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  • 6 tendências de marketing para ficar de olho

    6 tendências de marketing para ficar de olho

    O motivo pelo qual o marketing é uma área tão apaixonante é que ele oferece possibilidades para diferentes perfis de empreendedores: micro e pequenas empresas, grandes organizações, empresários individuais, varejistas, prestadores de serviço.

    Nesse sentido, as inovações não se resumem a tecnologias caras e inacessíveis à maioria dos empresários brasileiros. Para provar o nosso argumento, preparamos este post, que mostrará as principais tendências de marketing atuais — e como fazer uso delas em seu negócio. Boa leitura!

    1. Avatarização

    O metaverso, uma das grandes apostas do empreendedor Mark Zuckerberg para o futuro da tecnologia, ainda não vingou. Contudo, alguns elementos desse universo têm se destacado, como os avatares digitais.

    Na internet, o avatar é a representação virtual de uma pessoa, com a criação de figuras semelhantes ao usuário que permitem a personalização — como um novo cabelo e roupas.

    Um dos grandes exemplos desse avatar é a Lu do Magazine Luiza, que caiu nas graças dos brasileiros. A avatarização é feita por diversos meios, seja através de inteligência artificial, modelos 3D, tecnologias de reconhecimento facial ou até mesmo uma junção de tudo isso.

    As marcas podem utilizar ferramentas gratuitas para criar avatares dos seus clientes fidelizados, por exemplo, ou estimular a criação por parte das próprias pessoas, com brindes para os mais criativos. Algumas dessas soluções são:

    2. Conteúdo “amador”

    Calma, não estamos falando de fazer uma campanha de qualquer jeito e divulgá-la logo em seguida. Nesse contexto, o conteúdo mais “amador” se refere a produções feitas rapidamente, aproveitando o calor do momento e a relevância de um tema.

    Nos últimos meses, muitos produtores de conteúdo começaram a criar posts a partir de aplicativos nativos de celular, como o “notas”. Essa tendência segue o seguinte princípio: o que importa mesmo é publicar algo quando o assunto continua quente.

    Nesse caso, o conteúdo não será tão caprichado quanto algo que tenha sido preparado com mais tempo à disposição, mas a vantagem é que você terá a chance de sair na frente em relação à concorrência.

    Imagine, por exemplo, que você visite uma feira de empreendedores para a qual os seus concorrentes nem tenham sido convidados. Que tal criar alguns stories rápidos no Instagram e mostrar que você está na linha de frente do seu ramo de atuação? E o mais legal é que a produção não custa nada!

    3. Anúncios interativos em RA

    RA é a sigla para “Realidade Aumentada”, uma tecnologia que proporciona que as pessoas misturem elementos virtuais à visão da realidade. Desse modo, será possível criar experiências bem imersivas e incentivar as pessoas a testarem produtos de maneira virtual.

    Um exemplo de iniciativa que já vem sendo implementada é o “provador virtual” lançado pela Renner. Nele, as pessoas podem testar alguns produtos, como sapatos. Além disso, a revista Exame fez uma reportagem mostrando outros 15 cases de realidade aumentada que têm dado o que falar.

    4. Marketing de podcast

    O marketing de podcast herdou o lugar do rádio como um dos conteúdos sonoros mais amados por ouvintes de todas as faixas etárias, gostos e localizações. O mais interessante é que esse formato não se resume ao áudio, visto o sucesso de canais de YouTube como o Flow e o Podpah.

    O podcast é mais uma forma de elevar a sua divulgação e expor seus produtos. Ele se tornou uma febre justamente pela facilidade de consumo: ainda que você consuma os conteúdos originalmente feitos em vídeo, você pode apenas escutar enquanto faz outra coisa.

    Assim, ele se tornou um canal de divulgação porque as ações não exigem que cada usuário mantenha concentração exclusiva no conteúdo. Enquanto as pessoas fazem as tarefas de casa, como passar roupa ou almoçar, elas conseguem consumi-los.

    Por isso, é uma boa ideia conversar com podcasters e descobrir aqueles que oferecem preços de divulgação que caibam em seu orçamento. Apenas se certifique de que aqueles produtores se encaixam no seu ramo de atuação: nada de divulgar panelas em um podcast de futebol, por exemplo.

    5. Microinfluenciadores

    Felipe Neto, Bianca Andrade, Virgínia Fonseca, Whindersson Nunes… esses influenciadores nós já conhecemos. Mas e quanto aos microinfluenciadores, você já ouviu falar? Nesse caso, estamos falando das pessoas que têm entre 10 mil e 100 mil seguidores em seus canais.

    Esses números são baixos em relação aos influenciadores citados, mas são bons o suficiente para as marcas explorarem parcerias. Ao invés de tentar influenciar um número altíssimo de leads, a tendência em 2023 é aproveitar a identificação que o público tem com pessoas mais próximas da sua realidade.

    Os microinfluenciadores são mais “gente como a gente”, mais parecidos com o público-alvo de micro e pequenas empresas. Nesse sentido, eles são vistos como pessoas que transmitem uma mensagem mais sincera e que estão mais próximos da rotina de trabalhadores comuns. Além disso, são mais baratos para a contratação.

    6. Conteúdo em vídeo

    Os conteúdos em vídeo sempre fizeram sucesso, mas agora os produtores de conteúdo e profissionais de marketing precisam se apegar ainda mais ao formato por um motivo simples: o Tik Tok.

    Essa plataforma revolucionou o modo como consumimos conteúdo na internet, uma vez que aposta em vídeos curtos, que transmitem a mensagem principal em poucos segundos. Do mesmo modo, os stories do Instagram seguem essa tendência de agilidade na comunicação.

    E não é apenas a possibilidade de produzir vídeos mais curtos que seduz. Uma pesquisa recente, realizada pelo Kantar Ibope Media, informa que os conteúdos nesse formato alcançaram 99% dos brasileiros em 2022. Com a chegada do 5G ao Brasil, que promete uma navegação ainda mais rápida e mais estabilidade para visualizar os conteúdos, essa tendência não deve perder força tão cedo.

    Gostou dessas tendências atuais de marketing? Como você pode ver, essa área não para de evoluir, abrangendo as tecnologias mais modernas do mercado, como a inteligência artificial e a realidade aumentada. Contudo, empreendedores com orçamentos mais modestos não ficam de fora, uma vez que conteúdos em vídeo e instantâneos também estão ao alcance deles.

    Gostou do conteúdo e quer que outras pessoas o leiam? Compartilhe o texto em suas redes sociais e chame todo mundo para a conversa.

  • 7 dicas para usar estratégias de mídia off a favor do seu negócio

    7 dicas para usar estratégias de mídia off a favor do seu negócio

    Muitos empreendedores, especialmente aqueles com um pouco mais de experiência, se lembram da época em que o marketing digital ainda estava engatinhando. Nessa época, o sonho era emplacar um anúncio na TV, em um jornal de grande circulação ou em uma revista.

    O mais interessante é que esse tipo de divulgação não morreu, ela continua firme. Estamos falando da mídia off, que também engloba outros modos de publicidade, como os outdoors, a panfletagem e os cartões. Neste post, falaremos um pouco mais do conceito e como explorá-lo. Venha conosco!

    O que é mídia off?

    Há algumas décadas, nem existia mídia off: era apenas “mídia”, mesmo. Afinal, a internet não era tão difundida no Brasil, o que começou a mudar no fim da década de 1990. Desse modo, o conceito se refere aos veículos de informação que não exigem o uso da internet.

    O “off” vem de offline. Para a divulgação das marcas, ela ainda continua muito relevante e pode ser utilizada em uma estratégia conjunta ao marketing digital. Desse modo, o alcance do negócio se expande consideravelmente, abrindo espaço para a criatividade dos profissionais.

    Entre os principais exemplos de mídia off, podemos citar:

    • televisão, que ainda tem uma grande audiência, tanto nos canais a cabo como na TV aberta;
    • rádio. Uma pesquisa do Kantar Ibope, de 2021, mostra que os ouvintes desse tipo de mídia têm crescido bastante;
    • revistas e jornais. Apesar de a maioria do jornalismo brasileiro estar hoje na internet, algumas publicações resistem há várias décadas, como a Folha de S. Paulo, a Veja, a Gazeta de Alagoas, o Estado de Minas e diversos veículos locais, espalhados pelo país;
    • outdoors;
    • placas e divulgações em rodovias;
    • catálogos impressos;
    • panfletos;
    • cartões de visita.

    Como utilizar estratégias de mídia off?

    Agora mostraremos algumas estratégias para trabalhar com mídias off de maneira efetiva.

    1. Trace seus objetivos e metas

    Antes de tudo, é preciso traçar seus objetivos e metas com cada divulgação. Lembre-se de que você estará complementando o seu trabalho on-line para tornar a sua empresa mais conhecida, então é importante não repetir a mesma linguagem que você utiliza na internet.

    Do mesmo modo, tenha certeza de que essa divulgação não será redundante, o que acontece se você anunciar em uma mídia que tenha o mesmo público-alvo do seu trabalho nas redes sociais, por exemplo. Nesse caso, você estaria gastando dinheiro em dobro para atingir as mesmas pessoas.

    2. Defina o seu orçamento

    É importante entender que a divulgação na mídia off, principalmente em veículos renomados, costuma ser mais cara. Isso porque você alugará um espaço publicitário cobiçado no mercado brasileiro e o trabalho será feito por outros profissionais, fora da sua equipe.

    Contudo, como veículos como programas de tv e jornais ainda têm um bom número de adeptos, essa estratégia é importante para complementar as suas atividades promocionais. Entre em contato com os veículos que interessam e pesquise preços, condições e até mesmo outras possibilidades de parceria.

    3. Preste atenção na faixa etária

    Ao investir em mídia off-line, você deve considerar fatores que vão além do público-alvo, como a faixa etária. Um exemplo: se as pessoas que você quer alcançar são mais velhas, a divulgação em jornais e revistas pode ser mais relevante, já que são esses clientes em potencial que ainda consomem esses materiais.

    Um equívoco tremendo seria anunciar um produto dedicado à “geração Tik Tok” em um jornal impresso, mídia que não é mais tão consumida pelos jovens. Prestar atenção à faixa etária que você quer atingir é crucial.

    4. Prepare campanhas direcionadas ao offline

    Que tipo de recompensa ganha a pessoa que chegar à sua empresa por meio da divulgação em uma mídia off? Pense em códigos promocionais ou descontos exclusivos para os clientes que entrarem em contato com a sua empresa por meio desse modelo de divulgação.

    Essa estratégia é importante para mostrar a esse público que a empresa fala diretamente com eles. Se tudo o que é feito no marketing digital for simplesmente repetido, a marca pode ser vista como pouco criativa ou repetitiva.

    5. Crie slogans atraentes

    No primeiro tópico desse texto, mencionamos que veículos como a televisão e o rádio ainda têm uma boa audiência. Para cativar esse público, que tal apostar em frases curtas e cativantes, que sintetizem os objetivos e o DNA da sua empresa?

    Quando você lê ou ouve o slogan “Amo muito tudo isso”, sua mente é direcionada imediatamente para o McDonald’s. “Não é assim uma Brastemp” foi outro slogan que fez bastante sucesso na publicidade brasileira, se referindo aos produtos de alto nível da empresa.

    A vantagem da criação de um slogan é que ela é democrática: todo mundo pode pensar um pouquinho e chegar em uma frase que represente bem os objetivos da empresa. Além da TV e do rádio, ela também servirá para identificar a sua empresa em outros veículos off.

    6. Pense na panfletagem

    Até aqui, nos concentramos nos veículos mais tradicionais da mídia off, como o rádio, a televisão e os jornais e revistas. No entanto, não podemos nos esquecer de uma das formas mais antigas e bem-sucedidas de marketing: a panfletagem.

    Ela consiste na distribuição de panfletos e outros materiais promocionais para inúmeras pessoas. Não é incomum encontrar profissionais que entregam esses itens durante o sinal vermelho no trânsito, por exemplo.

    A panfletagem ainda pode ser muito eficaz, uma vez que um material conciso e com informações importantes chama a atenção logo de cara. Você pode divulgar:

    • promoções;
    • lançamentos de produtos;
    • convites para inauguração de uma nova loja;
    • um resumo dos produtos mais vendidos da sua loja, com a listagem de preços competitivos.

    Assim, mesmo que um possível consumidor não esteja pensando em comprar um determinado produto, ele pode se sentir atraído por um preço atrativo, uma promoção ou a possibilidade de descontos em programas de fidelidade. É importante caprichar no visual, então busque a ajuda de designers e ilustradores.

    7. Lembre-se dos outdoors

    Os outdoors são relevantes especialmente quando estão posicionados em vias movimentadas, uma vez que serão visualizados por milhares de pessoas diariamente. Eles costumam ter números de telefone nos cantos da tela, para interessados em utilizar aquele espaço.

    Uma forma similar de divulgação é a fachada: nela, você pode chamar a atenção com promoções, com o design e ainda informar o número de telefone da loja.

    Desse modo, mesmo quem estiver passando de carro ou de ônibus, e não tiver tempo para parar naquele momento, poderá guardar o número para entrar em contato posteriormente.

    Como pudemos ver no artigo, a mídia off definitivamente não morreu: varejistas, por exemplo, podem utilizar outdoors, anúncios no rádio e em jornais diários para manter o seu negócio no radar das pessoas que ainda consomem esses materiais. Como mostram as pesquisas, a TV ainda faz mais sucesso no país que o YouTube.

    Aproveite a visita ao nosso blog para conhecer a loja virtual do Sebrae!

  • Tendência de mercado: saiba como identificar

    Tendência de mercado: saiba como identificar

    Conseguir identificar as tendências de mercado é um passo importante para estar à frente da sua concorrência. Por mais que a tarefa pareça ser difícil, acompanhar a movimentação do seu nicho não precisa ser complicado.

    Porém, é preciso empenho, além, é claro, de analisar o mercado e fazer os monitoramentos necessários. E por isso, elaboramos um artigo para te ajudar a acompanhar as tendências de maneira objetiva.

    Boa leitura!

    1. Siga as referências da sua área

    É impossível acompanhar as tendências de mercado sem estar próximo aos grandes influenciadores. São várias as personalidades responsáveis por movimentar e ditar o ritmo dos nichos que envolvem o universo empreendedor.

    Para saber o que está por vir, o mais indicado é acompanhar de perto o que esses influenciadores estão fazendo. Redes sociais, podcasts e sites próprios são alguns dos canais que precisam ser monitorados para que nenhuma notícia escape.

    Com a chegada da internet, uma marca ou pessoa influente do seu ramo pode fazer uma postagem e isso se tornar uma tendência apenas algumas horas depois. Por isso, para não correr o risco de chegar atrasado, o mais importante é fazer o monitoramento das redes.

    2. Converse com seus clientes

    Uma conversa com os seus clientes pode te ajudar a identificar o que está surgindo como tendência no mercado. Isso porque são eles os responsáveis por movimentar o seu nicho, logo uma nova ideia só funciona se eles gostarem do que foi proposto.

    Por isso, o feedback dos clientes em relação a produto, já pode indicar quais os próximos passos a serem tomados. Se ele reclama que um material é muito frágil, por exemplo, uma nova tendência pode ser a adoção de nova matéria-prima ou ainda o reforço do material produzido.

    No mais, uma conversa com os clientes nunca é ruim e pode te dar diversas pistas de como se portar no mercado. Quem sabe você, após receber o feedback do seu público, não seja o responsável por implementar novos comportamentos no seu mercado.

    3. Acompanhe o comportamento da concorrência

    Assim como acontece no caso dos influenciadores, também é necessário ter o mesmo comportamento em relação aos concorrentes. Para identificar as tendências de mercado, é necessário estar bastante atento à movimentação deles.

    Para isso, sempre verifique postagens em blogs, redes sociais e outros meios de acompanhá-los. Copiar o que estão fazendo não é interessante, contudo, se algo novo surgir, é importante entender como ele pode ser implementado em seu negócio.

    Por meio da observação, o empreendedor pode verificar quais estratégias estão sendo usadas, e se elas servem para a sua empresa. Porém, como dissemos, muito cuidado com as cópias e tente manter o seu negócio o mais original possível.

    Nosso artigo acaba aqui, e esperamos que você tenha conseguido entender algumas das formas possíveis de se identificar tendências. Se você gostou do texto, confira também a nossa loja virtual!

  • 8 passos para produzir conteúdo para sua empresa

    8 passos para produzir conteúdo para sua empresa

    Saber como produzir conteúdo digital atrativo é indispensável para empresas de todos os segmentos. Afinal, como os consumidores passam boa parte dia conectados, há mais chances de atrair e reter clientes, além de aumentar a visibilidade e a credibilidade do seu negócio.

    Porém, sabemos que isso pode ser um desafio para os empreendedores. Por isso, nós convidamos você para conferir as dicas que separamos neste post. Com elas, você poderá produzir conteúdo de qualidade e, assim, conquistar mais espaço no mercado. Acompanhe!

    1. Analise a concorrência

    Observar o que seus concorrentes estão fazendo dará uma boa ideia do que funciona e do que atrai ou não o público. Utilize referências do mercado da sua cidade, estado, região e até de outros países para entender o que está retendo atenção. Então, analise quais tipos de conteúdo que eles estão produzindo, quais recebem maior engajamento e tente incorporar essas ideias em seus próprios posts desde que tenha relação com a identidade da sua empresa.

    2. Seja original

    A análise da concorrência é apenas para observar o que está dando certo e as tendências de mercado e publicações. Na hora de produzir o seu conteúdo, seja original e autêntico. Isso porque pontos de vista únicos atraem mais atenção e ajudam a diferenciar sua marca das outras. Apresentar um conteúdo genuíno e expor suas ideias é o que vai atrair o público.

    3. Foque no público-alvo

    Saber quem é o seu público-alvo é a chave para fazer conteúdo de qualidade, que gere resultados positivos. Então, conheça seus clientes, suas necessidades, expectativas e entenda como é seu comportamento online. Em seguida, utilize essas informações para produzir conteúdo que gere um diálogo com eles.

    4. Faça um planejamento

    Crie um calendário editorial. Ou seja, planeje que tipo de conteúdo você vai produzir, quando vai publicar e em quais plataformas. Essa estratégia ajuda você a se organizar, a manter a consistência e a qualidade das suas publicações.

    5. Produza conteúdo informativo

    O conteúdo que você cria deve fornecer valor ao seu público, seja educando-o sobre algum assunto, seja resolvendo suas dúvidas ou oferecendo entretenimento. Essa ação desperta o interesse e ajuda no engajamento do seu público-alvo, permitindo que você tenha mais visibilidade.

    6. Aprimore a qualidade do conteúdo

    Uma das melhores dicas sobre como produzir conteúdo é priorizar a qualidade sobre a quantidade. Então, certifique-se de que o conteúdo seja bem escrito, persuasivo, com informações precisas e atualizadas. Vale a pena também incluir imagens e vídeos sempre que possível.

    7. Use técnicas de SEO

    Search Engine Optimization – SEO é o conjunto de técnicas que ajuda seu conteúdo a ser encontrado pelo seu público. Isso envolve o uso de palavras-chave relevantes sobre o assunto, links para outros conteúdos do seu site, além de um feed de rede social ou design de site organizado, fluído e agradável de ser visto.

    8. Avalie e ajuste

    Por fim, sempre avalie o desempenho do seu conteúdo. Para isso, use ferramentas de análise para entender o que está gerando resultado positivo e o que precisa ser ajustado. Como o mundo digital é dinâmico e está em constante mudança, é importante fazer avaliações periódicas com frequência.

    Agora que você já sabe como produzir conteúdo, coloque em prática as dicas deste post. Desse modo, você conquistará mais visibilidade para o seu negócio, atrairá mais clientes e, como consequência, impulsionará suas vendas.

    Quer saber mais sobre o assunto? Então, aproveite a visita ao blog e entenda como usar o storytelling na sua estratégia de conteúdo!

  • Lançamento de produto: entenda como fazê-lo para entrar bem no mercado!

    Lançamento de produto: entenda como fazê-lo para entrar bem no mercado!

    Empresas fazem lançamento de produto para conquistar maiores fatias do mercado ou atender às novas necessidades dos clientes. Um investimento de alto porte assim merece um planejamento específico para que o produto entre no mercado com a devida credibilidade e se torne um sucesso.

    Além de ser um evento importante para a sua empresa, essa é uma excelente oportunidade para fazer um bom caixa diante da novidade no mercado. Se você quer saber como atrair pessoas, aquecer o público e se preparar para um lançamento de sucesso, este conteúdo foi feito para você.

    Continue a leitura e confira nossas dicas para fazer lançamento de produto!

    O que é o lançamento de produto?

    O lançamento de um produto se refere ao processo de apresentação dele para o mercado. Isso pode ser feito por meio de uma série de iniciativas de marketing e comunicação da marca, informando o público sobre as características, usos, benefícios e diferenciais desse novo item que passa a compor o portfólio da empresa.

    Esse ciclo de apresentação do produto se inicia na sua pesquisa de aceitação — incluindo a definição do público-alvo e a determinação de prioridades — até a elaboração de estratégias de marketing que devem aquecer o público para o evento de lançamento.

    A ideia central da abordagem é causar antecipação na audiência e aumentar o volume de venda nos primeiros dias do produto no mercado. Isso é fundamental para que o máximo de pessoas conheçam a oferta e possam ajudá-la a se tornar sucesso.

    Conheça os principais tipos de lançamento de produto

    Existem diversos tipos de lançamento que podem beneficiar os produtos conforme a estratégia escolhida. Confira a seguir quais são os principais modelos que sua empresa pode adotar:

    • por inovação – é usado para lançar itens que ainda não existem no mercado e ajuda a aumentar as expectativas dos consumidores através do apelo da novidade;
    • por atualização – comum em negócios que precisam repaginar um produto existente, incluindo melhorias e novas características. Serve para atrair a atenção dos clientes através das melhorias implantadas;
    • sazonal – os lançamentos sazonais são ótimos para períodos de temporada, como início do verão, ou com datas especiais, como o Natal;
    • regional – é feito em uma região específica e é muito útil para entender a receptividade do produto. Caso seja boa, pode-se testar para outros locais.

    Como fazer um lançamento de produto

    Um produto novo requer pesquisas sobre os interesses dos consumidores, mas também um trabalho direcionado para que esses compradores se reconheçam nas ações de divulgação e se sintam atraídos pela proposta. De modo geral, espera-se de cada lançamento um retorno inicial rápido para custear os gastos empregados no ato do planejamento e da produção.

    Sendo assim, é possível afirmar que o lançamento do produto é um momento decisivo em que não se deve arriscar ou apostar em algo sobre o que não se esteja extremamente convencido da viabilidade financeira e do interesse do público. Para ter mais clareza sobre como fazer um lançamento de sucesso, continue a leitura e confira nossas dicas!

    1. Entenda para quem será feito o lançamento do produto

    Uma forma de estar sempre ciente do público com quem está dialogando é criar personas para a sua marca. Já ouviu falar delas? As personas são perfis de representações ficcionais dos clientes ideais da empresa.

    Para construir essas personas, considere o perfil sociodemográfico de seus clientes mais comuns, hábitos de consumo, características físicas e psicológicas. Lembre-se de que uma marca pode ter mais de um perfil de cliente, ou seja, não é necessário ficar preso em apenas um tipo de consumidor.

    O que vai conduzir a escolha pelo novo produto e a decisão pelo preço é a necessidade de atender um ou mais desses perfis. Do mesmo modo, para planejar o lançamento, você vai conduzir a linguagem e o tipo de campanha que será criada, a partir dos interesses dessas personas. Por isso, é importante saber com exatidão quem é o cliente para quem está vendendo.

    A identidade visual deve corroborar a linguagem do cliente, o estilo e as ideias com que desenvolveu o produto e que está arquitetando para o lançamento. A intenção é que o cliente leia o anúncio e se identifique imediatamente com ele.

    2. Tenha uma proposta de valor

    Ainda que não tenha feito isso de maneira estruturada, durante a criação do produto, você pensou no valor dessa mercadoria ou desse serviço, idealizou aspectos que o tornam uma excelente opção, dentro do que está disponível no mercado, e definiu as necessidades que ele vai satisfazer.

    Ou seja, para você e para o seu cliente, o produto tem grande valor e atende uma necessidade muito específica, portanto, você deve se apegar a ela.

    Essas ideias precisam ser disseminadas com a equipe de vendas ou com parceiros envolvidos no lançamento. Não encare a proposta de valor como algo que fique restrito aos bastidores, mas como um diferencial que somente o seu produto tem. É das ideias iniciais que as melhores campanhas costumam surgir.

    3. Uma boa identidade visual pode ajudar

    O que chama a atenção do cliente e faz com que ele decida conhecer e comprar um produto é a aparência. Há muita informação na internet, na TV e em outros meios de comunicação. Na prateleira da loja ou nas redes sociais, seu produto precisa se destacar pelo visual e por uma boa comunicação com o público-alvo, confirmando as características do conteúdo.

    Ao definir o nome, o logotipo e a embalagem, considere os interesses da persona, o estilo e as referências com as quais esse grupo se identifica. É algo que você pode embasar com o que foi pesquisado para formatar a persona — é uma pesquisa minuciosa, mas que precisa ser feita para que o lançamento do produto seja um sucesso.

    A partir do resultado, crie o manual de identidade visual do produto a fim de que cada ação de marketing e nova campanha tenha uma base, um direcionamento com o qual deve ser estruturado.

    4. Crie uma campanha específica para clientes fidelizados

    Nada como se sentir especial! Nada como ser lembrado por alguém! Oferecer essa sensação para seus clientes mais frequentes é ganhar pontos positivos com eles. Crie campanhas específicas para esse grupo ao longo do ano, mas, sobretudo, pense em ações especiais para beneficiá-los no lançamento.

    Como isso deve ser feito? Pense em formas de dar alguns spoilers exclusivos ou mesmo oferecer alguma promoção. Por exemplo, é possível lançar o produto um dia antes da data anunciada apenas para aqueles que já são seus clientes, oferecendo descontos especiais que não serão estendidos aos consumidores em geral.

    Reforce, nas ações, que as condições são especiais para eles devido à parceria que estabeleceram com o tempo. Lembre-se de cuidar para que esse grupo nunca se perca, ou seja, fique esquecido entre as muitas ações que sua empresa pode realizar.

    5. Aposte no pré-lançamento para despertar o interesse

    Gerar interesse no produto antes do lançamento é uma ação muito bem-vinda, pois prepara o público para o dia em que a sua ideia vai entrar no mercado. Esse processo precisa ser planejado para durar algumas semanas e para alimentar a curiosidade dos clientes progressivamente.

    As ferramentas para criar o pré-lançamento são variadas. Usar posts nas redes sociais, lista de e-mail marketing ou mesmo contar com o apoio de influenciadores e parceiros de negócio é essencial.

    Independentemente da ferramenta e dos recursos usados, sugerimos que o modo de pré-lançar o produto, assim como o lançamento, seja escolhido a partir do objetivo do planejamento de marketing que está elaborando. Como você pode ver, tudo o que vai encaminhar o seu lançamento está no objetivo e no planejamento.

    O importante, em relação ao pré-lançamento, é que o cliente esteja sempre bem informado de que o seu produto será lançado, assim aguardando o tão esperado dia para adquirir a novidade.

    Como organizar o pré-lançamento do produto?

    Além de compreender as ferramentas que podem ser usadas na hora do pré-lançamento, é importante organizá-lo de forma eficiente. Existem algumas dicas cruciais para ter sucesso nessa etapa, como:

    • faça uma análise do mercado – compreender o mercado e identificar as oportunidades é uma boa maneira para lançar os produtos no tempo certo. Também é válido observar os concorrentes e o que eles produzem para identificar se há algum item semelhante ao que você vai lançar;
    • colete feedbacks – é interessante usar o pré-lançamento para coletar opiniões dos consumidores. Elas são importantes para realizar os últimos ajustes e aumentar a aceitação do produto no mercado;
    • defina indicadores – por meio de métricas fica mais fácil acompanhar a aceitação dos produtos que serão apresentados ao público e entender possíveis ajustes antes de realizar o lançamento;
    • ensaie os anúncios – essa prática é usada por gigantes do mercado, como a Amazon, e pode ajudar a compreender a reação dos consumidores quando o produto for lançado. Você pode escrever os anúncios e apresentá-los aos colaboradores, por exemplo.

    Essas dicas vão auxiliar a obter muitas informações relevantes, que podem ser colocadas em prática na hora de fazer os ajustes.

    Para garantir que seu lançamento de produto vai trazer resultados positivos, conte com uma empresa especializada em marketing, gestão empresarial e funil de vendas para aprimorar a experiência do cliente em relação à sua empresa. Ela vai ter o know-how de que precisa para focar no seu negócio e ver o lançamento do produto.

    Quer saber mais sobre marketing e lançamento de produto. Acesse o blog do Sebrae!

  • Saiba como mapear a audiência dos canais online através do social listening

    Saiba como mapear a audiência dos canais online através do social listening

    A venda de produtos na internet produziu um novo cenário, com um aumento da concorrência entre empresas de um mesmo nicho. Afinal, como um negócio consegue enviar produtos para todo o país (e até para o exterior, em alguns casos), se tornou necessário buscar novos meios de se destacar.

    Uma das formas de se diferenciar da concorrência é acompanhar o que as pessoas estão comentando sobre o seu negócio, para mapear tendências, realizar ajustes em suas práticas e até mesmo identificar lacunas do mercado.

    Por isso, o Social Listening se tornou uma prática indispensável. Neste post, falaremos mais sobre o conceito, como implementá-lo e as ferramentas tecnológicas para uma estratégica mais ampla. Boa leitura!

    O que é o Social Listening?

    É uma estratégia que utiliza o acompanhamento de espaços na internet para identificar comentários que abordam uma determinada marca. Assim, uma empresa realiza a pesquisa a partir de termos relacionados às suas atividades e também discussões associadas ao nicho de mercado no qual ela está inserida.

    Um varejista pode fazer uma busca nas redes sociais, pesquisando o nome da sua empresa, e entender o que as pessoas estão comentando sobre ela. Isso pode ser feito para verificar as opiniões e até mesmo para convidar clientes descontentes a testar um novo produto, por exemplo.

    Independentemente do objetivo, o Social Listening é uma forma de se aproximar diretamente do público-alvo e entender suas preferências, necessidades e anseios. Com a pesquisa sendo realizada periodicamente, será possível até mesmo solucionar problemas antes que reclamações formais sejam apresentadas.

    Além de conferir os comentários e os feedbacks sobre a empresa, o Social Listening também é ótimo para que você acompanhe outros temas relacionados ao seu ramo de atuação.

    Assim, você poderá conferir as novidades da concorrência, descobrir as tendências do setor e as mudanças no comportamento do público-alvo — e tudo isso impacta e influencia seus resultados e metas.

    Diferença em relação ao monitoramento de redes sociais

    Você pode se perguntar: o Social Listening não é a mesma coisa que monitorar as redes sociais? Na verdade, não: em primeiro lugar, ele não se limita às redes sociais, embora elas sejam valiosas para qualquer empreendimento.

    Contudo, o Instagram, o Twitter e o LinkedIn, por exemplo, não esgotam as discussões em torno de uma marca. Afinal, as pessoas também deixam suas opiniões em blogs, portais de notícias e canais de atendimento ao cliente.

    Além disso, o monitoramento de redes sociais é uma tática mais reativa: as pessoas comentam e a marca responde. Quando uma empresa utiliza a internet para mapear as tendências de forma mais ampla e testar o terreno para um novo produto, o que ela está realmente exercendo é o Social Listening.

    Como colocar o Social Listening em prática?

    Depois de entender o conceito, nada melhor do que descobrir como colocá-lo para funcionar em prol da empresa. Vamos lá!

    Acompanhe as menções à empresa

    Esse é o primeiro passo e serve para mapear tanto os comentários positivos como negativos. Desse modo, a empresa fica de olho na percepção do público sobre seus produtos e práticas — e consegue reajustar algumas atividades, de acordo com o que ela encontra nos espaços online.

    Entenda o sentimento do público

    Caso o seu exercício de Social Listening mostre que a maioria das pessoas está avaliando negativamente um produto seu, talvez seja o momento de repensar um lançamento similar.

    Do mesmo modo, não vale a pena mudar práticas que são elogiadas, como no caso de uma empresa que modifique as suas práticas de atendimento, que vinham dando certo até então.

    Esses são só alguns exemplos de como você pode utilizar a internet para monitorar o sentimento do público e agir de acordo com o que for observado. Fique de olho nas avaliações e identifique pontos de melhoria.

    Melhore o atendimento ao cliente

    Já que tocamos brevemente nesse ponto, não custa reforçar: ofereça um atendimento de qualidade. Essa é uma maneira de evitar que um grande número de pessoas espalhe opiniões negativas sobre o seu negócio, que influenciam decisões de consumidores em potencial.

    Acompanhe as tendências

    Não basta apenas digitar o nome da empresa e monitorar apenas aquilo: amplie as suas pesquisas para entender melhor o seu nicho de mercado e se manter atualizado em relação às tendências. Uma dica é buscar os nomes dos concorrentes e acompanhar o que os clientes estão comentando.

    Faça uma análise da concorrência

    Além de pesquisar os concorrentes, monitore o que eles estão fazendo. Isso é uma maneira de exercer a inteligência competitiva, uma vez que consegue identificar lacunas e lançar produtos e serviços que os competidores ainda não estão explorando.

    Identifique influenciadores

    Os influenciadores digitais ajudam a aumentar a visibilidade da sua empresa. Por isso, busque parcerias com pessoas que tenham um bom número de seguidores e que atuem próximas do seu nicho.

    Às vezes, nem será preciso arcar com um cachê alto logo de cara: proponha trocas, como o envio de produtos, um possível patrocínio ou até mesmo uma porcentagem dos produtos vendidos.

    Quais são as principais ferramentas para o Social Listening?

    Felizmente, você pode ir além da busca de termos-chave, com o auxílio de ferramentas desenvolvidas para otimizar o Social Listening. Vamos conhecê-las.

    Google Trends

    O Trends é uma ferramenta que acompanha o ótimo nível de outras soluções da Google. Gratuito, você consegue monitorar temas em alta na internet e os termos mais pesquisados, de acordo com o seu recorte preferido de tempo. Também é possível obter dados relacionados à localização das pessoas.

    Brandwatch

    A ferramenta Brandwatch proporciona a opção de coletar dados e informações do público-alvo de uma loja virtual por meio do recurso conhecido como Audience Insights.

    Também não deixe de testar a funcionalidade Consumer Research: como o nome (“pesquisa dos consumidores”) indica, você terá análises do comportamento dos clientes em maior escala. As duas opções permitem o monitoramento em tempo real das atividades.

    Tweetdeck

    Recentemente, o Twitter mudou de nome e alterou algumas das suas práticas — mas uma ferramenta antiga, o TweetDeck, ainda funciona muito bem, especialmente se você quer buscar palavras-chave na rede social.

    Gratuita, essa ferramenta também facilita os retuítes, favorita mensagens e também envia recados via DM (mensagem direta), tudo isso em uma única interface. Como o Twitter é muito importante para mapear tendências e os assuntos que estão gerando engajamento, não deve ficar fora da sua estratégia.

    Mention

    O Mention é uma ferramenta mais indicada para empresas que já atuem ou tenham o interesse de expandir suas atividades para o exterior. Ele passa alertas de comunicado sobre a marca e seus concorrentes, proporcionando a opção de acompanhamento em até quatro idiomas.

    É possível optar pelo plano gratuito ou por um plano mais robusto, de até 199 dólares, para empresas que queiram desfrutar de recursos mais avançados de Social Listening.

    Hootsuite

    O Hootsuite é uma ferramenta em português que contribui para que você monitore o sentimento do consumidor. Será possível acompanhar as palavras-chave, analisar o engajamento e produzir relatórios customizados. Ela não é gratuita, mas oferece um período de testes para você utilizá-la.

    Como você viu no artigo, o Social Listening é uma maneira de complementar suas boas práticas, como um bom atendimento e a produção de mercadorias e serviços de qualidade. Com ele, você visualiza o que as pessoas estão comentando e o seu negócio se adequa de acordo com essas preferências.

    Curtiu o texto? Então, compartilhe em suas redes sociais e chame todo mundo para ler também!

  • Já ouviu falar em Canvas Proposta de Valor? Veja como criar o seu!

    Já ouviu falar em Canvas Proposta de Valor? Veja como criar o seu!

    Com o Canvas Proposta de Valor, você pode definir o posicionamento de seu negócio em torno dos desejos e necessidades dos consumidores. Essa ferramenta é complementar ao famoso Business Model Canvas e aprofunda duas partes dessa técnica: a proposta de valor e o segmento de cliente.

    Utilizar essa ferramenta é fundamental para que você tenha uma visão aprofundada quanto às possibilidades de melhoria em sua proposta, além da percepção de valor que sua marca consegue gerar.

    Para explicar como você pode usar essa metodologia em favor do seu negócio, continue a leitura e veja como criar seu próprio Canvas Proposta de Valor.

    O que é o Canvas Proposta de Valor?

    O Canvas Proposta de Valor é um recurso visual bastante frequente nas atividades de planejamento estratégico. Ele pode ser utilizado para verificar a eficiência de uma proposta de valor da empresa ou mesmo de um produto, ou projeto específico.

    Ele é construído com base em um conjunto de blocos que, ao serem preenchidos, apresentam informações relevantes sobre as necessidades e perfil do cliente.

    Ao usar essa ferramenta, você consegue entender mais sobre o funcionamento do próprio negócio, além de melhorar a percepção sobre as necessidades dos clientes e como isso impacta na rentabilidade da marca.

    Por que fazer Canvas Proposta de Valor?

    Esse recurso traz impactos para o seu negócio, gera informações relevantes e promove inteligência para o processo de tomada de decisão. Veja, a seguir, os benefícios do uso dessa ferramenta:

    • traz informações claras sobre os clientes — permite o levantamento de dados que contribuem para que a empresa conheça as dores e necessidades do público-alvo, permitindo a elaboração de soluções personalizadas;
    • ajuda na criação de propostas persuasivas — isso ocorre porque a análise das dores e necessidades dos clientes ajuda a conhecer melhor o consumidor, permitindo a criação de propostas convincentes e capazes de atrair novos clientes;
    • otimiza a comunicação — esse processo também ajuda a melhorar a comunicação por gerar maior clareza sobre a proposta de valor do negócio, colaborando para que as estratégias de marketing apresentem com objetividade como sua marca gera valor;

    Qual é a estrutura do Canvas Proposta de Valor?

    Essa ferramenta de gestão está dividida em duas seções: o perfil do cliente e o mapa de valor.

    Perfil do cliente

    Esse bloco se subdivide em 3 partes: tarefas do cliente, dores e ganhos. Explicamos cada um deles, a seguir:

    • tarefas do cliente — essa parte reúne informações que ajudam a conhecer melhor seu consumidor, descrevendo o que ele realiza no trabalho e na vida pessoal. O uso de personas aqui pode ajudar a definir esse perfil;
    • dores do cliente — nessa etapa você deve descrever os problemas que fazem com que o consumidor procure por um produto ou serviço;
    • ganhos do cliente — aqui, deve-se descrever os benefícios e resultados que o seu consumidor deseja. É importante lembrar que esses ganhos não se relacionam apenas ao custo-benefício e incluem contribuições sociais e emoções positivas, por exemplo.

    Mapa Valor

    A outra parte do Canva Proposta de Valor também é dividida em 3 segmentos, os quais apresentamos em detalhes, a seguir:

    • produtos e serviços — é a lista de tudo aquilo que sua marca oferece. É aqui também que você precisa responder às perguntas: “o que minha empresa oferece aos clientes?” “Qual é o diferencial do produto ou serviço que ofereço?” “Com que frequência esse cliente vai procurar minha marca?”;
    • analgésicos — aqui, você deve descrever como aliviar a dor do seu cliente. Ou seja, qual sua solução para entregar ao seu consumidor aquilo que ele espera? No caso de um produto ou serviço inovador, um analgésico pode ser a apresentação de um passo a passo para esse cliente, por exemplo;
    • criadores de ganhos — essa etapa você deve se perguntar sobre as vantagens da sua marca. Pergunte-se: “quais os benefícios que sua marca oferece aos consumidores?”.

    Feito isso, é hora de identificar se essas respostas trazem valor para o perfil de cliente, apontado na parte anterior, e se seu produto ou serviço está adequado às necessidades desses consumidores ideais.

    Como adotar essa ferramenta em seu negócio?

    Agora que você já conhece a estrutura do Canvas Proposta de Valor, que tal descobrir como incorporar esse modelo em seu negócio? Pensando nisso, separamos algumas dicas para você adotar a ferramenta, na prática.

    Use um Canvas para cada proposta de valor

    Se sua marca inclui consumidores de diferentes perfis, é preciso criar uma proposta de valor para cada grupo específico. Esse cuidado vai garantir maior entendimento sobre o que pode ser feito para agregar valor aos diferentes consumidores e melhorar a lucratividade do negócio.

    Defina prioridades

    Para garantir o foco, não tente resolver todas as dores dos consumidores ou focar em ganhos de uma única vez. No lugar disso, pense em como a sua marca pode resolver uma dor do seu cliente por vez.

    Procure saber o que seu cliente pensa

    Invista em pesquisas de satisfação para saber se a sua descrição de perfil do cliente está alinhada às expectativas reais do seu consumidor. Pesquise sobre esse público nas redes sociais e em ferramentas como o Google Trends.

    Faça as perguntas certas

    Existem questões essenciais para o Canvas, mas você precisa pensar em outros questionamentos que surgem dentro do seu negócio. Se uma das dores do seu cliente é a preocupação com a sustentabilidade, você pode precisar de mais informações para entender se esse consumidor está disposto a pagar mais por uma solução mais ecológica e se é possível adotar essa prática em seu negócio agora, por exemplo.

    Como preencher o Canvas Proposta de Valor?

    O primeiro passo para fazer o preenchimento é escolher um segmento de cliente. Após isso, inclua detalhes sobre o seu cliente na parte de tarefas. Aqui, você pode colocar aspectos como faixa etária, aspectos comportamentais e outros.

    Em seguida, é o momento de elencar os principais problemas que o cliente enfrenta e quais são os ganhos que ele vai ter ao solucioná-las. Vale escolher entre 3 e 5 dores e ganhos, elencando os mais importantes.

    Depois disso, é hora de entender como o seu produto pode ajudar a alcançar esses benefícios e a solucionar as dores do cliente. Por isso, preencha no Canvas todos os criadores de ganhos e analgésicos obtidos por meio da solução da sua empresa. Aqui também é válido escolher entre 3 e 5 criadores de ganhos, vinculando-os com as dores do cliente.

    Por fim, defina em quais aspectos os seus itens superam os da concorrência e, a partir disso, crie diversas propostas de valor. Lembre-se que a comunicação deve ser clara e gerar confiança nos consumidores. Com isso, basta testar e ajustar o seu modelo.

    Quando bem estruturado, o Canvas Proposta de Valor pode ajudar você a encontrar a solução ideal para criar uma proposta de valor que conquiste os consumidores. Por isso, ele é tão adotado por grandes empresas que já conquistaram sucesso em seus respectivos mercados de atuação.

    Gostou de conhecer essa ferramenta? Deixe seu comentário e compartilhe suas impressões sobre o uso dessa estratégia em seu negócio.

  • Entenda como armazenar histórico de vendas

    Entenda como armazenar histórico de vendas

    Manter um histórico de vendas é essencial para todo Microempreendedor Individual (MEI). Afinal, esse registro contém informações valiosas sobre as transações comerciais realizadas ao longo do tempo, o que ajuda na tomada de decisões estratégicas, bem como na declaração anual que os MEIs precisam fazer.

    Mas, para isso, é preciso fazer um registro e armazenamento correto. Para ajudar você, nós preparamos um passo a passo completo. Confira!

    O que é um histórico de vendas?

    Trata-se de um registro detalhado de todas as transações de vendas realizadas por uma empresa durante um período específico. Esses registros devem conter informações como data de venda, produto ou serviço vendido, quantidade, preço, cliente e, até mesmo, o canal de venda utilizado (site ou loja física, por exemplo).

    Essa documentação serve como uma espécie de linha do tempo das atividades de venda do seu negócio, permitindo análises aprofundadas sobre desempenho, tendências e comportamento de compra dos consumidores.

    Além disso, o histórico de vendas é um componente indispensável na gestão financeira, porque ajuda na elaboração de relatórios fiscais, como a declaração anual do MEI e na previsão de vendas futuras.

    Por que é importante criar esse registro?

    Criar e manter um histórico detalhado de vendas traz diversos benefícios para os empreendedores. A seguir, entenda quais são os principais.

    Tomada de decisão informada

    Esse registro fornece uma visão detalhada do desempenho de vendas passado e presente. Desse modo, permite que você identifique tendências, padrões e sazonalidades. Por exemplo, se um produto específico vende mais em determinada época do ano, essa informação ajuda a orientar a produção e o estoque.

    Da mesma forma, se um canal de vendas está se mostrando particularmente eficaz, pode ser interessante investir mais nele. Com esses insights, os empreendedores conseguem tomar decisões estratégicas com maior confiança, pois serão baseadas em dados reais e não apenas em suposições. Assim, você consegue otimizar suas ações e utilizar os recursos de forma correta para impulsionar suas vendas.

    Planejamento financeiro

    Ter um bom planejamento financeiro é crucial tanto para a sobrevivência quanto para a expansão do seu negócio e o histórico de vendas desempenha um papel crucial nesse processo. Isso porque, ao analisar as vendas passadas, você pode prever com maior precisão as receitas futuras.

    Essa ação facilita a gestão do fluxo de caixa, permitindo que você planeje adequadamente para despesas e investimentos futuros. Por exemplo, se o seu histórico mostra que as vendas tendem a diminuir em um determinado período do ano, é possível se preparar com antecedência para essa queda de receita. Assim, o registro de vendas minimiza os riscos e favorece a sustentabilidade do negócio.

    Controle fiscal

    Para os MEIs, a declaração anual de faturamento, também conhecida como Declaração Anual do Simples Nacional do MEI (DASN-SIMEI), é uma obrigação que requer um registro preciso das vendas realizadas ao longo do ano.

    Dessa forma, o histórico de vendas permite que você informe corretamente suas receitas, cumprindo suas obrigações fiscais e evitando possíveis penalidades ou multas. Ainda, manter um registro adequado das vendas facilita em eventuais auditorias fiscais, demonstrando transparência e organização na gestão do negócio.

    Conhecimento do cliente

    Conhecer profundamente seu cliente é uma grande vantagem competitiva no mundo dos negócios. Ao analisar os dados das suas vendas, você consegue entender quais produtos ou serviços são mais populares entre os consumidores, quais são as épocas de maior demanda e até mesmo identificar padrões de compra.

    Com essas informações, é possível personalizar as ofertas, melhorando a experiência do cliente e, consequentemente, aumentando a sua fidelização. Também, o conhecimento adquirido com a análise do seu registro orienta o desenvolvimento de novos produtos, alinhados às preferências e necessidades dos clientes, impulsionando o crescimento e a competitividade da sua empresa.

    Identificação de oportunidades de crescimento

    Ao analisar o desempenho das vendas ao longo do tempo, é possível entender padrões, ou seja, quais produtos têm mais saída, quais canais geram mais receita e qual época há maior volume de vendas.

    Essas informações indicam áreas com potencial para expansão e investimento. Por exemplo, um produto que vende consistentemente bem pode ser expandido com variações ou complementos. Da mesma maneira, um canal pode ser explorado com mais recursos.

    Como fazer um histórico de venda?

    Criar um registro de vendas pode parecer uma tarefa complexa, mas com os passos certos, você o fará da maneira correta. Confira um passo a passo detalhado:

    1. defina as informações necessárias — identifique quais dados são importantes para o seu negócio, como data da venda, produto ou serviço, quantidade, preço, cliente e canal utilizado;
    2. escolha uma ferramenta para o registro — você pode utilizar uma planilha simples ou mesmo um software de gestão de vendas. A escolha depende do tamanho do seu negócio e das necessidades específicas da sua empresa;
    3. registre cada venda — a cada venda realizada, registre imediatamente as informações do passo 1, pois isso ajuda a evitar erros ou omissões;
    4. organize os registros — classifique as vendas de acordo com o produto, cliente, data ou qualquer outro critério que seja relevante para o seu negócio. Isso facilitará a análise posterior. Para isso, é interessante utilizar filtros nas planilhas ou optar por um aplicativo ou software que ofereça ferramentas de classificação;
    5. revise regularmente — estabeleça um horário regular para revisar e atualizar o seu registro. Essa ação pode ser feita semanalmente, mensalmente ou a cada trimestres, dependendo do volume de vendas;
    6. analise os dados — use as informações coletadas para identificar tendências, avaliar o desempenho e planejar estratégias futuras.

    Lembre-se de que a consistência é a chave para um histórico de vendas eficaz. Quanto mais preciso e completo for o registro, mais valioso ele será para o seu negócio.

    Portanto, o histórico de vendas é uma ferramenta indispensável para empreendedores de qualquer ramo. Afinal, ele proporciona uma visão clara do desempenho do seu negócio, auxilia na tomada de decisões e abre caminho para o crescimento do seu negócio. Então, invista seu tempo e esforço para manter um registro atualizado, analise-o com frequência e impulsione os resultados da sua empresa.

    Quer saber mais sobre controlar as contas do seu negócio? Então, aproveite para descobrir quais são os 3 erros de controle de custos do MEI e como corrigir!

  • Entenda a importância do plano de marketing e aprenda como realizá-lo

    Entenda a importância do plano de marketing e aprenda como realizá-lo

    Você já se perguntou por que algumas empresas se destacam e atraem cada vez mais clientes? A resposta pode estar no plano de marketing, uma ferramenta reconhecida como peça-chave para o sucesso de qualquer negócio.

    Afinal, ele é um documento estratégico que guia todas as ações e iniciativas relacionadas à promoção de produtos ou serviços, alcançando eficientemente o público-alvo. Ao elaborar um plano eficaz, você conquistará mais visibilidade para sua marca, atrairá mais clientes e, como consequência, impulsionará suas vendas.

    Neste artigo entenderemos o que é um plano de marketing e como ele funciona para direcionar as estratégias da empresa. Acompanhe e tire suas dúvidas!

    O que é e como funciona um plano de marketing?

    Basicamente, o plano de marketing é um documento que detalha como a empresa pretende dar visibilidade a seus produtos e serviços. Ou seja, é uma espécie de guia que descreve as estratégias de marketing que o negócio deve seguir.

    Ao longo do post, você vai conhecer suas etapas. No entanto, é importante destacar que não há um modelo padrão. Afinal, cada empresa é única, com suas próprias necessidades, metas e recursos. Então, o ideal adaptá-lo às circunstâncias da empresa.

    Também é preciso saber que ele não é um documento estático. Pelo contrário, deve estar em constante evolução, acompanhando as mudanças no ambiente de negócios. À medida que a empresa cresce, o mercado muda, e novas oportunidades e desafios surgem, o plano deve ser ajustado.

    Portanto, é essencial revisá-lo periodicamente para garantir que permaneça relevante e eficaz. As metas atingidas devem ser avaliadas, as estratégias que não estão funcionando devem ser reformulas e novos objetivos devem ser estabelecidos, sempre que necessário.

    Como o plano de marketing pode impulsionar o crescimento?

    Um plano de marketing bem elaborado é uma poderosa ferramenta para impulsionar o crescimento e aumentar a visibilidade de uma empresa. Por meio de estratégias e ações bem direcionadas, ele busca alcançar os objetivos comerciais e fortalecer a marca no mercado. Além disso, pode ajudar a identificar oportunidades, desenvolver novas soluções e criar estratégias eficientes de comunicação.

    Por meio da identificação e segmentação adequada do público-alvo, permite que a empresa conheça o perfil dos clientes em potencial e direcione os esforços de marketing de forma mais eficiente, maximizando o retorno sobre o investimento.

    Aliás, outro aspecto relevante é a definição de estratégias de posicionamento da marca, onde a empresa cria uma identidade única, destacando-se da concorrência e conquistando um espaço relevante na mente dos consumidores.

    Quais são os elementos de um plano de marketing?

    Um plano de marketing eficaz deve passar por algumas etapas para atingir os objetivos da empresa. São elas:

    1. análise de mercado — entenda o contexto atual do seu negócio, concorrência, mercado e ambiente externo;
    2. definição de objetivos — estabeleça metas claras e mensuráveis para o seu plano de marketing;
    3. identificação do público-alvo — defina e entenda quem são seus clientes ideais;
    4. análise interna — identifique as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da sua empresa;
    5. estratégia de posicionamento — defina como você quer que sua marca seja percebida no mercado;
    6. 4P’s — defina seu produto, preço, praça e promoção;
    7. estratégias de divulgação — descreva as ações específicas que você usará para atingir seus objetivos e quais canais de divulgação usará;
    8. orçamento — determine quanto dinheiro você pode gastar com marketing;
    9. cronograma — estabeleça um calendário para implementar as ações;
    10. monitoramento e avaliação — determine como você vai acompanhar o progresso e medir o sucesso do seu plano.

    Diante de tudo isso fica evidente a importância do plano de marketing para o sucesso e crescimento da empresa. Ao passar pelas etapas e seguir uma estratégia bem estruturada, a organização estará no caminho certo para alcançar seus objetivos, aumentar sua visibilidade e se destacar no mercado competitivo atual.

    Quer se aprofundar no tema? Então, confira as soluções que o Hub Sebrae tem para sua empresa!

  • Saiba como capacitar sua equipe de vendas

    Saiba como capacitar sua equipe de vendas

    Investir na capacitação da equipe de vendas é uma excelente forma de ampliar os resultados financeiros da sua marca, além de preservar sua fatia de mercado. Uma equipe comercial eficiente é fundamental na hora de realizar um bom atendimento ao público, além de gerar valor para todas as pessoas que entram em contato.

    Portanto, um bom treinamento ajuda a melhorar a comunicação do seu time e faz com que cada membro da equipe possa lidar com as objeções da melhor maneira possível. Se você também precisa melhorar o desempenho em vendas na sua empresa, continue a leitura e confira algumas dicas incríveis!

    Qual a importância do treinamento da equipe de vendas?

    O uso de treinamentos para a equipe de vendas é essencial para ajudar os colaboradores a desenvolver as habilidades necessárias para desempenhar a função eficientemente, melhorando os resultados de todo o time e, consequentemente, da empresa. O treinamento de vendas pode ajudar a:

    Os treinamentos ainda são relevantes, a fim de conseguir otimizar a motivação dos funcionários. Por meio de treinamentos de qualidade, eles se sentem capazes para desempenhar os seus respectivos cargos. Assim, conseguem atingir as metas, o que eleva a confiança e o nível de satisfação da equipe.

    Quais as melhores dicas para capacitar a equipe de vendas?

    O treinamento da equipe de vendas é capaz de gerar todos os resultados que você viu no tópico anterior. Porém, quais são as melhores práticas para conseguir oferecer materiais de qualidade e que realmente treinem o seu time? É o que explicaremos, a seguir!

    Entenda as necessidades da sua equipe de vendas

    O primeiro passo para conseguir capacitar os colaboradores da área de vendas é compreender as necessidades que eles apresentam e quais são as principais dificuldades que existem nas etapas de negociação. Essa identificação pode ser feita por meio dos seguintes passos:

    • acompanhe métricas de vendas de cada funcionário para descobrir os pontos fracos deles;
    • peça feedbacks da sua equipe sobre quais treinamentos gostariam de ter;
    • avalie as ferramentas disponibilizadas e se os funcionários sabem utilizá-las;
    • use um questionário anônimo para entender mais sobre as dificuldades.

    Ao aplicar essas dicas, você consegue ter uma visão mais clara sobre as necessidades do seu time. Essa identificação vai permitir alocar investimentos em treinamentos realmente necessários.

    Defina objetivos para os treinamentos

    Outra etapa importante para capacitar a sua equipe de vendas é ter objetivos bem estabelecidos para os treinamentos que serão disponibilizados. Entre as metas mais usuais utilizadas na capacitação na área de vendas estão:

    • desenvolver habilidades e conhecimentos técnicos;
    • melhorar a produtividade da equipe de vendas;
    • aprimorar o uso de ferramentas do cotidiano de trabalho;
    • promover motivação para todo o time.

    Com base nesses objetivos, você pode pensar quais são as metas mais importantes para a sua empresa. A partir disso, fica mais simples estabelecer o tipo de treinamento mais adequado para oferecer.

    Estabeleça o formato do treinamento

    Existem diferentes formatos que podem ser utilizados para treinar a sua equipe de vendas. Entender como cada um se encaixa na rotina dos colaboradores é importante para que eles consigam aproveitar o treinamento oferecido. Entre os formatos mais comuns, estão:

    • cursos presenciais, que podem ser ofertados dentro da empresa;
    • palestras com autoridades no assunto;
    • cursos online disponíveis 24 horas por dia;
    • dinâmicas em grupo.

    Para escolher o formato ideal, pense nas características dos colaboradores. Por exemplo, funcionários bem aplicados e com pretensão de crescimento podem aproveitar muito as capacitações online.

    Crie um programa de capacitação contínua

    É relevante que a empresa ofereça aos colaboradores capacitações de forma contínua. Esse programa é relevante para reduzir as dificuldades dos colaboradores durante as negociações.

    Além disso, profissionais que passam por uma rotina de treinamentos tendem a ter elevada motivação, pois enxergam valor nessa ação. Para isso, faça avaliações constantes das necessidades dos colaboradores e crie um cronograma de treinamentos para atendê-las.

    Avalie os resultados

    Essa última dica é crucial para conseguir aprimorar os resultados dos treinamentos e ver, na prática, como os colaboradores estão aproveitando os conhecimentos repassados em cada um dos eventos.

    É preciso definir métricas e avaliar os resultados. Por exemplo, suponha que foi oferecido um treinamento com o intuito de melhorar as técnicas de fechamento de negociações. Você pode avaliar o crescimento dos negócios fechados após o treinamento.

    É válido definir indicadores para verificar se os treinamentos estão atingindo os objetivos determinados anteriormente. Esse cuidado vai auxiliar a encontrar pontos de melhorias e a escolher melhor os formatos.

    Quais são os pilares de um bom treinamento de vendas?

    Existem alguns pilares importantes que devem estar em todos os treinamentos de vendas e que estão ligados com as dicas que apresentamos nos tópicos anteriores. Portanto, sempre que pensar em capacitar o time, avalie se o treinamento apresenta:

    • preparação adequada, partindo da identificação de necessidades dos colaboradores, até a organização de capacitações nos ambientes adequados;
    • estabelecimento de metas que precisam ser atingidas durante o treinamento, pois são elas que direcionam os esforços;
    • desenvolvimento de habilidades que ajudem os colaboradores no dia a dia de trabalho, garantindo maior produtividade e vendas;
    • aspectos motivacionais, pois é preciso que sua equipe tenha treinamentos que aumentem a ambição e vontade de crescer na carreira;
    • avaliação dos resultados a fim de identificar melhorias possíveis para os próximos treinamentos oferecidos ao time de vendas.

    Por meio desses pilares, é possível oferecer aos colaboradores capacitações incríveis, que serão transformadas em melhores resultados para o seu negócio.

    Ao compreender quais são os passos na hora de oferecer capacitação à equipe de vendas, fica mais fácil aumentar as vendas, pois a empresa contará com funcionários preparados para atender os consumidores. Consequentemente, também há aumento da fidelização de clientes e de motivação da equipe, que tende a alcançar as metas. Portanto, aproveite para aplicar cada uma das dicas aprendidas ao longo deste texto.

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