Autor: Gustavo Accioly

  • Saiba o que é inovação aberta e como implementar essa metodologia

    Saiba o que é inovação aberta e como implementar essa metodologia

    Investir em boas estratégias, para melhorar os processos e o desempenho da empresa, é uma preocupação que deve fazer parte da gestão de qualquer empreendedor, sobretudo daquele que acabou de chegar, disposto a crescer no mercado.

    Muitas empresas com potencial de sucesso fecham suas portas pela falta de visão e de adoção de conceitos mais arrojados. Conhecer e aplicar os métodos da inovação aberta pode ser um caminho diferenciado e transformador para as novas gerações de empresas.

    Neste post, você vai saber o que é a inovação aberta, quais são seus benefícios, os tipos aplicados e as diferenças entre a inovação aberta e fechada e contar com dicas para ajudar no processo de implementação dessa metodologia no seu negócio. Boa leitura!

    Conceito de inovação aberta

    Inovação aberta, ou open innovation, é uma metodologia que adota a ideia de aceleração do processo de inovação dentro da empresa, ultrapassando o limite interno para integrar ações, recursos e potenciais de colaboradores em âmbito externo.

    O resultado é a combinação de diversos conhecimentos para melhorar o desempenho e impactar positivamente o mercado, trazendo maior frescor na concepção de projetos em parceria com aqueles que também possam se beneficiar da inovação aplicada aos produtos e serviços no futuro.

    Tipos de inovação aberta

    A metodologia abrange três tipos de inovação aberta. Conheça cada uma delas!

    Inbound

    Quando a empresa se apropria de uma ideia inovadora que tenha sido criada por um terceiro e incorpora em seu próprio processo para gerar valor interno, temos o inbound open innovation, que significa a entrada da inovação no processo de desenvolvimento dos projetos.

    Outbound

    Aqui, o processo é inverso, ou seja, o outbound open innovation gera a saída de uma ideia inovadora de dentro da empresa para compartilhá-la com parceiros externos que desejam desenvolvê-la para gerar valor para si.

    Coupled

    Enquanto isso, o coupled open innovation defende o trabalho conjunto, entre duas ou mais empresas, para gerar ideias compartilhadas simultaneamente com o objetivo de um aproveitamento individual dos resultados.

    Inovação aberta Vs. inovação fechada

    Quando se fala de inovação aberta e inovação fechada, pode parecer que uma seja o contraponto da outra, mas, na verdade, elas são independentes e a inovação fechada vem perdendo força diante dos resultados alcançados com o trabalho entre parceiros.

    Enquanto a inovação fechada faz jus ao nome e trata ideias, pesquisas e experimentos para desenvolvimento de um novo produto dentro da empresa com recursos próprios, a inovação aberta busca recursos externos para dar maior velocidade às inovações e interagir mais facilmente com as ideais parceiras e, depois, compartilhar os resultados.

    Vantagens de implementar essa metodologia na empresa

    Veja agora as vantagens de implementar a inovação aberta nas empresas.

    Reduz tempo e custo

    Planejar, desenvolver e testar um produto novo requer tempo e investimento. A inovação aberta possibilita um atalho nesse processo, quando divide e compartilha responsabilidades com os parceiros externos de inovação.

    Além de um prazo menor da concepção ao lançamento no mercado, os gastos são minimizados, considerando a divisão de tarefas e o investimento alheio.

    Minimiza riscos

    Quando mais empresas estão reunidas, acreditando na eficiência de um produto, é natural encontrar um cenário de aceitação mais favorável. A credibilidade aumenta e o risco de desenvolver algo que não atenda às necessidades do mercado diminui consideravelmente.

    Maximiza ideias e base de conhecimento

    Reunir pessoas com talentos múltiplos potencializa a proliferação de ideias. Com isso, as chances de desenvolver um produto inovador, que seja útil e indispensável para usuário é muito alta.

    Proporciona novas oportunidades comerciais

    Com a inovação aberta, é provável que as novidades que chegam no mercado sejam percebidas mais rapidamente pelo consumidor que, inclusive, entende e valoriza os esforços coletivos.

    Dicas de implementação

    Já se convenceu dos benefícios da inovação aberta? Destacamos as seguintes dicas para você:

    • compre e invista em startups — empresas externas com um time de profissionais engajados, que já vivenciam a cultura da inovação, são excelentes oportunidades de aquisição;
    • crie hackathons — crie a maratona de programação e estimule a criatividade dos participantes para propor mais soluções inovadoras;
    • aposte em crowdsourcing (contribuição colaborativa) — as pessoas têm ideias fantásticas, que podem ser aproveitadas para a inovação, levando em conta as soluções necessárias. É saudável, inclusive, a empresa buscar apoio nas comunidades fora e coletar deias que contribuam para a resolução dos problemas.

    A inovação aberta tem grande representatividade, no presente e no futuro, ao estimular o crescimento e o desenvolvimento das empresas — um grande salto para quem deseja uma vida longa ao seu negócio.

    Se você gostou de aprender um pouco mais sobre esse conceito, que tal assinar a nossa newsletter para receber diversos conteúdos atualizados?

  • Como formar uma equipe de alta performance: veja 5 estratégias!

    Como formar uma equipe de alta performance: veja 5 estratégias!

    Não tem erro: toda empresa precisa investir na qualidade dos funcionários para decolar no mercado. Mas nessa hora é comum pensar em como formar uma equipe de alta performance. Para resolver a questão, este artigo apresenta 5 dicas que ajudam a alinhar o rendimento dos colaboradores.

    A seguir, conheça algumas estratégias necessárias para os gestores formarem uma equipe de peso e alcançarem resultados positivos. Boa leitura!

    Que 5 dicas ajudam a ter uma equipe de alta performance?

    1. Invista no desenvolvimento dos colaboradores

    O mercado está em permanente mudança e, por isso, os funcionários devem se manter atualizados. Assim, quem deseja ter uma equipe de alta performance precisa incentivar os colaboradores a se capacitarem, seja ocupando novas funções, seja aperfeiçoando-se com a ajuda de cursos.

    2. Implemente uma cultura de feedback

    O feedback é um passo crucial para harmonizar a equipe, apontando para os membros aspectos que podem ser revistos no cotidiano. Essa etapa deve ser encarada com leveza e responsabilidade pelo gestor, para que o retorno não seja levado para o lado pessoal, mas incida sobre o comportamento do profissional.

    Por isso, o retorno sobre o trabalho dos colaboradores da empresa não deve ser encarado pela gestão como uma repreensão, mas, sim, uma oportunidade para a equipe rever ações e repensar posturas conjuntamente.

    3. Tenha um time diverso

    A alta performance da sua equipe depende também da seleção dos candidatos, uma vez que é preciso priorizar perfis com a capacidade de assumir funções distintas. Para isso, o gestor deve garantir que os recrutados correspondam a alguns critérios, além de terem um comportamento que respeite a cultura empresarial.

    4. Tenha uma gestão transparente

    Gestão transparente é aquela que consegue manter um canal de comunicação aberto com os funcionários, explicando a eles como e por que as decisões são tomadas.

    5. Dê autonomia aos funcionários

    Toda empresa tem alguma linha hierárquica que comporta as posições dos funcionários, mas é preciso investir em autonomia para ter uma equipe de alto desempenho. Nesse sentido, identifique o potencial de cada pessoa e deixa-a mais livre para sugerir opiniões e resolver demandas.

    Quais são os erros mais comuns?

    Para trabalhar apenas com pessoas competentes, você deve se desviar de alguns erros ao alinhar o desempenho da equipe. Primeiramente, a comunicação interna e externa à empresa deve ser bastante clara, pois o rendimento do negócio depende da compatibilidade entre colaboradores e público externo, evitando ruídos e mal-entendidos.

    Outro erro é não definir as metas, que servem como uma espécie de bússola para o crescimento da marca. Ao mesmo tempo, o plano administrativo guia a equipe e deixa evidente para os funcionários o que eles têm de fazer para alcançar os objetivos em determinado tempo.

    Nesse artigo, você identificou como formar uma equipe de alta performance a partir do desenvolvimento e da autonomia dos funcionários, de um time diversificado e da gestão transparente. Mas, para melhorar esse desempenho, tenha cuidado ao elaborar metas e comunicar-se internamente com os colaboradores.

    Esse artigo foi útil para você? Para investir em uma equipe de alta performance, conte com a ajuda de quem entende desse assunto. Entre em contato com o Sebrae Alagoas pelo telefone 0800-570-0800 ou pelo WhatsApp (82) 99999-5519, e cresça o seu negócio!

  • 4 passos para te ajudar a alcançar a tão sonhada realização profissional

    4 passos para te ajudar a alcançar a tão sonhada realização profissional

    O caminho para a realização profissional tem sido um mistério para você? Muitas pessoas passam anos em busca de satisfação, no entanto, é fundamental entender que esse é um conceito abstrato e que cada um tem sua própria jornada para alcançar esse ideal.

    Alguns desejam a ascensão dentro de uma empresa, outros preferem estruturar o próprio negócio. Aliás, o empreendedorismo tem se tornado a alternativa encontrada por muitos para trabalhar com propósito e alcançar o contentamento.

    Apesar de não haver uma receita genérica para a realização profissional, queremos mostrar que existem alguns passos que você pode dar para encontrar o seu espaço de atuação. Continue a leitura e confira!

    1. Defina a sua missão e os seus objetivos profissionais

    Qual é o seu sonho nas vidas pessoal e profissional? Começar pensando nisso é um excelente ponto de partida, já que seus desejos podem ser grandes motivadores da sua trajetória. É importante definir a sua missão individual e alinhar isso à missão do seu negócio.

    Nesse aspecto, o autoconhecimento costuma ser fundamental. Afinal, é necessário compreender seus próprios objetivos para, assim, estabelecer estratégias a fim de alcançá-los. Pessoas que têm um propósito claro são mais motivadas e conseguem ter mais resiliência para superar os desafios que podem surgir.

    2. Invista em conhecimento e no desenvolvimento das habilidades necessárias

    Outro passo importante rumo à realização profissional é descobrir quais são as habilidades técnicas e as competências socioemocionais que você precisa desenvolver para avançar em sua trajetória. Quais cursos podem tornar você mais eficiente e quais atitudes podem te levar mais longe na carreira?

    Principalmente para quem vai empreender, existe uma gama de conhecimentos, que são fundamentais para uma performance de sucesso. Como o mercado atual é extremamente competitivo, ele exige aprendizado e atualização constantes.

    3. Faça networking e encontre pessoas que possam somar nessa trajetória

    Engana-se quem pensa que o caminho do sucesso profissional é percorrido de forma solitária. A verdade é que sempre precisamos de auxílio e muitas pessoas podem somar conosco para uma atuação ainda melhor.

    Apostar em networking pode ajudar você a encontrar essas pessoas, que vão contribuir para sua trajetória, seja com parcerias e sociedades ou mesmo com conselhos. Ao criar uma rede de apoio, você com certeza vai ganhar fôlego para ir mais longe.

    Entre as dicas para fazer networking, podemos citar a participação em cursos de especialização, workshops, palestras e congressos da sua área. Redes sociais como o LinkedIn também podem ajudar a criar essas conexões valiosas.

    4. Trace um plano de ação para sua realização profissional

    Mesmo que seu negócio já tenha um plano de ação pronto, é necessário que você elabore seu planejamento individual. Muitas pessoas vão levando a vida e, após anos, percebem que se desviaram de seus objetivos e sonhos. Ter metas bem definidas e um senso de propósito vai ajudar você a manter o foco, driblar obstáculos e eliminar distrações.

    Gostou de conhecer as etapas que podem ajudar você a alcançar a realização profissional? Esperamos que este conteúdo ajude você a impulsionar sua carreira e encontrar satisfação. Lembre-se de que a sua experiência é única e precisa ser traçada por você com base nos seus ideais.

    Se você está começando agora a sua jornada de empreendedorismo, que tal saber como se precaver de alguns erros? Veja o artigo que separamos sobre esse tema. Boa leitura e bons negócios!

  • BPM: o guia completo para você aplicar a modelagem de processos de negócio na sua empresa

    BPM: o guia completo para você aplicar a modelagem de processos de negócio na sua empresa

    A modelagem de processos de negócio é uma ferramenta utilizada para entender os fluxos de trabalho da empresa. Essa é uma atividade que possibilita a identificação de gargalos, de falhas e problemas que estejam impedindo o crescimento da organização e a melhoria das tarefas.

    Frequentemente, os gestores detectam ineficiência e a falta de resultados positivos na empresa, mas dificilmente sabem de onde vem esse problema. Diante dessa questão negativa e oculta, a modelagem é uma maneira de desembaraçar as etapas e todos os processos envolvidos em um fluxo de trabalho.

    Esse também é um método importante para tornar a produção da sua equipe mais eficiente, sem desperdício de recursos e de maneira que seja possível aumentar a produtividade da empresa. Essa otimização de processos reflete de maneira positiva na lucratividade, na maturidade de gestão e na competitividade do negócio.

    Para ter esses resultados no seu negócio e modernizar a sua empresa, entenda o que é a modelagem e confira o passo a passo para colocá-la em prática. Acompanhe.

    O que é modelagem de processos de negócio?

    A modelagem de processos de negócio é uma apresentação e representação gráfica do fluxo de trabalho e das atividades de uma empresa. Também conhecido pelo termo em inglês Business Process Modeling (BPM), esse modelo ilustrativo e analítico dos procedimentos do seu negócio pode ser feito por meio de diagrama, fluxogramas e qualquer outro método gráfico que seja de fácil entendimento para os gestores.

    Esse é uma atividade que vai muito além de mapear o trabalho feito em um negócio. O processo de modelagem também objetiva a compreensão, transformação, automação e documentação de todas as tarefas.

    Cada método utilizado para o seu BPM ditará a complexidade e a quantidade de informações levantadas. Veja como isso funciona.

    1. Diagramas de processos

    São representações gráficas que descrevem os processos mais relevantes do seu fluxo de trabalho, ou seja, ignora e não trata de detalhes ou características específicas das atividades executadas.

    2. Mapas de processos

    Aqui, é feito um levantamento de informações mais abrangente, para que cada peça e item de uma tarefa seja analisada. Porém, ainda não engloba todos os elementos que fazem parte do fluxo.

    3. Modelos de processos

    Esse é o método mais completo e complexo da modelagem de processos de negócio. Sua estruturação considera todas as etapas, recursos e colaboradores envolvidos em cada fluxo de trabalho.

    Quando surgiu?

    O termo Business Process Modeling foi tratado pela primeira vez no ano de 1967, em um artigo publicado na revista Automation. Como pôde perceber, esse não é um conceito recente, mas somente foi ganhando força conforme a modernização do setor de TI das empresas e dos investimentos em inovação.

    Mais tarde, nos anos 70, a modelagem de processos de negócio não era eficiente, pois os modelos de fluxo eram estruturados somente por meio de fluxogramas com dados coletados de outros setores da empresa, e não necessariamente daquele que estava sendo avaliado. Além disso, a linguagem utilizada era complexa, o que dificultava o entendimento e a clareza dos demais colaboradores e responsáveis pela empresa.

    Diante dessa complexidade, um modelo mais dinâmico, claro e que era capaz de apresentar todo o comportamento e funcionamento de um negócio começou a tomar forma. Até que evoluiu para os modelos que conhecemos atualmente.

    Para que serve a modelagem de processos de negócio?

    De modo geral, o BPM é uma ferramenta utilizada para controlar, entender, melhorar e projetar o fluxo de trabalho operacional, para que seja possível compreender todo o funcionamento da organização. Em outras palavras, é uma forma de desenhar e destrinchar tudo o que é feito na empresa, a fim de identificar gargalos, falhas, desequilíbrios e oportunidades de melhoria.

    Além disso, esse método também serve para documentar todas as fases dos processos. Assim, você consegue ter informações para controlar a produtividade e a qualidade do que é executado para alcançar metas e o crescimento do negócio. Afinal, isso somente é possível quando todas as tarefas estão alinhadas.

    No ambiente empresarial, é muito comum fazer mapeamentos de processo para identificar problemas e melhorar o desempenho de todas as equipes. Muitas vezes, o BPM e o ato de mapear são tratados como sinônimo, pois, na verdade, eles são a mesma coisa.

    Contudo, a diferença mais relevante entre esses dois conceitos é que a modelagem é ainda mais detalhada e conta com mais informações do que o mapeamento. Diante disso, o BPM fornece dados sobre o fluxo de trabalho, como as horas trabalhadas por colaborador, o tempo necessário para execução de cada tarefa e outras especificações.

    Quais são os benefícios do business process modeling?

    Os benefícios da modelagem de processos de negócio vão além da representação e identificação da sequência de etapas de uma atividade. Vale ressaltar que os impactos positivos e melhorias desse método precisam ser feitos de maneira constante e não algo que é executado uma vez ou outra.

    A constância é um dos segredos para que as estratégias e aperfeiçoamentos funcionem da maneira adequada. Tendo isso em mente, separamos os principais benefícios de começar a atuar com o BPM. Veja só.

    1. Ganho de agilidade

    Muitas tarefas em uma empresa levam mais tempo do que realmente é preciso para serem executadas com eficiências. Esse atraso pode ser resultado de colaboradores sem treinamento, desmotivados, de ausência de automação na organização ou utilização de tecnologias ultrapassadas.

    Por meio da modelagem de processos de negócio você identifica o tempo que essa tarefa demanda, quais são os envolvidos e as etapas que precisam ser agilizadas e otimizadas. Dessa forma, o ganho produtivo refletirá nos resultados da organização.

    2. Redução de custos

    A eliminação de gastos desnecessários é o reflexo de um fluxo de trabalho eficiente e de estratégias adequadas, e não um processo em isolado. Quando você elimina fases sem necessidade das atividades e otimiza a execução de cada uma delas, consegue eliminar falhas, desperdícios e a perda de tempo.

    Com isso, de maneira direta, a equipe utilizará menor quantidade de recursos e dinheiro para fazer o mesmo trabalho, porém com a redução dos custos de produção, com mais agilidade e qualidade, já que todos os processos estarão alinhados.

    3. Melhorias na comunicação

    Você nunca sabe o que os colaboradores estão fazendo? Não tem conhecimento sobre como andam as tarefas da empresa e tem a impressão de que fala para as paredes? A falta de comunicação nas empresas é um dos principais e mais perigosos motivos que levam ao desalinhamento de metas, falta de comprometimento da equipe e baixos níveis de produtividade.

    Além disso, você passa a não entender o funcionamento da organização e das estratégias, sendo que, muitas vezes, isso é causado quando as tarefas não são delegadas de maneira organizada e pela falta de engajamento de todos.

    Para resolver esse fator negativo e fortemente prejudicial, utilizar a modelagem de processos de negócio é uma maneira de entender o fluxo de trabalho e de todos os responsáveis. Para isso, será necessário que todos na empresa se comuniquem de maneira clara e constante para que as etapas de cada tarefa sejam levantadas.

    Essa também é uma maneira de compreender quais treinamentos e qualificações são necessárias para o momento atual da empresa. Dessa forma, o BPM configura um guia para identificar quais conhecimentos os colaboradores e os responsáveis pelas tarefas precisam para se capacitar e otimizar o fluxo de trabalho e tornar as atividades mais eficientes.

    4. Transparência

    Ao fazer a diagramação, todos da empresa terão conhecimento sobre o funcionamento dos processos, poderão verificar os responsáveis por etapa e entender quais atividades influenciam no fluxo de trabalho de cada colaborador.

    Com isso, todos ficam mais conscientes sobre os objetivos de cada tarefa, a quem reportar em caso de dúvidas e problemas, como é a operação de cada setor. Uma gestão transparente é a base da confiança e do engajamento dos funcionários, pois o modelo pautado em obediência e “faça sem perguntar” já não funciona mais em negócios que queiram colaboradores ativos, empolgados e que façam parte do crescimento das empresas.

    A democratização na partilha de informações e resultados pode ser a chance de a empresa inovar e se tornar mais competitiva, sendo que muitas ideias, projetos e decisões nem sempre dependem somente dos gestores e da diretoria.

    O que é preciso para implantar?

    Para implantar a modelagem de processos de negócio você precisa, primeiro, investir e trabalhar na automação e modernização das suas atividades. Dificilmente será possível elaborar e estruturar o seu diagrama ou fluxograma sem as informações reais e dados sobre as atividades.

    Após isso, é importante definir qual será a equipe responsável por ajudar você no desenvolvimento do BPM, para que assim as tarefas sejam delegadas de maneira organizada e de modo que cada colaborador fique encarregado por levantar dados de determinado setor.

    Além disso, você precisa começar determinando quais serão os modelos e métodos utilizados. As abordagens utilizadas são:

    • top-down (de cima para baixo): é feito um levantamento geral de informações básicas sobre os processos, para somente depois construir uma visão mais detalhada e específica;
    • middle-out (do meio para fora): modelo utilizado quando são identificados falhas e problemas em uma tarefa ou fluxo. Por isso, a concentração é no erro e depois nas outras etapas do processo;
    • bottom-up (de baixo para cima): essa abordagem é contrária ao top-down, sendo que primeiro são diagramadas as informações específicas e detalhadas das atividades, para depois incluir os dados básicos e gerais.

    Como é o passo a passo da modelagem de processos de negócios?

    O primeiro passo para colocar o business process modeling em prática é decidir entre as abordagens citadas, pois será a partir dessa escolha que identificará as ferramentas e outros detalhes relevantes para a sua modelagem. Agora que você já sabe o que é necessário para começar a implantação, veja quais são os próximos passos.

    1. Colete informações

    Para a estruturação da sua modelagem, levante o maior volume possível de informações sobre as atividades e fluxo de trabalho que será avaliado. Isso inclui os objetivos da tarefa, as regras, se há leis envolvidas e as políticas relacionadas.

    Quanto mais automatizada e moderna for a sua empresa, mais fácil será essa etapa, já que muitas ferramentas auxiliam nesse levantamento. Lembrando que, nessa fase, basta identificar e anotar o máximo de dados que conseguir.

    2. Organize as informações

    Identificadas as fases, envolvidos e detalhes do fluxo de trabalho é o momento de organizar esse emaranhado de informações. O ideal é desenvolver uma sequência das tarefas, indicando as responsabilidades de cada colaborador, insumos necessários em cada etapa e demais dados que foram coletados.

    Essa organização é feita em três níveis de modelagem. O primeiro deles é o diagrama, ou fase inicial do seu BPM. Aqui não são descritos muitos detalhes, somente o básico e geral, ou seja, o macro. O segundo nível é o mapa, que é uma versão mais detalhada do diagrama. Esse é o momento de listar os colaboradores envolvidos na tarefa, os materiais e as regras.

    Por fim, é feito o modelo, que é a apresentação final, completa e detalhada da sua modelagem de processos de negócio. Nesse nível, toda a atividade deve estar organizada e de maneira que seja possível simular o processo. Assim você identifica o que precisa ser melhorado, quais são as falhas e o que tem funcionado da forma adequada e esperada.

    3. Documente tudo

    Todos os problemas, opções, soluções, fases e detalhes precisam ser registrados e documentados. Essa será a sua base para nortear o seu processo decisório. Esse documento precisa ser elaborado com uma linguagem de fácil entendimento por todos, deve ser transparente e compartilhado pelos envolvidos e responsáveis pelo processo.

    O ideal é que essa documentação seja compartilhada por meio de uma apresentação da organização. Assim, caso algum colaborador tenha alguma dúvida, sugestão ou algo a acrescentar isso poderá ser feito em conjunto.

    Para que uma organização cresça de maneira saudável e duradoura, os fluxos de trabalho precisam estar alinhados. Para isso, a modelagem de processos de negócios é uma ferramenta indicada para identificar possíveis falhas e melhorias.

    Agora que já sabe como evitar problemas e prejuízos nas atividades do negócio, aproveite para conferir como fazer a sua empresa crescer financeiramente e de forma efetiva.

  • Inteligência coletiva: saiba o que é e como estimular a sua equipe

    Inteligência coletiva: saiba o que é e como estimular a sua equipe

    Você sente sua equipe sem harmonia e sem foco nos objetivos em comum? Essa é uma preocupação comum entre gestores e, por isso, muitos buscam conceitos e estratégias que possam ajudar a mudar esse cenário. Neste artigo, mostraremos como a inteligência coletiva é um dos caminhos para potencializar a performance dos times de talentos.

    O engajamento dos profissionais com a empresa e com a própria equipe é um dos temas mais falados atualmente. Tanto é que existe um aumento da procura por pessoas com “mente de colmeia” para integrar os times.

    Vamos compartilhar com você o que significa essa expressão e como ela é aplicada no contexto organizacional. Você vai descobrir como estimular os colaboradores a buscarem um senso de coletividade. Continue a leitura e entenda!

    O que é inteligência coletiva?

    A ideia de inteligência coletiva parte do princípio de que cada indivíduo tem em si partículas de diversos conhecimentos. As ideias, as experiências, as percepções, as linguagens e os saberes que cada um tem dentro de si têm valor. E, quando várias pessoas se conectam e compartilham esses fragmentos, existe a construção de um conhecimento sólido.

    Um dos autores responsáveis por delinear o conceito de inteligência coletiva foi Pierre Lévy, que estudou como as tecnologias de informação passaram a expandir as possibilidades de troca de conhecimento entre pessoas de todo o mundo.

    Para Thomas Malone, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a inteligência coletiva acontece quando indivíduos agem coletivamente de forma inteligente. Ele traz esse conceito para o ambiente corporativo e afirma que, para prosperar, empresas precisam adotar sistemas mais democráticos e menos hierárquicos, valorizando também o resultado positivo da integração entre pessoas e ferramentas de inteligência artificial.

    Como essa ideia se aplica em empresas?

    Um estudo feito pela Universidade de Stanford mostrou que pessoas que têm a possibilidade de atuar em grupo apresentam maior motivação, prazer em realizar as tarefas e persistência. Além disso, a pesquisa mostrou que a performance de um indivíduo que se sente parte de uma equipe é mais satisfatória.

    Pesquisas como essa e questões apontadas por especialistas passaram a mostrar aos gestores que o trabalho em equipe é um fator decisivo no sucesso de um negócio. Por isso, pensar em inteligência coletiva na organização é também pensar em como unir as mentes dos colaboradores em prol de um mesmo objetivo.

    Existem dois conceitos que valem a pena levar em conta quando falamos de comportamentos de grupos. Um deles é chamado de “efeito de manada”, quando as pessoas vão repetindo ações umas das outras, sem planejamento, sem direção e, na maioria das vezes, apenas focando o benefício próprio.

    Pensando em uma manada, ao se sentirem ameaçados, os animais correm todos para a mesma direção por instinto. Muitos podem nem entender qual é a ameaça e outros podem acabar se esquecendo de proteger os que ficam. Na organização, esse comportamento não é desejado, já que pode potencializar problemas como desmotivação, competitividade e individualismo.

    Já o conceito de “mente de colmeia”, também chamado de “mente grupal”, é muito mais atrativo para o ambiente corporativo e pode ser melhor associado à inteligência coletiva. Assim como em uma colmeia de abelhas, onde todas colaboram para o bem comum, uma equipe com essa mentalidade tem colaboradores com visão macro das necessidades da organização.

    Cultivando um pensamento de colmeia, os profissionais conseguem se reunir para compartilhar saberes e construir conhecimentos valiosos para a empresa. As decisões são mais bem pensadas e os projetos obtêm resultados mais satisfatórios por conta da união do potencial dos diversos talentos que integram o time.

    Como estimular a inteligência coletiva?

    Você com certeza já percebeu que fomentar a inteligência coletiva nas equipes pode transformar o desempenho. Separamos algumas iniciativas que podem ajudar a estimular isso em sua empresa. Veja abaixo.

    Incentive uma comunicação aberta

    A comunicação é uma ferramenta fundamental no processo de busca por coletividade. É preciso que haja um espaço aberto para que profissionais se sintam à vontade para compartilhar seus conhecimentos e propor soluções para a equipe. O ambiente de trabalho precisa ser um espaço de trocas saudáveis para que mudanças positivas ocorram.

    Transforme o modo de liderar

    Alguns modelos de liderança acabam desencorajando uma participação mais engajada e integrada por parte dos colaboradores. Líderes extremamente autoritários, por exemplo, não dão espaço para que os talentos levantem ideias e exercitem a criatividade. Já lideranças mais democráticas valorizam as experiências de cada um e entendem que a partir da troca é possível alcançar uma inteligência coletiva.

    Crie programas de compartilhamento

    Uma iniciativa que muitas empresas têm adotado para promover a construção de conhecimento na coletividade são os programas de compartilhamento de saberes. Neles, cada profissional é incentivado a dividir com os colegas algo que possa acrescentar na vivência individual e da equipe. Dessa maneira, informações que antes estavam limitadas a apenas um colaborador são espalhadas por toda a empresa.

    Estimule a criatividade

    As reuniões de brainstorming, que são características da publicidade, são um método interessante para estimular a criatividade na equipe. Nelas, todos os integrantes são convidados a sugerir ideias para algum projeto, sem restrições ou julgamentos. Esses momentos são valiosos para a inteligência coletiva, já que um pensamento pode complementar o outro para criar a solução ideal que está sendo buscada.

    Valorize as individualidades

    Outro fator essencial para gestores que desejam estimular a inteligência coletiva na organização é a valorização das individualidades. É necessário entender que cada colaborador carrega consigo uma bagagem cultural e profissional que pode agregar ao time. Em um cenário que várias gerações se cruzam no ambiente corporativo, a diversidade pode ser um trunfo para o processo de construção de conhecimentos.

    Um time de talentos com mente de colmeia é o que você procura? Esperamos que esse artigo tenha ajudado você a entender o que é inteligência coletiva e como é possível conduzir sua gestão de modo a fomentar esse comportamento. Assim, você terá uma equipe engajada nos objetivos da empresa e consciente da importância do trabalho em equipe.

    O Sebrae Alagoas pode ajudar você a delinear as melhores estratégias para potencializar a gestão do seu negócio. Entre em contato conosco e conheça as soluções para empreendedores e empresas!

  • Gestão do conhecimento: 3 pilares para impulsionar a inovação do seu negócio

    Gestão do conhecimento: 3 pilares para impulsionar a inovação do seu negócio

    Se perguntarmos a um empreendedor visionário o que ele deseja para o seu negócio, certamente ouviremos algo como sucesso, visibilidade no mercado, lucro e melhoria contínua. Isso valeria uma nova pergunta: como alcançar esse patamar?

    Sem muito embaraço ele responderá que as pessoas, suas competências e habilidades são as principais responsáveis por manter o negócio ativo e inovador. Um cenário possível com a aplicação estratégica da gestão do conhecimento na rotina corporativa.

    Se interessou? Neste post, trazemos o conceito de gestão do conhecimento e as vantagens da sua aplicabilidade, além dos 3 pilares essenciais para impulsionar o comportamento inovador dentro das empresas. Continue lendo, siga os passos e seja você o protagonista dessa história!

    A gestão do conhecimento: inovação à vista

    Sem uma gestão eficiente, com critérios de retenção, filtro, qualificação e acesso, você consegue dimensionar o volume de dados e informações que circulam diariamente dentro da sua empresa?

    É muito fácil perder o controle quando não há um sistema organizado de dados para gerar um fluxo adequado, e é exatamente essa a proposta da gestão do conhecimento — uma inovação corporativa que pretende mapear, classificar, gerenciar, distribuir, multiplicar e reter o conhecimento.

    A ideia é coletar as informações flutuantes e concentrá-las em um mesmo lugar para o acesso de todos, o que facilita a execução de atividades diárias com maior agilidade, eficiência e qualidade no retorno.

    As vantagens de aplicar a gestão do conhecimento no negócio

    Imagine que todos os funcionários da sua empresa se ausentarão em algum momento, seja por motivo de férias, licenças, desligamento ou, em uma visão triste, mas real, falecimento.

    Todo o conhecimento adquirido ao longo do tempo em que atuaram na empresa seguirá com eles, mas nem sempre será repassado em totalidade para quem faz a substituição, temporária ou permanente.

    Aplicar a gestão do conhecimento traz a vantagem de que os funcionários e profissionais podem se mover pelos mais diversos motivos, mas o conhecimento sobre suas funções e atividades ficará retido para acesso coletivo.

    Além do conceito motivacional — os profissionais serão mais bem aproveitados em suas funções —, a empresa que adere à gestão do conhecimento possibilita melhor interação entre as equipes e se desenvolve em maiores proporções para competir no mercado.

    O uso de recursos tecnológicos aliado à inteligência das pessoas, eleva o padrão de excelência, a ponto de transformar as ideias em processos para estruturar o funcionamento da empresa e proporcionar um crescimento sustentado pelas capacidades técnicas e funcionais.

    Os 3 pilares da gestão do conhecimento

    Os profissionais precisam ser envolvidos e conscientizados sobre a importância de fazer do conhecimento uma ferramenta de gestão corporativa, para implantar uma nova cultura de inovação e agregar valor ao negócio.

    Dizemos isso, pois as mudanças são significativas e alteram uma rotina executada da mesma forma por um longo tempo, o que nos leva aos 3 pilares da gestão do conhecimento.

    1. Gestão do capital intelectual

    Mesmo com a tecnologia avançada e os diversos mecanismos digitais para processar as informações, as pessoas ainda são a principal fonte de conhecimento. É inegável que delas se extraem habilidades que as máquinas ainda não conseguem executar sozinhas.

    Descobrir uma forma adequada de mapear o conhecimento individual, classificar o que já é executado dentro dos processos de rotina e identificar os pontos de melhoria para oferecer um ciclo completo das atividades é o primeiro passo da gestão do conhecimento.

    2. Gestão de competências

    Em seguida, é importante aliar conhecimento e competência, ou seja, o que é essencial para que o seu negócio se desenvolva efetivamente e ganhe visibilidade.

    Mesmo com um grupo de profissionais com grande conhecimento, talvez ainda falte competências específicas para colocar sua empresa em destaque — uma solução prática é oferecer treinamentos de acordo a necessidade.

    3. Aprendizagem empresarial

    Para fechar a tríade de gestão do conhecimento, você terá pela frente o desafio de desenvolver a aprendizagem empresarial, que consiste em transformar o ambiente da empresa e assim, estimular a participação de todos.

    Cada funcionário deve se sentir impulsionado a transformar o conhecimento em informações que estejam sempre ao alcance de todos, cientes de que o uso padronizado é gerador de melhores práticas refletidas na autoridade segmentada que a empresa passará a ser no mercado. Com isso tudo em andamento, você tem a gestão do conhecimento.

    Gostou do post? Então, entenda agora a importância da inovação na empresa e como ela vem se transformando em principal fator de competitividade e visibilidade!

  • Técnicas de autoliderança: saiba como ser um ótimo líder

    Técnicas de autoliderança: saiba como ser um ótimo líder

    Não é apenas a tecnologia que vem impactando as empresas. Há alguns anos os negócios vêm passando por uma transição em suas estruturas hierárquicas, o que mudou a relação e a forma de trabalho dos líderes. Por isso, para lidar com essas transformações e expandir o seu negócio, é importante que você desenvolva a autoliderança.

    Ela pode ser definida como a habilidade que o indivíduo tem de liderar a si mesmo, assumindo o gerenciamento de pensamentos e comportamentos para alcançar objetivos. A autoliderança é responsável ainda por garantir equilíbrio emocional diante dos desafios, estabelecer cooperação entre os membros da equipe e apoiar o crescimento do negócio, por exemplo.

    Quer aprender a desenvolver suas habilidades de liderança pessoal e de equipe? Nós apresentaremos a seguir algumas técnicas importantes. Não perca!

    Autoliderança: saiba como estimular essa competência

    Para desenvolvê-la é necessário que você esteja disposto a enfrentar um processo de aprendizado constante, apoiado em outras habilidades essenciais, como as que você vai conhecer a seguir.

    1. Pratique a autorresponsabilidade

    Há gestores que costumam oscilar entre os perfis de vítima e de juiz. No primeiro caso, a equipe é considerada responsável por dificultar o trabalho de liderança. Já no papel de julgador, o gestor se vê acima dos outros, que são considerados incapazes de atenderem às expectativas da liderança.

    Um líder nunca deve culpar os outros pelas próprias decepções, fracassos e erros de gestão, pois reconhece a importância da autorresponsabilidade. Se você perceber que tem atribuído a responsabilidade de sua liderança a outros, é hora de reassumir o comando. Veja algumas medidas que podem ajudar:

    • em vez de justificar seus erros, aprenda com eles;
    • não se concentre apenas nas críticas, apresente sugestões e ideias de mudanças;
    • dê um passo por vez, tenha metas e objetivos bem definidos.

    2. Invista no autoconhecimento

    A liderança exige do gestor a capacidade de compreender as habilidades e as dificuldades de cada colaborador para que todos consigam trabalhar extraindo o máximo de suas potencialidades. E isso só é possível após um exercício de autoconhecimento no qual você aprende a lidar com suas inseguranças pessoais.

    Identifique quais são os elementos internos que inibem seu crescimento pessoal e reconheça as forças que incentivam suas conquistas e realizações. Descubra ainda quais são os valores que o movem e que são importantes para a gestão de seu negócio.

    O autoconhecimento permite que você seja capaz de organizar melhor não apenas seus pensamentos, mas também suas tarefas ao longo do dia, como a liderança. Com um maior controle interno de suas emoções, você é capaz de orientar melhor seus colaboradores.

    3. Seja disciplinado

    A disciplina é necessária não apenas na gestão financeira. É importante também para controlar os seus impulsos, ajudando você a não perder o controle diante de alguma situação que não tenha saído como planejado.

    Um bom líder aprende a desenvolver o autocontrole e a disciplina para manter o foco no cumprimento das metas. A autodeterminação também é um recurso importante que pode ajudar você a desenvolver resiliência diante das pressões externas.

    4. Abra-se ao aprendizado constante

    O aprendizado é uma fator indispensável para o desenvolvimento da liderança. Por isso, é necessário buscar o aprimoramento e o amadurecimento contínuo para descobrir como desempenhar melhor suas atividades. Faça cursos, converse com outros empreendedores e esteja aberto às mudanças.

    A autoliderança transforma você em um líder de excelência. Ela ajuda a explorar melhor suas habilidades, confere estabilidade emocional e resiliência para encarar os desafios, além de garantir mais segurança no momento de tomar as decisões. Tudo isso gera impactos diretos em seu negócio, tornando você uma figura inspiradora e um exemplo a ser seguido por sua equipe.

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  • Lean startup: entenda o que é e como aplicá-la no seu negócio

    Lean startup: entenda o que é e como aplicá-la no seu negócio

    Quem não quer ser bem-sucedido na própria empresa? A resposta parece óbvia, mas se manter consolidado no mercado é um grande desafio para o empreendedor.

    Nesse contexto é que surgiu a metodologia do lean startup, com foco em produtos testados por consumidores — e não apenas no desenvolvimento de um plano de negócios — para obter sucesso administrativo.

    A seguir, explicamos o conceito, como aplicar o método no seu negócio e por que dominar ferramentas, a exemplo do Canvas, para tornar essa ideia uma realidade. Continue a leitura e tire todas as dúvidas sobre o assunto!

    O que é e quais as origens do conceito de lean startup?

    Neste momento, você deve estar se perguntando o que é, exatamente, o lean startup. Para responder à questão, pode-se afirmar que, literalmente, o conceito criado por Eric Ries, empreendedor norte-americano e autor de livro homônimo, significa “startup enxuta”.

    De forma geral, a metodologia implica um trabalho administrativo que identifique e corte desperdícios no processo de criação de um produto, principalmente em startups, empresas de tecnologia emergentes.

    Devido à otimização de recursos para a viabilidade do produto a ser comercializado, o processo de “startup enxuta” também é conhecido como lean manufacturing ou lean thinking, referindo-se a uma ampla gama de companhias.

    Como funciona a metodologia e como aplicá-la no negócio?

    O lean startup abrange não apenas empreendedores em potencial, mas também quem está consolidado no mercado. O conceito implica inovação dentro da empresa a partir de gestão eficiente.

    Quer saber como a metodologia pode ser aplicada de modo prático no seu negócio? Confira as dicas a seguir!

    Canvas

    Para aplicar o conceito de Eric Ries no seu empreendimento, sugere-se inicialmente o uso de softwares como o Canvas, com o qual é possível elaborar diagramas e consolidar o valor que a empresa tem para si e para os clientes.

    Fora isso, o programa reúne as ideias apresentadas e consegue reestruturá-las a fim de obter o resultado mais adequado, facilitando as etapas seguintes do planejamento.

    Mínimo Produto Viável

    Por outro lado, o método de implantação de um produto consiste em construir, medir e aprender. Assim, o lean startup também parte de métricas precisas ao construir um modelo funcional.

    O Mínimo Produto Viável, ou simplesmente MPV, é um cálculo para chegar ao desenvolvimento rápido de um protótipo para o cliente, que é apresentado antes da versão final.

    Dados e testes

    No processo de construção de um produto útil para os clientes, a empresa deve colher dados e utilizar a sua contabilidade para inovar no mercado, segundo o pensamento de Eric Ries.

    Nessa etapa, considerada fundamental, o protótipo deve ser testado, o que confere à empresa uma ideia sobre a utilidade e a coerência do produto frente ao cenário de vendas. O teste A/B, por exemplo, é uma métrica de desempenho que fornece diferentes versões de um objeto a determinados grupos de consumidores com o objetivo de descobrir qual garante o melhor retorno.

    Qual a importância dessa metodologia para a empresa?

    Com o método lean startup, você entende quais são os desafios para a sua empresa crescer no mercado e, mais importante, tem em mente que a inovação é etapa fundamental para o desempenho do negócio.

    Métricas como o MPV ajudam a desenvolver um produto com foco nas necessidades dos clientes e com o mínimo de recursos investidos. O cálculo também serve para basear versões do mesmo artefato, o que dá segurança para o empreendimento chegar, de forma ágil, ao objeto mais funcional para o seu público.

    Curtiu nosso artigo sobre lean startup? Agora que você conhece a origem do conceito, como aplicar a metodologia e por que investir nisso, deixe um comentário sobre a experiência da sua empresa com inovação e desenvolvimento de produtos!

  • Veja tudo o que um gestor precisa saber sobre gestão da inovação!

    Veja tudo o que um gestor precisa saber sobre gestão da inovação!

    A gestão da inovação não é uma estratégia única e limitada. Se trata de uma cultura e um processo contínuo que objetiva o crescimento e a diferenciação de mercado. Muitas vezes, as empresas se encontram estagnadas e sem perspectivas de crescimento ou aumento na lucratividade, principalmente porque os setores, incluindo o varejista, já estão saturados dos mesmos produtos e serviços.

    Diante desse cenário, inovar representa gerar valor para a sua empresa e potencializar os seus ganhos, já que esse é um termo amplo que vai além de automatizar o seu negócio, mas também engloba novos modelos de trabalho, melhorias no atendimento e modernização dos seus produtos.

    Neste artigo, você entenderá o que é a gestão da inovação, a importância para o seu negócio e como implantar esse processo de maneira organizada, eficiente e estruturada. Acompanhe!

    O que é gestão da inovação?

    A gestão da inovação é um conjunto de processos que visa priorizar, implantar e desenvolver ideias e estratégias inovadoras. Esse é um assunto que trata principalmente da utilização da tecnologia e da adequação à transformação digital e da automação de tarefas e modelos de trabalho que estejam de acordo com os avanços do mercado.

    Diante desse termo amplo, existe uma infinidade de opções que devem ser trabalhadas de acordo com a realidade do negócio, as condições financeiras e os problemas que forem identificados. Em outras palavras, qualquer novo desenvolvimento de produto, serviço, projeto para melhorias internas ou externas e implantação de novos modelos de trabalho podem ser considerados como inovação.

    Por meio da gestão dos processos inovadores é que a organização identifica as necessidades de inovar, as etapas necessárias para isso, os investimentos, os recursos e demais planejamentos para que essa estruturação aconteça de maneira eficiente e organizada e que moderniza a empresa.

    Qual é a importância da gestão da inovação?

    Quando uma empresa precisa crescer, necessariamente, precisamos falar sobre a sua competitividade de mercado. Para exemplificar, pense na empresa Xiaomi. Essa é uma marca chinesa de tecnologia que vem apresentando crescimento rápido e fidelizando clientes com os seus produtos.

    A organização vem inovando em seus aparelhos que, de certa forma, não são novidades no mercado. O diferencial surge quando a marca inova em funcionalidades e detalhes que tornam o item atraente, por exemplo, baterias que duram dias, designs sofisticados, câmeras de alta performance e produtos inteligentes com custos consideravelmente mais baixos.

    Um exemplo no setor varejista é a rede IKEA, que comercializa utilidades e móveis domésticos. Existem diversos negócios que atuam nesse mesmo segmento, certo? No entanto, o diferencial inovador da IKEA tem sido a aposta da tecnologia nas lojas físicas e nos sites.

    Nos estabelecimentos, os clientes já podem contar com aplicativos de Realidade Aumentada que simulam como um determinado móvel ficará no ambiente. Assim, o consumidor consegue visualizar o resultado e ter certeza da sua compra.

    Essas duas empresas são um claro exemplo de como a gestão da inovação e diferenciação de mercado pode fazer com que a empresa cresça e se destaque no mercado. Além desse fator, o processo de gerenciar e priorizar o desenvolvimento de novos modelos agrega benefícios importantes para os negócios. Veja alguns deles.

    Redução de custos

    Um relevante benefício da gestão da inovação é a utilização eficiente e racional dos recursos da empresa. Para atuar com essa cultura, a organização precisa estar em constante planejamento e estudo de melhorias, sendo que com isso o negócio consegue identificar setores e processos que estejam em desequilíbrio e consumindo mais recursos do que devem. Assim, podem ser aplicadas estratégias de economia e eliminação de prejuízos e gastos.

    Aumento na lucratividade

    A potencialização da sua lucratividade é o resultado da diminuição de custos e desenvolvimento de ações e produtos que agregam valor ao seu negócio e ofereçam diferenciais ao seu público. Com isso, você fatura mais e consegue ter menores despesas e, ao fechar as contas, percebe um importante aumento no seu lucro e a empresa cresce financeiramente.

    Atendimento de qualidade

    Entre as vantagens da gestão da inovação também destacamos a sua importância para a melhoria no seu atendimento. Esse conceito também engloba o desenvolvimento de ações que melhorem a sua imagem perante o mercado e que buscam a satisfação do cliente.

    Para isso, você precisará aplicar estratégias para oferecer um eficiente e ágil atendimento ao cliente, de maneira que esteja alinhado com o perfil de seu público e que consegue não somente vender, mas também resolver problemas dos consumidores.

    Como identificar em que nível de inovação o negócio está?

    A inovação na empresa é divida em três níveis, que se diferenciam na forma como essa estratégia é utilizada em determinados processos. Confira quais são e identifique em qual patamar está o seu negócio.

    Inovação como evento

    Nesse primeiro nível, os negócios investem na inovação voltada para ações e campanhas, como promoções, descontos, gestão de fornecedores, e em processos que buscam gerar valor ao mercado e fortalecer a marca. A maior parte das empresas se encontra nesse grau, pois ainda estão em etapas iniciais que objetivam, principalmente, o desenvolvimento de ideias.

    Inovação como competência

    Esse é o segundo nível da inovação e se concentra em empresas que criam processos e estratégias inovadoras na tentativa de resolver problemas e analisar soluções. Normalmente, isso é feito quando há queda no faturamento, identificação de gargalos produtivos e desequilíbrios que estejam prejudicando o negócio.

    Inovação como sistema

    Já nesse terceiro nível, as empresas utilizam a inovação em tudo o que fazem. Desde os processos internos e gerenciais até a execução de tarefas e procedimentos que envolvam o cenário externo.

    Portanto, aqui as empresas não utilizam esse conceito somente quando há problemas e necessidade de buscar soluções, mas sim para que esses prejuízos não venham a acontecer, o que representa um pensamento de futurismo. Além disso, elas também buscam por melhorias em seus produtos, seu atendimento, seus serviços e sua performance do negócio.

    Vale ressaltar que o ideal é que a sua empresa comece pelo primeiro nível e vá avançando no grau de inovação. Essa estruturação em etapas é importante para ter foco nas suas ações e para que, de maneira saudável e organizada, a empresa consiga mudar o seu mindset, ou seja, que os funcionários estejam engajados nas mudanças e percebam que inovar e ter criatividade é uma cultura da organização.

    Como aplicar a gestão da inovação de forma organizada?

    Para implantar a cultura da inovação é necessário fazer um planejamento. Toda e qualquer mudança deve ser precedida dessa organização, para que as etapas sejam definidas e estruturadas de acordo com as características da sua empresa. Tendo isso em mente, confira a seguir os primeiros passos para aplicar essa cultura na sua empresa.

    Identifique as fraquezas e forças

    As fraquezas de um negócio são os processos ou as especificidades que estão atrasadas ou sem diferenciais em comparação ao concorrente. Por exemplo, maquinário antigo, tarefas manuais e demoradas que são propensas a erros, falta de controle financeiro e atendimento ruim.

    Já as suas forças representam os aspectos em que o seu negócio se destaca, como o atendimento de excelência, produtos inovadores, utilização de softwares de gestão superiores, maior valor agregado aos seus serviços e um ambiente laboral que promove o crescimento profissional dos funcionários e bons níveis de produtividade.

    A maneira mais comum para identificar esses fatores é por meio da análise SWOT. Essa é uma ferramenta que revela as suas forças internas e externas, as oportunidades de mercado e as suas fraquezas internas e externas.

    Desenvolva a cultura da inovação

    De nada adiantará ter um estruturado plano de implantação de gestão da inovação se a sua empresa não está alinhada a esse objetivo. É passo fundamental trabalhar para o desenvolvimento de uma cultura inovadora em todos os setores. Então, converse com a sua equipe, exponha, de maneira clara, quais são as metas do negócio, as mudanças necessárias e os benefícios que esse novo modo de trabalhar trará para todos.

    Defina uma estratégia

    Quais ações, campanhas ou setores serão os primeiros a atuarem pensando na inovação? Quais produtos passarão por redefinições visando mercadorias inovadoras e que signifiquem diferenciais para a sua empresa?

    Essas são algumas questões que precisará responder para definir as estratégias utilizadas para implantar a gestão da inovação. Também é importante levantar quais serão as ferramentas necessárias para isso, pois a inovação necessita de dados atualizados e processos eficientes e ágeis que não são possíveis com tarefas manuais e arcaicas. Então, pense nas estratégias e nos investimentos que precisará fazer.

    Capacite o seu time

    Também é imprescindível oferecer treinamentos, qualificações e todo o suporte necessário aos colaboradores. Isso é importante, inclusive, para os resultados da empresa, pois eles precisam estar preparados e capacitados para lidar com a inovação e com as ferramentas utilizadas.

    Um time bem treinado é mais eficiente e proativo, já que estará apto a lidar com os problemas que possam surgir no dia a dia de trabalho. Além disso, um bom suporte é uma excelente maneira de engajar a sua equipe e mantê-la alinhada sobre as metas e os objetivos com a gestão e a cultura da inovação.

    Faça benchmark

    Benchmark é uma estratégia na qual é feita uma análise nos produtos e práticas utilizadas pelos seus concorrentes, com o intuito de desenvolver ideias, criar projetos e aprimorar esses itens ou serviços. Basicamente, seria uma cópia do que as empresas no seu setor fazem, porém de maneira melhorada, inovadora e que tenha mais valor para o mercado.

    Essa é uma maneira importante não somente para a sua gestão de inovação, mas também para melhorar os seus processos e oferecer diferenciais aos consumidores. Esse é um importante passo para avaliar os erros e fraquezas do concorrente e aprender com eles.

    Tenha parcerias

    Os seus parceiros e fornecedores têm influência direta nos resultados da sua empresa. Por meio de bons contatos e relacionamentos, é possível que você consiga identificar novas demandas de mercado e setores nos quais possa ampliar a sua atuação. Além disso, as parcerias significam importantes fontes de networking, bem como uma atualização sobre as tendências de mercado e de ideias que originem serviços e produtos inovadores.

    Mensure resultados

    Mesmo quando as etapas anteriores e a inovação estejam a todo vapor, o trabalho não para por aí. Esse é, inclusive, o erro de muitas organizações que não mensuram e não aprimoram as suas estratégias. Um passo contínuo e importante para ter resultados positivos com a gestão da inovação é a mensuração e o acompanhamento da performance dos projetos, melhorias e processo desenvolvidos.

    O mercado é volátil e muda de maneira constante, por isso, ferramentas e estratégias precisam passar por ajustes para se adequarem à realidade. Sem contar que muitos processos implantados podem não funcionar conforme o esperado. Portanto, busque por indicadores e métricas que possibilitem essa avaliação.

    Cases de sucesso ALI

    O Sebrae conta com Agentes Locais de Inovação, o ALI. Esses são os nossos profissionais especializados em auxiliar na busca por inovação, diferenciação de mercado e crescimento. Para que você entenda a importância desse suporte qualificado, trouxemos alguns cases de sucesso. Veja só.

    Biscoito caseiro D’lícia

    Essa é uma empresa de médio porte localizada em Penedo. O principal desafio da proprietária Ângela Malta era saber como inovar sem interferir na produtividade. Como solução, nossos agentes ALI indicaram o investimento na profissionalização da mão de obra por meio das consultorias do Sebrae, além da adoção do Modelo de Excelência em Gestão (MEG). O resultado: conquistaram Recife e Salvador e os seus produtos já estão em mais de 700 pontos de venda.

    Aky Estofados

    Entrando no setor moveleiro, Manoel iniciou a Aky reformando poltronas e estofados. Tudo começou de maneira informal, mas ao se formalizar, o empreendedor percebeu a necessidade de se qualificar e capacitar. Quando o país iniciou na crise econômica, Manoel percebeu queda no seu faturamento, assim como em todos os setores.

    Para contornar esse cenário, um de nossos agentes o direcionou para treinamentos de técnicas de vendas, de gestão de atendimento ao cliente, de inserção de um pequeno negócio no ambiente digital, de marketing pessoal e profissional, além de gestão financeira e de pessoas.

    Com toda esta bagagem de conhecimento, a Aky Estofados começou a inovar em seus produtos e aperfeiçoou os modelos tradicionais. Todo esse processo resultou em um site da empresa, no registro de propriedade dos produtos desenvolvidos por ele, na participação em diversas feiras (incluindo o Salão Internacional do Móvel de Milão) e, é claro, no aumento do faturamento.

    A gestão da inovação vai muito além de uma estratégia para comercializar novas mercadorias e serviços. Esse é um importante processo que pode ser um divisor de águas no crescimento das empresas, não importa em qual setor se enquadrem. Por meio da capacitação e do pensamento voltado para o termo inovar, é possível resolver problemas nas organizações e desenvolver algo novo mediante o que já está saturado no mercado.

    Falando em inovar, aproveite para conferir quais são as principais tendências de negócios para o futuro e esteja preparado para essas demandas! 

  • Intraempreendedorismo: o que é e por que incentivar na sua empresa

    Intraempreendedorismo: o que é e por que incentivar na sua empresa

    Já imaginou trabalhar em um ambiente em que os funcionários podem intervir mais na empresa? Não precisa ir para outra realidade: o intraempreendedorismo tem o objetivo de expandir os negócios, aumentando a participação dos empregados na organização.

    Neste texto, entenda exatamente o que é intraempreendedorismo, por que o seu negócio precisa aderir a essa ideia e como ter colaboradores que contribuem para o sucesso da empresa — com equipe capacitada, ambiente de inovação e programas de incentivo à criatividade.

    Comece a leitura agora mesmo e tire suas dúvidas sobre o assunto!

    O que é o termo intraempreendedorismo?

    Termo cunhado na década de 1980 pelo escritor Gifford Pinchot III no livro “Intrapreneuring: Why You Don’t Have to Leave the Corporation to Become an Entrepreneur“, a ideia do intraempreendedorismo está vinculada ao momento em que se decide empreender em uma empresa já consolidada.

    De maneira geral, o intraempreendedor consegue aproveitar oportunidades, converter ideias em projetos, manter o pensamento responsável diante de situações críticas e executar planos.

    Apesar de hoje as empresas estarem mais abertas a opinião dos funcionários do que há 40 anos , o conceito continua sendo essencial para uma empresa obter sucesso. Além disso, o intraempreendedorismo também leva ao desenvolvimento de novos produtos e serviços.

    Por que é importante aderir ao intraempreendedorismo?

    O intraempreendedor é importante para a empresa porque consegue melhorar o ambiente em que trabalha. O funcionário que empreende no seu emprego consegue, ainda, novas oportunidades de negócio, melhora a fonte de renda, se comunica de forma mais ativa com a equipe e reduz desperdícios na linha de produção.

    Além dessas melhorias, o intraempreendedorismo aumenta a competitividade entre os empregados, fortalece a sensação de pertencimento dos funcionários em relação à firma, incentiva a inovação na empresa, otimiza os recursos disponíveis e estimula a evolução profissional.

    Como ter colaboradores que contribuem para sucesso da empresa?

    Até o momento, você entendeu o que é um intraempreendedor e como esse profissional consegue impactar positivamente o lugar onde trabalha. Mas a pergunta que fica é esta: como fazer com que esses colaboradores contribuam para o sucesso do negócio?

    Capacite a equipe

    No quadro de funcionários, cabe ao gestor identificar aqueles que têm perfil para empreender e, em seguida, capacitá-los para exercerem outras funções. Pode-se, então, focar treinamento de prototipagem, gestão de tempo dedicado ao trabalho e lean startup.

    Crie um ambiente de inovação

    Não basta capacitar a equipe, é preciso investir em um ambiente de inovação. Para impulsionar a experimentação no seu negócio, crie programas para que os intraempreendedores se sintam à vontade para sugerir demandas e novos desafios corporativos.

    Implemente um programa de Participação nos Lucros e Resultados

    Por fim, programas de fomento à participação de profissionais no círculo de inovação da empresa geralmente aumentam a taxa de intraempreendedorismo. Com uma participação nos lucros e nos resultados, os funcionários têm uma compensação pelo êxito alcançado pela organização.

    Neste conteúdo, você ficou por dentro do intraempreendedorismo, um conceito que nasceu há 40 anos e continua sendo produtivo para o cenário empresarial. Com mais abertura às ideias de funcionários, o seu negócio pode reduzir o desperdício, expandir serviços e crescer no mercado.

    Agora que você entende o que é, descubra quais mudanças de hábitos ajudam a ter uma gestão mais competitiva!