Autor: Gustavo Accioly

  • Os desafios do empreendedorismo feminino e como superá-los

    Os desafios do empreendedorismo feminino e como superá-los

    Os desafios no empreendedorismo feminino precisam ser superados constantemente. A desconfiança do mercado, fruto do machismo enraizado em nossa sociedade, provoca insegurança e diminui o potencial das mulheres no mundo dos negócios.

    Os problemas são numerosos, porém, muitas mulheres já mostraram que a superação é possível e que o sucesso é o destino.

    Para descobrir quais são os maiores desafios do empreendedorismo feminino, além de formas de superá-los, não deixe de conferir o artigo que preparamos. Boa leitura!

    Dupla jornada

    A dupla jornada de trabalho é um dos maiores desafios do empreendedorismo feminino na atualidade, além das responsabilidades profissionais, muitas mulheres também precisam lidar com os afazeres domésticos sozinhas.

    Segundo dados do IBGE, as mulheres dedicam cerca de 18,5 horas semanais para os cuidados de casa, 8 horas a mais do que os homens em relação ao mesmo tipo de trabalho. Isso acaba sobrecarregando as mulheres empreendedoras — e tornando o caminho para o sucesso mais difícil.

    Uma maneira de superar esse desafio é dividindo as tarefas domésticas com outras pessoas com quem dividem o lar. Além disso, delimitar a carga horária para cada atividade, bloquear distrações, como as redes sociais, durante o expediente, definir as prioridades a serem resolvidas e delegar tarefas são ações que auxiliam a empreendedora a reduzir a sobrecarga e a lidar com a dupla jornada de trabalho.

    Insegurança para iniciar um negócio

    Fruto do descrédito histórico do mercado de trabalho, consequência do machismo em nossa sociedade, muitas mulheres se sentem inseguras no momento da tomada de decisão de iniciar o próprio negócio. Essa questão é profunda, pois acaba se refletindo na vida de muitas empreendedoras.

    Conforme pesquisa da GEM, de 2018, apenas 49,2% das mulheres afirmam que têm conhecimento necessário para criar um empreendimento. Enquanto, esse percentual, entre os homens, atinge o número de 59,5%.

    A melhor maneira de superar a insegurança no empreendedorismo feminino é investindo em qualificação profissional. Com o preparo necessário, é possível ter mais segurança para criar o seu negócio e fazer o empreendimento dar lucros.

    Investir tempo para estudar o mercado, projetar cenários e produzir o seu plano de negócios vai ajudar a reduzir a insegurança e aumenta as chances de sucesso do empreendimento.

    Preconceito

    O preconceito é um dos maiores desafios do empreendedorismo feminino e, infelizmente, afeta outras áreas da vida da mulher. Existem muitas pessoas que descredibilizam as mulheres que investem na jornada de criação de um negócio.

    A melhor maneira de superar esse preconceito contra mulheres empreendedoras é buscando ignorar os comentários desagradáveis e compreender que seu trabalho é relevante. Além disso, buscar apoio em outras mulheres do ramo, criando uma rede de suporte, é uma estratégia interessante a ser adotada.

    Desacreditar a capacidade feminina de empreender, alegar a sensibilidade feminina como fraqueza e com isso rebaixar a imagem da mulher no mundo dos negócios ainda é uma atitude comum e desafiadora para as empresárias, mas não torna essas afirmações verdadeiras. O mercado brasileiro apresenta muitos casos de superação, liderança e empreendedorismo feminino que servem como inspiração.

    Os desafios do empreendedorismo feminino são constantes e precisam ser encarados diariamente, mas você não precisa fazer tudo sozinha. O Sebrae Alagoas tem soluções que podem ajudar a melhorar os resultados do seu negócio, e para isso, basta acessar o Hub Sebrae para conhecer nosso portfólio!

  • Desenvolva a sua liderança em 5 passos

    Desenvolva a sua liderança em 5 passos

    Melhorar a gestão de sua empresa está diretamente ligado com seu desempenho no papel de líder e na manutenção da motivação de sua equipe. Ainda que muitos possuam vocação natural para liderar, essa habilidade pode ser desenvolvida seguindo alguns passos.

    Confira abaixo 5 passos para aprimorar a sua liderança e colher bons resultados em seu negócio!

    1. Valorize a comunicação com a equipe

    Desenvolver uma boa comunicação com os colaboradores é fundamental para uma liderança assertiva. A forma com que você lida com as pessoas é sempre observada pelos colaboradores e tem impacto na forma como você é visto.

    Seja sempre gentil e cordial no tratamento das pessoas e busque se comunicar de forma clara, objetiva e de maneira empática. Entenda a fundo as questões, esteja sempre aberto para escutar os outros e compreender melhor seus pontos de vista.

    Isso impacta em sua imagem perante a equipe e ajuda a criar um ambiente de confiança e respeito onde os colaboradores sabem que podem falar abertamente com você sobre qualquer questão do trabalho. Isso tem grande impacto na produtividade de sua equipe.

    2. Gerencie e acompanhe os processos

    Como gestor, é importante conhecer os processos do seu negócio, assim como acompanhar os resultados e o desempenho dos colaboradores.

    Uma gestão próxima ao fluxo de trabalho da empresa te ajuda a se manter atento aos pontos críticos. Estabeleça sempre métodos eficazes que contribuam para melhores resultados e que satisfaça as necessidades da equipe para que possam atingir as metas estabelecidas.

    3. Reconheça as habilidades do time

    Para ser um líder de sucesso também é preciso observar as aptidões de seus colaboradores e valorizar suas qualidades e habilidades. Entenda que isso não engloba somente apreciar quem é bom em algo, mas também ajudá-los e desenvolver seus talentos.

    Para isso, é importante citar a proximidade com a equipe e olhos atentos para compreender no que cada pessoa é boa, assim como ajudar a desenvolver suas habilidades.

    4. Crie um ambiente de confiança

    Um líder respeitado e inspirador é aquele que se coloca sempre disponível e próximo das pessoas. Um ambiente favorável ao desenvolvimento da equipe é aquele em que se tem um objetivo comum a todos, o que gera sinergia, cooperação e a responsabilidade compartilhada.

    Criar relações mais próximas e sinceras, entre as pessoas para que não tenham medo de levar um problema ou informação até você. Isso contribui muito para uma boa gestão de equipe e para que a empresa alcance o sucesso.

    5. Delegue responsabilidades e processos

    Centralizar todas as responsabilidades e processos no líder não é uma boa ideia. Isso causa a sensação de falta de confiança ou desvalorização da capacidade dos colaboradores.

    Delegar funções e responsabilidades também ajuda a criar o senso de liderança em seus funcionários, já que terão que tomar decisões e propor soluções. Lembre-se que isso não significa sobrecarregar as pessoas, envolve reconhecer seus esforços, proporcionar elogios, promoções ou outras formas de reconhecimento.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a os desafios da liderança, acesse o nosso infográfico sobre como criar uma equipe imbatível.

  • 5 maiores desafios da gestão de equipes e como contorná-los

    5 maiores desafios da gestão de equipes e como contorná-los

    A gestão de equipes pode trazer dificuldades para os gestores, independente do tamanho da empresa, gerando dúvidas e causando inseguranças que parecem não ter solução.

    Entenda um pouco sobre os desafios da gestão de equipes, alguns fatores e atitudes que irão tornar a relação com colaboradores mais fácil e produtiva.

    Entendendo a gestão de equipes

    Quando falamos em gerir equipes, isso significa realizar o acompanhamento das atividades realizadas pelos colaboradores, assim como orientá-los e motivá-los de forma a melhorar o seu desempenho.

    O gestor deve ter um canal aberto de comunicação com as pessoas, assim como acompanhar o que é desenvolvido de perto, ajudando-os para que objetivos e metas sejam cumpridos como planejado.

    Veja abaixo os 5 maiores desafios da gestão de equipes e como driblá-los no dia a dia da empresa:

    1. Estimular a autonomia e proatividade dos colaboradores

    Aumentar a produtividade e dar autonomia aos colaboradores são grandes desafios da gestão de equipes, mostrar aos seus membros que podem, sim, assumir responsabilidades sem repassar todas as decisões ao líder para aprovação vai melhorar a performance da sua empresa.

    O líder deve orientar bem a sua equipe, para que cada colaborador conheça suas atribuições, estimular as pessoas a compartilhar ideias que possam melhorar os resultados do negócio e assim promover um ambiente de inovador e proativo.

    Ao determinar com clareza as atividades e metas dos membros da equipe, o líder estimula o comprometimento e a autonomia do grupo para propor soluções sem a necessidade de sua prévia aprovação.

    É importante que o gestor passe confiança às pessoas e as oriente sempre, oferecendo direcionamento quando houver dúvidas. Isso vai melhorar o engajamento de sua equipe.

    2. Lidar com conflitos

    Quando uma equipe não possui confiança, pode haver dificuldade em criar engajamento na resolução de problemas que acontecem na empresa por terem receio de expressarem sua opinião sincera.

    O líder deve mostrar que a participação ativa de todos é fundamental para lidar com questões pertinentes ao trabalho, e que podem participar sem medo de que suas ideias ou opiniões sejam julgadas.

    O líder deve estimular um ambiente de cooperação e harmonia entre os seus colaboradores e incentivar a resolução de conflitos através do diálogo.

    3. Manter a equipe motivada

    Em ambientes empresariais, manter a motivação de sua equipe funciona como um combustível para garantir maior produtividade.

    Para assegurar uma equipe motivada, crie ações junto ao Recursos Humanos (RH) para estimular o desenvolvimento do grupo e seu espírito de proatividade, o que incentiva seus talentos internos a darem o melhor de si.

    É possível conceder mais benefícios, desenvolver planos de carreira, flexibilizar o horário de trabalho, entre outras ações que ajudem a motivar os colaboradores.

    4. Evolução e capacitação da equipe

    Contribuir para o desenvolvimento das pessoas também é fundamental para alcançar o sucesso na gestão de equipes.

    Para isso, oferecer treinamentos, cursos e outras formas de aperfeiçoamento pessoal é benéfico, não só para garantir melhores resultados no negócio, mas também para mostrar que a empresa valoriza seus funcionários e investe em suas carreiras.

    5. Estar atento ao clima organizacional

    A motivação da equipe e seu desempenho muitas vezes está relacionado ao clima e cultura organizacional e como eles conseguem estimular as pessoas a desenvolverem suas funções ao mesmo tempo que promovem um ambiente estimulante.

    Lide com os possíveis conflitos que surgem no cotidiano para ter uma equipe unida, com bom relacionamento interpessoal e aberta para conversar sobre dificuldades e problemas com foco em soluções.

    Para lidar com esses e outros desafios da gestão de equipes, conheça os serviços do Sebrae Alagoas que te ajudarão a desenvolver seu negócio.

  • CRM: como otimizar a gestão de relacionamento com o cliente?

    CRM: como otimizar a gestão de relacionamento com o cliente?

    Focar na gestão de relacionamento com o cliente pode ser transformador para empreendedores. Esse é o resultado de um esforço constante para construir o tipo de vínculo duradouro que leva o seu negócio para o próximo patamar.

    Os sistemas de CRM representam a evolução desse modelo de gestão, que busca disponibilizar informações completas e confiáveis sobre os clientes e os seus hábitos de consumo. Quer saber mais sobre o assunto? Então, confira o nosso post até o final e tire todas as suas dúvidas sobre o funcionamento do CRM.

    CRM x CXM: quais são as diferenças?

    CRM significa Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente, em português. Esse é um sistema que possibilita a gestão inteligente de dados dos clientes. Essa é uma ferramenta que vai muito além do simples cadastro de contato e registro de compras. O CRM conta com:

    • compartilhamento de informações relevantes;
    • estimativas e previsão de vendas;
    • relatórios gerenciais;
    • automação de e-mails customizados;
    • histórico detalhado das solicitações atendidas.

    Ou seja, estamos falando de um programa robusto que realmente entrega vantagens para seus usuários. Contudo, de tempos em tempos, surgem novas ideias e metodologias de trabalho que modificam o cenário atual.

    É nesse ponto que o CXM ou Customer Experience Management mudou o foco para o Gerenciamento de Experiência do Cliente. O objetivo desse sistema é avaliar todas as interações entre a empresa e seus clientes. Os dados coletados são processados para criar um retrato da qualidade do atendimento e da experiência durante a compra.

    Como implementar uma estratégia de CRM que dê resultado?

    Listamos algumas ideias que possibilitam a otimização da gestão de relacionamento com o cliente. Acompanhe.

    Diferencie os consumidores

    A segmentação nunca foi tão relevante quanto hoje. Clientes são atraídos por produtos diferenciados ou com personalizações compatíveis com a sua identidade — e o mais importante: estão dispostos a pagar por produtos que realmente despertam o seu interesse.

    Melhore a comunicação

    Hoje, as estratégias de comunicação buscam tornar a empresa mais acessível. Por isso, faça uso das redes sociais para construir esse relacionamento e interagir positivamente com o seu público. Essas ferramentas podem virar uma vitrine dos seus produtos e proporcionar um atendimento mais ágil.

    Conheça a identidade dos clientes

    O comportamento do seu consumidor deve influenciar esse relacionamento. A recomendação é dedicar tempo para construir esse perfil detalhado e aprofundar o seu conhecimento sobre motivações e hábitos de consumo.

    Como avaliar a eficiência da gestão de relacionamento com o cliente?

    Como todos os processos internos, o relacionamento com o cliente também está sujeito a avaliações para mensurar a sua efetividade. Por esse motivo, é importante estabelecer métricas que devem ser acompanhadas rigorosamente.

    Esses indicadores acompanham desde o grau de satisfação com o atendimento até a probabilidade de indicar a empresa para um amigo. Esses dados revelam quais são as qualidades valorizadas e quais aspectos requerem melhorias.

    Por fim, é importante destacar que essa visibilidade permite que a gestão de relacionamento com o cliente execute o seu verdadeiro propósito, que é atrair, satisfazer e fidelizar clientes. Assim, é possível melhorar a imagem e permanecer competitivo no mercado.

    Você quer saber mais sobre a fidelização de clientes? Conheça as principais informações no nosso Infográfico de Marketing Digital.

  • Aprenda a analisar o mercado e identificar oportunidades

    Aprenda a analisar o mercado e identificar oportunidades

    A era digital já era uma realidade no mundo e teve seu dinamismo acentuado com a pandemia do coronavírus. As empresas que conseguiram se manter competitivas precisaram se adaptar a uma nova realidade e se reinventar para se adequarem às novas relações e hábitos de consumo.

    Nesse contexto, agilidade é importante e informação é um ativo tão valioso quanto recursos humanos e financeiros. Então o que você faz com os dados que obtém do mercado? Quais são suas fontes? Como obtém e analisa as informações sobre o seu segmento de negócio?

    Não é preciso reinventar a roda. Não estamos falando de criar soluções nunca antes vistas pelo consumidor, mas do empenho em se aperfeiçoar constantemente e buscar estratégias melhores. Adaptação e aprimoramento são palavras-chave nesse processo.

    Confira na sequência algumas dicas para você analisar o mercado e identificar oportunidades para o seu negócio!

    Conheça bem o cliente

    O que o consumidor quer? Entender as expectativas, comportamentos, desejos e necessidades dele é uma forma de tornar mais atrativa a oferta da sua empresa. Assim, você agrega valor ao produto ou serviço prestado, cria novas soluções e pode até explorar novos nichos.

    Pesquise a fundo o perfil do seu cliente: faixa etária, sexo, grau de escolaridade, nível de renda, onde mora, crenças e estilo de vida. Pesquisas de mercado são ótimas para você conhecer a fundo o público-alvo identificando características e hábitos de consumo.

    Daí podem surgir ideias para aprimorar sua oferta (quem sabe oferecer um serviço agregado ao produto) e explorar novos nichos de mercado. Ainda é possível utilizar as redes sociais como fonte de informação. Invista nessa aproximação da marca com o cliente e descubra o melhor canal de comunicação para o seu negócio!

    Analise a concorrência

    Conheça os produtos e serviços oferecidos pelos concorrentes, avalie a participação deles no mercado, quais tecnologias utilizam, onde estão localizados, como operam, quem são os fornecedores e clientes, pontos fortes e fracos.

    Uma empresa local parecida com a sua pode estar vendendo mais porque atende os clientes em casa, por exemplo, ou porque investiu em transformação digital. As informações permitem que você compare suas ações com as da concorrência: material, qualidade do produto e precificação, por exemplo. Até mesmo o custo da entrega pode ser um diferencial competitivo.

    Sam Walton, fundador do Walmart, visitava as lojas dos concorrentes e fazia anotações para promover melhorias em seu negócio desde a fundação da empresa em uma cidade pequena do Arkansas, nos Estados Unidos.

    Quem sabe outro mercado do bairro esteja conquistando mais consumidores por causa de um processo bem estruturado de pós-venda. Analise as boas práticas dos concorrentes e avalie os impactos de aderir algumas dessas ações ao seu negócio.

    Avalie tendências

    Analisar o mercado e identificar oportunidades também depende da capacidade de estar antenado às novidades e se adaptar ao comportamento do consumidor. Quer um exemplo? As pessoas passaram a cozinhar mais em casa e a ter maior preocupação com o que comem durante a pandemia do coronavírus.

    Pesquisas indicam que o consumo de açúcares e carne vermelha caiu e esse novo estilo de vida tende a continuar mesmo com o fim do isolamento social. Pense em como isso afeta restaurantes, lanchonetes, mercearias, quitandas e serviços de delivery.

    De repente vale a pena repensar o menu oferecido ao cliente, incluir opções mais saudáveis e investir na entrega rápida e em produtos para um nicho de mercado específico (sem glúten para os celíacos e variar na receita para os vegetarianos).

    Falando em tendências, também vale ficar atento ao aumento do consumo online (acentuado durante a pandemia) e a preocupação do consumidor com sustentabilidade na hora de estruturar ou fazer crescer o negócio.

    Conheça os pontos fortes e fracos do seu negócio

    Tome um tempo para definir missão, visão e valores do seu empreendimento. São fios condutores que ajudam a marca a não perder a identidade. Daí, vá adiante para analisar o mercado e identificar oportunidades.

    Já ouviu falar na análise SWOT? Em português, ela também é conhecida como a matriz FOFA, acrônimo formado pelos 4 aspectos para os quais o empreendedor deve olhar em seu negócio:

    • forças (fatores positivos da empresa, ambiente interno);
    • oportunidades (fatores positivos do mercado, ambiente externo);
    • fraquezas (fatores negativos do negócio, ambiente interno);
    • ameaças (fatores negativos do mercado, ambiente externo).

    A força do seu negócio pode ser a modernidade das instalações (o que garante que a produção flua melhor) ou seus anos de experiência no mercado financeiro caso resolva trabalhar por conta própria como consultor.

    Oportunidade para um restaurante de alimentação saudável é a abertura de uma academia na região. A fraqueza, por exemplo, pode ser a falta de conhecimento em marketing digital para fazer sua marca na internet ou um pós-venda desestruturado. 

    A avaliação de todo o contexto interno e externo do negócio ajuda o empreendedor a entender seu cenário atual e a estabelecer planos e metas. Que tal investir no treinamento dos vendedores para fidelizar clientes, por exemplo?! Use a matriz FOFA para mitigar riscos, entender e prever cenários e orientar a tomada de decisão. e aumentar a sua competitividade no mercado

    Conhecer bem o cliente, analisar a concorrência, avaliar tendências e conhecer os pontos fortes e fracos da sua empresa são medidas que ajudam você a entender melhor o mercado e identificar oportunidades. Essas ações valem a pena para aumentar sua competitividade.

    Gostou das dicas? Se aprofunde no assunto com o nosso Guia de Tendências!

  • Quais os tipos de relatórios gerenciais mais importantes para acompanhar?

    Quais os tipos de relatórios gerenciais mais importantes para acompanhar?

    Manter as finanças equilibradas é um desafio, principalmente para micro e pequenos empreendedores. Esse assunto gera vários questionamentos, seja pela falta de experiência, seja pela falta de conhecimento sobre a gestão financeira. Isso quer dizer que muitas empresas desconhecem o potencial de um relatório gerencial.

    No dia a dia, essa rotina pode não receber a atenção necessária, contudo, o sucesso do empreendimento está profundamente ligado aos resultados financeiros. Sem essas informações não é possível mensurar os lucros, apurar os custos ou garantir o pagamentos das obrigações.

    Por isso, preparamos este conteúdo para demonstrar o papel dos relatórios gerenciais e explicar quais são os principais tipos. Continue a leitura para conhecer todos os detalhes!

    Relatório gerencial: o que é e qual a sua importância?

    Os relatórios gerenciais são documentos que consolidam diversos aspectos do negócio com o intuito de demonstrar detalhadamente o andamento da operação. Nesse caso, estamos falando de informações financeiras desde a entrada de recursos até a apuração e recolhimento de impostos.

    Esses dados são coletados e convertidos em relatórios de fácil leitura e compreensão para, em seguida, serem usados para apoiar o processo de decisão. Esses relatórios devem ser acompanhados periodicamente para possibilitar a criação de um histórico da evolução, bem como a correção de eventuais problemas.

    Acompanhar a movimentação financeira da empresa vai além da simples conciliação bancária. Assim, os relatórios gerenciais assumem um papel tão importante na gestão de empresas. Além de monitorar o andamento das atividades, os relatórios fornecem informações sobre o sucesso da estratégia e indica áreas que podem passar por melhorias.

    Quais são os tipos de relatórios gerenciais?

    Cada tipo de relatório gerencial é criado com o intuito de fornecer informações específicas sobre as finanças empresariais. Porém, todos eles devem conter algumas características básicas, como objetividade, clareza e, acima de tudo, informações confiáveis. Por esse motivo, é importante conhecer o que cada modelo apresenta e qual é a sua finalidade.

    Relatório de fluxo de caixa

    A apuração do fluxo de caixa é uma atividade diária, porém, pode ser consolidada mensalmente. Essa é uma lista de todas as receitas obtidas pela empresa, seja em dinheiro, seja em transferências ou depósitos bancários. Para efeitos de comparação também traz todas as saídas.

    Alguns exemplos de saídas de recursos são:

    • folha de pagamento;
    • pagamento de despesas;
    • pagamento de fornecedores e prestadores de serviços.

    O resultado apurado é o capital de giro representado pela diferença entre os recursos disponíveis em caixa e o somatório de todas as despesas a pagar. O fluxo de caixa também pode ser utilizado para estimar a situação financeira da empresa. Basta registrar as contas a prazo, bem como as contas recorrentes.

    Com essas informações disponíveis, o empreendedor consegue definir qual valor mínimo deve ser vendido para sustentar a operação. Essa também é uma ferramenta de planejamento para novos negócios, pois determina quanto deve ser vendido para alcançar o ponto de equilíbrio e o valor que precisa ser investido.

    Balanço Patrimonial (BP)

    Esse é um dos relatórios obrigatórios, inclusive, para micro e pequenas empresas de acordo com a Lei 9317/96. A sua visualização é dividida em dois campos: ativo e passivo.

    Na contabilidade, o ativo é o conjunto de bens, créditos e direitos a receber em nome da empresa compondo, assim, o seu patrimônio. Essa categoria também é separada em:

    • ativo circulante: são os valores da empresa que podem ser convertidos em espécie em um curto prazo. Estoque, dinheiro em contas bancárias e contas a receber são alguns exemplos;
    • ativo não circulante: são os bens que podem se transformar em dinheiro no longo prazo, por exemplo, com a venda de imóveis, veículos e maquinário.

    Já o passivo engloba todas as obrigações e dívidas da empresa e são divididos em 3 grupos distintos:

    • passivo circulante: corresponde a todas as contas da empresa que devem ser quitadas no prazo de 12 meses, ou seja, o período em exercício. Os principais passivos são folha de pagamento, impostos e contribuições, contas a pagar com fornecedores e distribuição de lucro aos sócios;
    • passivo não circulante: o prazo de pagamento do passivo não circulante é a principal diferença, sendo que inclui as contas com pagamento superior a 12 meses. Nesse caso, contempla financiamentos e empréstimos de longo prazo, aportes de investidores com data de quitação superior a um ano;
    • patrimônio líquido: é o resultado do ativo menos o passivo, uma vez que os dois lados do balanço precisam totalizar o mesmo valor.

    Contas a pagar

    Esse é um relatório elaborado para mostrar todas as despesas e separá-las de acordo com a data de incidência. Essa é uma análise que permite decidir onde cortar custos e como direcionar recursos para investimentos.

    A organização financeira da empresa é essencial para evitar a perda de prazos e pagamento de contas em atraso, o que pode gerar multas e penalizações. Além disso, essa análise possibilita identificar quais contas serão priorizadas em caso de dificuldades financeiras.

    Contas a receber

    Esse relatório é essencial para o controle financeiro diário da empresa. A organização das receitas ajuda a demonstrar todos os valores que entraram, bem como os valores a serem recebidos no longo prazo.

    Essa informação também ajuda a identificar quais clientes estão inadimplentes, pois atrasos no recebimento podem comprometer as finanças. Assim, há a necessidade de criar uma política de cobrança eficiente para manter o fluxo de caixa em dia.

    Demonstração de Resultado de Exercício (DRE)

    Esse relatório gerencial é um documento obrigatório emitido anualmente, que detalha os resultados sob o ponto de vista contábil e patrimonial. A sua elaboração contempla o exercício em questão e apresenta o resultado líquido do ano.

    As empresas têm autonomia para decidir o formato do documento, porém, alguns elementos devem estar presentes. Tais como:

    • a receita bruta de vendas;
    • a receita liquida após deduções;
    • as despesas e os custos operacionais;
    • os lucros ou prejuízos obtidos;
    • os resultados antes do Imposto de Renda.

    Giro de estoque

    A rotatividade de estoque é um dos relatórios mais importantes para gestão de estoque, um processo estratégico para a empresa. Esse relatório gerencial demonstra a periodicidade com a qual o inventário é renovado, essa análise é segmentada por produto para garantir a precisão.

    Com essa informação em mãos é possível identificar com que frequência os itens devem ser abastecidos. Isso ajuda a melhorar o planejamento das atividades da área de compras e garante que não haverá ruptura do estoque. Com isso, empresa deixa de imobilizar o patrimônio com materiais e ajuda a destinar esses recursos para outras áreas.

    Por fim, devemos ressaltar que a elaboração de um relatório gerencial exige precisão para garantir que as informações são confiáveis. Para atingir esse objetivo, o empreendedor deve investir em tecnologias, como sistemas de gestão integrada, para automatizar as rotinas e simplificar esse processo.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a gestão voltada para qualidade, acesse o nosso post sobre o que são e como analisar indicadores de resultados.

  • Quer aumentar as vendas de final de ano? Saiba o que fazer!

    Quer aumentar as vendas de final de ano? Saiba o que fazer!

    Há uma razão pela qual as ruas ficam sempre cheias no fim do ano. Afinal, se trata de um dos períodos de maior aquecimento do comércio, quando as pessoas estão atrás de presentes — para seus amigos, familiares e para si mesmas.

    Na internet, não é diferente. Pela comodidade, as vendas on-line também crescem muito nessa época do ano. Portanto, nada mais natural que os comerciantes busquem maneiras de se destacar tanto nos ambientes off como on-line

    Por isso, preparamos um artigo com as principais dicas para os gestores que queiram aproveitar bem as vendas de final de ano. Vamos conhecê-las!

    Defina bem as metas de vendas

    A equipe de vendas deve contar com metas bem-definidas para que os resultados estipulados se concretizem após o período do final de ano. Isso envolve alinhar o estoque (falaremos disso a seguir) com as projeções.

    Nesse momento, a empresa deve ser realista. Não adianta estabelecer resultados muito ambiciosos se nos anos anteriores as vendas foram modestas. Os profissionais devem trabalhar com números similares aos obtidos nos períodos anteriores.

    Isso serve até mesmo como uma maneira de se preparar para o pior e para o melhor cenário possíveis. Com um estudo detalhado do que ocorreu anteriormente, a empresa saberá o que deve fazer para obter melhores resultados.

    Planeje o estoque

    As vendas de fim do ano são impulsionadas pelos presentes de datas comemorativas, como o Natal. Munidos de renda extra, proporcionada pelo recebimento do 13º, os clientes em potencial percorrem as lojas procurando produtos específicos.

    Assim, um estoque mal gerido é péssimo para os vendedores, uma vez que as pessoas simplesmente procurarão a próxima loja. Por isso, é muito importante ter um excedente das mercadorias mais procuradas.

    Certifique-se de que a sua loja conte com o “mix” de produtos mais completo possível. Isso garante mais vendas e também evita que os consumidores abandonem a sua loja ao encontrarem variedades melhores na concorrência.

    Uma dica é explorar produtos que geralmente vendem mais nessa época do ano, tanto no nível de estoque como na divulgação. Sua empresa será ainda mais valoriza se for conhecida como um local confiável para encontrar produtos específicos, por exemplo.

    Aproxime-se dos fornecedores

    Falamos da importância de manter um estoque bem-nutrido. Isso passa por um ótimo relacionamento com fornecedores, baseado no respeito e na confiança mútua. Além disso, caso o seu negócio envolva entregas, essa boa relação com os parceiros é ainda mais relevante.

    Por isso, fortaleça seus laços com bons fornecedores logísticos e deixe o seu cliente a par do que você pode cumprir. Isso envolve prazos bem-definidos, possíveis atrasos, nomes de transportadores e um canal aberto para comunicação.

    Desse modo, sua empresa une duas ótimas conquistas: uma boa relação comercial com os fornecedores e a confiança dos clientes. Ainda que alguns atrasos ocorram, será possível sobreviver com o bom serviço geral prestado por seus parceiros.

    Preste atenção à precificação

    Você quer apenas um cliente que aparecerá no Natal ou um consumidor regular e possível promotor da marca? Caso a sua resposta seja a primeira, prepare promoções e não se preocupe com o resto. No entanto, se você prefere a segunda opção, preste atenção à precificação.

    Fazer ofertas nessa época do ano é essencial, mas é preciso reflexão. Suponhamos que a sua empresa faça uma promoção muito atrativa no dia 26 de dezembro, por exemplo, para lucrar com aquelas pessoas que deixam o Natal passar para adquirir mercadorias mais em conta.

    Desse modo, a empresa deve se preparar para lidar com dois públicos diferentes: os que se organizaram e aqueles que aparecem no dia para a queima de estoque. Caso essa preparação seja feita, nenhum dos dois grupos de consumidores se sentirá prejudicado.

    O importante é se basear no quanto a sua empresa deseja faturar por cliente em vez de pensar apenas em uma venda específica. Desse modo, você também faz com que ele volte à loja, como um cliente regular, e não apenas alguém que aparece uma vez e nunca mais volta.

    Foque no bom atendimento

    Não importa se o seu negócio é on ou offline: atender bem não é apenas uma vantagem competitiva, é um atributo essencial para o sucesso de qualquer negócio. Lembre-se que o seu consumidor pode encontrar outra loja com apenas alguns cliques no celular.

    Dessa forma, invista em equipes bem-treinadas e capacitadas. Isso envolve tanto o conhecimento sobre os produtos que a empresa comercializa quanto a educação e polidez necessárias para garantir que o cliente se sinta bem-tratado.

    Caso você deseje contratar pessoal extra para ajudá-lo nos pedidos de fim de ano, é preciso ter muita atenção ao recrutamento. Um vendedor com ótimo currículo técnico não agrega muito se ele é normalmente ríspido com os clientes.

    Tanto a atração e a fidelização passam pelo bom atendimento. Portanto, manter pessoas mal-educadas em contato direto com os clientes é uma péssima ideia.

    Facilite o pagamento

    Facilitar os meios de pagamento é uma vantagem competitiva. Então, habilite vários sistemas dentro da sua loja: ofereça a opção de pagamento com cartões de crédito e débito e também formas de pagamento on-line e por boleto.

    Utilizar serviços como o PagSeguro, que aceitam diversos cartões e facilitam a transação imediata, também é um ótimo meio de diversificar seus sistemas.

    Aposte no mobile

    Como grande parte dos consumidores realizam compras por celulares, nada melhor do que ter um site que esteja bem-adaptado aos dispositivos móveis. Além de uma página on-line, também é importante investir no marketing digital para reforçar sua presença virtual.

    Muitos consumidores compram por impulso quando estão navegando na internet e encontram uma ótima promoção, por exemplo. No entanto, isso só ocorre se o seu negócio encontrar essas pessoas com um bom site, adaptado às telas de celulares.

    Suponhamos que a sua empresa venda artigos de informática. Caso um consumidor em potencial procure o item “teclado sem fio”, dentro da sua área de abrangência, qual é a possibilidade de que ele encontre a sua empresa?

    Por isso, investir na presença digital é crucial atualmente. O que nos leva ao nosso próximo e último item.

    Capriche na divulgação

    Nada melhor que apostar no marketing para garantir uma boa divulgação. Isso vale tanto para lojas virtuais como físicas. É por meio dele que será possível chamar atenção para as suas promoções e para a excelência dos seus produtos.

    Procure profissionais da área e invista em campanhas totalmente direcionadas para atrair consumidores para as ofertas de fim de ano. Eles serão capazes de mapear tendências, estabelecer perfis ideais de consumidores e implementar as tecnologias necessárias para modernizar esses processos.

    Isso garante que a sua empresa evite prejuízos decorrentes de um planejamento pouco conectado a soluções digitais que temos hoje. Tão importante quanto gerir o estoque e contar com parceiros de alto nível é explorar o ambiente on-line para gerar bons resultados financeiros.

    Como pudemos ver no artigo, turbinar as vendas de final de ano é algo perfeitamente possível, independentemente do seu ramo de atuação. Para isso, é preciso ter uma presença digital forte, oferecer atendimento de qualidade e precificar devidamente os seus produtos.

    Além disso, oferecer diversos sistemas de pagamento garante que o seu cliente não abandone a sua loja de forma permanente. Por fim, para garantir boas vendas de fim de ano, não se esqueça de contar com um bom site, que esteja adaptado para o uso tanto em computadores como em celulares.

    Para não perder nenhuma data comemorativa relevante, não deixe de baixar o nosso infográfico!

  • 3 maneiras eficientes de fazer a avaliação de fornecedores

    3 maneiras eficientes de fazer a avaliação de fornecedores

    Encontrar parceiros capazes de atender as suas necessidades é apenas o primeiro passo. Para construir uma relação duradoura e lucrativa, é essencial implementar um modelo de gestão que valoriza a avaliação de fornecedores. Existem diversas formas de analisar o desempenho e identificar gargalos que podem se transformar em problemas sem o devido cuidado.

    Por isso, o empreendedor deve focar no planejamento da contratação e periodicamente avaliar os resultados. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo para explicar como esse processo funciona e quais são as melhores práticas. Confira!

    O que é avaliação de fornecedores?

    Em termos simples, a avaliação dos seus fornecedores consiste no processo de medir a qualidade do seu atendimento por meio de indicadores de desempenho. Geralmente, essa responsabilidade cabe ao departamento de compras. O objetivo é:

    • garantir o suprimento de insumos e produtos;
    • reabastecer o estoque periodicamente;
    • cumprir com os prazos de entrega;
    • praticar preços compatíveis com o mercado.

    A área de compras é considerada estratégica para o crescimento da empresa. Por isso, é preciso estabelecer boas práticas que ajudam a melhorar os resultados.

    Quais são os principais modelos de avaliação de fornecedores?

    Adotar o processo de avaliação depende do alinhamento das expectativas tanto de empresas como de seus fornecedores. Essa é uma iniciativa que ajuda a desenvolver a melhoria contínua e a confiabilidade no processo de compras.

    Há várias metodologias de avaliação que geram visibilidade sobre o processo e o desempenho dos parceiros. Conheça as mais utilizadas no mercado.

    1. Questionário de avaliação

    Esse é um dos modelos mais simples de implementar. Basta listar perguntas para identificar se o potencial fornecedor conta com as qualificações e os atributos necessários. Utilize perguntas como:

    • Qual é o prazo de entregas para os produtos?
    • A empresa oferece customizações ou produtos sob encomenda?
    • Qual é a capacidade de produção/entrega?
    • O fornecedor tem certificações de qualidade?

    Atribua uma nota para cada resposta positiva e faça o somatório. A partir daí, crie uma classificação ou estabeleça uma nota de corte para determinar quais fornecedores estão aprovados de acordo com os critérios. Geralmente, essa é uma avaliação inicial e outros modelos podem ser adotados posteriormente para aprofundar a consulta de informações.

    2. Matriz de Kraljic

    O foco da matriz de Kraljic não são os fornecedores, mas os produtos que comercializam. Esse método classifica todos os itens comprados em quatro categorias: estratégicos, alavancagem, gargalo e não críticos. Em seguida, a lista é cruzada nas dimensões de risco e impacto.

    Quando transferimos a atenção para os itens, é possível criar uma lista de prioridades. Por exemplo, os materiais considerados estratégicos devem ter a sua reposição programada com rigor e, se possível, manter um estoque de segurança maior.

    Com isso, o gestor tem controle sobre a sua necessidade, o que possibilita a aquisição dos produtos na quantia e no momento certo. Ao considerar o impacto e o risco, é possível identificar o fornecedor ideal com base nos custos, capacidade de atendimento e condições de negociação.

    3. Análise dos 10 Cs

    Quando o assunto é qualidade dos fornecedores, esse é um dos modelos de avaliação mais utilizados. Ray Carter criou esse conceito em 1995, inicialmente com 7 Cs e, posteriormente, incluiu mais 3 Cs. Veja abaixo quais são eles.

    1. Competency (Competência)

    Esse conceito requer que o empreendedor faça uma avaliação completa das competências do fornecedor quanto aos aspectos necessários para manter o abastecimento. É importante considerar desde as instalações físicas até as qualificações da equipe. Também dedique tempo para falar com outros clientes e descobrir a opinião deles sobre o fornecedor.

    2. Capacity (Capacidade)

    A sua empresa já enfrentou imprevistos porque o fornecedor não foi capaz de entregar o seu pedido conforme combinado? Isso acontece repetidamente ou durante períodos sazonais? Se esse problema se repete com muita frequência, é recomendado introduzir essa forma de avaliação para minimizar esse risco.

    3. Commitment (Compromisso)

    O ideal é construir uma relação de longo prazo e confiabilidade. Assim, é essencial verificar se o fornecedor tem um bom programa de qualidade e implementa políticas como ISO ou seis sigma.

    4. Control (Controle)

    Um dos aspectos que devem ser avaliados é a capacidade do potencial fornecedor de manter o controle sobre os seus processos, resultados e procedimentos de trabalho. A tecnologia ajuda muito nessa rotina, portanto, também verifique o grau de automação e recursos disponíveis.

    5. Cash (Dinheiro)

    A situação financeira dos seus parceiros também é sua responsabilidade. Imagine que o gestor contrata uma empresa de pequeno porte cujo faturamento depende desse fornecimento. Nesse caso, romper o contrato significa que a empresa pode perder uma parte considerável da sua renda. Portanto, acompanhe o grau de endividamento e o nível de dependência antes de tomar essa decisão.

    6. Cost (Custo)

    A política de preços praticados está entre os principais fatores que influenciam a decisão de compra. Assim, avalie a relação custo-benefício para determinar a opção mais vantajosa.

    7. Consistency (Consistência)

    Para muitas empresas, a sua estratégia de estoque exige que os parceiros sejam capazes de manter o fluxo de suprimento de acordo com o programado. Isso aumenta a necessidade de consistência no abastecimento.

    8. Culture (Cultura)

    Um dos pilares de uma relação de negócios bem-sucedida é a presença de valores compartilhados. Quando a cultura organizacional é semelhante, maiores são as chances do fornecedor tratar o contrato com a mesma dedicação.

    9. Clean (Limpeza)

    A sustentabilidade é uma das características mais valorizadas pelo consumidor, Não só isso, há vários casos em que empresas são responsabilizadas pelos atos de seus fornecedores. Portanto, clean remete a ideia de cuidado e responsabilidade ambiental.

    10. Communication (Comunicação)

    Quando falamos de comunicação e compartilhamento de informações, é importante entender que manter um diálogo aberto é essencial para solidificar essa relação. Busque soluções que facilitem essa prática e dedique esforço para construir esse relacionamento.

    Por que vale a pena avaliar fornecedores?

    Para entender o peso dessa relação, é importante ressaltar que há uma interdependência entre empresas e seus fornecedores. Por exemplo, uma entrega de materiais em atraso pode interromper a produção. Por outro lado, se o cliente atrasa o pagamento dos pedidos, há um impacto no fluxo de caixa.

    Por esse motivo, é recomendado implementar iniciativas que ajudam a manter essa relação equilibrada, para que ambas as partes cumpram com as suas obrigações no contrato de fornecimento.

    Estabelecer alguns critérios ajuda nessa tarefa. São eles:

    • evitar a dependência: contar com mais de um fornecedor para os materiais em estoque ajuda a reduzir a chance de desabastecimento;
    • flexibilidade de negociação: esse aspecto está relacionado a capacidade de atender imprevistos e solucionar problemas com agilidade;
    • criar um senso de parceria: essa interação deve ser pautada pelo beneficio mútuo, ou seja, ambas as empresas devem crescer no decorrer do tempo;
    • apoiar o processo de adequação: não basta somente identificar problemas também é preciso participar ativamente na criação de soluções inovadoras.

    Deixar de praticar a avaliação de fornecedores pode se transformar em um problema. Essa falta de controle pode causar atrasos, afetar a satisfação do cliente e prejudicar a lucratividade. Portanto, não deixe de acompanhar essa relação.

    Se você quer ter acesso as nossas soluções, acesse o Hub Sebrae.

  • Entenda a importância de definir um propósito para sua empresa e como fazer isso!

    Entenda a importância de definir um propósito para sua empresa e como fazer isso!

    Qual é a identidade da sua empresa? O que une gestores, colaboradores e clientes que promovem a sua marca? Você pode ainda não ter uma resposta na ponta da língua, mas não precisa se desesperar. Basta buscar a resposta no DNA do seu negócio.

    Neste post, falaremos sobre o conceito de propósito da empresa, a sua importância para os negócios e como defini-lo de maneira adequada. Para lhe ajudar nessa empreitada, apresentaremos alguns exemplos bem interessantes.

    É importante notar que cada exemplo de propósito é único e se conecta diretamente às atividades-fim e aos valores da empresa. Sem mais demora, vamos entender sobre esse conceito e suas aplicações. Acompanhe conosco!

    O que é o propósito da empresa?

    De forma bastante objetiva, o propósito de uma empresa pode ser definido através da razão pela qual ela existe e o que ela pode fazer pelos seus consumidores. É um termo para mostrar no que a organização acredita e para nortear suas ações.

    Assim, o propósito da empresa é um direcionamento destinado a unificar os consumidores e a cultura organizacional para conquistar objetivos e estabelecer um legado positivo no mercado.

    É importante, inclusive, realizar uma distinção. É comum encontrarmos pessoas que confundem propósito com posicionamento, então, vale a pena diferenciá-los de forma apropriada.

    Enquanto o primeiro serve para distinguir características próprias e estabelecer os valores da companhia, o segundo tem mais a ver com a trajetória e capacidade de se pronunciar em momentos-chave. O posicionamento é, enfim, a maneira como a empresa se relaciona com o mundo.

    Já o propósito de uma empresa pode ser definido em uma frase ou um parágrafo simples e se encontra dentro da própria empresa, naquilo que a diferencia das concorrentes. Podemos citar os dois conceitos utilizando uma só empresa, a Natura.

    Enquanto o propósito da Natura é cuidar das pessoas e da natureza, o seu posicionamento visa estimular as pessoas a tornarem o mundo mais bonito, por meio da diversidade e da sustentabilidade.

    Qual é a sua importância?

    Quais são os benefícios de estabelecer um propósito de empresa, além do privilégio de ter um slogan criativo? Vamos conhecê-los.

    Mobilização dos colaboradores e clientes

    Para motivar os funcionários, nada melhor que ter um propósito bem-definido, que atraia mentes que compartilham daqueles valores. Por isso, o conceito também ajuda os trabalhadores a “vestirem a camisa” da organização.

    Essa conexão diferenciada gera um ótimo ambiente de trabalho, no qual as pessoas se sentem confiantes e parte das tomadas de decisão. Como se não bastasse, também ajuda a atrair clientes que acreditam nos valores estabelecidos pela empresa. Isso tem como resultado:

    Atração e retenção de talentos

    Mobilizar os funcionários é importante — e tão benéfico quanto é a retenção dos grandes talentos. Caso seja honesto e verdadeiro, o propósito definido pela empresa influencia até mesmo no processo de recrutamento e seleção. Assim, os profissionais de RH podem adotar algumas atitudes importantes:

    • recrutar pessoas que compartilham diretamente do propósito da empresa;
    • observar aqueles que se mostram mais dispostos a aceitar projetos de longo prazo;
    • promover dinâmicas para que os contratados se integrem rapidamente ao ambiente.

    Com essa afinidade, é natural que eles permaneçam por mais tempo na empresa, o que eleva o seu capital humano e os resultados obtidos.

    Ganho de relevância

    Basta entrar na internet e realizar pesquisas para entender que há uma abundância de empresas e produtos no mercado. Com isso, demarcar o próprio espaço e se manter no radar das pessoas envolve ações frequentes.

    Uma das maneiras de não ceder espaço aos competidores é garantir que o propósito da empresa esteja sendo fielmente cumprido. Isso traz impactos positivos e reforça a reputação da empresa, a diferenciando dos concorrentes.

    Por isso, os gestores devem tomar decisões sempre se baseando naquilo que faz a empresa existir. Quando a organização começa a se desviar dos seus valores, a tendência é que ela acabe se tornando apenas mais uma opção no meio de um mercado saturado.

    Promoção de crescimento

    Você já ouviu falar sobre engajamento, certo? Ele está relacionado com a afinidade que clientes e colaboradores têm com o propósito da empresa. Com pessoas orgulhosas em trabalhar ali e clientes que compartilham seus valores, o crescimento se torna natural.

    É interessante notar como todos esses fatores, reunidos, são essenciais para que a empresa produza mais e, consequentemente, também lucre mais — e fortaleça sua marca no mercado.

    Qual é o melhor exemplo de propósito da empresa?

    O mais interessante desse conceito é que não é possível apresentar apenas um exemplo bem-sucedido de sua implementação. Afinal de contas, são muitos! Além disso, ele se aplica a organizações de diferentes tipos e portes.

    Assim, temos micro e pequenas empresas que contam com seus próprios propósitos específicos. Podemos citar a Illa Sorvetes, que tem como objetivo fabricar felicidade.

    A TJ Tamo Junto se dedica a “criar momentos inesquecíveis para unir pessoas e celebrar a vida”. O alagoano Instituto Mandaver enfatiza que existe para “influenciar uma geração a ressignificar sua identidade e ser potencializadora do seu futuro, causando impacto em sua comunidade local”.

    Além disso, o Instituto também inclui o bairro no qual atuam, o Vergel do Lago, em seu propósito, ao afirmar a necessidade de torná-lo um dos locais mais inovadores e empreendedores do estado do Alagoas.

    Por fim, a Hand Talk tem como lema “Conectamos pessoas e empresas através de acessibilidade digital”, enfatizando o objetivo de modernizar ambientes e ultrapassar fronteiras com a tecnologia de ponta.

    Independentemente do ramo no qual a empresa atua, todo negócio pode e deve definir um propósito para demonstrar e fortalecer os seus valores, para os seus clientes e para o mercado em geral. Nesse sentido, essa identidade servirá para guiar as ações da companhia durante sua trajetória.

    O que considerar na hora de definir seu propósito?

    Para não errar, a empresa pode seguir o exemplo do publicitário Joey Reitman, um dos maiores especialistas do mundo quando o assunto é propósito. Ele resume a sua opinião sobre o assunto com uma pergunta instigante:

    “O que o mundo perderia caso sua empresa deixasse de existir?”

    Esse deve ser justamente o raciocínio que conduz a definição do propósito do negócio. Ele não deve ser muito genérico, mas também não pode ser totalmente específico a ponto de falar apenas a algumas pessoas.

    O mais importante é buscar a autenticidade, utilizando os valores dos quais a empresa quer se orgulhar. Só dessa maneira será possível criar algo duradouro e honesto — especialmente no relacionamento com o cliente. Os produtos e serviços podem evoluir, mas o propósito da empresa deve se manter firme.

    Como pudemos ver no artigo, é fácil encontrar um exemplo de propósito da empresa, já que muitas organizações buscam estabelecer sua marca no mercado. O mais importante, contudo, é honrá-lo e praticar aquilo que a empresa se propôs a fazer.

    E aí, qual é a sua opinião sobre o tema? Deixe um comentário no post e compartilhe os seus insights com a gente!

  • Por que devo adotar a segmentação de cliente e quais as metodologias?

    Por que devo adotar a segmentação de cliente e quais as metodologias?

    Para desenvolver produtos e serviços de acordo com o perfil dos clientes, não há uma solução mágica. É preciso estudar as interações com os consumidores e com os leads — e mapear suas necessidades e preferências.

    Um meio de obter isso é a segmentação de cliente. Com base nela, os gestores obtêm mais clareza na hora de adquirir (e fidelizar) consumidores. Além disso, ela beneficia profissionais de marketing, vendas e de relacionamento ao cliente, que conseguem mais informações para desenvolver campanhas e ações.

    Pensando nisso, desenvolvemos um post especial para que você entenda tudo sobre o conceito, as diferentes modalidades de segmentação e maneiras de implementá-la em sua empresa. Siga a leitura!

    O que é segmentação de cliente?

    O conceito pode ser definido como a divisão das pessoas pertencentes ao seu público-alvo em grupos que compartilham características. Por isso, para realizar essa segmentação, é necessário traçar um perfil do cliente — para encontrá-lo e para interagir com ele.

    O principal objetivo dessa estratégia é se comunicar de forma personalizada, melhorando a experiência do consumidor em todos os estágios da interação, o que leva a mais vendas concretizadas.

    Esse método também facilita a adaptação das campanhas de marketing, uma vez que é mais fácil trabalhar com grupos específicos.

    Quais são os diferentes tipos de segmentação?

    Agora, mostraremos as principais modalidades de segmentação. É importante notar que elas não são mutuamente excludentes e podem ser combinadas para atingir melhores resultados.

    Segmentação Comportamental

    Por meio da observação de padrões de comportamento dos clientes, a empresa consegue identificar determinadas tendências para explorar futuramente. Um exemplo é quando a organização investiga compras realizadas em determinados períodos do ano.

    A partir de padrões repetidos em diversos anos, a empresa consegue se preparar para explorar esse comportamento futuramente. Também é importante entender as razões pelas quais o cliente compra determinados produtos em certas épocas.

    Dentro da segmentação comportamental, podemos apontar padrões que a empresa pode observar para gerar mais vendas:

    • hábitos gerais de compra dos grupos;
    • interações diretas com a marca;
    • status atual do cliente, observando os padrões recentes de comportamento dos usuários.

    Segmentação demográfica

    Trata-se de um dos modelos mais utilizados, principalmente com as técnicas mais modernas de análises de dados. Ela tem a ver com dados estatísticos sobre grupos de pessoas. Alguns exemplos de estudo desse campo:

    • nível educacional do cliente;
    • gênero;
    • faixa etária;
    • idade;
    • localização;
    • renda (anual e mensal);
    • situação familiar.

    Além disso, esses critérios podem ser adaptados para um contexto B2B, ou seja, de empresas vendendo para outras empresas. Nesse caso, é importante levar em consideração o cargo do lead, o porte da organização e o segmento no qual ela atua.

    Segmentação psicográfica

    Já essa segmentação leva em conta o estilo de vida, os valores e aspectos da personalidade do cliente. Suponhamos uma empresa que venda artigos esportivos: nesse caso, os diferentes grupos que compõem um público-alvo têm em comum o interesse por esportes.

    Assim, podemos citar alguns critérios utilizados pela segmentação psicográfica:

    • interesses de compra;
    • motivação;
    • estilo de vida;
    • valores;
    • prioridades;
    • traços de personalidade.

    Segmentação por Recência, Frequência e Valor Monetário (RFM)

    Por fim, a segmentação RFM utiliza um método de distinção que se aproveita dos dados relativos às últimas compras realizadas (recência), frequência de aquisições de produtos e o valor monetário gasto.

    Assim, utilizando-se os três critérios, a empresa poderá centrar suas campanhas de marketing nos clientes que obtiverem as maiores pontuações.

    Como fazer a segmentação de clientes?

    Agora que apresentamos os diferentes tipos, falaremos das etapas que a sua empresa deve seguir para realizar um bom trabalho de segmentação.

    Escolha bem os clientes nos quais você se focará

    Para acertar na sua segmentação, pense bem nos motivos pelos quais você está desenvolvendo uma estratégia de segmentação de clientes. Além disso, pergunte-se sobre o que você realmente espera obter desse processo.

    Para ser mais eficiente, determine os resultados que você deseja alcançar. Só dessa maneira será possível desenvolver uma estratégia de forma a cumprir suas metas. Além disso, não se esqueça de que os seus estudos são exclusivos para o seu negócio e não devem ser utilizados para analisar a concorrência.

    Atenção às variáveis

    Também é muito importante prestar atenção às variáveis geográficas, demográficas e comportamentais, independentemente da segmentação escolhida. Afinal, por mais que cada modelo foque em algo, são muitos os motivos que levam os clientes a comprar.

    Seja específico em relação ao perfil

    Nessa hora, é muito importante buscar uma definição precisa do perfil desejado do consumidor que você deseja atingir. Para isso, não deixe de investigar os hábitos, gostos e lugares que o seu público frequenta — ou nos quais prefere comprar produtos.

    Além disso, pesquisas de mercado podem ajudá-lo a mapear novos dores e possíveis soluções para os clientes. Isso ajuda não somente na segmentação, mas também na construção de um relacionamento próximo com o cliente.

    Busque diferentes fontes de dados

    Não se prenda à uma única fonte de dados! Amplie a sua coleta de informações por meio da realização de pesquisas e de outras fontes que possam ajudar na hora de realizar a segmentação.

    Por meio da análise de dados e do Big Data, por exemplo, é possível encontrar padrões de consumo dentro do próprio histórico de transações feitas pela empresa. Além disso, mantenha-se bem-informado em relação às tendências do mercado e às movimentações dos concorrentes.

    Segmente seus clientes em grupos bem definidos

    Caso você tenha seguido os passos interiores, agora que você já tem uma boa ideia do que realmente espera obter no processo de segmentação dos clientes. Por isso, agora é o momento de decidir efetivamente como fazer isso.

    De acordo com os seus objetivos, defina categorias de segmentação, de acordo com os modelos que mostramos anteriormente. Suponhamos que a sua empresa deseja personalizar sua estratégia de acordo com a localidade, por exemplo.

    Nesse caso, busque aumentar as conversões naquela região. Busque as informações sobre os produtos mais consumidos ali e amplie a divulgação dessas mercadorias para os clientes que residam ali.

    Esse é apenas um exemplo, levanto em conta a chamada segmentação demográfica — que também é conhecida como geográfica em alguns artigos. Contudo, os critérios variam de acordo com o seu negócio e de acordo com as metas. Capriche na criatividade!

    Além disso, é possível contar com técnicas como a chamada curva do ABC, na qual os produtos podem ser classificados de acordo com a importância e suas vendas. No YouTube, é possível consultar tutoriais para aplicá-la em sua empresa.

    Como vimos, a segmentação de cliente é uma ótima maneira atrair leads, criar afinidade com o consumidor e, consequentemente, vender mais. Ela é essencial para os gestores que desejam manter o foco no público-alvo correto e obter mais precisão em suas estratégias.

    Quer continuar lendo sobre maneiras de atrair consumidores? Então, aproveite a visita e confira o nosso post sobre como captar novos clientes!