Autor: Gustavo Accioly

  • Quer melhorar seus resultados? Veja como priorizar as tarefas no trabalho

    Quer melhorar seus resultados? Veja como priorizar as tarefas no trabalho

    Você precisa executar várias atividades em seu trabalho (ou até na vida pessoal) e acaba atrasando a produção ou mesmo ficando com a sensação de não saber por qual delas começar? Se essa situação é familiar, está na hora de conhecer algumas estratégias para entender melhor como priorizar tarefas. 

    Esse problema é bastante comum e pode afetar a sua produtividade e o desempenho de sua empresa. Além disso, resulta no sentimento de que existe uma sobrecarga de trabalho, o que nem sempre é verdade — talvez o real problema seja a dificuldade de identificar o que é urgente e o que pode ser deixado para depois.

    Para um líder, definir prioridades é essencial para direcionar o trabalho dos colaboradores e conseguir maior engajamento da equipe. Continue a leitura e descubra como fazer isso!

    Por que saber identificar urgências faz toda a diferença para o seu negócio?

    Quando várias tarefas são consideradas urgentes, na verdade, existe uma grande possibilidade de que nenhuma delas seja, de fato, tão prioritária. O que acontece é que há falta de clareza sobre o que é realmente prioridade.

    Isso gera confusão e desmotiva a equipe, que se sente sobrecarregada, sem um direcionamento adequado. Por isso, adotar boas práticas de gestão e entender as prioridades faz toda a diferença.

    Urgência, prioridade e importância, por exemplo, são conceitos distintos, que ajudam a classificar cada demanda:

    • uma tarefa urgente não necessariamente é prioritária. A urgência se relaciona ao tempo para execução e prazo para conclusão;
    • importância diz respeito ao valor que a tarefa em questão agregará ao negócio;
    • prioridade acaba sendo uma mistura de ambos. Ou seja, as tarefas importantes, com menor prazo, são prioritárias.

    Classifique as prioridades

    Saber classificar cada tarefa de acordo com tais critérios pode parecer um tanto confuso — afinal, nem sempre aquela considerada prioritária é urgente, certo? Porém, isso faz toda a diferença para evitar que algo que, embora importante, tenha mais prazo e seja executado antes das demais demandas.

    Por isso, vale a pena classificar também as prioridades:

    • prioridade 1 é tudo aquilo que é urgente e importante;
    • prioridade 2 são tarefas importantes, mas não tão urgentes;
    • prioridade 3 se refere a urgências que não são tão importantes.

    Como priorizar tarefas mais importantes?

    Seguindo essa linha de raciocínio, fica mais fácil entender como priorizar cada ação de sua empresa. Um método muito utilizado para isso é a Matriz de Eisenhower, que distribui as tarefas em quatro quadrantes, o que facilita a visualização do que deve ser executado primeiro e o que pode ser delegado.

    No primeiro quadrante, fica tudo aquilo que é urgente e importante, como resolução de crises, projetos com prazos e reuniões que não podem ser adiadas, por exemplo. No segundo, fica o que é importante, mas não tem urgência, como planejamento de ações, treinamento e relacionamento. Nesse caso, defina datas para a execução, após solucionar as prioridades.

    No terceiro quadrante, estão tarefas que são urgentes, mas nem tão importantes, como telefonemas ou determinadas reuniões, que podem ser delegadas à equipe. Por fim, no quarto, estão atividades nem urgentes, nem importantes, que devem ser eliminadas para melhorar a produtividade. Exemplos disso são troca de e-mails desnecessários e uso de redes sociais para lazer.

    A ideia da matriz veio de Dwight Eisenhower, 34º presidente dos Estados Unidos, que afirmou que “o que é importante raramente é urgente e o que é urgente raramente é importante”. Para ilustrar, veja um exemplo da matriz:

    como priorizar tarefas

    Como implantar essa estratégia em meu negócio?

    Ao criar regras para classificar a prioridade das tarefas, sua equipe ganha autonomia para a execução do trabalho. Como reflexo, a motivação aumenta e a empresa se torna mais produtiva. Confira a seguir o que fazer para implantar essa nova cultura corporativa.

    Faça um mapeamento de tarefas

    É preciso conhecer todas as tarefas executadas pelo negócio, bem como as ferramentas necessárias para sua execução. Em muitos casos, a conclusão de um determinado trabalho exige o envolvimento de várias equipes e demanda recursos distintos.

    Assim, é fundamental listar tudo o que precisa ser feito (até mesmo o mais básico, como agendamento de reuniões ou envio de propostas por e-mail), estabelecendo prazos para cada etapa intermediária.

    Use a matemática

    Definir as prioridades pode ser um desafio, mas além da estratégia de avaliar a urgência e a importância, você pode usar a matemática. Por exemplo, supondo que a prioridade de seu negócio seja lançar um produto no mercado, é possível listar tarefas (e prazos) para diferentes ações:

    • definição do público-alvo em duas semanas;
    • escolha das melhores estratégias para alcançar esse público e qual o percentual (objetivo) a ser alcançado. Por exemplo, estabelecer como meta que 30% comprem o produto;
    • envio de informações de marketing para 100% desse público (e recursos necessários para isso);
    • contato telefônico com aqueles que se interessaram (supondo que seja metade dos que receberam a informação inicial, estabeleça prazos e recursos para que essa etapa seja bem-sucedida) ;
    • formalização do negócio;
    • análise da eficiência das estratégias utilizadas, observando se o objetivo (30%) foi atingido ou não, o que permitirá identificar as ações bem-sucedidas e os pontos de melhoria.

    Avalie prazos

    Como você percebeu, para estabelecer o prazo de conclusão de um projeto, várias etapas anteriores precisam ser cumpridas. Assim, podem existir várias camadas de prazos distintos, que precisam ser apresentadas de forma transparente a cada um dos responsáveis.

    É fundamental que os colaboradores entendam qual a sua importância no objetivo global e qual a urgência de sua tarefa específica, de forma que se sintam engrenagens do processo.

    Compartilhe

    Explique aos colaboradores como foi feita a definição de prioridades e quais as tarefas de cada departamento, para que todos trabalhem em sinergia. Compartilhe quais os prazos que devem ser cumpridos em cada ação e também a urgência de cada projeto.

    Estimule o foco

    Não há dúvida de que a equipe precisa ter momentos de descanso e lazer, mesmo durante a jornada, para recarregar energias. Porém, é fundamental que tenham foco. Quantas vezes, ao navegar por redes sociais, perdemos muito tempo sem nem ao menos perceber?

    Por isso, é importante demonstrar que os intervalos são saudáveis e permitir pequenas pausas ao longo do dia. Porém, essas interrupções precisam ter um tempo limitado, para que não comprometam a produtividade. 

    Por que apostar na gestão colaborativa?

    Quanto mais a equipe estiver envolvida nos projetos e conhecer sua importância para os resultados da empresa, mais responsável será. Assim, divida as estratégias, saiba delegar ações e reconheça o bom desempenho. Ouvir os colaboradores e entender as dificuldades de cada time também é essencial para atingir os objetivos.

    Saber como priorizar tarefas faz muita diferença para o negócio, ainda mais diante do momento econômico atual, que oferece vários desafios às empresas. A gestão colaborativa e a transparência são essenciais para o comprometimento dos colaboradores, o que se reflete diretamente na melhoria dos resultados.

    Quer saber mais sobre o assunto? Continue em nossa página e descubra como fazer a gestão de produtividade!

  • Como funciona o capital de giro? Confira o que você precisa saber

    Como funciona o capital de giro? Confira o que você precisa saber

    Em períodos de grande desafio, é de extrema importância contar com um capital que auxilie no pagamento das contas da empresa, a fim de proporcionar a manutenção do negócio, isso é, um montante que faça as contas “girarem”.

    Entender como funciona o capital de giro é uma das garantias de controle para que sua empresa tenha saúde financeira e seja capaz de se sustentar. Um bom planejamento financeiro define se seu negócio vai ter sucesso ou não, se vai permanecer em funcionamento ou não.

    Para entender melhor sobre o assunto e as estratégias para a sua gestão, continue a leitura!

    Capital de giro vs fluxo de caixa

    São muitos termos que permeiam o universo da gestão financeira de uma empresa. Entender o conceito por trás das palavras vai oferecer a você mais segurança para compreender o negócio e dominar suas tarefas diárias.

    O capital de giro, portanto, é o dinheiro que você usa para sustentar o fluxo de caixa: o valor com que você paga as contas e faz o negócio “girar”. Já o fluxo de caixa é o volume de entradas e saídas de um período.

    Como calcular o capital de giro

    Dentro do capital de giro, temos recursos, como o custo do estoque, volume e custo das vendas, o pagamento dos insumos, entre outros. O monitoramento desse montante é imprescindível para que sua empresa consiga se sustentar em contextos desafiadores de queda de vendas.

    Para calcular o capital de giro, utilize a seguinte fórmula: CGL = AC – PC

    O AC se refere ao ativo circulante, ou seja, as contas a receber, as aplicações financeiras, pagamento para o banco bancos etc. Já o passivo circulante, simbolizado por PC, designa contas a pagar, empréstimos, custo de fornecedores, entre outros.

    A importância de um bom planejamento

    Atualmente, uma empresa pode oferecer diversas formas de pagamento para seus clientes. Compra a prazo, como o nome diz, significa a entrega de um produto com recebimento do valor que ela representa para a empresa no futuro. Se não houver um capital de giro e fluxo de caixa positivo, as vendas vão representar um risco para a empresa.

    Levantar capital de giro e entender a operacionalização de sua empresa possibilita que você honre com as suas despesas, com os salários de seus colaboradores e mantenha a empresa funcionando até que todos os pagamentos sejam realizados.

    Quando não há esse controle e planejamento das contas da empresa, o gestor fica à mercê de empréstimos, o que onera ainda mais o negócio e compromete lucros, devido às taxas estipuladas pelas finanças.

    Estratégias para uma boa gestão de capital de giro

    Para levantar o capital de giro e fazer uma boa gestão dele, algumas estratégias são necessárias. O primeiro passo é controlar o fluxo de caixa, ou seja, as contas a pagar e a receber. Em sua planilha, identifique custos que podem ser eliminados ou renegociados.

    O segundo passo é planejar um calendário financeiro, no qual possa identificar períodos de alta e de queda de vendas. Esse calendário auxilia a estruturar ações para aumentar o faturamento nos períodos mais desafiadores, antevendo alternativas.

    O terceiro passo é estar atento às dívidas e aos prazos de pagamento. Taxas e multas por atraso são custos que podem ser evitados por meio de uso de softwares de gestão que auxiliem a realizar pagamentos nas datas corretas.

    Compreender como funciona o capital de giro e como geri-lo é essencial para o sucesso da empresa e para realizar o planejamento estratégico que determinará onde ela está e onde você quer chegar com o empreendimento.

    Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra outras dicas para alcançar suas metas e objetivos!

  • Controle Financeiro: saiba mais sobre a sua importância e por onde começar

    Controle Financeiro: saiba mais sobre a sua importância e por onde começar

    Se a empresa fosse o corpo humano, o controle financeiro seria o sangue, isso é, uma das partes mais vitais do negócio. Em tempos desafiadores, esse domínio se faz ainda mais necessário e deve ser feito de forma eficiente.

    Muitas vezes, no meio das diversas tarefas de uma empresa, o gestor encontra obstáculos para a estruturação de processos de inspeção e de análise cuidadosas. Porém, para manter a saúde do negócio e possibilitar seu crescimento, o controle do faturamento, dos gastos e das despesas devem ser priorizados.

    A seguir, comentamos sobre controle financeiro, sua importância e como começar a organizar esse processo para benefício de sua empresa. Acompanhe!

    Criar e estruturar um fundo de reserva

    O fundo de reserva é uma forma de evitar imprevistos e mesmo a falência da empresa. Estruturar esse fundo requer uma análise minuciosa do capital de giro do negócio e planejar os gastos do período.

    A previsão orçamentária é um dos passos para que você tenha mais controle dos gastos. Caso tenha dívidas e poupar se torne um desafio ainda maior, identifique formas de não iniciar novas despesas, pagar as que já existem e viabilizar o resguardo de reservas.

    Fazer um bom planejamento financeiro e fiscal

    O planejamento financeiro permite que você controle o caixa da empresa para registrar a origem das despesas e da receita. O controle do fluxo de caixa garante que você entenda suas contas e descubra formas de economizar, evitar novos gastos, que faça projeções de investimentos e para o fundo de reserva.

    Controlar tributos, isto é, realizar planejamento fiscal, também é válido não apenas para manter a regularidade perante a Receita Federal, mas para evitar taxas e tributações desnecessárias e potencializar a margem de lucro.

    Fazer auditorias esporadicamente

    Auditorias são processos de inspeção utilizados por grandes empresas para identificar se a sistemática adotada está caminhando devidamente para conquistar selos de qualidade. Podem ser feitas internamente, pela gerência, ou por empresas parceiras e especializadas em controle de qualidade.

    Quando feitas esporadicamente, as auditorias podem avaliar a necessidade de modificar tarefas e refinar procedimentos, melhorando o controle interno e evitando falhas e desvios, de modo a mapear e padronizar as boas práticas.

    Criar projeções de resultados

    Quando estruturar o seu planejamento estratégico e financeiro, estabeleça objetivos específicos e realistas para serem cumpridos dentro de um período determinado. Por meio de projeção, você vai se dedicar e criar ações para estimular o cenário e a equipe a se engajar para conquistar os resultados.

    É evidente que, antes de elaborar uma projeção de resultados, convém estudar o cenário econômico e analisar o fluxo de caixa dos últimos meses. Promova as simulações a partir do faturamento e faça estimativas sensatas e apropriadas à sua realidade.

    Manter uma boa organização dos custos e das receitas, conciliando-os ao planejamento da empresa, é fundamental para um bom controle financeiro empresarial e consequente o crescimento do negócio.

    Conte com o Sebrae Alagoas para auxiliá-lo no processo de controle financeiro, entender se as finanças estão sendo bem aproveitadas e se estão sendo investidas no lugar certo! Acesse nosso blog e acompanhe nossos conteúdos.

  • 4 dicas para fazer o planejamento financeiro de sua empresa!

    4 dicas para fazer o planejamento financeiro de sua empresa!

    Aprender a gerenciar finanças é o primeiro passo para que sua empresa tenha boa saúde financeira. Afinal, todo negócio de sucesso precisa ter dinheiro em caixa. Mas como fazer planejamento financeiro e garantir que será eficiente?

    Um dos aspectos que fazem parte do planejamento é obter controle do dinheiro, evitando gastos desnecessários e dívidas que comprimam o orçamento da empresa. Acompanhar as oscilações do mercado e conhecer os custos são só algumas das formas de se construir uma receita positiva e, com isso, fazer investimentos que aproximem você dos objetivos previstos em seu planejamento estratégico.

    Para tomar decisões mais acertadas em relação ao futuro de sua empresa, é preciso fazer uma gestão financeira correta. Confira as dicas!

    1. Faça previsão de orçamento para um bom planejamento financeiro

    A previsão do orçamento é uma antecipação do faturamento, mas principalmente dos gastos que a empresa vai custear no próximo mês. O planejamento financeiro deve sempre partir dessa estimativa, com a qual vai construir um guia para controlar as suas despesas.

    Faça um levantamento das contas básicas de sua empresa, considerando custos fixos (aluguel, internet etc.) e variáveis (matéria prima, comissões de vendas, taxas de entrega etc). Considere faturamento de meses e anos anteriores e, sobretudo, as oscilações do mercado. Seja extremamente realista em sua previsão orçamentária e factível com a realidade que está vivendo.

    A previsão de orçamento deve contemplar um período que vai acompanhar regularmente. Uma dica é prever os custos do próximo trimestre e, consequentemente, estabelecer metas para honrar com as suas estimativas. Lembre-se de que o planejamento pode ser alterado, caso haja alguma mudança no cenário, mas coloque foco total em atingir seus objetivos.

    2. Compreenda seus custos

    O estudo de sua planilha de custos deve ser uma ação realizada constantemente. É preciso identificar gastos simples, considerados inofensivos, mas que, no montante, podem determinar se você vai conseguir bater suas metas orçamentárias.

    De acordo com a realidade de seu negócio, avalie, por exemplo, a possibilidade de contar com fornecedores que ofereçam condições de pagamento condizentes com a realidade de seu negócio. Considere também a possibilidade de contratar colaboradores terceirizados, nos casos em que tenha uma demanda extra de trabalho.

    A possibilidade de realizar mudanças nos custos da empresa só pode ser feita com análise detida de seus gastos e compreensão da dinâmica do seu negócio.

    3. Elabore metas considerando o planejamento estratégico

    Todo negócio depende de propósitos definidos para atingir o sucesso. Afinal, cada meta elaborada é um passo a mais que sua empresa dá rumo ao alcance de seu objetivo maior. Por isso, as metas orçamentárias devem estar alinhadas com o trajeto que definiu.

    Uma meta orçamentária vai auxiliá-lo a realizar objetivos maiores, como abrir uma filial de sua empresa em outra cidade ou até lançar um produto novo. Dentro de sua realidade, defina, entre outras metas se:

    • deseja encerrar o ano no azul;
    • pagar as contas em dia;
    • reduzir custos fixos;
    • elevar a participação no mercado etc.

    4. Crie um plano de ação eficiente

    Após ter em mãos a previsão orçamentária dos próximos meses, de ter compreensão dos seus custos e das metas que quer atingir, é hora de criar um plano de ação com base nos objetivos de sua empresa.

    O que vai direcionar o seu plano de ação são as metas estabelecidas. Vamos supor que você queira fechar o ano no azul. Em seu plano de ação, verifique a possibilidade de renegociar dívidas, negociar formas de pagamento com fornecedores ou, ainda, prospectar novos clientes.

    Seja qual for a ação selecionada, estabeleça quem vai realizar, quando, como e com quais recursos. Essa definição é importante para que os objetivos não se percam e os resultados não se realizem, com o passar do tempo.

    Gostou de saber mais sobre o planejamento financeiro? Confira nosso curso EAD sobre como gerenciar as finanças da sua empresa!

  • Confiança da equipe: entenda os motivos para começar agora essa cultura

    Confiança da equipe: entenda os motivos para começar agora essa cultura

    Nada é melhor do que trabalhar em um ambiente seguro, no qual todos podem colaborar e contribuir com ideias e ações práticas. Ter voz e ser ouvido pelos demais é o que torna o trabalho prazeroso e gratificante. Para conquistar esse nível de cooperação, é preciso promover a confiança da equipe e a união entre os colaboradores.

    Já pensou no quanto o investimento na cultura de confiança é ingrediente essencial para o sucesso do seu negócio? Uma das grandes reclamações dos gestores é a falta de comprometimento dos seus funcionários com o desenvolvimento da empresa, mas nem sempre existem ações para que os colaboradores se sintam parte das decisões e para que se enxerguem como elementos importante para o negócio.

    A reciprocidade é componente que fortalece as relações, aprimora a transparência, reforça o senso de equipe e incentiva a participação de todos nos processos da empresa e na melhoria das entregas para o cliente.

    Gostaria de entender mais sobre como criar uma cultura de confiança por parte da equipe? Acompanhe!

    Incentivar a transparência

    Criar uma cultura de confiança na equipe é um incentivo à transparência para as ações dos colaboradores. É um alinhamento importante para que todos se enxerguem como time e desenvolvam uma mentalidade colaborativa em prol dos objetivos do negócio.

    Situações, como: assumir a responsabilidades por problemas, antever dificuldades futuras e avisar os colegas, apontar falhas nos processos e auxiliar na melhoria dos procedimentos são circunstâncias que se tornam rotineiras, quando se encoraja a transparência.

    Para conquistar esse nível de comprometimento por parte da equipe é preciso apostar numa gestão igualmente transparente, abrindo para o time quais são as metas da empresa, onde a empresa está e pretende chegar. Afinal, quando nos sentimos parte de algo, a relação naturalmente se torna recíproca.

    Reforçar o comprometimento da equipe

    Enquanto caminho de duas vias, a confiança promove uma relação de comprometimento mútuo. Ao mesmo tempo que o colaborador vai apostar suas fichas no sucesso da empresa, contribuindo com o seu trabalho pelo alcance dos objetivos, você também vai saber que pode contar com ele.

    Começamos afirmando tal caminho, pois muitos gestores afirmam que há dificuldade em encontrar colaboradores comprometidos com o crescimento da empresa. Muitas vezes, isso acontece porque os gestores são resistentes em colocar as fichas numa gestão aberta e inclusiva, o que dificulta o estabelecimento da confiança da parte dos funcionários.

    O comprometimento da equipe nasce do conhecimento sobre qual é o seu papel no processo de crescimento do negócio e quais caminhos deve seguir para contribuir com o alcance de metas e com o sucesso da empresa.

    Envolver a equipe nos processos da empresa

    Você pode estar há anos na mesma empresa, mas, ainda assim, é importante consultar os colaboradores sobre a viabilidade dos processos. Afinal, eles é que estão na linha de frente, realizando os procedimentos e identificando técnicas que podem ser aprimoradas.

    Criar uma cultura de confiança proporciona participação dos colaboradores nas decisões sobre quais procedimentos e processos podem ser aprimorados e alterados, quando necessário. Além de deixá-los confortáveis para experimentar novos esquemas de trabalho que viabilizem as entregas para os clientes.

    Realizar feedback

    A cultura do feedback é bem-vinda para a empresa, pois cria dispositivos para que os colaboradores entendam quais são as expectativas de seus gestores e de seus colegas em relação ao seu trabalho.

    Feedback é uma palavra bastante utilizada no meio empresarial, sendo encontrada até em dicionários de sinônimos da língua portuguesa. Do inglês ‘comentários’, a palavra ganhou sentido de retorno, de receber uma resposta em relação a algum aspecto da execução dos trabalhos.

    Evite basear o seu parecer sobre a atuação dos colaboradores em indiretas e comentários que chateiem a equipe. Veja-os como parceiros e estruture a política de feedback de forma que o colaborador possa se autoavaliar e avaliar a empresa.

    Se estiver em dúvidas sobre como aplicar um sistema de feedback, considere o seguinte procedimento:

    1. Identifique quais são os valores da empresa, isso é, características que são essenciais no time e que se refletem no atendimento ao cliente.
    2. Crie um questionário com o qual o colaborador pode se autoavaliar e indicar como ele se enxerga dentro do negócio.
    3. Em reunião individual ou, se preferir, junto ao Recursos Humanos (RH), apresente a avaliação do profissional e converse com ele sobre o motivo pelo qual ele se deu cada nota e como a empresa o avaliou. Nada de confronto. A reunião é uma exposição de ideias e de visões de cada um.
    4. Aponte os aspectos positivos sobre a conduta do colaborador e identifique o que pode ser melhorado para benefício da empresa.

    Fortalecer a conexão entre as pessoas

    Não é por acaso que chamamos o quadro de funcionários de “time” ou de “equipe”. Assim como em alguns esportes, um grupo de pessoa deve atuar, cada qual em sua posição, para que todos atinjam o objetivo final: a vitória.

    Quando não há um alinhamento entre as pessoas e a cooperação mútua dentro do grupo, cada colaborador vai trabalhar com objetivos muito pessoais e particulares, o que pode não ser os mesmos do negócio. A máxima continua valendo: se ninguém sabe para onde ir, qualquer lugar serve, sendo que você deve encaminhar o time para colaborar com o crescimento da empresa.

    As ações para o fortalecimento da conexão entre as pessoas podem ser simples, como realizar festas para comemorar os aniversariantes do mês e/ou promover reuniões diárias de alinhamento para que todos saibam como estão caminhando as tarefas. Por meio de ações que promovam o envolvimento, você garante, inclusive, maior controle sobre o andamento dos processos da empresa.

    A confiança da equipe se constrói pelo aprimoramento das relações entre os membros do time e de um ambiente livre para que todos possam falar, ouvir e compreender o outro, por meio de canais de comunicação eficientes e da avaliação constante de sua postura e de suas capacidades, fortalecendo, dessa forma, a relação ganha-ganha.

    Gostaria de saber mais sobre como construir a confiança da equipe e ter colaboradores alinhados aos objetivos da empresa e comprometidos com as suas metas? Assine nossa newsletter e receba as novidades do blog Sebrae Alagoas!

  • Descubra agora qual o melhor canal de comunicação para o seu negócio!

    Descubra agora qual o melhor canal de comunicação para o seu negócio!

    De que maneira você se relaciona com seu cliente? Saiba que escolher o tipo de canal de comunicação correto é fundamental para conseguir transmitir uma mensagem clara e estreitar laços com seus consumidores.

    O canal de comunicação é um meio utilizado para transmitir e receber uma mensagem. No atendimento ao cliente é uma ferramenta poderosa para criar uma experiência incrível ao consumidor. E isso aumenta a atração e fidelização de clientes.

    Reunimos a seguir os principais canais de comunicação e quais tipos podem ser utilizados em um negócio. Confira!

    Telefone

    O telefone ainda é bastante utilizado, mesmo em meio à transformação digital. Afinal, a comunicação por voz é mais compreensível quando comparada com a escrita, por exemplo. Você consegue perceber questões, como respiração e entonação da fala, o que ajuda num diálogo acertado e claro.

    Por isso, é uma estratégia indicada para conversas delicadas e que exigem feedback imediato. Muitas empresas, inclusive, costumam utilizar outros meios de comunicação para responder dúvidas rotineiras, e deixam o telefone para situações críticas ou clientes difíceis.

    A dica aqui é analisar a situação e escutar o cliente, demonstrando empatia e vontade em ajudá-lo.

    Redes sociais

    Faz tempo que as redes sociais deixaram de ser apenas um canal de entretenimento. Hoje, já compõe as estratégias de marketing e vendas das empresas devido a sua popularidade, além de ter a preferência dos seguidores, principalmente os mais jovens. 

    É mais prático enviar uma mensagem privada no Facebook, WhatsApp ou Instagram, por exemplo, do que ligar ou enviar um e-mail. Os consumidores querem respostas rápidas e ágeis.

    Por isso, é uma estratégia indicada para qualquer tipo de empresa que queira compreender o comportamento dos clientes e aproximá-los à marca. São ótimas para se relacionar com o público e ampliar sua carteira com os novos seguidores.

    Porém, não são indicadas para resolver tratativas de reclamações. Essas demandas podem se perder e comprometer seriamente o relacionamento com o cliente.

    Chat online

    Os chats online funcionam como janelas para conversas imediatas. Eles podem ser automatizados, com chatbots e scripts pré-configurados, caso contrário, é preciso ter um atendente de prontidão para responder o usuário.

    Por exemplo, o cliente entra na central de comunicação e escolhe conversar com um atendente. Então, é direcionado para o chat. Algumas marcas utilizam o chat online para triagem, direcionando o consumidor ao setor correto.

    É uma decisão estratégica quando há alta demanda ou é preciso responder rápido as objeções que impedem as vendas, como acontece com e-commerce e delivery.

    Site

    Ter um site permite que seu negócio esteja disponível para os consumidores conhecerem a marca e manterem contato. Por isso, também é um tipo de canal de comunicação vantajoso para aproveitar o volume de acessos à internet — e indicado para qualquer negócio.

    Além do próprio site da empresa, existem sites externos que podem se encaixar na sua estratégia de negócio, ajudando na melhoria da comunicação. Alguns exemplos são sites de reclamações e sugestões, marketplaces e portais de notícias do seu segmento.

    Esses canais podem ser utilizados para disseminar informações do negócio, fazer divulgações e até responder as principais dúvidas. São indicados para qualquer tipo de negócio.

    E-mail

    Existem várias formas de você utilizar os e-mails. Por exemplo:

    • marketing: atraindo e nutrindo o relacionamento com o potencial cliente (aumentando as vendas);
    • divulgação: criando campanhas promocionais;
    • pós-venda: enviando mensagens para encantar o consumidor;
    • atendimento: resolvendo problemas que teve ao adquirir o produto o serviço.

    De todo modo, esse tipo de canal de comunicação necessita de cuidados com a produção do texto. É preciso ter atenção com termos ambíguos, usar palavras gentis e tornar a escrita fácil e agradável de ler.

    Devido a correria que vivemos, muitas pessoas preferem se comunicar por e-mail. Vale a pena investir nele devido à transparência e praticidade que transmite ao cliente.

    FAQ

    FAQ é a abreviação do termo em inglês Frequently Asked Questions (perguntas mais frequentes). É uma excelente maneira de reunir as dúvidas recorrentes do público em um único local, sendo de fácil acesso a todos.

    Você pode criar o FAQ em qualquer canal de comunicação, como uma página estilosa no seu site ou um destaque nos Stories do Instagram. O importante é que ele funcione, respondendo as perguntas básicas dos clientes e poupando tempo ao atender dúvidas e situações comuns.

    Além de melhorar a experiência do cliente com sua marca, essa opção ajuda a ter clareza sobre quais necessidades o consumidor tem e que, ainda, não foram atendidas. Uma ótima ferramenta para gerir e melhorar o negócio.

    Webinar

    O webinar deu lugar a encontros que, outrora, aconteciam de forma presencial. Portanto, são indicados para lidar com uma audiência maior, atraindo mais clientes e interagindo com o público.

    Essa é uma prática utilizada como estratégia para substituir palestras e eventos presenciais. Você pode trazer temáticas que ajudem o público, divulgar seus produtos ou serviços e fazer campanhas promocionais, como sorteios, descontos e brindes.

    Tudo isso ajuda a reforçar a autoridade da marca e aumentar sua audiência. O importante é deixar claro desde o começo quais são as intenções com o webinar.

    Central de atendimento

    Por fim, é na central de atendimento que toda a comunicação com o cliente é trabalhada. Ela funciona como uma recepção, sendo o primeiro contato do usuário para se comunicar.

    A central de atendimento não serve, somente, para responder o consumidor. Também pode ser um canal de relacionamento para colher feedbacks e ajudar o usuário de forma rápida e eficiente.

    É um meio de comunicação que traz diversos benefícios, inclusive para manter um arquivo com os dados e histórico de atendimento. Isso ajuda na melhoria dos produtos e serviços.

    Percebe como é possível investir em alguns tipos de canais de comunicação? Essa estratégia é a grande responsável por crescer o seu negócio e torná-lo ainda mais conhecido. Afinal, as pessoas tendem a indicar marcas que confiam e se sentem acolhidas, e sua empresa pode ser uma. Pense nisso!

    Agora que você já sabe a importância desses canais, siga as nossas redes sociais e acompanhe nossos conteúdos. Estamos no Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn e YouTube!

  • 3 dicas para fazer boas tomadas de decisão na empresa!

    3 dicas para fazer boas tomadas de decisão na empresa!

    Não é novidade que a tomada de decisão gerencial é uma das ações mais frequentes em uma empresa. No entanto, as consequências de um parecer incorreto e as variáveis que surgem ao pensar sobre o problema tornam o processo angustiante para quem está no comando.

    A incerteza ao fazer escolhas está no fato de que o resultado das decisões são desconhecidos e podem afetar o crescimento da empresa ou mesmo as pessoas envolvidas.

    Mas, se tomar decisões é uma ação corriqueira para o gestor, existem formas de auxiliá-lo para que suas deliberações sejam feitas de forma objetiva e consciente. Acompanhe!

    1. Investigue a questão e encontre qual é o problema

    A dificuldade em identificar o problema está no fato de que enxergar todos os lados da questão se constitui como uma tarefa tortuosa para quem está no comando. Sempre atento a todos os processos da empresa, o gestor vive em conflito ao dividir seu tempo entre afazeres diários e o encontro das soluções com as quais vai tomar decisões eficientes.

    Uma dica para encontrar qual é o problema que se está buscando solucionar é mapeá-lo, isso é, criar um esquema no qual consiga visualizá-lo com objetividade. É possível criar, por exemplo, uma linha do tempo, que vai identificar como a circunstância se formou ou, caso prefira, criar um diagrama para distinguir a origem da adversidade das consequências que ela gerou.

    2. Como coletar dados que auxiliem na tomada de decisão gerencial

    A coleta de dados auxilia na análise e no aprofundamento do problema. Para adquirir dados úteis para a tomada de decisão, conte com o auxílio de ferramentas e com a troca de ideias com pessoas que estejam envolvidas na situação ou que tenham passado por algo parecido.

    A análise SWOT é uma dessas ferramentas. Suponha que a decisão a ser tomada tem relação com o crescimento financeiro e que os caminhos para atingir esse objetivo envolvem incorporar um novo cliente ou fechar uma nova parceria. A SWOT auxilia na avalição dos prós e dos contras dentro do cenário do mercado em que a ação vai acontecer.

    Realizar questionários entre os colaboradores que dêem base para enxergar a posição da equipe é outra ferramenta importante. Estruture essa avaliação, de modo a avaliar os prós e os contras de cada decisão e a partir das possibilidades da empresa. Por exemplo, se a contratação de pessoal não é uma opção viável, não ofereça essa solução para escolha da equipe.

    3. Identificar e analisar todas as alternativas disponíveis

    Uma vez que você já entendeu qual é o problema e quais os prós e contras de tomar a sua decisão, procure pensar em como seria a sua realidade caso tivesse optado por um ou outro caminho. É preciso perceber se, de fato, vai estar confortável com a própria resolução. Sempre que analisar o caminho, procure determinar se existem outras alternativas e se elas poderiam ser mais ou menos benéficas para o contexto em que está inserido.

    Parece uma ação que exige tempo e de fato é! Porém, esse momento de buscar possibilidades vai auxiliá-lo a elaborar um planejamento estratégico refinado, o que vai fazer a diferença no momento de executar as ações sobre as quais deliberou.

    A experiência é uma grande aliada na tomada de decisão gerencial e na garantia de que ela ajudará a empresa a crescer financeiramente com os caminhos escolhidos. Após análise e execução de ideias, avalie os resultados e utilize esse conhecimento para as próximas decisões.

    Gostou das nossas dicas sobre tomada de decisões e quer ficar ainda mais por dentro do assunto? Acesse nosso e-book e aprenda a usar os dados em benefício do seu negócio!

  • Como a gestão do conhecimento organizacional forma uma equipe capacitada?

    Como a gestão do conhecimento organizacional forma uma equipe capacitada?

    Acredita que inovação é uma condição para que sua empresa cresça ainda mais e sua equipe se fortaleça? Então você precisa conhecer a gestão do conhecimento organizacional.

    Do inglês, “knowledge management”, a área está relacionada com a gestão estratégica das empresas e não é por acaso. O gerenciamento dos saberes que envolvem uma organização auxiliam na melhoria dos processos e procedimentos realizados pela equipe, além de proporcionar inovação e resultado.

    O conjunto de ações que compõem a gestão do conhecimento viabilizam mudanças necessárias dentro da empresa, como ajustes em procedimentos que não estão funcionando ou a verificação de erros e acertos para encontrar soluções. Todo conhecimento é importante, mas a habilidade de identificar quais saberes vão auxiliar o desenvolvimento de uma organização é fundamental para um gestor.

    Quer saber mais sobre como utilizar conhecimento para conquistar resultados efetivos e tornar sua empresa mais competitiva? Acompanhe!

    O que é gestão do conhecimento organizacional?

    Podemos definir a gestão do conhecimento como o conjunto de ações que uma empresa adota para identificar quais informações são indispensáveis para o seu desenvolvimento. Em termos práticos, significa determinar o que você e seus colaboradores sabem, transformar em processos e obter, com isso, resultados para toda a organização.

    Significa que, ao invés de adotar modelos e padrões provenientes de outras empresas ou utilizar os mesmos processos e procedimentos de anos atrás, sua equipe pode ser levada a descobrir caminhos mais viáveis e proveitosos para o seu negócio, de modo a proporcionar otimização do gerenciamento, eficiência operacional e engajamento do time.

    Qual a importância da gestão do conhecimento?

    Dado o dinamismo com que as empresas funcionam, não é incomum que haja volatilidade na contratação de funcionários. É raro encontrar um profissional da atualidade com mais de 15 anos na mesma ocupação e na mesma empresa.

    Quando um colaborador se desliga, ele leva consigo o conhecimento adquirido na função desempenhada. Porém, quando há gerenciamento do conhecimento organizacional, a equipe é capaz de realizar as atividades sem a insegurança de desconhecer o que o colaborador desempenhava.

    O impacto da metodologia vai além de construir um time dedicado e que compartilha experiências e vivências da empresa. É uma forma de mostrar reconhecimento pelas contribuições de cada funcionário e criar condições para que eles participem da construção dos processos.

    São os colaboradores que vivenciam a dinâmica da empresa e podem sugerir mudanças que tragam, de fato, resultado, em consonância com a sua visão do negócio e experiência. Por meio da adoção do gerenciamento do conhecimento da empresa, você vai obter:

    • acesso ao conhecimento de cada colaborador;
    • valorização do conhecimento de cada um;
    • melhoria do ambiente organizacional.

    Aumentar a inovação

    Cada pessoa tem uma forma de encarar o próprio trabalho e de se relacionar com o conhecimento. Porém, dentro da empresa, a visão dos colaboradores pode não ser bem aproveitada, devido ao rigor dos processos ou à dificuldade de manter o diálogo constante.

    A habilidade de gerenciar o conhecimento permite captar novas ideias, considerar a viabilidade delas e aplicá-las. É, portanto, uma fonte de inovação e transformação constante para a empresa.

    Melhorar a gestão estratégica

    Você pretende criar produtos? Está buscando adaptar a realidade da sua empresa ao modelo home office? Quer mostrar uma imagem mais competitiva para o público-alvo? Aposte na gestão do conhecimento organizacional!

    Gestão estratégica significa comandar as atividades da empresa em torno de um objetivo maior. Para que seu objetivo seja alcançado, todas as ações devem ser organizadas para chegar ao fim determinado.

    O conhecimento de sua equipe, quando gerenciado a partir da estratégia, vai ajudá-lo a conduzir as ações mais rapidamente para conquistar resultados.

    Armazenar informações importantes para o desenvolvimento do trabalho

    Cada projeto entregue para o cliente proporciona acúmulo de conhecimento que deve ser constatado e registrado. As experiências vivenciadas para a realização das tarefas vão auxiliar sua equipe a enfrentar novos desafios.

    Por isso, o armazenamento de informações é de extrema importância para o desenvolvimento de novos trabalhos. Lembrando que conhecimento está se expandindo e dando novos frutos e que ativamos diferentes saberes a cada novo projeto, ou seja, estamos sempre em constante evolução.

    Como colocar a gestão do conhecimento em prática em sua organização?

    A gestão do conhecimento é uma metodologia que, como tal, faz uso de ferramentas para ser colocada em prática. Vamos conhecer algumas delas!

    Fazer reuniões frequentemente com a equipe

    As reuniões com a equipe podem ser um momento de fazer avisos e compartilhar informações corriqueiras da empresa, mas são oportunidades valiosas de compartilhar conhecimento entre colaboradores.

    Estruture as reuniões com a equipe de modo que todos possam fazer contribuições, seja comentando as atividades realizadas, seja apresentando conteúdos que considerem relevantes para os colegas.

    Essa troca de ideias vai encorajar os colaboradores a participarem ativamente da construção da empresa e compartilharem sua visão do negócio.

    Oferecer treinamento e capacitação constante

    A troca de ideias dentro da empresa vai possibilitar que você enxergue os cursos e treinamentos que vão fazer a diferença para a equipe, de modo a aprimorar o fluxo de atividades.

    O ambiente da capacitação é o momento ideal para que a empresa consiga captar o conhecimento individual e torná-lo organizacional e equiparar conhecimento de colaboradores antigos e novos.

    Registrar o conhecimento compartilhado

    O ato de registrar parece dispensável. Mas é uma das formas de garantir que todos os envolvidos nos processos estejam na mesma página.

    O registro pode ser feito de formas diferentes. Muitas empresas utilizam recursos visuais para disseminar procedimentos e processos da empresa. Fluxogramas, gráficos e desenhos são indispensáveis e facilitam a visualização.

    O importante é que toda a equipe tenha acesso ao que foi debatido e efetivamente deliberado, inclusive para que as pessoas possam contribuir com alterações ou melhorias das decisões feitas.

    Por fim, é importante frisar que a gestão do conhecimento organizacional deve considerar a consolidação do saber da equipe e considerá-lo como um valioso ativo para que a empresa possa inovar, construir visão estratégica no time e aprimorar processos de trabalho.

    Gostaria de conhecer cursos que o auxiliem a construir uma gestão focada em conhecimento? Acesse a loja virtual do Sebrae Alagoas e invista no seu conhecimento!

  • Como a revisão de processos pode melhorar os resultados do seu negócio?

    Como a revisão de processos pode melhorar os resultados do seu negócio?

    Com o passar do tempo, a rotina de uma empresa pode se tornar engessada. Processos que são realizados há anos e que não geram mais tanto resultado assim acabam sendo mantidos, mesmo com a necessidade de modernização. Como saber se a companhia ficou estagnada?

    Para ajudar a solucionar esse dilema, temos a revisão de processos. Trata-se de mapear as atividades, atitudes e até mesmo tecnologias que compõem a empresa e buscar meios de melhorar. Nesse post, falaremos das vantagens em adotar esse conceito e mostraremos os indícios que demonstram que mudanças devem ser feitas. Siga a leitura!

    Quais são as vantagens de realizar a revisão de processos?

    Uma rotina diária e corrida pode fazer com que os gestores optem por não revisarem os seus processos e continuem reproduzindo ações que causam prejuízo para a companhia. Assim, uma atividade que não resulte em bons resultados acaba sendo mantida justamente pela falta de revisão.

    Para aqueles gestores e colaboradores que estão muito envolvidos na rotina e que mantém os mesmos processos há meses ou até mesmo anos, fica difícil entender o que pode ser otimizado. Isso é especialmente danoso em épocas de retração econômica, nos quais vender e fidelizar se torna mais complicado.

    Dessa forma, a revisão de processos é uma maneira de preencher lacunas e corrigir falhas que estão afetando diretamente a lucratividade do negócio. A partir do diagnóstico, os gestores conseguirão substituir essas ações por outras, destinadas a maximizar a eficiência e produtividade.

    Uma opção é a adoção de métricas, por exemplo, que ajudarão a empresa a mensurar com precisão os seus resultados. Outro é a automação de marketing, que melhora o fluxo de envio de mensagens aos clientes, de forma programada e evitando o erro humano (como remeter a mesma propaganda várias vezes).

    Melhoria no clima organizacional

    Além disso, a revisão de processos também pode envolver outro tipo de mudança nas empresas. No segundo semestre de 2020, por exemplo, a Coca-Cola criou uma diretoria de inclusão. A intenção é levar mais mulheres aos cargos de liderança, além de buscar a equidade salarial entre os gêneros.

    Esse é uma mudança que pode melhorar o clima organizacional e fazer com que todos os funcionários se sintam ouvidos e valorizados. Com essa alteração no ambiente, a produtividade tende a crescer e as pessoas passam a se sentir mais inclinadas a “vestir a camisa” da companhia.

    Quais são os indícios que indicam a necessidade de revisão?

    A revisão dos processos internos é fundamental para analisar a efetividade das ações do dia a dia e para redirecionar a atuação da empresa, de modo a gerar lucros e vantagem competitiva. No entanto, pode ser difícil encontrar sinais claros de que mudanças devem ser feitas.

    Desse modo, esse tópico serve para apontar alguns indícios claros de necessidade de revisão de processos dentro do ambiente organizacional.

    1. Economia retraída

    Quando a economia está retraída, como no atual cenário brasileiro de pandemia, as empresas precisam buscar novas maneiras de reduzir os custos — e ainda gerar valor para os clientes. A companhia que não modificar seus processos em tempos de turbulência corre sérios riscos de levar prejuízos significativos.

    Aqui, a revisão de processos deve focar em melhores formas de atender o consumidor, além de cortar gastos desnecessários para o funcionamento da empresa. Desse modo, mesmo trabalhando com menos recursos, a empresa buscará a rentabilidade e a inovação.

    2. Baixa produtividade

    A produtividade é outro indicador que aponta a necessidade de uma revisão de processos. Quando o índice está negativo em relação aos períodos anteriores (basta comparar com o mesmo mês do ano anterior, por exemplo), é um sinal de que há uma barreira ao desenvolvimento e à lucratividade.

    Essa baixa produtividade pode se manifestar por meio da desmotivação dos colaboradores, frustrados com a falta de recursos e os resultados aquém do esperado. Além disso, um clima organizacional ruim ou uma má comunicação entre líderes e liderados são exemplos que podem prejudicar a produção da empresa.

    Para lidar com isso, os gestores devem mapear e avaliar as ações que estão levando os funcionários a produzirem menos. Para que eles se sintam ouvidos, reuniões colaborativas com os gestores são uma boa maneira de acolher novas ideias e ouvir as reclamações e sugestões diretamente.

    3. Falhas contínuas e atrasos nos processos

    A ocorrência frequente de falhas impede que a empresa cresça, em seu mercado de atuação, e lucre mais. Elas acontecem por dois motivos principais: falta de treinamento adequado ou recursos de baixa qualidade. Os gestores devem avaliar o caixa da empresa e investir em soluções para evitar atrasos nos processos e produtos de baixa qualidade.

    Essas soluções podem vir em forma de palestras e treinamentos ou investimentos em novos equipamentos e tecnologias, por exemplo. Caso a empresa esteja sem capital de giro para investir, os próprios líderes podem se organizar para repassar conhecimentos aos demais colaboradores. Inclusive, temos um post sobre como isso pode ser feito!

    4. Estoque sem giro

    A falta de giro do estoque ocorre quando a empresa gasta para gerar mais produtos, mas essas mercadorias acabam não tendo uma saída rápida. O exemplo também se aplica aos setores de marketing, por exemplo, quando as campanhas não geram os resultados esperados.

    Nesse caso, a empresa deve investigar as causas, uma vez que ela pode envolver mais de uma explicação. Ela pode estar em problemas no gerenciamento de estoque, a falta de um inventário organizado, necessidade de melhorias no setor logístico ou até mesmo no atendimento ao cliente.

    Portanto, o gestor deve comparar os períodos, principalmente em relação àqueles nos quais a empresa floresceu. O que havia de diferente? Além disso, consultar os clientes fidelizados é uma ótima oportunidade de entender como a empresa pode melhorar a sua abordagem.

    5. Problemas de comunicação entre equipes

    Dentro da empresa, a integração deve ocorrer tanto em processos como em equipes. Só assim todos conseguirão trabalhar de forma dinâmica e alinhada, mantendo uma identidade em qualquer etapa das atividades.

    Entretanto, a perfeita integração entre os times dá-se quando a comunicação entre os departamentos ocorre de forma adequada. Quando os ruídos acontecem, a tendência é que os resultados sejam ruins — o que demanda uma revisão dos processos.

    Cabe aos gestores unir os trabalhadores em prol de objetivos comuns. Isso passa tanto pelo acolhimento como no repasse preciso de tarefas, para que cada um saiba o seu lugar dentro dos projetos. Colaboradores alinhados saberão não só o que deve ter feito, mas como as suas próprias atribuições agregam valor para um determinado projeto.

    Entendeu como a revisão de processos é importante para garantir resultados melhores, rotinas menos atribuladas e, consequentemente, mais rentabilidade para o negócio? Os gestores devem estar de olhos atentos para acompanhar as ações, mapear erros e falhas que atrasem seus projetos. Esse trabalho deve ser periódico, até mesmo para que a identificação de equívocos seja imediata.

    E aí, quer saber como melhorar a tomada de decisão dentro da sua empresa? Então, leia o nosso post sobre como fazer o planejamento estratégico dentro do negócio!

  • Aprenda a ser um intraempreendedor e revolucione a sua empresa!

    Aprenda a ser um intraempreendedor e revolucione a sua empresa!

    O termo pode até soar estranho mas, certamente, se você se considera um profissional multitarefas, que pretende se tornar um case de sucesso e que vê o aprendizado como uma forma de lazer, precisa saber o que é um intraempreendedor.

    Afinal, o conceito se refere a colaboradores que se destacam pelo engajamento, vontade de inovar os processos e de tornar a instituição melhor. Uma empresa que aposta no intraempreendedorismo se torna mais competitiva e alcança resultados melhores.

    A seguir, você conhecerá mais sobre o assunto, entenderá por que sua empresa deve aderir a essa ideia e que benefícios terá. Acompanhe!

    O que é um intraempreendedor?

    Podemos dizer que empreender significa realizar, criar algo com valor, dedicação e comprometimento, assumindo os riscos financeiros. Então, como o próprio termo sugere, intraempreendedorismo faz referência ao ato de empreender dentro de uma companhia já consolidada.

    Sendo assim, intraempreendedores são funcionários que são autorizados e incentivados a empreender no local de trabalho, isto é, a atuar como donos do negócio. Para isso, precisam ter habilidade para analisar cenários, criar ideias, inovar e buscar novas oportunidades para a empresa.

    Na maioria dos casos, um intraempreendedor tem outra função na instituição, em geral, de liderança, como supervisor ou gerente. Logo, não é um título ou um cargo que o define como intraempreendedor, mas, sim, suas atitudes.

    Ainda, é importante lembrar que qualquer empresa pode (e deve) aderir ao intraempreendedorismo, seja qual for seu segmento ou porte.

    Para quem o intraempreendedorismo é vantajoso?

    Quando falamos sobre intraempreendedorismo, é comum haver dúvidas sobre os benefícios de aderir a essa ideia. Ao contrário do que a maioria pensa, essa é uma estratégia vantajosa para os dois lados: tanto do colaborador quanto da empresa.

    Para facilitar o entendimento, vamos imaginar a seguinte circunstância: um profissional de tecnologia de informação trabalha na empresa de software “X”. Então, ele observa que os clientes têm necessidades que não são sanadas pelos produtos da organização e enxerga nessa situação uma excelente oportunidade. Em seguida, pede demissão da empresa e começa seu próprio negócio, desenvolvendo softwares que atendam à demanda. Esse é um exemplo de empreendedorismo.

    Agora, imagine que esse mesmo colaborador utilize a informação para desenvolver, com autorização de seu gestor, um software ou um projeto para que a empresa consiga suprir tal necessidade dos clientes.

    Sobre as vantagens para a empresa, falaremos em detalhes no próximo tópico. Aqui, queremos esclarecer que o funcionário também é beneficiado com essa prática. Na maioria das vezes, empreendedores não têm recursos para dar vida às suas ideias e inovações ou, ainda, não querem enfrentar o desafio de começar um negócio do zero.

    Assim, os sucessos e fracassos do trabalho realizado como intraempreendedor são assumidos pela empresa como um todo, e não recaem apenas sobre o indivíduo, deixando-o em uma posição mais confortável e segura. Além disso, poderá ser gratificado, dependendo da cultura e da gestão da organização. Outros benefícios são:

    • desenvolvimento da criatividade;
    • maior autonomia e liberdade para tomar decisões;
    • aprimoramento das habilidades;
    • estrutura para desenvolver as ideias;
    • aprendizado sobre como calcular os riscos.

    Quais as vantagens dessa estratégia para a empresa?

    A instituição que incentiva o intraempreendedorismo conquista grande vantagem competitiva no mercado. Isso é resultado de uma série de outros benefícios que essa estratégia oferece, como:

    • otimização dos recursos;
    • redução dos custos;
    • retenção de talentos e formação de equipe de alta performance;
    • aumento do engajamento dos colaboradores;
    • criação de várias inovações dos produtos e serviços;
    • aumento da produtividade;
    • consolidação da cultura interna;
    • integração dos setores da empresa;
    • diminuição do absenteísmo e turnover;
    • identificação de novas oportunidades de negócio;
    • melhoria da comunicação dentro da organização;
    • gestão mais inteligente;
    • aumento da satisfação dos clientes.

    De que forma é possível aplicar o intraempreendedorismo?

    Como você viu, as vantagens oferecidas pelo empreendedorismo interno tem grandes chances para o sucesso de uma empresa. Para implementar essa estratégia da forma correta e obter tais resultados, é preciso dar os seguintes passos:

    • crie uma cultura de inovação — é essencial que a empresa encoraje seus colaboradores a empreender na própria instituição, permitindo que aprimorem suas habilidades e alcancem seu pleno potencial;
    • realize programas de intraempreendedorismo — criar programas específicos é uma forma bastante eficaz para estimular os colaboradores e guiá-los na melhor maneira de empreender na empresa;
    • identifique talentos — na hora de contratar, procure saber se o candidato é proativo, autoconfiante, atento às oportunidades, persistente, comprometido e criativo. Também procure perfis assim na equipe que já trabalha na empresa. Essas características indicam que o indivíduo pode ser um bom intraempreendedor;
    • dê feedbacks — quando o colaborador é informado sobre seu desempenho, sabe quais pontos fracos deve corrigir e em quais pontos fortes deve investir;
    • invista em capacitação — além de identificar colaboradores de alta performance, também é importante investir regularmente em capacitação e qualificação. Funcionários bem treinados desenvolvem novas habilidades e melhoram seu desempenho nas atividades.

    Ninguém conhece mais os processos de uma organização que os funcionários que os realizam, concorda? Por esse motivo, é crucial dar ouvidos às ideias e opiniões da equipe. Para isso, a empresa precisa estar aberta a isso e demonstrar ser acessível a outros pontos de vista. Afinal, nada mais desmotivador e frustrante para um colaborador que não ser ouvido, principalmente quando deseja apontar melhorias que podem ser feitas para otimizar as atividades da empresa.

    Por promover a criatividade e incentivar a geração de novas ideias vindas de todos os setores, a cultura de inovação cria um ambiente amistoso para que todos os colaboradores se sintam à vontade para propor soluções. Outra maneira bem interessante e eficiente para incentivar esse tipo de engajamento é propor atividades inovadoras e que estimulem a criatividade, como a produção de infográficos, apresentações e desafios para encontrar soluções para determinadas demandas na instituição.

    Agora que você já sabe o que é intraempreededorismo, não deixe de seguir os passos listados para implementar essa estratégia em sua empresa e, assim, conquistar mais espaço no mercado. Caso você seja um colaborador, aprimore suas habilidades para se tornar um empreendedor interno e obter mais sucesso em sua carreira.

    Quer saber mais sobre o desenvolvimento dos colaboradores? Então, aproveite a visita no blog e entenda o que é inteligência coletiva e como estimular sua equipe!