra como fazer!

    Como realizar o planejamento estratégico da empresa é uma pergunta fundamental para o sucesso de um empreendimento. Afinal, contar com esse tipo de plano permite que o negócio foque no que é realmente importante, direcionando tanto recursos quanto esforços para atingir seus objetivos.

    Além de indicar para onde se está indo, essa ferramenta ajuda a trilhar o melhor caminho para chegar lá. Ou seja, a qualidade com que é feito tem um impacto grande nos resultados empresariais.

    Confira neste conteúdo as principais práticas de planejamento estratégico e muito mais!

    O que é planejamento estratégico?

    Trata-se de um processo voltado a antecipar cenários e definir os critérios que devem nortear as ações da empresa. Desde objetivos e princípios para embasar as decisões até modelos, métodos e recursos práticos compõem esse plano, que indica tanto o que precisa ser feito quanto como fazer.

    A partir disso, o negócio passa a contar com um guia para seguir ao direcionar seus esforços e responder a mudanças, oportunidades ou desafios que surgem, utilizando o que o empreendimento tem de melhor para alcançar bons resultados.

    Qual é a sua importância?

    Ter empenho para realizar o planejamento estratégico e colocá-lo em prática é muito importante. Afinal, com ele, a gestão se torna efetiva, priorizando as atividades que fazem a diferença nos resultados e disponibilizando os meios necessários para tanto.

    Mais que isso, essa é uma medida capaz de colocar todos os envolvidos e recursos empresariais voltados para os mesmos objetivos, fazendo com que cada ação seja parte de um plano maior.

    Também é fundamental para dar uma visão realista e projetar um futuro igualmente viável, evitando desperdícios com o que não pode ser executado ou não contribui para o negócio. Por fim, trata-se de uma ferramenta para criar diferencial competitivo a partir das forças da empresa.

    Como realizar o planejamento estratégico da empresa?

    Ao pensar em como realizar o planejamento estratégico de sua empresa, é preciso ter em mente que se trata de um processo que começa no campo analítico, mas que deve terminar em ações viáveis. Veja a seguir as melhores dicas para fazer isso!

    Defina metas

    O primeiro passo para ter um planejamento estratégico eficiente é definir onde se quer chegar. Nesse contexto, observar o futuro e confrontar objetivos com a real possibilidade de alcançá-los permite estabelecer metas realistas e mensuráveis, com prazos em que podem ser efetivadas.

    Conheça seu ambiente interno

    Entender as vantagens e limitações do negócio ajuda a atingir as metas e criar planos claros. Para isso, algumas perguntas devem ser respondidas:

    • Quais são os recursos disponíveis?
    • Os processos estão organizados?
    • A equipe está motivada?
    • Os produtos ou serviços respondem às demandas do público?
    • As tecnologias estão atualizadas?

    Avalie o mercado

    De igual forma, o cenário mercadológico impulsiona ou limita o potencial de sucesso de uma empresa. Analisar isso possibilita entender as oportunidades e ameaças que independem do negócio, a fim de antecipar como reagir, aproveitando ou minimizando seus efeitos. Alguns fatores a serem considerados são:

    • clientes;
    • concorrentes;
    • fornecedores;
    • conjunturas econômicas;
    • legislações.

    Faça um plano de ação

    Analisar sem definir o que e como fazer para chegar às metas deixa a empresa estagnada. Dessa maneira, divida os objetivos em tarefas com orientações, justificativas, prazos, recursos e responsáveis por realizá-las, a fim de sair da teoria, traçando um plano de ação.

    Conte com especialistas

    Especialistas são aqueles que já passaram por diversas situações para saber quais são as melhores ações e o que evitar ao desenvolver um planejamento estratégico. Assim, ter o apoio de profissionais ou organizações com experiência possibilita que o plano seja mais eficiente e focado na realidade da empresa.

    Dada a sua importância, ao pensar em como realizar o planejamento estratégico de sua empresa, é fundamental levar a teoria para a prática, investindo na transformação das constatações das análises em planos viáveis.

    Para ajudar nisso, o Hub do Sebrae oferece soluções que permitem à sua empresa contar com especialistas. Entre em contato e descubra como podemos ajudar na Construção e Implementação do Planejamento Empresarial!

  • Saiba o que é gestão de processos e como colocá-la em prática

    Saiba o que é gestão de processos e como colocá-la em prática

    Como o mercado está cada vez mais competitivo, as empresas estão constantemente em busca por melhorias e inovações. Nesse cenário, a gestão de processos surge como uma ferramenta essencial para garantir o bom funcionamento de todos os setores e atividades, impulsionando os resultados do negócio.

    Afinal, essa prática possibilita a identificação de gargalos, a redução de custos e promove outros benefícios. Quer saber quais são eles? Então, acompanhe a leitura do post para descobrir quais são e, ainda, conferir um passo a passo detalhado para implementá-la em sua empresa de forma eficaz.

    O que é gestão de processos?

    A gestão de processos em uma empresa é uma abordagem sistemática cujo objetivo é planejar, organizar, monitorar e controlar os processos de trabalho para garantir maior eficiência, eficácia e qualidade na execução das atividades. Para isso, envolve a análise, modelagem, melhoria contínua e a automação dos processos, buscando sempre o aprimoramento e a otimização das operações.

    Desse modo, essa prática busca identificar e eliminar gargalos, diminuir os custos, minimizar erros e desperdícios, aumentando a produtividade e a satisfação dos clientes e colaboradores. Então, a gestão de processos contribui muito para o crescimento e a competitividade da empresa no mercado.

    Por que ela é tão importante?

    A implementação de gestão de processos em uma empresa traz inúmeras vantagens, tanto para o negócio como um todo quanto para os colaboradores e clientes. Alguns dos principais motivos para colocá-la em prática são:

    • melhoria na eficiência e produtividade — a gestão de processos permite identificar gargalos, pontos de melhoria e oportunidades para otimizar as atividades, resultando em maior eficiência e produtividade nas operações;
    • redução de custos — ao analisar e aprimorar os processos, é possível identificar desperdícios e tarefas redundantes, diminuindo os custos operacionais e melhorando a rentabilidade da empresa;
    • aumento da qualidade — a prática contribui para a padronização e controle das atividades, o que ajuda a garantir a qualidade dos produtos e serviços oferecidos, gerando maior satisfação dos clientes;
    • melhoria na tomada de decisões — a empresa obtém informações mais precisas e confiáveis sobre seu desempenho, facilitando a tomada de decisões e para a elaboração do planejamento estratégico;
    • maior agilidade e adaptabilidade — esse tipo de gestão também promove a identificação e a rápida resposta às mudanças no ambiente de negócios, permitindo que a empresa se adapte e se mantenha competitiva no mercado;
    • integração entre áreas — a prática também proporciona maior integração e colaboração entre os diversos setores da organização, melhorando a comunicação e a sinergia entre as equipes;
    • alinhamento com a estratégia de negócios — ao adotar a gestão de processos, a empresa garante que suas atividades estejam alinhadas com a estratégia e os objetivos de negócios, o que aumenta as chances de sucesso a longo prazo;
    • melhoria contínua — essa estratégia também incentiva a cultura de melhoria contínua, estimulando a busca constante por inovação e aprimoramento das atividades;
    • maior transparência e visibilidade — a gestão de processos proporciona uma visão mais ampla das atividades e do desempenho da empresa, facilitando o entendimento de como cada processo contribui para o alcance dos objetivos e metas estabelecidos;
    • redução de riscos — a prática também permite identificar e mitigar possíveis riscos associados à execução das tarefas, garantindo maior segurança e conformidade com normas e regulamentações aplicáveis.

    Como colocar a gestão de processos em prática?

    A gestão de processos envolve diversas etapas. É preciso segui-las corretamente para que você tenha os melhores resultados em sua empresa. A seguir, confira um passo a passo.

    1. Defina os objetivos

    Antes de começar, é essencial estabelecer os objetivos e metas que você deseja alcançar com a gestão de processos. Por exemplo, essa etapa pode incluir a melhoria da eficiência, a redução de custos, aumento do desempenho das equipes, elevação da qualidade, entre outros.

    2. Identifique os processos-chave

    Em seguida, faça um levantamento de todos os processos da empresa e identifique aqueles que são mais relevantes para o alcance dos objetivos que você determinou na etapa anterior. Uma boa dica é focar nos processos que têm maior impacto nos resultados e na satisfação dos clientes.

    3. Mapeie os processos

    Para o passo seguinte, é preciso documentar cada processo em detalhes, identificando as atividades envolvidas, os responsáveis, os recursos necessários, os pontos de entrada e saúda, e os indicadores de desempenho. Essa etapa pode ser feita por meio de fluxogramas, diagramas ou outras ferramentas de modelagem que ajudam na visualização.

    4. Analise os processos

    Depois disso, avalie o desempenho atual dos processos mapeados na etapa anterior, identificando gargalos, ineficiências, redundâncias e oportunidades de melhoria. Como falamos, a melhor opção para esse tipo de análise é a utilização de indicadores, que refletem com exatidão os resultados.

    5. Defina ações de melhorias

    Com base na análise dos processos, estabeleça ações concretas para otimizar as atividades e eliminar as falhas e inconsistências encontradas. Isso pode incluir a simplificação de tarefas, a reorganização das equipes, a automação de processos, entre outras medidas.

    6. Implemente as melhorias

    Execute as ações de melhoria definidas, garantindo o envolvimento e o comprometimento de todos os colaboradores afetados pelas mudanças. Para isso, comunique as alterações de forma clara e transparente e, se necessário, ofereça cursos de treinamento de capacitação.

    7. Monitore e controle

    Acompanhe de perto o desempenho dos processos após a implementação das melhorias, utilizando os indicadores de desempenho previamente estabelecidos. Além disso, também verifique se os objetivos e metas estão sendo alcançados e se as melhorias estão surtindo o efeito desejado.

    8. Aposte na melhoria contínua

    Por fim, como a gestão de processos é um ciclo contínuo de análise, aprimoramento e monitoramento, é preciso estabelecer uma cultura de melhoria contínua na empresa. Logo, foque sempre na busca constante por inovação e aperfeiçoamento dos processos. Então, sempre que necessário, faça ajustes na execução das atividades para obter os melhores resultados.

    Portanto, a gestão de processos é uma prática essencial para o sucesso e a competitividade de qualquer empresa no mercado atual, seja qual for seu porte ou segmento de atuação. Ao adotar essa abordagem, é possível otimizar as atividades, reduzir despesas, aumentar a qualidade dos produtos e serviços, garantindo a satisfação dos clientes e conquistando espaço de destaque no mercado.

    Gostou do conteúdo e quer se manter atualizado sobre as novidades? Então, aproveite a visita no blog e fique por dentro das 4 tendências de negócios para 2023!

  • Saiba como identificar gargalos na produção e como resolvê-los

    Saiba como identificar gargalos na produção e como resolvê-los

    Gargalos de produção em uma empresa são pontos ou processos específicos em que a fabricação é limitada ou interrompida, causando atrasos ou problemas na cadeia de produção. Eles podem ocorrer em diferentes etapas do processo produtivo, desde a aquisição de matéria-prima até a entrega do produto final.

    Por exemplo, se uma empresa não tem acesso a matérias-primas suficientes para atender à demanda de seus clientes, isso pode criar um gargalo na produção. Da mesma forma, se um determinado equipamento ou máquina essencial para a fabricação estiver constantemente em manutenção ou com baixa capacidade de produção, isso também pode criar um gargalo.

    Agora que você entendeu esse conceito, vamos mais fundo no assunto, mostrando as consequências que os gargalos podem causar e como identificá-los de maneira eficiente. Confira!

    Quais problemas os gargalos de produção podem causar?

    Os gargalos de produção em uma empresa podem causar vários problemas e estar atento a eles é fundamental para não perder espaço no mercado e credibilidade diante dos seus clientes. Se você não eliminá-los, correrá o risco de ter sérios problemas, tais como:

    • atrasos na entrega do produto final aos clientes: o que pode prejudicar a imagem da empresa e afetar a sua reputação no mercado;
    • custos elevados de produção: uma vez que os gargalos podem aumentar os custos com mão de obra, matérias-primas e equipamentos adicionais necessários para contornar o problema;
    • falta de eficiência e produtividade: já que os gargalos tendem a atrasar o processo produtivo e, consequentemente, reduzir a produção diária;
    • redução da capacidade de atender à demanda do mercado: o que pode levar à perda de clientes e de oportunidades de negócios;
    • sobrecarga de trabalho para os funcionários envolvidos no processo produtivo: os quais podem ter que trabalhar em horas extras para compensar os atrasos;
    • riscos de insatisfação dos clientes: que podem não receber o produto no prazo ou com a qualidade esperada, o que pode levar a reclamações e insatisfação.

    Como identificar os gargalos de produção?

    Para identificar os gargalos de produção em uma empresa, é necessário realizar uma análise detalhada de todo o processo produtivo, desde a aquisição de matérias-primas até a entrega do produto final. Algumas etapas importantes para identificar os gargalos são:

    • análise de dados e indicadores: é importante coletar dados e analisar indicadores de desempenho da produção, como tempo de ciclo, lead time, taxa de refugo, capacidade produtiva, entre outros. Esses dados ajudam a identificar onde estão ocorrendo os gargalos e as possíveis causas;
    • observação no local: a equipe responsável pela análise deve visitar o local de produção e observar o processo produtivo em detalhes. Essa análise pode ajudar a identificar gargalos causados por problemas na organização do local, por exemplo;
    • entrevista com funcionários: é importante conversar com os funcionários que trabalham no processo produtivo para entender os problemas e dificuldades que enfrentam no dia a dia. Isso pode ajudar a identificar gargalos que não são facilmente visíveis na análise de dados.

    A identificação e solução de gargalos de produção é fundamental para aumentar a eficiência da empresa e garantir a entrega de produtos no prazo e na qualidade adequados. Para isso, é necessário analisar cuidadosamente cada etapa da produção e tomar medidas para otimizar processos e recursos, reduzindo ou eliminando os gargalos na produção.

    Compartilhe este artigo nas suas redes sociais e ajude seus amigos e colegas a eliminarem gargalos na produção de suas empresas!

  • Entenda a importância do gerenciamento financeiro do negócio

    Entenda a importância do gerenciamento financeiro do negócio

    Gerenciamento financeiro é um assunto importante para qualquer negócio — seja ele pequeno, médio ou grande. Afinal, entender os fluxos de caixa e controlar as finanças de uma empresa influenciam diretamente no seu sucesso.

    Ele é responsável por todos os processos relacionados aos recebimentos, despesas e gastos, como a gestão orçamentária, controle de contas a pagar e receber, além da liquidez do caixa. Com a correta gestão dos aspectos financeiros é possível tomar decisões acertadas sobre investimentos e melhorar o desempenho do seu negócio.

    Neste artigo, vamos falar sobre a importância do gerenciamento financeiro e como fazê-lo na prática, com dicas bem valiosas. Acompanhe.

    Qual a importância do gerenciamento financeiro para o negócio?

    Pode parecer óbvio que o gerenciamento financeiro é um fator relevante para qualquer empresa, mas é importante entender o como. Por isso, trouxemos alguns dos principais impactos.

    Planejamento futuro

    Gerenciar adequadamente os seus recursos é essencial para que sua empresa possa crescer com sucesso. Por esse motivo, o planejamento dos próximos meses utiliza uma análise detalhada da situação atual da empresa, visando o controle dos fluxos de caixa antecipadamente. Uma série de indicadores podem ser monitorados com frequência, tais como margens de lucro, receita, despesas e investimentos previstos.

    Controle dos gastos e recebimentos

    Gerenciar os gastos e recebimentos de uma empresa mantém o negócio saudável e lucrativo. Uma das principais vantagens do monitoramento dos saldos bancários é a previsibilidade que ele oferece às empresas sobre sua saúde financeira atual e futura.

    Cabe ressaltar que o fluxo de caixa afeta o rendimento da empresa e é o controle adequado das entradas e saídas que permitirá uma melhor análise do cenário tanto no curto quanto no médio e longo prazos.

    Análise das movimentações

    Um gerenciamento financeiro eficaz tem total controle sobre as movimentações que envolvem o dinheiro da empresa. Isso se aplica tanto a questões cotidianas, como a compra de insumos para a produção quanto a questões mais pontuais e estratégicas, como a compra de maquinários mais caros. A análise de tudo isso ajuda a garantir a realização de bons investimentos, redução no custo de produção e maior eficiência operacional.

    Como fazer o gerenciamento financeiro na prática?

    O gerenciamento financeiro é um conjunto de ações que demanda a gestão de várias frentes simultaneamente. Um bom começo é familiarizar-se com o vocabulário específico da área, pois muitos termos farão parte do seu cotidiano, tais como:

    • capital de giro – que é o valor disponível de imediato para questões cotidianas;
    • fluxo de caixa – que é a movimentação de entradas e saídas de dinheiro;
    • ativos – que são os bens e direitos da empresa;
    • passivos -que são as obrigações financeiras da empresa;
    • faturamento – que é o montante total arrecadado;
    • liquidez- que é a acessibilidade ao dinheiro.

    Outra providência importante é revisar os processos, principalmente os operacionais, para entender quais são seus gargalos e acertos para buscar o aprimoramento constante. A implementação de ferramentas, como: planilhas, softwares de gestão financeira e operacional podem contribuir no aumento dessa eficiência.

    Por fim, o apoio de alguma fintech pode ser um grande diferencial. Atualmente, muitas empresas desse tipo têm ajudado pequenos empreendedores com diferentes soluções, que vão desde um sistema de gestão financeira até linhas de crédito especiais. Lembrando que tudo deve ser avaliado com cautela.

    Como vimos, o gerenciamento financeiro é um importante fator para o sucesso de um negócio. Cuidando bem dele, a sua empresa terá melhores chances de crescer e se destacar no mercado.

    Se você gostou do conteúdo e quer saber mais sobre esse assunto, aproveite o curso online Gestão Financeira.

  • 4 principais indicadores de negócio que o MEI deve acompanhar

    4 principais indicadores de negócio que o MEI deve acompanhar

    Ao contrário do que muitos empreendedores pensam, calcular e acompanhar os indicadores de negócio não é uma tarefa complicada. Aliás, é uma forma eficiente de ter uma visão ampla do empreendimento e, assim, tomar decisões estratégicas e baseadas em dados concretos para alcançar os objetivos da empresa.

    Tais indicadores são números que apontam o desempenho de um negócio. Para isso, levam em consideração dados financeiros, de vendas, de produção, entre outros. Com eles, é possível reconhecer pontos fortes e fracos e, assim, implementar ações de melhorias.

    Por serem ferramentas indispensáveis, nós listamos os principais indicadores de negócio que um MEI deve acompanhar. Confira quais são!

    1. Receita Bruta

    Esse é um dos indicadores de negócio mais objetivos, pois é o total de dinheiro que uma empresa recebe vendendo seus produtos ou serviços. Para calcular essa métrica, é preciso somar os valores de todas as vendas realizadas em um determinado período.

    É importante destacar que essa métrica não inclui descontos, impostos ou outras deduções, apenas o valor bruto das vendas. Assim, a Receita Bruta ajuda o MEI a entender a saúde financeira do negócio e a planejar as ações de maneira mais eficiente.

    Além disso, esse dado é importante para realizar a Declaração Anual de Faturamento do MEI, documento que deve ser enviado todos os anos para a Receita Federal, seu prazo de envio é até o dia 31 de maio.

    2. Margem de Lucro Líquida

    Essa métrica é o percentual do lucro que uma empresa obtém sobre sua Receita Bruta. Ela é calculada subtraindo todos os custos operacionais, incluindo despesas gerais, impostos e outros gastos, do valor total da Receita Bruta.

    Então, para calcular a Margem de Lucro Líquida (ML), é só dividir o Lucro Líquido (LL) pela Receita Bruta (RB). Em seguida, multiplique o resultado por 100. Assim, você conseguirá avaliar a rentabilidade da sua empresa e a sua capacidade de gerar lucro a partir das suas vendas.

    Margem líquida = Lucro líquido após os impostos / Receita total x 100.

    3. Ticket Médio

    Trata-se da média do valor de cada compra realizada pelos clientes de uma empresa. Desse modo, o Ticket Médio é importante para avaliar a estratégia de preço e a eficiência das vendas. Para calculá-lo, basta dividir o valor total das vendas pelo número total de compras realizadas durante um determinado período.

    Vale lembrar que esse indicador de negócio pode ser influenciado por vários fatores, como a estratégia de preços, oferta de produtos e serviços, estratégia de marketing e satisfação dos clientes.

    4. Liquidez Corrente

    Esse é um indicador que mede a capacidade de uma empresa de pagar suas dívidas de curto prazo com seus ativos correntes. É uma medida importante de solvência financeira da empresa. Então, para calculá-la, basta dividir o ativo corrente (que inclui caixa, contas a receber e estoques) pelo passivo corrente (dívidas de curto prazo, como empréstimos e contas a pagar).

    Liquidez corrente = ativo circulante / passivo circulante

    O resultado é uma razão que indica a capacidade do seu negócio de cobrir suas obrigações imediatas. Uma Liquidez Corrente saudável é indicativo de que a empresa está financeiramente estável e tem uma margem de segurança para lidar com imprevistos.

    Como você viu, os indicadores de negócio são ferramentas fundamentais para que o MEI consiga melhorar a gestão da empresa. Como são cálculos fáceis e apontam informações valiosas, não deixe de acompanhar tais resultados.

    Quer mais dicas de gestão para impulsionar seu negócio? Então, confira as soluções que o Hub Sebrae tem para você!

  • Quais os tipos de fintechs e o papel nas finanças da empresa

    Quais os tipos de fintechs e o papel nas finanças da empresa

    Empreender é um grande desafio, que requer planejamento e conhecimento para tirar o projeto do próprio negócio do papel. Parte dessa iniciativa depende de recursos que possibilitam a gestão financeira da empresa. É nesse sentido que os mais diversos tipos de fintechs podem ser aliados do empreendedor.

    Já que nós conhecemos bem a importância desses recursos, decidimos explorar esse tema e desenvolver este conteúdo para você. Continue lendo para conhecer todos os detalhes!

    O que é fintech?

    De forma simples, o termo fintech surgiu a partir da junção das palavras finance e technology, em inglês. Nos últimos anos, essa expressão passou a representar as empresas do mercado financeiro que investem pesado em tecnologia e na melhoria da experiência do cliente.

    A sua popularidade vem crescendo devido às soluções simples e acessíveis desenvolvidas por startups que prosperam no meio digital. Além de recursos criados para pessoa física, existem exemplos voltados para empreendedores.

    Quais são os tipos de fintech?

    Tudo o que você procura, em uma instituição financeira, pode ser encontrado nas principais fintechs em operação no mercado. Com soluções cada vez mais competitivas, há um grande número de empreendedores que preferem a comodidade e a simplicidade dessas empresas.

    Banco digital

    Esse é um serviço de que você certamente já ouviu falar. Buscando expandir as soluções dos bancos tradicionais, as fintechs oferecem conta corrente, cartão de crédito e soluções de pagamento.

    Tudo isso é fornecido de forma gratuita ou com excelentes condições. Alguns exemplos são o Banco Inter, o Nubank ou o C6 Bank.

    Seguro

    Seguradoras oferecem um serviço sólido e necessário para proteger o patrimônio de seus clientes. A inovação nesse mercado fica por conta da diversidade de opções e novos produtos, que atraem um público que, até então, não recebia foco.

    Com essas mudanças, todo o fluxo é otimizado, e os segurados têm a oportunidade de:

    • simplificar o processo de contratação;
    • agilizar o pagamento e o início da cobertura;
    • tratar sinistros online;
    • personalizar a apólice de acordo com as necessidades.

    Essa disponibilidade também vale para pequenas empresas, que podem ser atendidas por fintechs como Youse e Bidu.

    Crowdfunding

    Esse conceito é muito interessante, pois inova na forma como o financiamento é realizado. Inclusive, embora seja uma maneira de obter recursos, o crowdfunding não é uma forma de empréstimo.

    Nesse caso, apoiadores podem fazer doações para subsidiar projetos e iniciativas atrativas. Dessa forma, empresas que têm uma ideia inovadora podem receber esse tipo de aporte para iniciar ou ampliar as suas atividades. Os interessados podem buscar esse apoio em sites como Benfeitoria e Catarse.

    Nós sabemos como os investimentos em soluções financeiras podem afetar o orçamento, por isso, conhecer mais sobre os tipos de fintech pode ser um diferencial. Portanto, dedique tempo para identificar qual empresa é compatível com o seu negócio e quais serviços podem melhorar o processo de gestão.

    Como um de nossos objetivos é trazer tecnologia e inovação para as empresas, queremos apresentar o Hub Sebrae. Esse é nosso canal de consultoria completo para apoiar empreendedores como você. Será um prazer ajudá-lo!

  • O que são fintechs e quais as suas principais vantagens

    O que são fintechs e quais as suas principais vantagens

    Entender o que são fintechs é muito importante. Afinal, esse tipo de empreendimento tem como objetivo tornar o setor financeiro mais acessível, ágil e eficiente para o usuário. Isso porque são capazes de oferecer soluções financeiras inovadoras, personalizadas e altamente disponíveis.

    Desse modo, as fintechs se caracterizam por oferecer serviços financeiros digitais, como pagamentos, transferências, investimentos e empréstimos. Utilizando tecnologias inovadoras, como inteligência artificial e sistemas automatizados, resolvem problemas de forma simples e dinâmica.

    Quer saber mais sobre o assunto? Então, acompanhe o post até o final para entender o conceito, a diferença com as instituições tradicionais e suas vantagens.

    O que são fintechs?

    Esse novo tipo de modalidade financeira se refere a empresas que utilizam tecnologia para inovar e melhorar serviços financeiros. Elas surgiram com a finalidade de tornar o setor mais acessível, eficiente e ágil para o usuário.

    Em outras palavras, as fintechs oferecem serviços financeiros exclusivamente digitais. Isso inclui pagamentos, transferências, investimentos, empréstimos, entre outros.

    Além disso, disponibilizam processos automatizados que tornam a experiência do usuário mais simples e intuitiva. Aliás, a abordagem mais flexível e inovadora das fintechs também é uma de suas características principais. Dessa forma, gera grandes benefícios aos clientes de forma ativa e direta.

    Qual a diferença entre fintechs e instituições financeiras tradicionais?

    As fintechs e as instituições financeiras tradicionais têm diferenças significativas em termos de abordagem, tecnologia e serviços oferecidos.

    Como já comentamos, as fintechs são empresas relativamente novas e se diferenciam pela utilização intensa da tecnologia. Com o uso de aplicativos e plataformas digitais, tornam sua utilização mais acessível, prática, rápida e confortável aos usuários.

    Por outro lado, as instituições financeiras tradicionais, têm uma abordagem mais conservadora e apresentam uma estrutura mais rígida. Como exemplo temos os requisitos de crédito mais rigorosos e uma estrutura de processos mais burocrática. Ainda há o fato de que muitas têm apenas presença física, o que geralmente não ocorre com as fintechs.

    Quais as vantagens de se optar por uma fintech?

    Estamos vivendo em um momento da história no qual tudo precisa ser rápido e otimizado. Burocracias e filas não cabem mais no nosso dia a dia. E isso já pode ser considerada coisa do passado com a chegada das fintechs. Porém, não é a única vantagem que elas apresentam. A seguir, confira os benefícios mais importantes da sua utilização.

    Conveniência

    Essas empresas estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que você pode realizar transações a qualquer momento, de onde estiver. Basta estar conectado à internet.

    Assim, você não precisa se deslocar até uma agência ou esperar horários determinados para realizar suas operações financeiras. Além disso, as fintechs oferecem aplicativos para celulares. Desse modo, você pode acessar suas contas e fazer movimentações em qualquer lugar.

    Processos mais rápidos

    Com a tecnologia aplicada, os processos são mais rápidos e simples, sem a necessidade de comparecimento pessoal a uma agência bancária. Logo, você pode realizar transações financeiras, como transferências, pagamentos e solicitações de empréstimos, em questão de apenas alguns minutos.

    Ainda, as fintechs também costumam oferecer processos de verificação e aprovação mais rápidos do que as instituições tradicionais.

    Outra vantagem dos processos mais rápidos é a redução de erros e a facilidade de correção de problemas. Com a automação de processos e a tecnologia avançada, as fintechs conseguem garantir uma maior precisão e agilidade nas transações.

    Personalização

    Essas novas financeiras são capazes de oferecer soluções personalizadas de acordo com as necessidades específicas dos clientes. Isso demonstra que estão mais dispostas a entender e atender às demandas individuais, o que é muito melhor do que oferecer soluções genéricas e padronizadas para todos os usuários.

    A propósito, algumas fintechs usam Big Data para personalizar ofertas de empréstimos ou investimentos de acordo com o perfil de cada cliente. Outra forma de personalização é a possibilidade de criar objetivos financeiros específicos. Com isso, são capazes de fornecer e receber sugestões e recomendações personalizadas para alcançá-los.

    Maior segurança

    As fintechs investem muito em tecnologias de segurança avançadas para proteger as informações financeiras dos clientes. Isso inclui criptografia de dados, autenticação de usuários multifator e monitoramento constante para detectar e prevenir fraudes. Há ainda licenças regulatórias rigorosas, o que aumenta a proteção.

    Dessa forma, os usuários podem ter a tranquilidade de saber que suas informações financeiras estão seguras nas mãos de uma empresa confiável.

    Experiência de usuário melhorada

    Com a tecnologia aplicada, a interface é mais intuitiva e fácil de usar, tornando a experiência do cliente mais agradável.

    Com isso, é fácil se adaptar ao novo modo de lidar com bancos onde as fintechs entregam agilidade e conveniência. Além disso, o atendimento 24 horas facilita o dia a dia daquelas pessoas que por qualquer motivo não poderiam comparecer em horário comercial a agências tradicionais.

    Em outras palavras, as startups financeiras estão melhorando a forma como as pessoas lidam com questões financeiras, tornando tudo mais simples e agradável.

    Tarifas mais acessíveis

    Outro ponto muito importante é que grande parte das fintechs oferecem tarifas mais baixas em comparação às das instituições financeiras tradicionais, representando uma economia significativa para o cliente. Além disso, algumas delas também oferecem serviços financeiros gratuitos, o que é uma grande vantagem adicional.

    A redução de custos é uma das principais motivações para a escolha de fintechs, especialmente para pessoas com menos recursos financeiros. Afinal, para muitos clientes, a economia com despesas é um fator importante na escolha.

    Por não precisar tanto de espaço físico quanto agências tradicionais, as fintechs conseguem oferecer essas facilidades como taxas e juros menores. Como resultado, não há um repasse de gastos para o usuário.

    Agora que você entendeu o que são fintechs, percebeu que são empresas financeiras inovadoras que utilizam tecnologia para oferecer soluções financeiras eficientes e acessíveis. Ao optar por uma empresa dessa modalidade, é possível aproveitar essas vantagens e ter acesso a soluções financeiras modernas e inovadoras. Logo, optar por uma fintech significa optar por alternativas mais atraentes e econômicas para você.

    Quer saber mais sobre finanças e as novidades do setor? Então, confira as soluções propostas no Hub Sebrae.

  • 4 indicadores de negócios e como podem ser analisados

    4 indicadores de negócios e como podem ser analisados

    Indicadores de negócios são métricas ou números usados para avaliar o progresso de uma empresa em relação aos seus objetivos. Para isso, eles incluem dados financeiros, de produção, de satisfação do cliente, entre outros.

    Desse modo, permite que o gestor acompanhe o seu desempenho ao longo do tempo, identifique os pontos fortes e fracos, aloque recursos de forma mais eficiente e tome decisões mais assertivas e baseadas em dados concretos.

    Ou seja, são ferramentas indispensáveis para conduzir um negócio rumo ao seu crescimento. Por esse motivo, nós listamos os 4 mais importantes. Confira!

    1. Lucratividade

    Esse é um dos indicadores de negócios mais utilizados, especialmente na hora de traçar estratégias para aumentar a rentabilidade de uma empresa. A lucratividade de um negócio é medida pela relação entre o lucro e as receitas. Então, é expressa como uma porcentagem e indica se a empresa está realmente gerando lucro ou prejuízo.

    Para calcular a lucratividade, basta subtrair as despesas operacionais totais (como custos de produção, salários, aluguel, entre outros) das receitas totais. O resultado é o lucro bruto. Em seguida, é preciso subtrair os impostos e outras despesas não operacionais para chegar ao lucro líquido.

    Por fim, a lucratividade líquida é calculada dividindo o lucro pelas receitas totais e multiplicando por 100 para obter a porcentagem. Então, a fórmula é a seguinte:

    Lucratividade = (lucro líquido / receita total) x 100

    2. Ticket médio

    Trata-se da média do valor gasto por compra ou transação em uma empresa. Sendo assim, é uma importante métrica para avaliar o desempenho de um negócio e determinar estratégias de preços e vendas.

    Para calcular o ticket médio, basta dividir o total de receita pelo número de transações feitas, seguindo a fórmula:

    Ticket médio = receita total / nº de vendas

    Por exemplo, se uma empresa teve receita de R$ 12.000 em 146 transações, seu ticket médio é de R$ 82,19.

    Acompanhar esse indicador permite avaliar a eficiência das estratégias de vendas, identificar oportunidades de up selling e ajustar preços para aumentar a lucratividade.

    3. Retorno sobre o Investimento — ROI

    Esse indicador de negócios avalia o sucesso de um investimento. Isto é, ajuda a determinar se um investimento é vantajoso e a comparar diferentes opções para escolher a melhor. Ainda, é usado para verificar a eficiência de gestão dos investimentos a longo prazo.

    Então, é muito utilizado para calcular a rentabilidade de investimentos em projetos, ações, imóveis, entre outros. Para isso, o ROI mostra quanto de retorno é obtido em relação ao valor investido.

    Para calculá-lo, basta dividir o lucro obtido com o investimento pelo valor investido e, em seguida, multiplicar o resultado por 100.

    Então, utilizamos a seguinte fórmula:

    ROI = [(ganho obtido – custo do investimento) / custo do investimento] x 100

    Por exemplo: se você investiu R$ 10 mil na compra de um novo maquinário e, com isso, obteve um lucro de R$ 15 mil, teremos:

    ROI = [(15.000,00 – 10.000,00) / 10.000,00] x 100 = 50% de lucro sobre o investimento feito.

    4. Turnover

    Essa métrica aponta a frequência com que os funcionários saem de uma empresa e são substituídos por novos colaboradores em um determinado período. É um indicador importante para avaliar a satisfação dos colaboradores.

    Para calcular a taxa de turnover, divida o número de saídas de funcionários durante um período determinado pelo número total de funcionários no início do mesmo período. Então, utilizamos a seguinte fórmula:

    Turnover = nº total de desligados / nº total de funcionários no mesmo período

    A taxa é medida em porcentagem e está elevada pode indicar problemas com a cultura da empresa, remuneração insuficiente ou falta de oportunidades de crescimento profissional.

    Portanto, acompanhar os indicadores de negócios é a maneira mais eficaz de medir o desempenho da sua empresa, identificar pontos de melhoria e, em seguida, traçar estratégias para melhorar tais métricas. Para escolher a melhor, é preciso levar em consideração as necessidades e especificidades do seu negócio.

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