Autor: Gustavo Accioly

  • A importância da gestão da qualidade e como consegui-la!

    A importância da gestão da qualidade e como consegui-la!

    Como uma empresa pode se destacar em relação aos seus concorrentes? Além de produtos inovadores e marketing bem-feito, é importante estar atento à qualidade no produto ou serviço entregue ao consumidor final.

    Um dos indicativos que leva a percepção de valor do negócio é a gestão da qualidade. Clientes mais exigentes demandam cuidados e a oferta de produtos diferenciados.

    Atualmente, produtos e serviços estão cada vez mais parecidos e, para se sobressair aos olhos do consumidor, precisam de um algo a mais. Ser reconhecido pela sua qualidade é uma das formas de se destacar.

    Vamos mostrar neste artigo o que é a gestão da qualidade e como ela pode ser utilizada para ampliar o sucesso dos seus negócios aos olhos do mercado em geral e de seus consumidores.

    O que é a gestão da qualidade?

    A gestão da qualidade é uma metodologia voltada para a melhoria contínua da produção e gestão de uma empresa. Seu objetivo é garantir a satisfação dos clientes e, dessa forma, se tornar a primeira opção quando ele precisar de um produto ou serviço como o seu.

    Esta preocupação com a qualidade de produtos e de serviços surgiu na década de 1920, nos Estados Unidos. E após a Segunda Guerra Mundial, o Japão se tornou o principal aplicador da gestão da qualidade em suas empresas, fazendo com que o país se tornasse um expoente no tema.

    O Brasil só começou a adotar estas práticas com mais frequência nas décadas de 1980 e 1990 para tentar competir com os produtos importados que começaram a chegar ao país.

    As melhorias necessárias passam por todas as etapas da fabricação e comercialização do produto ou serviço. Assim, a gestão da qualidade deve ser observada desde o planejamento, produção, gestão de pessoas, relacionamento com fornecedores e com clientes. Sempre com foco na melhoria de todos os processos do negócio.

    Por que a gestão da qualidade é importante?

    A gestão da qualidade é importante para que a empresa consiga destaque em seu mercado. Um produto ou serviço entregue com eficiência aumenta sua procura no mercado, tem a recomendação de clientes e influencia a concorrência. Vamos falar um pouco sobre os benefício e importância dessa metodologia. Acompanhe!

    1. Atrair novos clientes

    Quando você informa ao mercado que utiliza técnicas de gestão da qualidade, eles já entendem que seu produto é diferenciado e têm interesse em conhecer e comprar de você. A gestão da qualidade é um atrativo para os consumidores.

    Benefícios para os clientes, como a garantia de qualidade e satisfação com produtos são credenciais que valorizam seu produto ou serviço para atuais e futuros consumidores.

    2. Aumento da satisfação dos clientes finais

    Um cliente satisfeito é um ótimo divulgador da sua empresa! Quem gosta do serviço ou do produto adquirido volta a consumir com a mesma empresa com frequência e ainda pode convencer amigos, familiares e colegas que vale a pena buscar pelos seus produtos e serviços.

    Conquiste seus consumidores com seu serviço e produto e faça com que eles sejam embaixadores e defensores da sua marca, pois acreditam no seu trabalho.

    3. Redução de custos por falhas

    A gestão da qualidade também ajuda a reduzir os custos. Com um controle mais apurado de todo o processo de produção, é possível identificar possíveis pontos de falha e corrigir antes mesmo que elas aconteçam.

    Falhas ao longo do processo podem aumentar seus custos de produção, pela necessidade de reiniciar todas as etapas e descartar parte dos produtos por não estarem dentro do padrão de qualidade. Com uma melhor gestão da qualidade, você pode prevenir os erros e entregar um produto melhor.

    3. Crescimento da competitividade no mercado

    Um mercado formado por empresas com forte gestão da qualidade é um mercado mais competitivo, pois todos seus participantes estão buscando entregar seu melhor ao consumidor. Adotando a gestão da qualidade, sua empresa melhora e ainda inspira sua concorrência e o mercado a oferecer um serviço melhor ao consumidor. Todos ganham.

    4. Registro das atividades

    Ao implementar a gestão da qualidade, no processo produtivo de uma empresa, todas as atividades até o final do processo devem ser registradas, para identificar todos os passos de produção. Com um processo bem detalhado, o empreendedor tem a oportunidade de reproduzir as atividades de forma fiel, sem esquecer nenhum passo ou cometer erros ao longo do processo produtivo.

    5. Mensuração de resultados

    A gestão da qualidade também ajuda a mensurar os resultados, pois – com a identificação de todo o processo – pode-se saber os custos de produção, os prazos de execução de atividades e entregas e quantidade de materiais utilizados . Durante a etapa da venda, identifique os consumidores, os produtos comprados e, se possível, realize uma pesquisa de pós-venda, para entender como o produto foi recebido pelo cliente.

    6. Perceba as necessidades do seu negócio e faça análises

    Mas antes de aplicar a gestão da qualidade de qualquer forma no seu empreendimento, avalie qual a sua necessidade. Identifique os pontos fortes e pontos fracos, o que pode e deve ser melhorado.

    7. Documente as informações

    Lembre-se que tudo precisa ser documentado para que as informações não se percam! Identifique notas de compra, fases da produção, estoque, processos de venda. Assim, você sabe tudo sobre seu produto ou serviço.

    8. Tenha funcionários dedicados à gestão da qualidade

    Invista na qualificação dos seus funcionários para que eles entendam a importância da gestão da qualidade. Todos os profissionais envolvidos com seu negócio precisam estar engajados nesse processo de qualificação. Você pode também criar uma equipe ou designar um profissional para cuidar da gestão da qualidade.

    Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas

    Anualmente, o Sebrae em parceria com outras instituições como o Movimento Brasil Competitivo e a Federação Nacional da Qualidade, realizam um prêmio para valorizar os pequenos negócios que se destacaram na busca pela excelência em gestão.

    São premiadas as empresas que adotaram práticas de gestão relevantes, apresentam um comportamento empreendedor e valorizaram a responsabilidade social em suas atuações.

    Agora que você conhece mais sobre a gestão da qualidade, conheça o prêmio de competitividade para micro e pequenas empresas e veja como participar com seu negócio na próxima edição.

  • Como fazer uma pesquisa de opinião que realmente funcione?

    Como fazer uma pesquisa de opinião que realmente funcione?

    Toda empresa deseja vender muitos produtos e lucrar. Além de investir na melhoria de mercadorias e serviços, como fazer para que os clientes se sintam cada vez mais contemplados? Uma ótima maneira de conseguir isso é por meio da pesquisa de opinião.

    Essas pesquisas são uma excelente maneira de colher opiniões dos consumidores e otimizar as estratégias da empresa. Como se não bastasse, elas também servem para aproximar essas pessoas da organização, uma vez que se sentem ouvidas. Neste post, falaremos mais sobre essas pesquisas e como conduzi-las. Boa leitura!

    A importância da pesquisa de opinião

    A pesquisa de opinião é imprescindível para entender o impacto que os produtos e o atendimento da empresa têm sobre os clientes. A partir dela, será possível conhecer os pontos positivos e o que a companhia pode fazer para melhorar.

    Esse estudo nada mais é do que um questionário com o objetivo de conhecer a experiência do cliente com a empresa. A pesquisa deve ser precisa o suficiente para que as perguntas elaboradas gerem respostas objetivas para facilitar a análise interna.

    Assim, podemos dizer que ela é um recurso simples, mas com impacto relevante. Imaginemos, por exemplo, que uma pesquisa tenha como principal objetivo determinar as opiniões sobre um produto específico.

    A partir da média das respostas, a empresa entenderá se aquela mercadoria é um sucesso ou se ainda pode receber ajustes. A mesma lógica também pode ser aplicada em relação ao nível de atendimento.

    Você já deve ter entrado em sites nos quais uma janela o questiona sobre a sua satisfação com a empresa: aquela resposta é somada com a de outros visitantes e oferece à empresa uma visão precisa das perspectivas dos consumidores e leads.

    Desse modo, podemos entender que essa pesquisa pode ser aplicada de diferentes maneiras; seja como um questionário mais detalhado enviado por e-mail ou até mesmo uma mera pergunta em um pop-up no seu site.

    O importante é entender que as respostas fornecem uma visão clara de como as pessoas percebem o seu negócio. Como se não bastasse, elas são úteis para redesenhar estratégias e repensar processos.

    Passos para fazer uma pesquisa de opinião de respeito

    Agora que você já sabe a importância da pesquisa de opinião para o crescimento de um negócio, mostraremos algumas dicas essenciais para fazer o seu próprio estudo. Vamos conhecê-las.

    1. Tenha um objetivo claro

    Para definir um objetivo, pense na seguinte pergunta: você quer entender quais aspectos sobre o seu consumidor? Ao pensar em uma resposta clara, será mais fácil se concentrar naquilo que você deseja descobrir.

    Suponhamos que sua empresa esteja conduzindo um questionário sobre um determinado produto. Elimine perguntas ambíguas, que possam confundir os clientes. Concentre-se no seu objeto de pesquisa!

    2. Defina o público-alvo

    Sua empresa é daquelas que atende a diversas faixas etárias? Isso é ótimo, mas as pesquisas precisarão ser mais focadas em determinados públicos-alvo. Por isso, faça um recorte de quantas pessoas você pretende consultar.

    Para definir o público-alvo, pense nas características daquilo que você quer promover com a sua pesquisa. Sua intenção é colher opiniões sobre uma determinada linha de produtos? Então foque nas características comuns das pessoas que o compram normalmente.

    Essas características podem ser a faixa etária, perfil socioeconômico, localização geográfica… ao mapear tudo isso, será bem mais assertivo delimitar as pessoas que responderão à pesquisa.

    3. Escolha os canais adequados

    Uma pesquisa de opinião pode ser conduzida de variadas formas, assim como os canais utilizados também são diversos. Alguns deles são:

    • e-mail;
    • redes sociais;
    • telefone;
    • WhatsApp;
    • formulários específicos.

    Mais adiante, falaremos um pouco mais sobre os principais canais de pesquisa e o que levar em conta na hora de escolher um ou mais deles.

    4. Estruture as perguntas dos seus questionários

    Caso a pesquisa de opinião seja feita na base do bom e velho questionário, é muito importante delimitar a quantidade e o caráter de cada pergunta. Uma boa ideia é começar pensando se o estudo será quantitativo ou qualitativo.

    No primeiro caso, a preocupação principal é com números e dados. No segundo, os entrevistados são incentivados a falar um pouco mais livremente para que a empresa consiga buscar respostas mais subjetivas.

    Em uma pesquisa quantitativa, as perguntas precisam ser mais claras e objetivas, como uma forma de evitar ambiguidades. Já nos estudos qualitativos, as empresas buscam pontos de vista e impressões. Assim, há um pouco mais de margem para que surja a subjetividade.

    5. Analise os resultados da pesquisa

    Com as respostas devidamente coletadas, chega o momento de analisar os resultados. Em estudos quantitativos, por exemplo, a empresa pode utilizar gráficos para facilitar a interpretação.

    Já em trabalhos mais qualitativos, é importante buscar referências constantes nas respostas das pessoas. Digamos que a sua empresa queira melhorar um serviço: portanto, preste atenção às palavras-chave que mais se repetem.

    Canais para a realização da pesquisa

    Agora, conheceremos os principais veículos que podem ser utilizados para a realização da pesquisa.

    Telefone

    O bom e velho telefone ainda é uma ótima opção para aplicar pesquisas de opinião. Contudo, é preciso entender que nem sempre as pessoas oferecem as respostas mais sinceras em um telefonema. Isso porque elas podem se sentir mais confortáveis oferecendo seus insights de forma anônima.

    Mas isso não significa que esse canal não tenha utilidade! Com um telefonema, a empresa consegue obter respostas mais espontâneas, uma vez que a conversa é mais dinâmica e objetiva.

    E-mail

    Outro meio já bastante consolidado, o e-mail é outra forma barata de obter opiniões dos consumidores. Além disso, as respostas ficam armazenadas para futuras consultas. Esse trabalho de rever respostas é bem mais fácil nesse veículo, uma vez que basta acionar o comando “localizar” em um computador ou dispositivo móvel.

    WhatsApp

    O WhatsApp não se consolidou apenas como um aplicativo de conversa, mas também como uma maneira de conduzir pesquisas de opinião de respeito. Entretanto, os gestores devem tomar cuidado de abordar previamente os clientes sobre a possibilidade de utilizar o app para esse fim.

    Redes sociais

    Instagram, Facebook e Twitter são exemplos de redes sociais com um grande alcance. Como se não bastasse, são ferramentas de baixo custo. A empresa pode designar um colaborador para postar uma pergunta e conferir (e catalogar) as melhores respostas, por exemplo.

    Chatbot

    Os chatbots são softwares que automatizam conversas e podem ser utilizados para a fidelização. Além disso, eles armazenam conversas, facilitando a consulta. O trabalho também se torna mais objetivo, já que a ferramenta é capaz de extrair resultados por meio de um diálogo de perguntas e respostas predefinidas de acordo com os objetivos do estudo.

    Consultoria especializada

    Esse não é exatamente um veículo, mas também é uma maneira que empresas podem buscar para conduzir bons trabalhos: contar com consultores especializados em pesquisas de opinião. Isso faz com que o estudo seja mais objetivo, uma vez que passa a ser controlado por profissionais experientes.

    Quais os erros mais comuns que precisam ser evitados?

    Agora, para finalizar, falaremos um pouco sobre os erros mais frequentes em pesquisas de opinião. O primeiro deles é não definir o objetivo daquele estudo. Isso atrapalha a aquisição de dados e respostas, uma vez que os resultados não serão muito úteis para as estratégias futuras da empresa.

    Outro erro frequente é formular perguntas muito complexas, difíceis de serem compreendidas. Lembre-se de que a pessoa responderá aos questionários o fará voluntariamente: portanto, nada pior do que irritá-lo com questionamentos pouco objetivos e mal formulados.

    Do mesmo modo, evite pesquisas grandes demais, que acabem desestimulando a participação dos consumidores. Defina o público-alvo com precisão — afinal, nem todo produto servirá para pessoas de diferentes idades e preferências, por exemplo.

    Uma medida interessante é aplicar uma espécie de estudo preliminar, antes da pesquisa propriamente dita. Nele, não se esqueça de perguntar os canais preferidos dos clientes. Dessa forma, sua empresa corre menos risco de abordar os consumidores em canais que o seu público-alvo não costuma utilizar com frequência.

    Entendeu como a pesquisa de opinião é um instrumento realmente eficaz para coletar opiniões e melhorar seus serviços? Ela pode ser aplicada em diferentes veículos, contemplando pessoas de diferentes perfis. Não deixe de utilizar e analisar os dados obtidos para otimizar as atividades dentro do seu negócio!

    Gostou do artigo e quer continuar aprendendo sobre formas de aproximar os clientes da sua empresa? Então, leia o nosso post sobre marketing de autoridade!

  • Banco de dados para a empresa: o que é e para que serve?

    Banco de dados para a empresa: o que é e para que serve?

    Com os avanços tecnológicos, os dados estão cada vez mais acessíveis e se tornaram fundamentais para a tomada de decisões e para o planejamento estratégico de empresas de todos os segmentos. Para transformar essas informações em vantagens competitivas, é necessário construir um banco de dados para a empresa.

    Os bancos de dados podem ser usados para o controle de informações de vários setores, tais como o recursos humanos – RH, o setor de vendas, compras e até mesmo para o armazenamento de informações de sites e blogs construídos para divulgar os produtos ofertados

    Neste post, você vai entender o que é banco de dados e como ele pode ser aplicado em sua empresa!

    O que é a cultura Data Driven?

    A cultura Data Driven nada mais é do que a cultura na qual todas as informações da empresa são avaliadas de maneira multidisciplinar, ou seja, antes de tomar decisões, são extraídos alguns conhecimentos dos dados coletados para que eles possam ser transformados em ações. Tal fator evita que as decisões sejam tomadas sem dados concretos.

    Data Driven engloba um processo organizacional direcionado para a base de dados. Isso significa que todas as decisões tomadas serão baseadas em informações e não em intuições dos empresários ou na experiência já vivida anteriormente. Não significa que a vivência não traz conhecimento, mas os dados precisos permitem o acesso à realidade da empresa em tempo real.

    Portanto, Data Driven não é apenas uma ferramenta, mas sim uma metodologia de trabalho focada em dar aos gestores uma ideia mais precisa de seu negócio. As informações são cruzadas para que se possa visualizar um panorama mais amplo do mercado, revelando dados dos clientes, concorrentes e fornecedores para que os gestores possam agir.

    O que é o banco de dados?

    Banco de dados nada mais é do que a organização e armazenagem de informações empresariais em um mesmo local. Os dados que tratam do mesmo assunto podem ser guardados com segurança para que gerentes, empresários e funcionários tenham acesso a eles em um único ambiente.

    A armazenagem deve ser realizada de maneira segura para posteriormente ser usada para conferência.

    É interessante contar com o auxílio de um sistema de gerenciamento de banco de dados para conseguir encontrar as informações desejadas sobre a empresa. Hoje em dia, já existem várias soluções tecnológicas e o ideal é encontrar a que mais se adapte as necessidades de sua organização.

    Como o banco de dados pode ser aplicado em empresas?

    O banco de dados, sem sombra de dúvidas, é uma das maiores armas que as empresas têm em mãos. Transformar os dados em informações para conhecer a efetividade as ações adotadas pelo o negócio ou sobre as preferências dos clientes faz com que a empresa tenha novos conhecimentos.

    Esses conhecimentos servirão para adotar as melhores estratégias de marketing, tornando-as mais eficazes e gerando aumento das vendas. Os dados trazem informações confiáveis e permitem a análise de fatos e promovem decisões e ações mais assertivas.

    Como pode ser feita a análise de dados?

    Para fazer a análise de dados é necessário definir as perguntas que você quer responder, determinar o que e como medir, fazer a coleta e interpretar os resultados. Dessa forma é possível ter acesso às informações mais relevantes sobre a empresa e identificar as oportunidades de negócio.

    Saiba que é possível utilizar as tecnologias disponíveis no mercado para coletar, armazenar e processar os dados, bem como gerar relatórios que facilitarão as avaliações e as tomadas de decisões dos gestores.

    Quais são as vantagens de ter um banco de dados?

    Trabalhar com a análise de dados pode oferecer várias vantagens para o seu negócio. Entre os maiores benefícios estão a facilidade de acesso às informações, segurança dos dados confidenciais dos clientes, fornecedores e parceiros, redução dos riscos da operação, entre outros.

    Enfim, agora que você já sabe o que é e qual é a importância de um banco de dados para a empresa, faça a implantação em seu empreendimento. Caso ainda tenha alguma dúvida, leia o artigo sobre construção de dadosDecisão baseada em dados: o que você precisa saber? Contamos aqui!” e fique por dentro do assunto.

    Gostou do nosso post sobre o banco de dados empresarial? Se quiser conhecer ainda mais sobre a temática, sugerimos a leitura do nosso “E-book sobre Big Data: como ele pode contribuir para a sua empresa e para as estratégias de marketing”.

  • Marketing digital para MEIs: como começar do zero?

    Marketing digital para MEIs: como começar do zero?

    Você sabe como funciona o marketing digital para MEIs? Essa é uma pergunta que muitos empreendedores fazem na hora de divulgar seus negócios. Atualmente, as estratégias que existem no mundo online tendem a ser mais interessantes e acessíveis.

    Elas permitem enviar uma mensagem a um público muito específico. Ou seja, aquele que tem mais chances de fechar uma compra em seu estabelecimento sendo imprescindível que o MEI conheça e desenvolva estratégias de marketing digital.

    Neste artigo, mostraremos como microempreendedor individual pode fazer isso apresentando as principais passos e onde aprender sobre o assunto. Acompanhe!

    O que é o marketing digital?

    Inicialmente, precisamos desmistificar o marketing digital. Trata-se de uma estratégia de divulgação e comunicação como qualquer outra. A grande diferença é o fato de ser executada em ambiente online. Assim, ele abre um leque imenso de oportunidades para o empreendedor.

    Durante anos os meios de comunicação mais cobiçados como o rádio e a televisão foram loteados por grandes organizações. Alguns segundos de publicidade em um canal de televisão famoso pode custar uma verdadeira fortuna.

    O marketing digital veio para democratizar esse mercado. Um MEI pode alcançar milhares de pessoas pagando alguns centavos por usuário que clicar em seu anúncio. Contudo, é importante conhecer as estratégias para conquistar essa eficiência.

    Como funciona o marketing digital para MEIs?

    A partir desse tópico, mostraremos como funciona o marketing digital para MEIs. Continue lendo e conheça mais sobre as estratégias. os passos para aplicar essas estretégia no seu negócio

    1. Defina a sua persona

    A definição da persona é uma das tarefas mais importantes do marketing digital. Se você não executar essa tarefa com sucesso, pode perder muito dinheiro em suas estratégias. Afinal, enviar uma mensagem para pessoas que não têm interesse no seu produto ou serviço não serve para nada.

    Você precisará traçar um perfil fictício do seu cliente ideal. Assim, deve definir a idade, gênero, principais características, medos, desejos e anseios, sonhos, o que ele vê, ouve e sente.

    O esse perfil do cliente ideal deve conter nome e foto para representar uma pessoa real. Ao conhecer bem sua persona, você conseguirá enviar sua publicidade para as pessoas corretas. Ou seja, aquelas que têm mais chances de comprar alguma coisa na sua empresa. Fazer isso evita “jogar dinheiro fora” e investirá em publicações que convertem em vendas e geram lucros para o seu negócio.

    2. Adquira um domínio e uma hospedagem

    No marketing digital, é muito importante você ter a sua própria estrutura de divulgação. Assim, é fundamental adquirir um domínio. Ele é o nome do seu site e pode ser escolhido durante a aquisição.

    Para que o domínio funcione, é necessário possuir uma hospedagem. Esse serviço é que receberá todos os dados do seu site e apresentará aos seus consumidores. Nessa ferramenta, você pode criar conteúdo, vender produtos, capturar e-mails, entre outras estratégias.

    Um detalhe importante é dar preferência por um domínio que tenha o nome do seu negócio. Isso facilita os clientes a encontrarem o seu site. Para trazer o tráfego para seu site você pode utilizar as redes sociais que, preferencialmente, também deve ter o nome da sua empresa.

    Nesse caso é possível criar um anúncio mostrando uma pequena parte ou resumo de um conteúdo postado em seu portal. Assim, o usuário visualiza aquele anúncio, clica no link e é direcionado ao seu site.

    O objetivo desse processo é muito simples. Primeiro, criar um relacionamento com um consumidor. Em segundo lugar, gerar valor para ele com conteúdos relevante e exclusivos. Por fim, abrir a oportunidade para fazer vendas.

    3. Escolha uma plataforma

    O primeiro passo é escolher uma plataforma. Existem muitas no mercado atualmente. Você deve selecionar aquela que está mais adequada à sua persona. Atualmente, as plataformas mais utilizadas são as redes sociais. Entre as mais comuns são:

    • Facebook;
    • Instagram;
    • LinkedIn;
    • YouTube.

    Com elas, é possível criar perfis para divulgar o seu negócio além de gerar anúncios patrocinados para enviar para a sua persona. Nesse caso, você escolhe todas as características das pessoas que pretende atingir. Por exemplo: idade, gênero, cidade, preferências etc.

    Além das plataformas de divulgação, você deve escolher outras ferramentas como sistema de envio de e-mails, criação de páginas, entre outros.

    4. Defina metas e objetivos

    Outro ponto importante é a definição de metas e objetivos. Antes de fazer isso é necessário definir cada um dos conceitos. Os objetivos são visões de longo prazo. Por exemplo, aumentar o seu faturamento em 30% em 12 meses.

    Esse é o seu intuito. Para chegar até ele, é fundamental fracionar as suas ações em pequenas metas. Dessa forma, é mais fácil chegar até os pontos desejados. Ao quebrar objetivos em passos menores facilita a visualização dos objetivos e, consequentemente, a chegada até eles.

    5. Monitore as métricas

    Por fim, temos o monitoramento das métricas. Esse é um passo fundamental no marketing digital para MEIs. Analisar números e resultados auxilia ao empresário entender se a sua estratégia está correta ou não.

    O ideal é que essa análise seja feita com frequência. Caso os processos não estejam alinhados, você deve fazer alterações rapidamente para gerar resultados positivos.

    Além disso, é muito importante investir na sua estratégia de divulgação. Isso é fundamental para que suas ações de marketing proporcionem vendas.

    Como aprender sobre o marketing digital?

    Agora que você conhece esses passos é importante aprender cada um deles. Para tanto, existem vários canais que disponibilizam conhecimento sobre o marketing digital para MEIs. Alguns exemplos são:

    • Rock Content, uma empresa que atua em diversos aspectos do marketing digital. Tanto na geração de conteúdo para audiência, gestão de redes sociais e outras estratégias;
    • RD Station, uma startup que é focada em desenvolvimento de softwares. Entretanto, o foco dela é no crescimento de público para pequenos negócios;
    • Sebrae Alagoas, o serviço de apoio as micro e pequenas empresas que disponibiliza diversos cursos.

    Ainda sobre a última instituição mencionada, existem diversos treinamentos que abrem matriculas periodicamente. Um exemplo é o curso sobre como utilizar o Facebook ADS para impulsionar suas vendas. Outro exemplo é o treinamento sobre como vender mais pelo Instagram.

    Nesse caso, é importante ter em mente que muitos treinamentos têm datas de início e finalização de matrículas. Sendo assim, é importante ter cuidado para não perder esse prazo de inscrição.

    Entretanto, você ainda tem chances de fazer outros cursos. O Sebrae Alagoas fornece diversas oportunidades para o empreendedor que deseja aprender sobre o assunto.

    Agora que você já conhece o marketing digital para MEIs, é preciso colocar as estratégias em prática. É muito importante não ficar parado no tempo, afinal a medida que o tempo passa mais pessoas utilizam essas estratégias. Assim, é possível que seus concorrentes conquistem uma parcela do seu mercado antes.

    Portanto, acesse a nossa página de cursos e comece a se desenvolver agora mesmo. Assim, você pode aprender sobre marketing digital e outros conceitos importantes para o crescimento do seu negócio. 

  • Saiba se você precisa alterar a sua estratégia de mercado

    Saiba se você precisa alterar a sua estratégia de mercado

    Cerca de um milhão de empresas brasileiras fecham as portas a cada ano. Diversos motivos culminam nesse fato. Em geral, a falta de planejamento se destaca. Muitos empreendedores abrem as portas e tocam seus negócios sem delimitar metas e objetivos claros. Consequentemente, negligenciam a criação de uma boa estratégia de mercado.

    Em um cenário concorrido, não se preparar para atender as demandas mutáveis do consumidor, que está cada vez mais conectado no digital, é sinônimo de correr riscos. Em adição a esse fato, é preciso lidar com as mudanças trazidas pela transformação digital, que impulsiona a inovação nas empresas.

    Sem dúvidas, os desafios parecem extensos. Com o acesso às informações certas é possível contornar esses obstáculos e se manter ativo aos olhos do público.

    Acompanhe o conteúdo e saiba mais!

    O que é uma estratégia de mercado?

    Antes de iniciar um negócio, é recomendado que empreendedores de qualquer área formulem o plano de negócios. Esse é o documento que trata da viabilidade da ideia, o que ajuda quem deseja abrir uma empresa a avaliar se ela faz sentido naquele mercado e se agrega valor às necessidades do público-alvo.

    Montar esse panorama é fundamental. Ele permite que o dono da futura organização:

    • entenda a relevância da ideia;
    • organize os pontos iniciais necessários para um planejamento inteligente;
    • tenha a base para uma boa estratégia de mercado em mãos.

    Após abrir as portas, é essencial que o empreendedor encontre formas de se manter ativo em seu segmento, certo? A tendência é que ele enfrente uma forte concorrência — independentemente da área. Então, precisa saber como inovar, levando soluções mais personalizadas e alinhadas às dores do público.

    A estratégia de mercado diz respeito a um planejamento estratégico e de longo prazo, que busca entender, delimitar e usar as vantagens competitivas do negócio ao seu favor. Assim, o negócio se mantém continuamente sustentável. Seu conjunto de ações visa a alcançar:

    • metas de vendas;
    • divulgação;
    • construção de marca;
    • passos positivos no crescimento do negócio.

    Desse modo, a empresa pode não apenas se desenvolver de forma saudável, como também de maneira relevante.

    Qual a importância de mudar a estratégia?

    Ultimamente, os empreendedores podem perceber mudanças profundas no modo de vender e de consumir, especialmente em relação ao passado. Elas se relacionam, entre outros motivos, à era digital, que teve início na década de 1990 e levou o uso da tecnologia aos mais diversos setores. Tanto as empresas quanto os interessados em suas soluções precisaram se adaptar.

    As alterações no comportamento do consumidor são rápidas. Elas exigem mudanças igualmente ágeis e que acompanhem a personalidade muitas vezes mutável de quem compra. É preciso avaliar a estratégia constantemente, de modo a conferir se ela está adequada às demandas do público e caminhando para atender seus objetivos de negócio.

    Além disso, os clientes atuais buscam produtos voltados especificamente às suas necessidades. Esses altos níveis de customização os tornaram mais exigentes, o que pede que as organizações alterem suas abordagens e estratégias de forma a atendê-los.

    Lembre-se: uma boa estratégia de mercado pode funcionar por um tempo. Isso não significa que ela continuará a ser interessante para sempre. É imprescindível avaliar periodicamente se os rumos tomados pela empresa estão caminhando conforme as necessidades do mercado, se mantendo relevante perante a concorrência.

    Como entender se está na hora de mudar de estratégia?

    O primeiro passo para compreender se é preciso alterar a estratégia é ter em mente que a cultura das empresas culminam rumo ao data driven (centrado em dados). É essencial pautar a tomada de decisão em dados — ao invés de achismos. A seguir, confira algumas sugestões e saiba quando mudar a abordagem!

    1. Delimite metas e objetivos

    Entender claramente em que cenário a empresa se encontra e onde deseja chegar – em curto, médio e longo prazo – é imprescindível no sucesso do negócio.

    Uma equipe alinhada é uma das chaves no bom andamento dos processos internos. Ela impacta positivamente na entrega ao consumidor, que se torna mais satisfeito.

    Para obter o alinhamento certo, reúna os gestores e líderes e documente as metas e os objetivos. Em seguida, oferte as ferramentas necessárias para que os colaboradores os cumpram dentro dos prazos e com facilidade.

    2. Avalie os indicadores

    Em 2020, o número de lojas exclusivamente virtuais subiu em mais de 40%. A migração para o digital é uma realidade e, conforme dito, é baseada em um termo central — dados. Os KPIs (Key Performance Indicator, ou Indicadores-Chave de Desempenho) são aliados dos que desejam saber quando alterar os rumos da organização. Isso porque apresentam dados claros sobre a eficiência das estratégias online.

    Acompanhar métricas como Taxa de Rejeição do site, ROI (Return On Investment ou Retorno Sobre Investimento) e Taxa de Cliques é fundamental. No cenário offline, a mensuração de resultados também é importante. Assim, o empreendedor deve observar métricas de lucratividade, efetividade, turnover, ticket médio, entre outros.

    3. Verifique o que os concorrentes estão fazendo

    A prática do benchmarking, que consiste em avaliar os passos tomados pela concorrência, ganha cada vez mais espaço. Isso porque empresas do mesmo nicho tendem a ter semelhanças. É interessante colher dados que ajudem no crescimento do negócio, em especial, ao impedir que os concorrentes o ultrapassassem.

    4. Acompanhe as tendências de mercado

    É necessário analisar o comportamento do consumidor. Ele é o grande responsável por reger o mercado, sendo importante colocá-lo no centro de qualquer estratégia. É recomendado realizar pesquisas constantes, ler portais de notícia sobre a área de atuação e, é claro, ouvir atentamente o feedback dos próprios clientes.

    Como a estratégia utilizada impacta nos resultados do negócio?

    É simples perceber a importância de inovar a estratégia, certo? Isso não significa ser sempre preciso mudá-la radicalmente. Pelo contrário: ter um posicionamento de marca consistente, mas que se adapta às necessidades do público, é uma forma inteligente de planejar o negócio.

    Ao unir solidez, uma cultura organizacional clara e a atenção às mudanças trazidas na Era Digital, a estratégia de mercado escolhida tenderá ao sucesso. Afinal, estará alinhada às mudanças no segmento, às demandas dos clientes e às metas e objetivos do negócio.

    Tem interesse em conteúdos formulados para ajudar sua empresa a alavancar os resultados? Então, siga o Sebrae Alagoas nas redes sociais! Estamos no Twitter, no Facebook, no YouTube, no Instagram e no LinkedIn.

  • As 5 melhores dicas para dar início no marketing pessoal

    As 5 melhores dicas para dar início no marketing pessoal

    O marketing pessoal é uma das melhores formas de impulsionar os seus negócios e fortalecer a sua imagem. No entanto, para que possa surtir esse efeito, ele precisa ser conduzido da forma correta.

    Não importa em qual segmento você atue, certamente há um bom nível de concorrência a ser considerado. Um dos recursos que você tem à disposição para se diferenciar de outras alternativas do mercado é você mesmo.

    Um trabalho focado em marketing pessoal trará como benefícios a ampliação do alcance do seu negócio, uma maior identificação da parte de clientes e melhores resultados. No entanto, além de saber o que é marketing pessoal, você precisa saber como realizá-lo.

    Veja a seguir as 5 principais dicas de como iniciar no seu marketing pessoal.

    1. Identifique sua missão, visão e valores

    Trabalhar a favor do seu marketing pessoal requer um comprometimento consistente. Como tal, você precisa estabelecer qual é a sua missão, a sua visão e os seus valores para que todas as suas ações sejam orientadas por elas.

    Para relembrar, veja a seguir quais são as diferenças entre missão, visão e valores:

    • missão: aquele que é o seu motivo para existir, o intuito que faz com que você realize as suas atividades;
    • visão: refere-se ao futuro, ou seja, onde você deseja chegar e o que quer construir com o seu trabalho;
    • valores: serve como o seu código de conduta, ou seja, os princípios que sustentam as suas atividades.

    2. Invista na presença digital

    É possível reforçar consideravelmente o seu marketing pessoal ao se dedicar à presença digital. Atuar nas redes sociais e em um blog, por exemplo, é uma ótima forma de reforçar o seu nome diante de potenciais clientes e parceiros.

    Isso se dá por meio da criação de conteúdo que destaque a sua experiência e competência no segmento. Você pode desenvolver artigos informativos, opinativos ou outras abordagens que agreguem valor ao seu marketing pessoal na internet.

    3. Crie uma marca própria

    Outro aspecto bastante importante do marketing pessoal envolve associar o seu nome a uma marca verdadeiramente sua. As pessoas precisam associar você ao seu trabalho e aos demais atributos que fazem parte da sua estratégia de marketing.

    Para isso, crie uma identidade visual, um estilo de falar e escrever, um calendário de ações especiais e, claro, entregue qualidade em tudo isso.

    4. Realize parcerias estratégicas

    Para começar com o marketing pessoal, você pode contar com a ajuda de agentes externos. Dessa forma, será possível ampliar o seu alcance ao pegar emprestada a audiência de quem tem mais visibilidade do que você.

    Por exemplo, você pode fechar uma parceria com um criador de conteúdo para participar de um webinar ou conferência sobre um tema relacionado ao seu trabalho. Essa é uma excelente maneira de mostrar todo o seu conhecimento para um público relevante para os seus objetivos.

    5. Faça networking

    O contato com outros profissionais de dentro e fora do seu segmento é outro fator importante para a manutenção do seu marketing pessoal. É preciso que as pessoas saibam quem você é, quais são os seus projetos e as suas conquistas.

    Para isso, fique de olho no calendário de eventos que são estratégicos para fazer networking. Ao interagir com outros profissionais, lembre-se de que esse contato é uma via de mão dupla, com espaço para ambos falarem e trocarem ideias.

    Agora que você já sabe o que é marketing pessoal e conheceu as melhores ações para começar, basta planejar as suas ações e dar início a elas. Como em qualquer outro tipo de estratégia, é fundamental que você defina objetivos concretos para depois mensurar seus resultados e se certificar do seu sucesso. Assim, você poderá se destacar cada vez mais e consolidar a sua empresa.

    Curtiu essas informações? Então, aproveite para compartilhar o post em suas redes sociais para que outros profissionais também vejam essas dicas.

  • Como construir banco de dados: conheça o passo a passo

    Como construir banco de dados: conheça o passo a passo

    Há poucas décadas, os comerciantes armazenavam todas as informações relacionadas ao seu negócio em caderninhos bem guardados. Um dos benefícios da época na qual vivemos é que armazenar dados se tornou bem mais prático.

    Isso porque é possível contar com ferramentas que automatizam boa parte do serviço e facilitam a consulta às informações. Nesse post, falaremos sobre as principais tecnologias, indicaremos alguns tutoriais e até mesmo descobriremos como construir um banco de dados. Boa leitura!

    O que é um banco de dados?

    Ele é nada mais do que a organização e o armazenamento de informações de um domínio específico na internet. De maneira resumida, um banco de dados é um agrupamento de informações sobre um mesmo assunto e a devida armazenagem para garantir a segurança e a conferência futura.

    O próprio hábito de guardar informações, em pastas e planilhas, é um banco de dados. Contudo, com o advento de uma cultura data driven e a disponibilização dessa técnica para empresas de diferentes segmentos, ficou mais fácil obter uma solução moderna para guardar e organizar arquivos e documentos valiosos para o negócio.

    Nesse sentido, contar com um sistema de gerenciamento de banco de dados (também chamado de SGBD) é uma ótima prática para manipular informações, arquivá-las de forma segura e otimizar a rotina geral de qualquer empresa.

    Hoje, é comum encontrar diversos tipos de SGBDs, cada um com suas próprias características. Podemos citar alguns exemplos:

    • Oracle;
    • MySQL;
    • SQL Server;
    • PostgreSQL.

    Mais adiante, falaremos mais sobre alguns desses softwares. Também é importante notar que empresas que mantêm sites em WordPress e plataformas similares se beneficiam muita da adoção de um banco de dados, que consegue se integrar de forma bastante prática a essas soluções.

    Como construir banco de dados?

    Primeiro, é importante dizer que é possível criar um banco de dados utilizando um modelo já existente ou criar a sua própria opção do zero. Contudo, com a ampla de quantidade de bons softwares existentes, a melhor maneira é utilizar uma dessas soluções. Agora, falaremos dos programas mais comuns.

    Oracle

    O Oracle é uma das principais soluções da empresa homônima, com sede nos Estados Unidos. Ele é o sistema de gestão de banco de dados mais utilizado no mundo, operando na linguagem SQL.

    Além da segurança que uma solução da Oracle garante aos seus clientes, outra vantagem relevante desse modelo é que ele pode ser instalado em diferentes plataformas, já que é compatível com Windows, Linux e outros sistemas não tão conhecidos, como BIM AIX e IBM VMS.

    Outra vantagem desse programa é o seu nível geral de performance, garantindo horas tranquilas de trabalho para os usuários. Essa solução é ideal para empresas maiores, mas também pode ser adaptada em negócios menores.

    No próprio site da empresa é possível encontrar informações sobre a criação de diferentes bancos de dados, dependendo da necessidade do usuário.

    SQL Server

    O SQL Server foi desenvolvido por outra gigante tecnológica, a Microsoft. Trata-se de outra solução bastante utilizada no mercado, com recursos avançados para facilitar a atualização dos dados arquivados e também armazenar tudo de forma confiável.

    É importante notar que o SQL Server atua com sistema integrado de criptografia, o que é ótimo para gestores que querem restringir o acesso às informações. Assim, é possível delegar a visualização dos arquivos apenas às pessoas autorizadas, o que garante mais segurança e tranquilidade para a empresa.

    O SQL Server é muito utilizado por lojas online, instituições governamentais, bancos e indústrias de diferentes portes. O usuário consegue encontrar tutoriais no YouTube e na própria página da Microsoft.

    MySQL

    O MySQL é outra solução da Oracle, bastante empregada para armazenar dados. Uma das suas principais características é que é um programa Open Source, permitindo a customização por parte dos programadores.

    Um benefício relevante é que há a possibilidade de usar grande parte das suas funções de forma gratuita. O MySQL é bastante intuitivo e utiliza uma estrutura de segurança que atrai até mesmo grandes empresas, como o Facebook, o YouTube e até mesmo a NASA.

    Por falar no YouTube, é possível encontrar diversos tutoriais sobre a criação de banco de dados utilizando o MySQL. Há vídeos mais curtos e explicações mais detalhadas.

    Excel e Access

    Sim, é possível criar um banco de dados no Excel! Trata-se de uma boa opção para quem quer criar algo mais rápido e dinâmico. Por isso, guardamos esse tutorial como a nossa surpresa final!

    Entenda a estrutura

    A primeira etapa tem a ver com a organização de informações dos clientes. Basta ter em mente que toda a organização será em linhas, nas quais as informações serão inseridas, e em colunas responsáveis pelos campos que serão armazenados.

    Liste os itens cadastrados

    A partir daí, liste os itens cadastrados nas colunas. O campo A1 da sua planilha pode ser o código de um produto que você venda em sua loja, por exemplo, enquanto o B1 será o nome da mercadoria. O campo C1 pode ser a quantidade vendida e o D1, a data da venda. Você pode criar quantos elementos quiser.

    Cadastre os dados

    Depois, é o momento de cadastrar os dados. Basta preencher as informações de acordo com os itens cadastrados. Assim, nas linhas do campo B1, liste os nomes dos produtos e, nas linhas do C1, a quantidade vendida de cada um deles.

    Automatize

    Você deve ter percebido que, até o momento, fizemos o lançamento manual de informações, certo? Contudo, isso pode ser um problema caso você queira criar um banco mais robusto, já que será difícil controlar o fluxo.

    Felizmente, o Excel possui uma ferramenta de automação específica para isso, o que torna tudo mais eficiente. Para acessar, clique com o botão direito do mouse em qualquer um dos ícones da barra de ferramentas de acesso rápido.

    Caso você não saiba que barra é essa, vá até o lado esquerdo superior, em “Arquivo”. Depois, clique com o botão direito em um dos ícones que aparecem ali. Um deles é o disquete que representa o comando “Salvar”.

    Depois, clique em “Personalizar barra de ferramentas de acesso rápido”. Procure o campo “Escolher comandos em:”, clique na seta ao lado e escolha a opção “Todos os comandos”. Procure pelo item “Formulário” e adicione essa opção. Depois, basta clicar em “OK” para finalizar.

    Ao seguir esses passos, o ícone de formulário aparecerá na barra de ferramentas de acesso rápido, lá no alto. Caso queira incluir uma nova informação, clique na célula que deseja incluir e, logo em seguida, no ícone de formulário.

    Basta notar que todos os itens que colocamos no início, como “código de produto” ou “nome do produto”, aparecerão nesse Formulário, na barra de ícones, facilitando muito a inserção de dados.

    Use o Access

    Por fim, para transformar essa planilha criada em um banco de dados completo, é possível utilizar o Access, um programa pertencente ao próprio pacote Office. É interessante notar que um arquivo do Access consegue conter diversos documentos do Excel, facilitando o armazenamento de informações.

    Além disso, o processo é simples e o próprio assistente virtual do Access ajuda com um passo a passo para a importação eficiente de planilhas. Aqui, há um tutorial para criar a planilha no Excel e outro para utilizar o Access.

    Como pudemos ver no artigo, aqueles que querem aprender como construir um banco de dados para armazenar as informações da empresa têm diversas opções. Há opções mais simples, como o Excel, até soluções mais robustas, como aquelas oferecidas pela Oracle. Não deixe de conferir o nosso post sobre a Lei Geral de Proteção de Dados para entender mais sobre o assunto.

    E aí, curtiu o artigo e quer ler mais sobre o uso da tecnologia nos negócios? Então, aproveite para ler o nosso e-book sobre Big Data!

  • Como fazer o desenquadramento MEI para se tornar uma Microempresa?

    Como fazer o desenquadramento MEI para se tornar uma Microempresa?

    O crescimento saudável da sua empresa é um dos principais motivos para realizar a mudança de MEI para ME. Essa é uma ótima opção para as empresas, principalmente quando seus resultados anuais já estão ultrapassando os limites de faturamento. Essa alteração também pode ser realizada para a expansão dos negócios antes de atingir esse limite estabelecido nas legislações.

    Neste post, você vai descobrir o que é uma microempresa (ME) e entender as suas principais diferenças em relação ao microempreendedor individual (MEI). Aqui você verificará quando é o momento para fazer a transição entre o MEI e o ME, conhecerá todas as questões burocráticas que estão envolvidas nesse processo e entenderá como se tornar micro empresa.

    Gostaria de saber o que precisa ser feito para deixar de ser MEI e se tornar uma microempresa (ME)? Acompanhe a leitura!

    Entenda o que é uma microempresa

    Uma ME é um empreendimento que têm faturamento anual limitado até R$ 360 mil e podem optar pelos regimes do Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional. Os proprietários podem fazer a contratação de 19 colaboradores para indústrias ou apenas 9 para prestação de serviços ou comércio.

    Emissão de Notas Fiscais

    Uma ME pode ser uma sociedade empresária ou simples, empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI) ou empresário individual. Esse tipo de empresa pode fazer a emissão de Notas Fiscais para pessoas físicas ou jurídicas e conta com diversas vantagens, por exemplo, a simplificação das regras trabalhistas e previdenciárias. O MEI somente é obrigado a emitir Nota Fiscal para clientes pessoas jurídicas.

    Facilidade de acesso ao mercado

    A ME, assim como o MEI, pode participar de licitações para ser contratada por órgãos públicos e deve seguir as regras da Lei Complementar nº 123/2006 , que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Porém, a ME tem mais possibilidade de obter crédito e facilidade para acessar o mercado.

    Recebimento de incentivos fiscais

    A ME pode ter sócios como seus proprietários, ter mais de um funcionário e receber incentivos fiscais. Mas ela precisa ter maior controle contábil que o MEI e por isso deve contar com o apoio de contadores. Os empresários pagam menos tributos em comparação às empresas de porte maior.

    Os incentivos fiscais são criados pelos Municípios, Estados e União e devem ser previstos em Lei. Com eles, as empresas economizam recursos financeiros que serão usados para investimentos futuros. Geralmente eles são determinadas para alguns segmentos da economia e para a geração de empregos.

    Compreenda qual é o momento certo para fazer a transição de MEI para ME

    O MEI é a forma mais simples e descomplicada que o empreendedor pode formalizar um negócio e legalizar a atividade empresarial. Para se enquadrar nessa modalidade, é necessário que o faturamento anual não ultrapasse o valor de R$ 81 mil e o seu proprietário não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa. Esse empreendedor poderá ter somente um único empregado.

    No momento em que você perceber que o seu empreendimento não se encaixa mais nessas regras, chegou a hora de fazer a transição do MEI para ME. Nesse caso, o empresário não tem escolha, pois o desenquadramento decorre das exigências legais. Vale destacar que esse desenquadramento é positivo, pois significa que o negócio está crescendo e é o momento de buscar novas oportunidades.

    Por outro lado, se o empreendedor decide fazer investimentos para o crescimento dos negócios, ele pode solicitar a mudança para ME antes de apresentar um rendimento mais elevado. A contratação de funcionários, a abertura de filiais ou a chegada de sócios ou investidores para sua empresa também são motivos para mudar de categoria. A alteração poderá ser feita assim que a decisão for tomada.

    Confira quais são as questões burocráticas envolvidas no desenquadramento

    Para fazer o desenquadramento do MEI e alterar para ME, é necessário receber o auxílio de um contador. A solicitação deve ser realizada no portal do Simples Nacional independente do motivo que o levou a essa decisão. Veja a seguir os principais aspectos envolvidos nesse processo!

    1. Geração de novo DAS

    A alteração também acontecerá automaticamente se você entrar no portal e informar que abriu uma filial e confirmar essa mudança. Contudo, se a razão da alteração for o faturamento anual elevado, o empresário terá que ter um controle financeiro e gerar um novo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para recolher os tributos devidos ao governo.

    2. Comunicação à Junta Comercial

    Ao efetuar a alteração de MEI para ME, é necessário entrar em contato com a Junta Comercial e informar a mudança, além de apresentar o contrato social ou documento de constituição da empresa, o formulário de desenquadramento e a comunicação do sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos do Simples Nacional relacionados microempreendedor individual (SIMEI).

    3. Atualização dos dados cadastrais

    Atualize os dados cadastrais nos órgãos locais, na Junta Comercial, no Capital Social e na Razão Social, pois não basta mudar apenas a inscrição. Informe à Prefeitura Municipal e outras entidades públicas de acordo com as leis municipais de sua cidade. A Secretaria do Estado da Fazenda (SEFAZ) também precisa ser comunicada da alteração realizada.

    4. Pagamento dos tributos

    Após fazer a alteração de MEI para ME, será necessário fazer um planejamento financeiro e pagar os tributos corretamente. Diante disso, a ajuda de um profissional da área contábil é necessária para evitar o recebimento de multas e outras penalidades. Ele vai ajudar você a evitar muitos aborrecimentos decorrentes de erros que normalmente acontecem sem uma consultoria especializada.

    Descubra quais são os principais benefícios ao realizar a transição do MEI

    A transição do MEI para ME é importante porque mantém o histórico e a atuação do empreendimento no mercado. O tempo de empreendimento é considerado por outras empresas para o fechamento de negócios, pelas instituições financeiras, para participar de licitações e editais de mercado.

    O preço das taxas públicas para realizar o desenquadramento de MEI para ME é baixo. Essa mudança trará diversas vantagens para a sua empresa que receberá tratamento diferenciado do governo. O trâmite do processo para a legalização do negócio é simplificado e depende apenas de dar a entrada nos documentos, pois o sistema informatizado integrou os demais órgãos envolvidos.

    Entendeu como funciona o desenquadramento MEI e já sabe como se tornar micro empresa (ME)? Saiba que a necessidade de fazer essa alteração é motivo para comemorar, pois significa que o seu negócio deu certo e está sendo desenvolvido de forma saudável. Conte com o auxílio de um serviço de contabilidade para que nada atrapalhe o seu sucesso.

    Quer obter mais informações relevantes? Então agende uma Consultoria com Hora Marcada do Sebrae Alagoas!

  • Qual a importância do diagnóstico empresarial e quais as suas vantagens?

    Qual a importância do diagnóstico empresarial e quais as suas vantagens?

    O desempenho da empresa é um atributo que precisa ser avaliado de forma constante. No entanto, esse processo nem sempre é simples e envolve a necessidade de uma análise contínua. É neste contexto em que entra o diagnóstico empresarial.

    Longe de ser um processo burocrático feito apenas para cumprir tabela, um diagnóstico empresarial permitirá que você enxergue inúmeras oportunidades de melhorias em seu negócio. Esse é o melhor caminho para identificar possíveis problemas e obter bons resultados a partir de suas iniciativas.

    Esse diagnóstico pode ser realizado em empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação. Sem ele, torna-se impossível saber em quais segmentos investir e solucionar problemas antes que se agravem.

    A seguir, aprenda mais sobre a importância do diagnóstico empresarial e os benefícios que ele pode trazer para o seu negócio.

    O que é um diagnóstico empresarial?

    Um diagnóstico empresarial é uma análise completa de todos os aspectos da operação da sua empresa. É algo que faz uso de diversas análises internas e externas, envolvendo seus diferentes departamentos e equipes.

    A partir das informações coletadas, é possível identificar pontos de atenção em suas atividades. Esses podem ser problemas até então não detectados, reconhecer iniciativas que necessitam de mais atenção para gerarem melhores resultados e boas performances práticas que podem ser replicadas.

    Sem um diagnóstico empresarial, a sua empresa fica sem uma fotografia clara de sua situação para poder seguir no desenvolvimento dela. Trabalhar dessa forma é o mesmo que tentar encontrar o seu caminho no escuro, o que consequentemente impedirá o seu acesso a oportunidades de qualidade para alcançar os seus objetivos.

    Um diagnóstico empresarial costuma ter as seguintes etapas:

    • coleta de informações, que é quando os dados são obtidos de todas as áreas do seu negócio a respeito das suas atividades;
    • análise, o momento de organizar as informações obtidas para identificar os pontos fortes e fracos da sua empresa;
    • descrição dos problemas, ou seja, a hora de descrever os problemas detectados de forma que o caminho até as soluções deles fique nítido;
    • resolução de problemas, o passo final, que é a implementação de mudanças focadas nas questões levantadas pelo diagnóstico empresarial.

    Por que é importante fazer um diagnóstico empresarial?

    Quem mantém o próprio negócio dificilmente terá uma visão completa de suas operações que permita visualizar os melhores caminhos para seguir. Também é necessário manter o radar ligado em busca de problemas que necessitem de soluções antes que se tornem graves.

    O diagnóstico empresarial se mostra como uma ferramenta importante para que as empresas sempre tenham uma forma de olhar para si mesmas. A partir dessa análise, é possível extrair planos de ação focados em corrigir o que está errado e ampliar o que está gerando bons retornos.

    Além disso, o diagnóstico empresarial é uma importante ferramenta para que a sua empresa se mantenha competitiva. Esse é um caminho bastante eficaz de enxergar as melhores maneiras de aprimorar a forma como você trabalha e as suas estratégias.

    Quais as vantagens de realizar um diagnóstico empresarial?

    Agora que você já sabe o que é um diagnóstico empresarial, resta conhecer os benefícios de trabalhar com ele. Esse recurso pode ser altamente valioso para o sucesso do seu negócio, bastando que seja bem implementado e faça parte da sua rotina.

    Conheça a seguir as principais vantagens de fazer um diagnóstico empresarial em seu negócio.

    1. Resolução concentrada de problemas

    A sua empresa precisa de um mecanismo que permita identificar problemas e aplicar soluções certeiras. Somente assim será possível evitar que cresçam e comprometam os seus bons resultados nos negócios.

    Para que isso não aconteça, você precisa ter o hábito de realizar um diagnóstico empresarial. Ele ajudará você a detectar até problemas que nem imaginava. Além disso, a sua estrutura possibilita concentrar as suas ações em cada uma dessas questões, maximizando a eficácia das soluções planejadas e implementadas.

    2. Redução de gastos

    A realização de um diagnóstico empresarial também possibilita que você reduza os gastos do seu negócio. Essa é uma consequência direta de contar com um mecanismo que ajuda você a visualizar possíveis problemas que possam representar problemas atuais e futuros.

    Com esse processo, você também conseguirá entender quais áreas da sua empresa geram mais gastos e efetuar iniciativas focadas em compreendê-los mais profundamente para reduzi-los.

    3. Detecção de oportunidades não aproveitadas

    Nem sempre temos a visão ou o tempo necessários para identificar boas oportunidades para o nosso negócio dentro ou fora do nosso segmento. Elas podem surgir a partir de inúmeras combinações de condições e contribuir bastante para o seu sucesso.

    Um bom diagnóstico empresarial ajudará você a encontrar as áreas de atuação da sua empresa que possam ser intensificadas para aproveitar oportunidades valiosas. Por exemplo, pode ser que determinado tipo de produto não esteja atingindo o seu potencial máximo e uma simples revisão faça toda a diferença.

    4. Melhor entendimento de seus processos

    O diagnóstico empresarial também é uma ferramenta eficaz para aprimorar os seus processos internos. Com ele, é possível enxergar quais atividades não estão sendo realizadas com o máximo de eficiência, detectar gargalos de produtividade e encontrar maneiras melhores de conduzir suas iniciativas.

    Além de tudo isso, as informações do seu diagnóstico empresarial podem ser consultadas no futuro para que as equipes se mantenham no caminho de produtividade. A partir daí, a tendência é que você e seu time se aprimorem cada vez mais.

    5. Estímulo à inovação e criatividade da equipe

    Parte do processo de diagnóstico empresarial envolve pensar em soluções inovadoras para as questões levantadas por esse processo. É algo que obriga você e suas equipes a pensarem de forma criativa, sendo um exercício altamente valioso em qualquer contexto dos negócios.

    Então, contar com esse processo como parte integrante do seu calendário ajuda a manter o seu time sempre em sintonia com a inovação. Isso será bastante valioso para outras áreas de atuação da sua empresa.

    Tendo em vista a importância do diagnóstico empresarial para a saúde do negócio, ficam nítidos os motivos pelos quais ele precisa fazer parte da sua rotina. Sendo capaz de ajudar você e seus times a enxergar problemas que precisam de solução e oportunidades valiosas para serem exploradas, a sua empresa só tende a se beneficiar.

    Agora que você já sabe os motivos para tomar essa decisão, aproveite e acesse o nosso artigo sobre como fazer um diagnóstico empresarial em seu negócio.

  • Estratégias empresariais: conheça e saiba como utilizá-las!

    Estratégias empresariais: conheça e saiba como utilizá-las!

    Toda empresa precisa ter um caminho muito bem definido para conquistar os seus objetivos. Sem esse planejamento, um empresário se sentiria perdido e caminhando em uma completa escuridão. Assim, surge a importância da definição de estratégias empresariais.

    Esse conceito tem como objetivo determinar esforços relacionados a investimentos, marketing e manutenção da empresa para proporcionar o seu crescimento ao longo do tempo. Afinal, esses são elementos básicos para que uma empresa possa se desenvolver.

    Neste artigo, mostraremos a definição de estratégias empresariais, os principais tipos e a importância de conhecer cada uma deles. Acompanhe!

    O que são estratégias empresariais?

    A definição da estratégia empresarial objetiva o desenvolvolvimento do negócio ao direcionar as ações planejadas e adotadas visando potencializar suas capacidades a fim de atingir objetivos estabelecidos e ganhar vantagem competitiva.

    As empresas que não contam com estratégias empresariais são constituídas e crescem de forma desordenada, não se mantendo no mercado no longo prazo.

    A sobrevivência do negócio no mercado com resultados diferentes  exige organização. Principalmente, o desenvolvimento de estratégias empresariais que discorreremos ao longo deste artigo.

    Qual a importância do desenvolvimento de estratégias empresariais?

    Saber como gerenciar um negócio de forma estratégica é fundamental para que a empresa possa sobreviver frente às mudanças do mercado. Além de favorecer o desenvolvimento sustentável do negócio a longo prazo ele possibilita o direcionamento de esforços da empresa para alcançar a sua visão de futuro.

    Em outras palavras, é possível direcionar o foco dos gestores para objetivos específicos. Sejam eles relacionados a manutenção ou desenvolvimento do negócio.

    Quais são os tipos de estratégias empresariais?

    Apresentaremos agora quais são os tipos de estratégias empresariais existentes para você conhecer melhor os conceitos e definir a que melhor se adapta a realidade e objetivos do seu negócio. Confira!

    1. Investimentos

    As estratégias empresariais de investimento têm como foco principal utilizar recursos financeiros no empreendimento com expectativa de benefícios futuros e retorno do capital aplicado.

    Esse investimento pode ser aplicado nas mais diversas áreas visando o aumento das vendas, ampliação da capacidade produtiva, expansão do mercado, modernização dos equipamentos, etc. Os gestores identificam uma oportunidade ou necessidade de investimento e fazem um aporte, sempre objetivando algum tipo de melhoria no negócio.

    É importante ter em mente que a estratégia de investimentos pode ser feita com aporte de recursos próprios ou de terceiros.

    Assim, você deve estudar a melhor forma de captar investimentos. Sempre tendo em mente os objetivos empresariais, inovação e expansão que podem ser implementadas em sua empresa.

    2. Crescimento

    As estratégias empresariais de crescimento são aquelas voltadas ao aumento da capacidade produtiva, aumento do lucro, vendas e participação de mercado. O foco é aproveitar situações favoráveis da sua área de atuação e transformá-las em oportunidades de negócio e aumento do valor da empresa.

    O objetivo final é sempre buscar aumento no volume de vendas. As estratégias de crescimento são aplicadas de diversas formas. Uma delas é o aproveitamento de inovações tecnológicas. Elas podem ser implementadas para criar novos produtos ou, até mesmo, alcançar novos nichos de clientes em potencial.

    As estratégias de crescimento também devem criar parâmetros para reaplicar o valor na atividade do próprio negócio. Assim, o aumento da capacidade produtiva é uma das principais ações quando o assunto é estratégias de crescimento.

    3. Manutenção

    A estratégia de manutenção tem por objetivo utilizar os recursos financeiros, humanos e tecnológicos para que a empresa mantenha sua posição de mercado.

    O foco desse processo é o fortalecimento dos pontos fortes da empresa e pressupõe a minimização de pontos fracos do negócio. Essa estratégia demanda uma postura mais defensiva e conservadora quanto à forma de utilizar o dinheiro.

    Seus recursos são mantidos na empresa evitando grandes aquisições ou investimento em novidades para aumentar as vendas. Nessa estratégia, o lucro é mantido e não há um esforço muito grande para ele crescer exponencialmente. Esse é um processo interessante para a empresa.

    No entanto, não deve se manter imutável por muito tempo. Afinal, o objetivo do negócio é crescer e se desenvolver e não apenas se manter em um patamar ao longo do tempo.

    4. Marketing

    Por fim, temos a estratégia empresarial de marketing. O objetivo dela é promover a divulgação de produtos, captação de novos clientes e fidelização de consumidores que já se relacionaram com sua empresa. Atualmente, existem várias formas de colocar essa estratégia em prática.

    A que mais vem sendo utilizada é aquela que se embasa em plataformas digitais. Elas vêm sendo utilizadas para segmentar um público e atingir pessoas com mais chances de fazer negócios com sua empresa. Assim, você pode criar anúncios direcionados para essas pessoas, filtrando na plataforma suas características. Nesse caso, apenas pessoas com o perfil definido receberão suas mensagens e campanhas.

    O que devemos destacar é que as estratégias empresariais de marketing se relacionam com as outras três técnicas que mencionamos. Afinal, tanto no crescimento, manutenção e investimento, é necessário aportar recursos de marketing.

    Logo, esse é um tipo de estratégia que funciona de forma acessória às demais. Em outras palavras, ela sempre estará presente no dia a dia do seu negócio.

    Por que é importante conhecer vários tipos de estratégias empresariais?

    Agora você conhece alguns dos principais tipos de estratégias empresariais e sabe que elas podem ser aplicadas em diferentes momentos do negócio de acordo com o ciclo de vida empresarial e objetivos definidos. As estratégias de crescimento podem ser utilizadas durante toda a existência de um negócio. Afinal, a empresa existe para gerar lucros e continuar em crescimento constante. Já as estratégias de investimento, têm momentos específicos para serem utilizadas.

    A estratégia empresarial de marketing também devem ocorrer constantemente. É por meio delas que seus clientes conhecem as soluções oferecidas pela empresa. Por fim, temos as estratégias de manutenção assim como a de crescimento ela também deve ser aplicada constantemente, para manter a posição de mercado.

    Por fim, nós chegamos à conclusão de que cada um dos tipos de estratégias empresariais são aplicadas em momentos distintos em uma empresa, têm objetivos únicos e contribuem para que a empresa siga no caminho do crescimento saudável, duradouro e sustentável. Assim, elas conseguem garantir a continuidade do negócio

    Gostou deste artigo? Que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Então, confira o nosso e-book sobre planejamento estratégico empresarial.