Você sabe como definir o propósito de uma empresa? Com o mercado competitivo, é necessário que as empresas tenham em mente a contribuição que elas têm para o mundo e deixar claro tanto para os clientes quanto para os colaboradores por que elas existem.
Esse sentimento é fundamental para que os serviços e produtos comercializados tenham força, conseguindo emocionar o consumidor e fazer com que ele deseje adquiri-los.
Quer saber como, de fato, é esse propósito e de que forma sua empresa pode ser beneficiada? Então, neste texto, você terá todas as informações de que precisa para não somente definir a razão de existência da sua empresa, mas também inspirar seus clientes.
Boa leitura!
O que é o propósito da empresa?
De modo geral, o propósito da empresa pode ser definido como um motivo que faz com que a marca se orgulhe e entenda como colaborar para fazer do mundo um lugar melhor de se viver.
É a razão principal para que a empresa exista no mercado, que muitas vezes pode estar escondida ou esquecida devido à quantidade de tarefas que devem ser feitas para manter a instituição em funcionamento.
Assim, embora todas as empresas tenham um propósito, nem sempre ele está claro para colaboradores e consumidores — o que se torna um problema, já que é mais difícil se diferenciar no mercado.
Por isso, o propósito funciona como um norte que precisa ser compartilhado entre todos os colaboradores e setores como uma forma de compromisso. Dessa maneira, o lucro tão desejado pela marca vem de forma natural.
Qual a importância de desenvolver o propósito da empresa?
Desenvolver o propósito da empresa é descobrir a própria identidade. É isso que faz com que cada instituição seja única no mercado e possa se diferenciar da multidão de marcas existentes.
Para conseguir atrair clientes, é fundamental que eles se identifiquem com a marca e o posicionamento de mercado. Mas isso se torna difícil e confuso quando nem mesmo os administradores sabem ao certo quais desejos e sentimentos despertar nos seus clientes. A tendência é que a empresa tenha mais problemas para conseguir se destacar da concorrência e crescer.
Como definir o propósito da empresa?
Veja agora algumas etapas fundamentais para definir o propósito empresarial.
Entender qual é a contribuição da empresa para um mundo melhor
Embora muitos empresários possam dizer que o propósito da instituição deles é vender, é preciso procurar uma forma de diferenciar sua marca das demais. O que você faz que torna a vida das pessoas melhor? Como seus produtos e serviços ajudam os consumidores? Responder a essas perguntas é fundamental para definir o propósito da instituição.
Definir o que você quer alcançar com seu negócio
Qual objetivo você quer alcançar com seu negócio? Geralmente, quando a empresa é ainda muito pequena, as pessoas tendem a oferecer seus produtos e serviços com alguma intenção de ajudar ou colaborar com a vida dos outros. Tente, então, recuperar esses primeiros sentimentos e objetivos — afinal, dinheiro não é tudo.
Entregar valor ao cliente
Mesmo que as pessoas façam diversas compras, o que importa não é o que é comprado, mas por que se adquire um item ou serviço. A empresa precisa pensar em formas claras para adicionar valor a tudo que é comercializado e até mesmo à marca.
Muitas vezes, a tomada de decisão de uma aquisição é um processo inconsciente, baseado em todos os sentimentos e idealizações que a marca promete entregar àqueles que compram os serviços.
A atual propaganda do produto Lysoform, por exemplo, tenta mostrar como o item pode dar tempo para que as pessoas façam o que sempre sonharam. O processo de compras, é, então, muito mais do que comprar um produto. Ao definir um propósito, todas essas sensações, vontades e emoções são injetadas nos consumidores.
Além disso, é fundamental saber que, quando alguém compra um produto, ele não está adquirindo apenas um item, mas (e principalmente) também quer ter alguma emoção. Então, entender quais são os sentimentos que você gera nos clientes também é uma forma de definir seu propósito.
Lembre-se de que o propósito é natural
Quando uma pessoa tenta fingir uma personalidade que não é dela, as ações não soam naturais, não é mesmo? Da mesma maneira, as empresas precisam ter seus propósitos como parte da própria identidade. Coloque como propósito algo que faça parte da história da marca e possa ser notado pelos clientes.
Agora que você sabe como definir o propósito de uma empresa, é hora de colocar em prática. Essa mensagem pode e deve ser utilizada na estratégia de comunicação da sua marca, bem como no desenvolvimento de produtos e serviços. Dessa forma, além de conseguir mais clientes, você poderá inspirar as pessoas a viver em um mundo melhor.
Vamos fazer um exercício prático e refletir sobre o propósito da sua empresa? Reúna a maior quantidade de informações que você puder e entenda qual é o tipo de sentimento que você pretende gerar nas pessoas.
Termos como Gestão 4.0 e Revolução Digital já são conhecidos por muitos profissionais na gestão de projetos. Entretanto, é fundamental que os gestores consigam entender quais são os seus benefícios e suas utilizações. Dessa forma, fica mais fácil aumentar a competitividade da equipe frente a concorrência.
Os princípios da Gestão 4.0 também podem ser aplicados para proporcionar otimização aos processos e decisões mais inteligentes aos gestores.
Quer saber quais tecnologias você precisa considerar para inovar? Então, continue conosco. Boa leitura!
Quais tecnologias devem ser consideradas?
Existem algumas tecnologias típicas da gestão de projetos. Confira algumas a seguir.
Business Intelligence (BI)
A ferramenta conta com recursos, técnicas e metodologias para coletar, analisar, processar e compartilhar todos os dados que não estão estruturados vindos de sistemas como CRM, ERP e Data Mining.
Reunindo as informações em um único local, é possível confrontar os dados com o objetivo de extrair conclusões estratégicas para a gestão de projetos. Assim, se consegue otimizar o trabalho dos colaboradores e fazer com que as atividades desenvolvidas sejam mais eficientes.
As grandes vantagens de usar BI são:
unificar informações;
compartilhar facilmente;
desenvolver melhorias;
trabalhar com dados de qualidade;
dar mais segurança aos dados;
deixar as informações mais fáceis de serem compreendidas.
Internet das Coisas (IoT)
A IoT trabalha com a ideia de que todo dispositivo pode ser conectado à internet. Isso significa que dispositivos, câmeras, sensores, máquinas e outros itens tenham autonomia, fazendo com que a operação seja descentralizada e possibilitando o controle dessas ferramentas mesmo fora do ambiente empresarial. Nesse sentido, a empresa consegue integrar os sistemas físicos e digitais e ser capaz de reproduzir ações, ler dados e fazer a interpretação da melhor maneira possível.
Como resultado, a empresa se torna mais eficiente, uma vez que há menores interrupções nas máquinas e os ativos são mais bem utilizados. Com isso, pode-se observar um aumento na produção e na velocidade das tomadas de decisões.
Automação industrial
A automação industrial é considerada como uma das bases da Indústria 4.0, já que consegue trazer os diversos benefícios da modernização para as empresas. Isso possibilita receber informações em tempo real sobre vários processos da empresa.
Com a ajuda dos sensores é possível, até mesmo, entender qual é o nível de funcionamento de cada equipamento, evitando a necessidade de intervenções e paradas. Pode-se, também, fazer pequenas correções a distância.
Outras vantagens são o aumento na produtividade e a adoção de padrões de qualidade superiores, que são fundamentais para as entregas dos projetos.
Inteligência Artificial
A Inteligência Artificial (IA) é a forma com que os computadores podem simular a capacidade de raciocinar dos seres humanos. Na gestão de projetos, a Inteligência Artificial é útil para diminuir as chances de erros, fazendo com que os problemas sejam detectados com rapidez.
Além disso, é possível automatizar as tarefas que parecem simples, mas que demandam tempo da equipe, como enviar e-mails e notificações. A partir de sugestões dadas pela IA é possível tomar decisões úteis para a entrega final.
Como você viu, é possível aplicar os princípios da Gestão 4.0 nos projetos para automatizar processos e tomar decisões mais inteligentes e acertadas. Dessa forma, a empresa se torna mais produtiva em todos as etapas, podendo diminuir custos e podendo maximizar os resultados.
A gestão 4.0 é uma resposta às demandas da 4ª revolução industrial e às mudanças que vieram a partir da transformação digital e da automação de processos. Ela não afeta apenas as indústrias, mas traz impactos também aos prestadores de serviços e empresas comerciais.
Descubra como essas transformações afetam os processos gerenciais dos empreendedores. Conheça também os princípios norteadores desse novo modelo de gestão, além de dicas para utilizá-lo em sua empresa. Não perca!
1. O que mudou com a indústria 4.0?
As revoluções industriais anteriores estavam concentradas principalmente na necessidade de aumentar a produção a custos menores. Essa preocupação não mudou, o que houve foi uma mudança de comportamento relacionada às demandas do século 21.
A primeira diz respeito ao uso da tecnologia para agilizar a organização do dia a dia da empresa. Além de modernizar seu negócio, um aspecto muito importante nesse novo contexto de produção e prestação de serviços é a procura de soluções que beneficiem seu colaborador para que ele contribua para o aumento da produtividade.
Outro ponto central das mudanças nas relações comerciais diz respeito ao comportamento do consumidor. Ele está cada vez mais exigente, já se habituou ao uso das tecnologias e não é mais fiel a um serviço ou marca.
Todas essas questões trouxeram mais um desafio para o empreendedor. Afinal, não é possível continuar mantendo os padrões gerenciais tradicionais diante dessas transformações, não é verdade?
Por isso, você precisa começar a pensar em soluções para fazer seu negócio prosperar nesses novos tempos.
2. Quais os princípios norteadores da gestão 4.0?
O objetivo desse novo modelo de gestão é estabelecer um gerenciamento inovador que torne os processos do negócio mais rápidos, precisos e eficientes. Esse modelo inclui ainda alterações na relação da liderança com a equipe para que todos consigam oferecer aos consumidores a melhor experiência de compra.
Para que a gestão 4.0 seja implementada em sua empresa, é preciso considerar alguns pontos norteadores. Vamos conhecê-los?
2.1 Clientecentrismo
Os clientes de hoje contam com uma ampla quantidade de informações sobre as empresas e baseiam muitas decisões de compra a partir das experiências compartilhadas por outros consumidores. Por isso, o primeiro passo rumo à gestão 4.0 é entender as necessidades de seu consumidor para garantir uma boa experiência de compra e, consequentemente, a fidelização e posterior recomendação.
Outras ações necessárias são:
avaliar as trajetórias de seus clientes e identificar os pontos de melhorias;
aprender a comunicar melhor com seu consumidor: quais mídias sociais ele utiliza?
contar com a ajuda do feedback do cliente para a melhoria dos produtos e serviços.
2.2 Diversificação de canais
Quando você tem informações sobre os seus consumidores, é possível descobrir novas formas de atendê-los para suprir as expectativas de consumo. Você pode pensar em estratégias de comercialização de seus produtos ou serviços utilizando diferentes canais de venda.
No caso do varejo, por exemplo, muitos empreendedores não apostam apenas nos pontos físicos e já praticam o e-commerce utilizando o site da empresa ou até mesmo as mídias sociais para vender seus produtos.
2.3 Automação
Infelizmente, muitos empreendedores ainda ficam desconfiados quando o assunto é tecnologia e acham que a automação é um processo muito caro ou pouco vantajoso para o negócio.
A verdade é que as ferramentas tecnológicas estão cada vez mais acessíveis e preparadas para o uso em empresas de diferentes portes e tipos de serviço, o que inclui os negócios do varejo, por exemplo.
Conheça nossa lista com 5 vantagens da automação logo abaixo.
2.3.1. Otimiza processos internos
Não é fácil manter o controle financeiro, fiscal e de estoque. Os softwares de gestão ajudam no controle da movimentação das mercadorias, mantendo todas as informações gerenciais atualizadas.
2.3.2. Aumenta a produtividade
Com a automatização de processos operacionais e repetitivos, como controle do estoque, seus colaboradores podem se concentrar em atividades estratégicas para o negócio.
2.3.3. Melhora o atendimento
Acabamos de falar sobre o clientecentrismo e como é importante oferecer ao cliente uma ótima experiência de compra. Ferramentas de automação como canais de suporte ao consumidor e um leitor de código de barras para acelerar o tempo de espera no caixa são exemplos simples e eficientes do uso da tecnologia para melhorar o atendimento.
2.3.4. Redução do retrabalho
Cada vez que há um erro em alguma etapa do seu negócio, a empresa perde tempo e dinheiro. A automação e centralização dos processos apresenta informações precisas e ainda permite a criação de relatórios aprimorados sempre que necessário.
2.3.5. Segurança de dados
Considera arriscado o uso de um sistema de gestão em seu negócio? Fique tranquilo porque esses softwares têm recursos de segurança que mantém protegidas todas as informações do seu negócio.
2.4 Big data
Nos negócios, o Big Data é o resultado do acúmulo de uma grande quantidade de dados gerados pelos consumidores em diferentes plataformas, como mídias sociais, interações em e-mail, questionários e até dados cadastrais. Sozinhos esses dados não dizem nada, mas quando cruzados, podem permitir que você conheça melhor o perfil de seu consumidor e possa segmentar campanhas de marketing para perfis diferentes de clientes, por exemplo.
2.5 Equipes de alta performance
A tecnologia é importante para as empresas, mas o capital humano ainda é um dos recursos mais valiosos de qualquer negócio.
Prova disso é o relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro do trabalho. Ele trouxe uma lista com as 10 habilidades necessárias aos profissionais para que eles consigam encarar os próximos desafios no mercado. As competências, válidas tanto para gestores quanto para os colaboradores, são as que estão listadas abaixo.
2.5.1 Flexibilidade cognitiva
É a habilidade de se reinventar e compreender que existem outros aprendizados para além da área de formação e atuação. Ela indica ainda a necessidade de se mostrar flexível para reconhecer os aprendizados e experiências dos outros sem julgamentos.
2.5.2 Habilidade de negociação
Competência para conseguir sempre os melhores acordos para convertê-los em vantagens estratégicas para a empresa.
2.5.3 Capacidade de julgamento e tomada de decisão
Independentemente do segmento, os trabalhadores são obrigados a lidar e examinar números ou outros dados. Por isso, é essencial que o profissional seja capaz de ler e interpretar corretamente as informações para a tomar as melhores decisões.
2.5.4 Gestão de pessoas
A gestão 4.0 deixa cada vez mais claro que o sucesso de um negócio depende da ação conjunta entre todos os envolvidos em seu negócio. A capacidade de gerir melhor as pessoas contribui para a motivação da equipe e aumento de produtividade. Ela também faz com que os colaboradores se sintam acolhidos e respeitados.
2.5.5 Empatia
A empatia garante a melhor colaboração e conexão profissional. Os profissionais devem ser capazes de manter um bom relacionamento com os colegas e consigam respeitar as diferentes ideias, talentos e comportamentos em torno de um objetivo comum: o sucesso do negócio.
2.5.6 Otimização do atendimento
Os profissionais devem pensar em soluções de produtos e serviços cada vez mais conectados às necessidades do consumidor.
2.5.7 Criatividade
Ao falarmos de inovação é comum pensarmos em máquinas ou robôs e muitas vezes nos esquecemos que eles são fruto da capacidade criativa humana. Ser criativo não significa apenas inventar novos produtos ou serviços.
O profissional deve ser capaz de conectar as informações e construir soluções para questões práticas da empresa, ou, para adaptar o futurismo ao negócio, por exemplo.
2.5.8 Pensamento crítico
O profissional que tem pensamento crítico é capaz de analisar, construir, perceber e tomar construções conscientes. É alguém que consegue analisar um desafio ou problema sob diferentes ângulos, oferecendo soluções alternativas para a resolução dessas questões.
2.5.9 Resolução de problemas complexos
A capacidade de resolver problemas complexos é uma habilidade que se constrói a partir de atualizações profissionais e do aperfeiçoamento constante, como uma pós-graduação ou cursos para melhorar a gestão do negócio.
2.5.10 Inteligência emocional
Inteligência emocional é a capacidade que temos de compreender melhor as nossas próprias emoções, bem como as emoções dos outros.
Quando bem desenvolvida, ela permite que o profissional seja capaz de reagir aos imprevistos, mantenha a automotivação e construa um bom relacionamento com os membros da equipe.
2.6 Integração dos setores
Outra característica importante da gestão 4.0 diz respeito à integração dos setores. Manter o fluxo de operações coeso e interligado ajuda a construir uma padronização dos processos, fortalecendo a cultura e a identidade da empresa.
Quando há a descentralização dos setores nasce também entre os colaboradores a ideia de conexão entre a equipe, na qual todos têm um papel importante. A integração da equipe também diminui as falhas internas de comunicação.
Veja algumas dicas para realizar essa integração:
ofereça um ambiente organizacional agradável e colaborativo;
realize reuniões periódicas oferecendo aos diferentes setores a possibilidade de falarem e serem ouvidos;
apresente os resultados obtidos e reconheça a contribuição de cada setor para esse êxito;
melhore a comunicação interna;
ofereça feedbacks construtivos para que os setores consigam oferecer melhores resultados.
2.7 Plano de metas definido
O primeiro passo é reconhecer que a meta é diferente do objetivo. Ainda no caso do varejo, a meta nem sempre será aumentar as vendas. Como existem colaboradores empenhados em outros setores, vender mais pode ser considerado o objetivo final do negócio, enquanto as metas são as estratégias necessárias para chegar lá.
Saber como anda o seu segmento, somadas às informações do seu negócio, ajudam você a construir uma visão do futuro e identificar pontos que precisam ser melhorados. Esse é o primeiro passo na construção das metas.
Você pode encontrar essas informações na internet, em jornais, cursos de atualização e até com outros empreendedores. Ouça também o que sua equipe tem a dizer sobre os desafios, dificuldades e forças.
Existe uma maneira bastante prática para a criação de metas conhecido como o método SMART. A palavra reúne as iniciais em inglês das características que toda meta deve ser ou ter: específica, mensurável, alcançável, relevante e temporal. Confira, abaixo, detalhes de cada um desses pontos:
2.7.1. Específica
Crie uma meta clara e que possa ser entendida por todos os envolvidos. No caso das metas específicas, como entrar em contato com clientes anunciando uma promoção, por exemplo, indique sempre o responsável. Assim fica mais fácil saber a quem recorrer para cobrar o resultado.
2.7.2 Alcançável
Não adianta você estabelecer uma meta impossível de ser atingida pela equipe. Isso só vai gerar frustrações. As metas são construídas com base em informações concretas e a partir da capacidade dos colaboradores para alcançá-las.
2.7.3. Relevantes
Uma meta não existe por acaso e deve ser relevante para o crescimento financeiro do seu negócio.
2.7.4. Temporal
A meta precisa de um prazo para ser concluída. Ele não pode ser longo demais para não ser esquecido e nem muito curto para não pressionar demais a equipe.
2.7.5. Mensurável
Um plano de metas eficaz deve se transformar em dados que indicarão se as ações realizadas estão contribuindo para o sucesso do negócio ou se precisam ser revistas. Isso é possível com o uso dos indicadores de desempenho.
2.8 Uso de métricas
Para avaliar o sucesso das metas e da gestão do negócio como um todo, é preciso fazer uso dos indicadores de desempenho. Eles ajudam a identificar os pontos que têm apresentados resultados de acordo com o previsto e aqueles processos que precisam ser revistos.
Selecionamos algumas métricas de controle para você que busca melhorar a eficiência e a gestão do seu negócio.
2.8.1 Lucratividade
Em vez de se concentrar no volume, foque na lucratividade das vendas. O jeito mais simples de empregar essa métrica é por meio do cálculo mensal.
Para obter esse indicador de desempenho, some todos os custos do período, incluindo impostos, despesas operacionais, administrativas e de marketing, além dos gastos com logística, mercadoria e pessoal. Em seguida, compare com o resultado do faturamento de vendas.
2.8.2 Giro de estoque
Se você estabeleceu uma meta de melhorar o giro de estoque ou melhorar a gestão das compras, essa métrica pode ser bastante útil. Para calculá-la, divida o total de vendas em determinado período pelo volume médio do estoque.
Se o resultado obtido for inferior a 1, isso indica a sobra de mercadorias ao final do período indicado. No entanto, se o valor encontrado for superior a 1, sua empresa vendeu todas as mercadorias e realizou pelo menos uma reposição de estoque.
2.8.3 Ticket médio do cliente
Esse indicador de desempenho ajuda a identificar a média do valor gasto pelos clientes em cada compra realizada em sua empresa.
Para encontrar o ticket médio, divida a receita total de determinado período pelo número de vendas realizadas. Números baixos aqui indicam que é preciso pensar em estratégias para otimizar as vendas.
A gestão 4.0 modificou a rotina dos negócios. Acompanhe essa evolução incluindo a tecnologia nos processos gerenciais de sua empresa. Com isso, você torna seu negócio mais produtivo, reduz custos e oferece um melhor atendimento ao consumidor!
Se você se interessou pelo tema de gestão e inovação, não deixe de conferir também as tendências dos negócios para o futuro.
A busca pelo bem-estar dos colaboradores apareceu como uma das principais tendências nas empresas para 2020 em um artigo da Forbes. Nele, a colunista Jeanne Meister confirma o que muitos gestores já têm notado: a valorização do capital humano deve estar no centro da cultura organizacional.
Corporações que têm priorizado a humanização das relações entre marca empregadora e profissionais passaram a notar resultados positivos não apenas na qualidade do ambiente interno, mas também no engajamento dos funcionários e no aumento da produtividade.
Neste artigo, queremos compartilhar com você o que está por trás do tão falado conceito de cultura organizacional. Além disso, queremos mostrar quais estratégias a gestão pode adotar para cultivar uma visão que coloque as pessoas em primeiro lugar. Continue a leitura e confira!
O que é cultura organizacional?
Quando falamos de cultura organizacional, nos referimos ao conjunto de práticas e valores que compõem e direcionam as ações de uma empresa e dos integrantes dela. Uma corporação precisa ter uma razão de existir e definir por quais caminhos práticos do dia a dia vai alcançar seu propósito.
Sendo assim, a cultura interna vai nortear regras e políticas internas, a forma de lidar com os clientes, com os colaboradores e a imagem que será passada para a sociedade.
No entanto, mais do que definir uma cultura que tenha uma missão e valores sólidos e relevantes, é fundamental conseguir transferir esses ideais para a prática e para o ambiente corporativo. Quando isso acontece, a gestão contagia seus colaboradores e cultiva um espaço harmonioso e satisfatório para todos.
Atualmente, moldar e fortalecer a cultura organizacional é um diferencial competitivo, já que profissionais, investidores e a sociedade têm levado o fit cultural em consideração na hora de optar por uma instituição.
Uma pesquisa da Deloitte identificou que 94% dos executivos e 88% dos funcionários consideravam a cultura como um fator relevante para o sucesso da corporação.
Como trabalhar a cultura com foco em humanização?
Companhias conhecidas por uma excelente cultura organizacional como Twitter, Chevron, Google e Adobe têm algo em comum: a preocupação com o bem-estar dos colaboradores. A estratégia conhecida como “people first” ou “people centric” coloca pessoas em primeiro lugar, em um movimento que busca a humanização das relações.
Quer entender como levar esse mindset para sua empresa? Veja a seguir os caminhos que você pode seguir.
Entenda o perfil dos colaboradores
Se tornou comum falar da necessidade de entender o cliente e proporcionar a melhor experiência para ele. No entanto, o mesmo pode e deve ser feito com os profissionais que atuam na empresa, afinal, eles são agentes diretos do sucesso da organização.
Para idealizar uma estratégia de employee experience (experiência do colaborador) com foco em humanização, é fundamental compreender o perfil das pessoas que atuam na empresa. A gestão precisa descobrir qual visão os funcionários têm da corporação, quais são seus desafios, quais mudanças e melhorias são desejadas.
É interessante acompanhar indicadores de desempenho como Net Promoter Score (NPS), taxa de absenteísmo e de produtividade para identificar problemas na satisfação e no engajamento.
Adote uma comunicação mais horizontal e aberta
A comunicação está no centro da humanização nas empresas já que a partir de sua efetividade, a marca empregadora vai mostrar a valorização dos indivíduos que atuam naquele local de trabalho.
É preciso dar espaço para que os colaboradores tenham uma voz ativa no contexto organizacional. Quando isso acontece, os profissionais se sentem motivados a propor melhorias para o ambiente e soluções inovadoras para o desenvolvimento da empresa.
Recursos como o feedback construtivo e o reconhecimento de boas performances são excelentes para aprimorar a comunicação interna e torná-la mais propositiva, gerando crescimento tanto para funcionários quanto para a corporação.
Reforce os valores da empresa no cotidiano
A cultura organizacional precisa ter valores sólidos em sua base e eles também devem ser voltados para a humanização das relações. No entanto, como já falamos, eles precisam ser colocados em prática no dia a dia.
Conseguir alinhar os valores da empresa com os colaboradores é um processo que deve começar ainda no recrutamento, com a observação do fit cultural dos candidatos. Já na rotina empresarial, esses valores precisam ser disseminados em uma lógica “top-down”, das hierarquias mais altas para todos os funcionários.
Valores como empatia, respeito, aprendizado e inovação devem ser reforçados em todas as práticas cotidianas, com atenção e combate a atitudes que vão de encontro a esses ideais.
Promova qualidade de vida
Uma cultura organizacional focada em humanização das relações deve priorizar a qualidade de vida dos colaboradores, entendendo que ela impacta diretamente os resultados deles e, consequentemente, da empresa.
Atualmente, os benefícios corporativos têm tido um papel central na promoção de bem-estar. Eles agregam valor à remuneração financeira e atuam em áreas específicas da vida dos profissionais dentro e fora do ambiente de trabalho.
Benefícios como plano de saúde e convênio com academias incentivam o cuidado físico, já parcerias com creches e escolas mostram preocupação com a família de cada indivíduo. Vantagens como home office e horário flexível trazem mais qualidade à rotina.
Além desses privilégios, a organização pode ainda instituir campanhas de fomento ao cuidado com a saúde física, psicológica, prevenção de doenças e adoção de hábitos saudáveis.
Entenda qual o melhor tipo de liderança
Mais um caminho para uma cultura organizacional humanizada é o entendimento do modelo de liderança ideal para ser adotado. O líder da empresa precisa ser o condutor do processo de humanização das relações, mostrando preocupação e valorização do capital humano.
Alguns tipos de gestão acabam sendo prejudiciais para o clima organizacional, com excesso de pressão e competitividade. Já outros modelos são mais horizontais e promovem mais fluidez entre as hierarquias de dinamismo nos processos comunicacionais, beneficiando a integração dos times de talentos.
Esperamos que este conteúdo ajude você a construir e fortalecer uma cultura organizacional com foco em pessoas e na humanização da relação entre marca empregadora e profissionais. Isso certamente pode promover um ambiente mais propício para o desenvolvimento dos indivíduos e para o crescimento do negócio.
Uma imagem que pode representar bem o desafio de um gestor é a de um equilibrista tentando manter os pratos girando sobre uma vareta, sendo cada prato uma área de seu negócio. Você sabe que é impossível se concentrar em apenas um deles, não é mesmo? Felizmente, você pode desenvolver uma competência que ajuda na difícil tarefa da liderança: a inteligência emocional.
Essa habilidade é especialmente importante na gestão de pessoas. Afinal, é preciso um bom gerenciamento das emoções para resolver os conflitos de modo calmo, sensato e que respeite os interesses coletivos.
A seguir, você vai entender um pouco melhor a importância da inteligência emocional e como ela pode contribuir para melhorar as relações e os processos de gestão de sua empresa. Vamos conferir?
O que é inteligência emocional
O conceito ficou conhecido mundialmente após a publicação da obra “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, em 1995. Segundo o autor, essa inteligência representa a habilidade que todos temos de identificar nossos sentimentos e os dos outros, motivando e gerenciando bem nossas emoções internas e nos relacionamentos. Ou seja, ela é resultado da combinação de outras duas inteligências: a interpessoal e a intrapessoal.
Ainda de acordo com Goleman, essa habilidade é a principal responsável pelo sucesso ou fracasso dos indivíduos, e todas as relações, sejam elas profissionais ou pessoais, envolvem o relacionamento entre pessoas. Assim, quem tem mais qualidades agregadoras, como gentileza, compreensão e cortesia, tem mais chances de se tornar bem-sucedido, por exemplo.
Os 5 pilares que garantem o bom gerenciamento das emoções
Para Daniel Goleman, a inteligência emocional tem 5 competências que garantem o equilíbrio entre razão e emoção. Confira quais são elas e saiba como desenvolvê-las.
1. Autoconhecimento
O primeiro passo é identificar suas emoções e o modo como você reage diante dos estímulos. Também é importante entender como os seus sentimentos afetam o seu desempenho profissional. Uma meta pode não ser alcançada, um cliente pode cancelar um pedido na última hora, colaboradores podem entrar em conflito. Como você reage diante dessas situações?
2. Automotivação
Imprevistos acontecem, e nem sempre é fácil manter o otimismo nos negócios, mas, com a automotivação, você aprende a decidir como você precisa se comportar para atingir suas metas.
Ela garante o comprometimento necessário para você alinhar suas metas pessoais com as do seu negócio; por isso, você precisa identificar claramente o propósito de sua empresa e os valores que nortearão suas decisões em seu trabalho. Além disso, a automotivação prepara você para aproveitar as oportunidades e perder de vez o medo das mudanças e do fracasso.
3. Autocontrole
Depois de identificar seus pontos fortes e fracos e refletir sobre suas experiências e motivações, é hora de aprimorar o autocontrole. Esse pilar ajuda você a administrar melhor suas emoções e impulsos negativos. Isso faz com que desenvolva a resiliência necessária para manter o otimismo em situações de estresse e o foco para resolver problemas sob pressão. O controle das emoções diz respeito, ainda:
ao senso de responsabilidade pelos próprios atos;
à capacidade de lidar com as mudanças e à adaptabilidade mesmo em situações instáveis;
à abertura a novas ideias e soluções originais para os problemas.
4. Empatia
Você se torna uma pessoa mais aberta e emocionalmente equilibrada quando aprende a perceber as emoções e o ponto de vista dos outros.
No trabalho, a empatia do líder contribui para o desenvolvimento das habilidades dos colaboradores. Reconheça e recompense o bom trabalho, ofereça treinamento constante e feedbacks construtivos a sua equipe e veja como essas ações ajudam a promover o seu negócio.
5. Sociabilidade
Por fim, outra competência importante para a boa gestão das emoções é a forma como você se conecta com as pessoas. A dica é manter uma comunicação direta, com mensagens claras e que reforcem seus argumentos. Também é importante aprender a ouvir com atenção.
A sociabilidade ainda é fundamental no momento de gestão de conflitos e de construção de uma rede de relacionamento que pode contribuir para o aumento de parceiros ou clientes de seu negócio.
A importância da inteligência emocional na gestão de pessoas
O sucesso de qualquer empreendimento está diretamente relacionado à equipe que faz parte do negócio. Assim, ao aprender a gerir melhor as próprias emoções, o gestor será capaz de compreender os colaboradores em todas as suas dimensões.
Isso pode ajudar na mudança de hábitos dentro da empresa, que será um ambiente de trabalho mais empático e colaborativo, além do desenvolvimento de ações de inovação que podem motivar a equipe.
A boa notícia é que a inteligência emocional pode ser desenvolvida e aprimorada sempre que necessário. Com isso, você pode adotar estratégias que vão contribuir para melhorar suas práticas de gestão de pessoas. Conheça algumas delas:
estimule a boa comunicação;
mantenha-se receptivo ao feedback dos colaboradores;
implemente ações motivadoras e de integração da equipe;
lide com pessoas “difíceis” com diplomacia;
amenize os desentendimentos;
encoraje o debate saudável;
prepare os colaboradores para lidarem com situações complexas;
assuma os próprios erros;
veja a diversidade da equipe como uma oportunidade;
lidere pelo exemplo;
cumpra os compromissos firmados;
abra-se para receber soluções originais para os desafios do negócio;
compartilhe os créditos das ações bem-sucedidas.
Além disso, a gestão de pessoas pode ser mais bem administrada quando você conta com o suporte de uma empresa especializada para consultoria e apoio como o Sebrae Alagoas, um agente de apoio e fomento à criação, desenvolvimento e modernização das micro e pequenas empresas do estado.
Por meio de cursos, consultorias, palestras, congressos e eventos, ajudamos você a capacitar seu negócio.
A inteligência emocional é uma competência estratégica que garante o equilíbrio entre a razão e emoção, permitindo que você seja capaz de administrar os conflitos pessoais e profissionais.
Afinal, um gestor consciente das próprias emoções e das emoções de seus colaboradores é capaz de tomar as melhores decisões frente aos cenários mais desafiadores. Ele também sabe reconhecer quando é necessário procurar ajuda para inovar nos negócios.
Gostou de saber mais sobre a importância da gestão das emoções para os melhores resultados em sua empresa? Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra como podemos ajudar a alavancar o seu negócio!
Você já ouviu falar em gestão guiada por dados? Data driven significa, basicamente, analisar informações e traçar estratégias a partir do cenário que se apresenta. Esse tipo de avaliação se justifica pela necessidade de maior objetividade na tomada de decisões de uma empresa.
Quer um exemplo? Sempre que um banco consulta a possibilidade de oferecer crédito a um cliente, investiga a movimentação financeira dele e, a partir do histórico, consegue saber a taxa de risco do empréstimo.
De modo parecido, a sua empresa, ao fazer a gestão guiada por dados, tem mais chances de construir estratégias acertadas para garantir o sucesso do negócio, além de controle operacional.
Por isso, hoje vamos mostrar a você tudo o que precisa saber sobre gestão guiada por dados!
Gestão mais ágil
A gestão de qualquer negócio é extremamente complexa, em função da grande quantidade de processos que são necessários para a execução das tarefas.
Há empresas que têm vários departamentos, como marketing, administrativo, financeiro, entre outros. Cada seção terá processos específicos e todos eles precisam ser controlados para que se identifique o que é eficiente e o que não é.
Por isso, quando você investe em um sistema que unifique e automatize a maior parte desses processos, sobra tempo para que tenha maior controle e consiga enxergar gargalos que podem atravancar a eficiência da produção.
Se o sistema informa, por exemplo, que há uma alta demanda por determinado produto, convém verificar se o estoque honra essa demanda. Afinal, o cliente deve ter as necessidades atendidas sempre!
Tomada de decisões
A necessidade de se tomar decisões rápidas é uma constante na vida do gestor, que, além disso, precisa se assegurar de que está optando pelo caminho mais acertado. Ou seja, precisa deliberar de forma rápida, sem que isso coloque a empresa em risco.
A tecnologia e o uso de dados impactam positivamente também nessas decisões, pois rapidamente você consegue obter um fluxo de informações para ajudar a refletir e fazer as considerações necessárias para optar pelo melhor caminho.
Sem contar que todas as ponderações vão considerar um contexto mais realista, pois são feitos previamente o confronto e a análise dos dados, de modo que você entenda melhor o cenário e tome a melhor decisão.
Tecnologia da Informação como um departamento estratégico
Em uma empresa movida pelo data driven, o TI é um departamento que auxilia diretamente nas estratégias da empresa, ao invés de apenas funcionar como suporte técnico.
Nesse caso, o TI vai poder criar ou aperfeiçoar softwares que contribuam com os processos da empresa ou mesmo criar mecanismos para uma análise de dados mais assertiva.
Isso porque o profissional da área tem conhecimento em Business Intelligence (BI), o que significa que, além de implementar um sistema de gestão de dados, vai poder ajudá-lo a monitorar e analisar essas informações de forma rápida e eficaz.
Análise de mercado
O crescimento de uma empresa depende de uma avaliação bastante assertiva do mercado, certo? Nesse caso, a análise de dados permite que você faça previsões para não ficar à mercê das mudanças econômicas, como o caso de uma alteração de governo ou da abertura de uma concorrência e antecipe tendências que poderiam afetar o seu negócio.
É um modo de estar sempre à frente da concorrência, enxergando oportunidades de crescimento ou, ao menos, de estabilidade em cenários de crise.
Hoje, mostramos a você a importância dos dados para o seu negócio. Agora, o que você precisa fazer para ter uma gestão data driven é investir na sua capacitação e na da equipe para aprender a armazenar, monitorar e analisar os dados.
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Todo empreendedor, independentemente do tamanho da empresa, depara-se, no início, com diversas dificuldades. As incertezas são para todos. Arriscar e tomar decisões difíceis faz parte do caminho. É aí que entra a gestão estratégica.
Por meio de objetivos traçados e planos bem articulados, é possível fazer o negócio crescer continuamente, de modo a alcançar cada vez mais lucro e afastar a concorrência.
Separamos alguns passos importantes para você adotar no dia a dia e se tornar um empreendedor mais maduro. Continue a leitura!
1. Realizar o planejamento estratégico
Grande parte das empresas fecha as portas nos seus dois primeiros anos de atuação, segundo o Sebrae Nacional. Um dos maiores motivos é a falta de planejamento. É muito comum o empreendedor traçar alguns objetivos e já partir para a ação, sem realizar estudos e se certificar de que está preparado para cada passo.
O planejamento estratégico envolve, antes, a definição de:
missão: propósito da organização, finalidade da existência;
visão: futuro do negócio, aonde a empresa quer chegar;
valores: princípios que guiam cada decisão;
objetivos estratégicos: metas relacionadas à missão.
É nesse momento, também, que se deve realizar a avaliação dos ambientes internos e externos da organização (análise SWOT), de modo a mensurar:
pontos fortes: refere-se à parte interna da empresa. Exemplo: capacitação;
pontos fracos: refere-se à parte interna também. Exemplo: muitas dívidas;
ameaças: refere-se à parte externa da empresa. Exemplo: forte concorrente;
oportunidades: refere-se à parte externa. Exemplo: fornecedores qualificados.
2. Estruturar o plano de negócios
A estruturação do plano é definir o que e quando será feito. Ela precisa estar relacionada com o passo anterior, da análise SWOT. Para isso, associe os resultados encontrados, em cada uma das quatro condições ambientais, a fim de entender a estratégia a ser tomada.
Lembre-se de que essa etapa de avaliação é de extrema importância, já que ela nos diz o quanto vale a pena arriscar em cada escolha. Uma empresa que, por exemplo, conta com muitos pontos fracos e ameaças deve evitar investimentos ousados.
3. Analisar investimentos e finanças
A parte financeira deve ser analisada com bastante cuidado na gestão estratégica. Mesmo um Microempreendedor Individual (MEI) precisa ter organização financeira, de modo a saber os valores que entram e saem. Hoje, existem diversos aplicativos que ajudam a organizar a contabilidade e a deixar o pagamento das contas em dia. Desse modo, antes de algum investimento, faça avaliações da realidade do negócio.
4. Investir em marketing
O marketing é uma estratégia para tornar a marca mais conhecida. Com o Marketing de Conteúdo, por exemplo, é possível oferecer a possíveis clientes dicas e informações de qualidade, de modo que vejam mais relevância na empresa. A criação de blog ou o envio de newsletters pode ajudar nesse passo.
Enfim, a gestão estratégica envolve vários passos importantes para a empresa se tornar mais escalável. Não deixe de se capacitar, pois é isso que trará conhecimentos mais aprofundados para aumentar suas habilidades em alcançar mais sucesso.
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Um dos maiores desafios na gestão de um negócio é a capacitação da equipe. E para montar um time de alta performance, o gestor encara um duplo desafio: encontrar profissionais que atendam às necessidades da empresa e aprimorar as competências da equipe já existente.
Não é por acaso que o investimento em capacitação tem sido empregado como uma estratégia competitiva na hora de inovar no negócio. Afinal, colaboradores qualificados que atuam de acordo com as necessidades da empresa contribuem com ótimos resultados para sua organização.
Selecionamos algumas ações que vão ajudar você. Não perca!
O que é uma equipe de alta performance?
Um time de alta performance pode ser entendido como um grupo de pessoas com competências e talentos complementares. São profissionais que estão comprometidos e alinhados com um objetivo comum: o sucesso do seu negócio. Esses colaboradores têm ainda:
habilidade na resolução de problemas e no gerenciamento de conflitos;
aptidão para lidar com a cultura digital;
comunicação eficaz e boa relação no ambiente de trabalho.
Essas competências são o ponto de partida para você construir um time de alta performance. Existem outras características que variam de acordo com as demandas de cada empresa.
E como é possível aprimorar sua equipe para que ela atinja esse nível de excelência? É o que você vai descobrir a seguir.
Quais são as ações essenciais para a capacitação da sua equipe?
Apesar de ser um desafio, a gestão de pessoas permite que você consiga capacitar seus colaboradores de acordo com o planejamento estratégico do negócio. Selecionamos sete ações que você pode adotar em sua empresa agora mesmo. Confira:
1. Faça um diagnóstico da equipe
Antes de implementar qualquer medida de capacitação de sua equipe, você precisa entender qual o perfil profissional adequado para atender às necessidades de seu negócio.
Em seguida, faça uma análise do perfil de seus atuais colaboradores e identifique quais as habilidades precisam ser melhor desenvolvidas. A partir disso, é possível identificar as melhores soluções para que seus colaboradores atinjam a alta performance.
2.Fique atento ao processo de recrutamento
Durante o diagnóstico inicial, você conseguiu identificar as competências ideais para montar um time de alta performance em seu negócio. Essas informações são valiosas também durante o processo de seleção de novos colaboradores.
Procure por profissionais com excelência naquilo que fazem, mas que tenham habilidades que complementam os talentos que já fazem parte da empresa. Esse futuro colaborador também deve se mostrar alinhado à missão e aos valores do seu negócio. Quanto mais ele se mostrar identificado ao perfil da sua empresa, maior será o engajamento e o comprometimento desse profissional com o trabalho.
3. Ofereça cursos e treinamentos
A qualificação é a chave para o aumento da produtividade e estímulo à inovação que antecipa as mudanças de mercado. Assim como você procura se preparar para encarar os desafios do seu negócio, a sua equipe também necessita desse investimento.
Ofereça cursos e treinamentos de capacitação profissional e incentive aqueles colaboradores que vêm buscando aperfeiçoar suas habilidades por conta própria.
Investir no capital intelectual de seus profissionais faz com que eles percebam ainda o quanto são importantes para o sucesso do negócio. Como consequência, há uma maior motivação para a busca de resultados.
4. Estabeleça metas objetivas
Metas eficientes são aquelas capazes de estimular a equipe na busca de soluções. Pensando nisso, no momento em que estiver traçando os propósitos do negócio, você precisa desenvolver um plano de trabalho coerente, com metas objetivas e claras. Não se esqueça de definir prazos e dividir as responsabilidades.
Quando for definir um norte para o controle financeiro, não se contente em dizer que espera diminuir 20% dos gastos. Estabeleça como essa redução de despesas deve ser realizada em um mês, por exemplo. Desse modo, a equipe é capaz de pensar em soluções para atingir essa meta com mais precisão e dentro do prazo estipulado.
5.Priorize as ações coletivas
O trabalho em equipe estimula o engajamento dos colaboradores no cumprimento das metas e na busca por soluções inovadoras com maior rapidez e eficiência. Por isso, para montar sua equipe de alta performance, é necessário priorizar mais as ações coletivas.
A gamificação tem sido uma ferramenta importante no estímulo e no desenvolvimento do trabalho em equipe nas empresas. Em linhas gerais, ela utiliza conceitos do mundo dos games para incentivar a equipe a atingir determinado objetivo. Além de estimular a cooperação entre os colaboradores, a gamificação pode tornar o ambiente de trabalho mais agradável e divertido.
6. Desenvolva a cultura do feedback
Muitos gestores se sentem desconfortáveis em compartilhar suas impressões sobre determinado membro da equipe. Quando o fazem, concentram-se apenas nos aspectos negativos do seu desempenho. Com isso, o destinatário desse feedback pode ficar na defensiva, levando a crítica para o lado pessoal, o que prejudica o ambiente de trabalho e a motivação desse colaborador.
A melhor maneira de acabar com esse problema é instituir um programa de feedback. Em vez de esperar um deslize ou dificuldade para falar sobre a performance da equipe, estabeleça sessões regulares para conversas sobre o desempenho.
O importante é que o feedback seja empregado como umaferramenta de desenvolvimento desses profissionais e não uma forma de punição e constrangimento. Ao conduzi-lo, lembre-se de:
ser breve;
destacar os pontos positivos;
apoiar seu comentário com fatos concretos;
focar sempre no resultado, nunca na pessoa. Evite dizer: “Você não conseguiu atingir a meta de vendas”. Prefira: “Percebi que a meta de vendas ainda não foi alcançada.”;
evite o emprego de palavras como: sempre, nunca, tudo ou nada;
abra espaço para que o colaborador comentar o feedback recebido;
ofereça ajuda.
7. Desempenhe seu papel de líder
O comportamento de um time é o reflexo das ações de seu gestor. Logo, um time de alta performance só existe sob uma liderança também de alta performance.
Seja uma inspiração para seus colaboradores! Mostre comprometimento e engajamento pelos resultados e colabore com um bom ambiente de trabalho, buscando aprimorar as suas competências.
Outra característica de uma boa liderança é o diálogo constante com a equipe. Mostre-se aberto às opiniões dos profissionais. Eles estão em contato diário com os processos do seu negócio e podem ser capazes de identificar o que precisa ser melhorado. Por fim, não deixe de incentivar a inovação e o desenvolvimento de novos projetos.
Contribuir para a capacitação da equipe resulta na formação de um time de profissionais de alta performance. Esses colaboradores conseguem otimizar o tempo de trabalho, são mais engajados e encontram alternativas criativas para a resolução dos problemas do seu negócio.
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O Big Data é uma excelente ferramenta para quem quer ter vantagem competitiva, pois ajuda você, gestor, a estar sempre à frente da concorrência e a oferecer o que realmente seu cliente precisa.
Vantagem competitiva significa estar sempre em posição superior em relação a alguma coisa ou a alguém. No mundo dos negócios, significa sempre antecipar tendências e construir estratégias que as acompanhem e façam seu negócio estar sempre inovando e superando as expectativas do cliente.
A seguir, contamos mais sobre essa e outras vantagens de atuar a partir do Big Data!
O que é Big Data
É um termo utilizado pela área de Tecnologia da Informação (TI) e, em termos práticos, significa usar uma grandemassa de dados. A forma como se captam esses dados pode ser por meio de uma fonte controlada ou não, de forma estruturada ou não.
Uma vez que essas informações são armazenadas, devem ser analisadas para que seja possível construir insights que direcionem as decisões do negócio. Abaixo, apresentamos algumas vantagens do Big Data.
Auxilia na avaliação dos produtos
Graças ao Big Data, é possível entender a tendência do mercado e os hábitos de compra de determinado público e criar propostas de serviços personalizados, de acordo com os interesses desse público.
Isso quer dizer que, por meio da análise de dados, você constrói seu catálogo de produtos de forma assertiva, considerando o que realmente o consumidor está buscando. Além disso, descobre quanto esse consumidor está disposto a pagar pelo produto.
Ajuda a segmentar seus clientes com eficiência
Por mais virtual que seja um negócio, o bom atendimento continua sendo a melhor estratégia para a fidelização. Um atendimento personalizado é tudo o que as pessoas buscam, não importa o que estejam comprando.
Portanto, é importante saber como o seu público prefere ser tratado, se tem uma postura mais descolada, se é mais exigente e quer toda a atenção ou até mesmo se há mais de um perfil, mais de uma preferência.
Atualmente, é possível até mesmo instalar uma câmera em lojas físicas, as quais vão reconhecer o cliente e fazer com que seu atendente preferido já esteja a postos para atendê-lo.
Ajuda a identificar a possibilidade de entrada de concorrentes
Você já deve ter percebido que, muitas vezes, várias empresas com o mesmo perfil e do mesmo setor abrem em uma mesma cidade ou até mesmo em um mesmo estado ou país.
Isso acontece porque o mercado acompanha as tendências que surgem por meio dos interesses dos consumidores, isso é, o mercado tenta atender às necessidades que vão surgindo na sociedade.
Porém, quando há investimento em Big Data, fica mais fácil reconhecer a possibilidade de surgirem negócios parecidos com o seu. Nesse caso, você consegue se antecipar e buscar um diferencial que torne o negócio mais relevante para o público.
A tecnologia é uma grande aliada para você, que está buscando vantagens competitivas para seu negócio. Por isso, é tão importante vencer a resistência a essas novas ferramentas, pois elas vão ajudá-lo a entender as necessidades do mercado e a atender a elas.
Como você pode ver, o Big Data é uma excelente estratégia para quem está buscando construir um negócio sólido e que esteja sempre à frente da concorrência. Para continuar lendo sobre esse assunto, siga o Sebrae Alagoas no Facebook, no Instagram, no LinkedIn e no YouTube.
Certamente você já precisou esclarecer dúvidas ou buscou algum tipo de atendimento online e passou pela experiência de interação automática com um sistema de inteligência artificial, não é? Essa ferramenta, que consegue fazer a triagem do cliente e ajudar na resolução dos problemas, é chamada de chatbot.
O software funciona de forma similar à interação com uma pessoa, simulando uma conversa. Ele consegue entender qual é a necessidade do consumidor e direcionar para as opções mais efetivas.
Hoje, essa é uma estratégia importante para otimizar o atendimento e, inclusive, reduzir custos. Quer entender melhor como o chatbot funciona e por que você deve implementá-lo em sua empresa? Veja nossas dicas!
O que é um chatbot?
De forma bastante resumida, podemos dizer que é um programa de computador que conversa com os clientes em um chat. É uma forma de fazer a triagem de problemas, dúvidas e outras necessidades do consumidor, direcionando-os para as soluções, antes de efetivamente precisar interagir com um atendente humano.
As vantagens para as empresas são essencialmente a economia de tempo e de recursos. Afinal, além de muitas vezes o cliente solucionar sozinho a dúvida, por meio das opções oferecidas durante o atendimento, a resolução de problemas se torna mais ágil quando ele é direcionado diretamente ao departamento correto.
Imagine, por exemplo, quantas ligações ou contatos por canais online uma empresa recebe por dia. São dúvidas sobre os produtos, serviços, prazos de entrega, entre outras, além de reclamações, sugestões e pedidos especiais.
Com o atendimento humano, a tendência é de que cada um desses contatos demore mais tempo e seja necessário um número maior de colaboradores para direcionar os clientes. Dessa forma, o uso do chatbot contribui para que o próprio consumidor tenha autonomia para tirar dúvidas ou questionamentos da forma mais efetiva.
Quais os tipos de chatbots existentes no mercado?
Existem alguns tipos distintos de chatbot, que podem ser usados em conjunto ou não, de acordo com a necessidade de sua empresa. Confira:
os conhecidos como otimizadores oferecem soluções para que os clientes resolvam as dúvidas e problemas, de maneira autônoma, com opções personalizadas que, muitas vezes, não estão disponíveis em aplicativos;
proativos são os bots que entendem melhor o comportamento do cliente e oferecem soluções antes mesmo que elas sejam solicitadas. Eles podem, por exemplo, armazenar dados do consumidor e entender melhor os interesses, oferecendo soluções adequadas a cada tipo de necessidade;
os bots sociais ajudam a sua empresa a conseguir maior engajamento entre os clientes, oferecendo experiências que contribuem para a tomada de decisão do consumidor;
os com a função de escudo ajudam o cliente a evitar experiências desgastantes junto ao call center, facilitando as ações de suporte.
Por que apostar no uso de chatbots?
Os softwares de inteligência artificial aprendem com o usuário, prática conhecida como machine learning. Ou seja, os programas são tão eficientes que conseguem prever as principais demandas e oferecer soluções interessantes para melhorar a experiência do cliente e o processo de compra.
Esse relacionamento, aliás, se estende por toda a jornada, chegando, inclusive, ao pós-venda. Os chatbots contribuem para agilizar atendimentos técnicos, pedidos de suporte, reclamações e necessidades pontuais de troca de mercadorias, por exemplo.
Claro que a inteligência artificial não é capaz de fazer atendimentos pontuais, relacionados a necessidades muito específicas. No entanto, tal sistema melhora a experiência do usuário, proporcionando autonomia para a resolução de problemas e simplificando o direcionamento das principais necessidades.
Assim, contar com um bom chatbot para sua empresa é um diferencial importante, tanto do ponto de vista econômico — uma vez que o uso permite a otimização na distribuição de recursos — quanto para garantir a melhor experiência para os seus clientes.
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