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  • Aprenda como criar e usar banco de dados de clientes na prática!

    Aprenda como criar e usar banco de dados de clientes na prática!

    Banco de dados de clientes: algo que pode parecer complicado, mas é a espinha dorsal de um negócio inovador. Imagine ter todas as informações sobre seus clientes organizadas, acessíveis e prontas para ajudar a tomar decisões estratégicas.

    Não se trata apenas de nomes e contatos, mas de compreender padrões, preferências e oportunidades. Para empresários e gestores visionários, é uma ferramenta indispensável. Pronto para mergulhar nesse mundo e descobrir como criar e usar essa ferramenta na prática? Vamos lá!

    Inicie com um planejamento

    Antes de mergulhar na coleta de informações, é vital estabelecer o “porquê” por trás de seu banco de dados. Pergunte-se: Que decisões espero tomar com essas informações? Talvez você queira identificar padrões de compra ou melhorar o suporte ao cliente.

    Por exemplo, se você tem uma loja online, pode almejar segmentar e-mails de marketing. Definindo objetivos claros desde o início, você terá um mapa direcional, tornando todo o processo mais focado e eficiente.

    Defina o método de coleta de dados

    São várias as maneiras de coletar informações sobre seus clientes. As enquetes pós-compra, por exemplo, podem revelar insights sobre satisfação e preferências do consumidor. Já as pesquisas de satisfação, frequentemente enviadas por e-mail, podem aprofundar questões sobre a experiência do cliente.

    Outras ferramentas, como formulários de cadastro no site ou checkouts em lojas físicas, também são métodos valiosos. A chave é escolher métodos que se alinhem aos seus objetivos e à natureza do seu negócio.

    Centralize as informações

    Em um mundo com tantas interações digitais, ter dados espalhados pode ser um pesadelo. Imagine buscar informações de um cliente entre planilhas, sistemas e e-mails. Então, o ideal é optar por uma plataforma ou software que centralize esses dados, como um CRM (Customer Relationship Management).

    Por exemplo, uma padaria pode usar um sistema que integre vendas e informações do cliente. Assim, ao centralizar, você não só economiza tempo, mas também garante consistência e precisão nas análises.

    Classifique e organize os dados

    A posse de um mar de dados não significa nada sem a habilidade de navegar por ele. Por isso, organizar seus dados facilita a interpretação e ação rápidas. Comece categorizando as informações: contatos, histórico de compras, feedbacks.

    Suponha que você tenha uma livraria: pode classificar seus clientes como “frequentadores de ficção”, “amantes de biografias” ou “entusiastas de revistas”. Dessa forma, ao promover novos lançamentos, você saberá exatamente a quem direcionar suas campanhas, otimizando esforços e resultados.

    Estabeleça uma periodicidade

    Manter seus dados atualizados é tão crucial quanto coletá-los. Então, defina uma frequência para revisar e atualizar seu banco de dados. Para um restaurante que lança um novo menu sazonalmente, por exemplo, pode ser útil atualizar os dados trimestralmente.

    Já uma startup de tecnologia pode optar por revisões mensais, dada a rapidez das mudanças no setor. Ao estabelecer um ritmo, você garante que as informações estejam sempre relevantes, refletindo as necessidades e comportamentos atuais dos clientes.

    Faça análises

    Após coletar e organizar, é hora de extrair valor desses dados. Utilize ferramentas analíticas para identificar tendências e padrões. Se você tem uma loja de roupas, talvez perceba que os casacos vendem mais em certos meses.

    Isso indica não apenas uma tendência sazonal, mas também uma oportunidade para ofertas direcionadas. Ao medir e analisar regularmente, você transforma simples dados em insights acionáveis, dando um impulso estratégico ao seu negócio.

    Portanto, construir um banco de dados de clientes não é apenas uma tarefa, mas uma jornada contínua de aprendizado e adaptação. Ao planejar, coletar e analisar com estratégia, você estabelece uma fundação sólida para um relacionamento duradouro e benéfico com seus clientes. Esteja sempre pronto para inovar e usar essas informações a seu favor!

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  • Entenda como as emoções influenciam o processo de decisão de compra

    Entenda como as emoções influenciam o processo de decisão de compra

    Sabia que entender o que está por trás do processo de decisão de compra é uma forma de ganhar vantagem competitiva? Pense só: com isso, é viável descobrir o que se passa na mente dos consumidores e responder às suas demandas para vender mais.

    Um dos aspectos com maior influência na jornada de consumo são as emoções. Assim, ao compreender quais delas motivam uma aquisição, tanto marketing quanto comercial conseguem construir estratégias para a ativá-las.

    Quer saber mais sobre o assunto? Veja algumas informações relevantes a seguir!

    As várias dimensões do processo de decisão de compra

    No caminho entre descobrir uma necessidade e fazer uma aquisição que responda a ela, o cliente passa por uma jornada em que avalia opções. Por trás desse processo de decisão de compra, há dimensões afetivas, sociais, culturais e econômicas que o influenciam.

    Trata-se de um cenário complexo no qual, embora seja importante considerar demandas reais, ganhos e consequências de cada possibilidade, a tendência é que até mesmo esses elementos sejam impactados pelos pontos subjetivos.

    O aspecto mais profundo da mente domina

    Obviamente, o âmbito emocional se enquadra dentro do que é subjetivo. Só para se ter uma ideia de como se trata de algo impactante, um estudo de Harvard estimou que 95% dos processos cognitivos que levam a uma decisão acontecem inconscientemente.

    Um bom exemplo desse cenário é uma pesquisa do SPC/BRASIL que classificou a impulsividade dos compradores entre baixa, média e alta. A última opção ficou com 27,8%, enquanto a segunda com 46,6% e a primeira teve apenas 25,6%. Essa mesma análise indica que para 36,9% o desejo de comprar os impulsiona até ser sanado.

    Na prática, isso significa que boa parte das escolhas de consumo se embasam nos elementos que estão no nível mais profundo da mente, quer sejam emoções, percepções ou humores, incluindo:

    • a busca por uma recompensa emocional;
    • o desejo de evitar a sensação de perda se não obtiver o que quer;
    • a necessidade de estar em vantagem, ser um pioneiro e se destacar;
    • a possibilidade de uma associação positiva a si mesmo.

    Por outro lado, alguns vieses estão envolvidos nesse processo. Um deles, o da experiência, faz com que o melhor ou pior de situações já vivenciadas pesem nessa hora. Há também o de contexto, em que a forma como algo é apresentado tem grande efeito sobre o público. 

    Por fim, quando ocorre uma rejeição de opções inovadoras e melhores para ficar com o que conhece, tem-se o viés de preconceito. Muitas vezes, esse aspecto está mais relacionado com o vínculo emocional do cliente com a marca do que com o que seu produto ou serviço entrega.

    Uma métrica para o vínculo emocional

    Como visto, o vínculo emocional é algo que pesa no processo de decisão de compra, certo? Porém, por ser difícil de medir, ele nem sempre é considerado corretamente nas análises dessa área.

    Além de pesquisas de neuromarketing, uma forma de realizar sua mensuração é por meio de um indicador chamado de Customer Emotional Value (CEV). Para obtê-lo, é preciso que os participantes indiquem em um questionário sua identificação, em uma escala de 0 a 20, com cinco duplas de emoções sentidas em relação à marca. São elas:

    • decepcionado ou encantado;
    • desrespeitado ou respeitado;
    • distante ou próximo;
    • inseguro ou seguro;
    • triste ou feliz.

    Seu resultado deve ser somado e interpretado. Quem ficar abaixo de 20 é classificado como hater, na faixa de 20 a 40 estão os potenciais haters, entre 40 e 60 estão os indiferentes, acima disso até 80 incluem-se os potenciais lovers e mais que isso são lovers.

    A partir desse quadro, o negócio pode encontrar as fontes de descontentamento ou os motivos que levam os consumidores a amar seus produtos e serviços, utilizando estudos direcionados a cada grupo.

    O processo de decisão de compra é influenciado por diversos elementos. Entre eles, o campo emocional se destaca, já que se relaciona com uma ampla gama de aspectos da vida, indo do mais íntimo até a imagem pública de uma pessoa. Portanto, entender e mensurar seu impacto é central para construir melhores estratégias comerciais.

    Quer algumas dicas para usar isso a favor do seu negócio? Então, confira como a neurociência influencia o comportamento do consumidor!

  • Saiba quando contratar um trabalhador temporário para a sua empresa

    Saiba quando contratar um trabalhador temporário para a sua empresa

    No complexo cenário empresarial atual, em que a agilidade e a adaptação são essenciais para o sucesso, a estratégia de contratação de pessoal desempenha um papel muito importante.

    As empresas enfrentam desafios que variam desde picos sazonais de demanda até projetos de curto prazo que requerem habilidades especializadas — e é nesse momento que o trabalhador temporário se faz necessário.

    Neste artigo, explicaremos se vale a pena contratar um funcionário temporário e como fazer essa contratação. Vamos lá?

    O que é trabalho temporário e como funciona?

    O trabalho temporário refere-se a um tipo de atividade em que um colaborador é contratado por uma empresa para desempenhar funções por um período de tempo. Esse período pode variar de algumas horas a vários meses, dependendo das necessidades da empresa e da natureza da atividade a ser desenvolvida.

    O trabalho temporário é usado por empresas para lidar com flutuações sazonais na demanda, projetos específicos de curto prazo ou para avaliar potenciais funcionários antes de uma contratação permanente.

    Para os trabalhadores, esse modelo de contrato proporciona flexibilidade, oportunidade de adquirir experiência em diferentes setores e uma porta de entrada para futuras oportunidades de emprego.

    Vale a pena contratar um trabalhador temporário?

    A decisão de contratar um trabalhador temporário depende das necessidades específicas da empresa, das circunstâncias atuais e das vantagens e desvantagens associadas a essa abordagem.

    Veja alguns fatores que você deve considerar nesse momento.

    Vantagens

    • Flexibilidade: trabalhadores temporários oferecem flexibilidade para lidar com picos sazonais, projetos de curto prazo ou necessidades imediatas de mão de obra, sem o compromisso de um contrato de longo prazo;
    • custo-efetividade: contratar trabalhadores temporários pode ser mais econômico do que contratar funcionários permanentes, já que os custos associados a benefícios, treinamentos e demissões são frequentemente menores;
    • habilidades específicas: trabalhadores temporários podem ser trazidos para a empresa com habilidades específicas que são necessárias apenas por um período limitado, evitando a necessidade de treinamento prolongado;
    • avaliação prévia: contratar temporários é uma maneira de avaliar a adequação de um candidato para uma posição permanente, antes de fazer uma oferta de emprego de longo prazo.

    Desvantagens

    • Menos lealdade e engajamento: trabalhadores temporários podem não ter o mesmo nível de comprometimento ou engajamento com a empresa dos funcionários permanentes, uma vez que sabem que ficarão lá por pouco tempo;
    • possíveis desafios de integração: introduzir trabalhadores temporários na cultura da empresa e garantir que eles se integrem bem com a equipe pode ser um desafio. Devido à falta de engajamento, eles podem se tornar um problema na hora de se relacionar com a equipe e seguir ordens;
    • riscos legais e regulatórios: dependendo das leis trabalhistas locais, existem regulamentações específicas para a contratação de trabalhadores temporários que precisam ser seguidas para evitar problemas legais. Portanto, fique atento.

    Como contratar trabalhadores temporários?

    Contratar trabalhadores temporários envolve alguns passos específicos para garantir que você encontre os candidatos certos e execute o processo de contratação de forma eficiente.

    Veja o que você precisa fazer para não errar nesse momento:

    • identifique as necessidades da empresa;
    • faça uma descrição clara da vaga temporária;
    • comece o processo de recrutamento, seleção e triagem de candidatos;
    • entreviste os candidatos;
    • com base nas entrevistas e avaliações, escolha o candidato mais adequado para a vaga temporária;
    • prepare um contrato de trabalho temporário que especifique a duração do trabalho, salário, horário, responsabilidades e quaisquer outros detalhes importantes;
    • forneça uma orientação detalhada sobre as políticas da empresa, procedimentos de segurança e outras informações relevantes;
    • mantenha uma comunicação aberta com o trabalhador temporário, a fim de garantir que ele cumpra suas responsabilidades e enfrente desafios;
    • avalie regularmente o desempenho do trabalhador e forneça feedback construtivo;
    • quando o período de trabalho temporário terminar, encerre o contrato de acordo com os termos estabelecidos. Se necessário, discuta a possibilidade de extensão ou ofereça uma posição permanente, se houver interesse.

    A decisão de contratar um trabalhador temporário para a sua empresa é um passo estratégico que moldará a flexibilidade, a eficiência e a capacidade de resposta da organização diante das mudanças constantes no cenário empresarial. Essa abordagem oferece uma ferramenta valiosa para otimizar os recursos e maximizar a produtividade.

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  • 5 exemplos de pós-venda para você se inspirar

    5 exemplos de pós-venda para você se inspirar

    Diante da alta competitividade do mercado, seguir exemplos de pós-venda gera um forte diferencial para o negócio. Trata-se de um conjunto de estratégias que visa manter um elo valioso com os clientes mesmo após a compra, construindo lealdade e fortalecendo a imagem da marca.

    Neste artigo, abordaremos 5 valiosos modelos de pós-venda que farão toda a diferença em suas estratégias comerciais. Acompanhe!

    Como funciona a estratégia de pós-venda e qual sua importância?

    A estratégia pós-venda não é só o que acontece depois que você compra algo. É um jeito de continuar se conectando e se dando bem com o cliente e mostrar que realmente se importa com ele.

    Então, não é só sobre vender, mas sim criar um relacionamento que dure. E não pense que tudo acaba depois da compra; é só o começo! É como investir em uma amizade verdadeira. E, olha, cuidar do cliente depois da venda é superimportante! Afinal, clientes satisfeitos viram defensores da marca, influenciando potenciais compradores.

    Quais os melhores exemplos de pós-venda?

    Após entender a importância dessa etapa do marketing de uma empresa, é hora de explorar exemplos concretos que podem ser adotados para aprimorar suas interações pós-compra.

    Cada um desses modelos representa uma maneira única de fortalecer o relacionamento com os clientes, contribuindo para uma experiência memorável e duradoura. Observe a seguir.

    1. Aproximação pelo e-mail

    A comunicação por e-mail oferece um canal direto para manter o cliente informado sobre atualizações, promoções e conteúdo relevante. Um e-mail bem estruturado e personalizado fortalece a relação e mantém a marca em mente do cliente.

    2. Chatbot para dar suporte

    Por meio de chatbots, é possível fornecer assistência imediata e personalizada, solucionando dúvidas e problemas de forma ágil. Isso garante uma experiência pós-venda positiva e demonstra atenção ao cliente.

    3. Pesquisa de satisfação

    Uma pesquisa de satisfação bem elaborada permite coletar feedbacks valiosos. Isso não só mostra que a opinião do cliente é valorizada, mas também proporciona insights para melhorias futuras.

    4. Mensagem personalizada

    Uma mensagem personalizada, seja em aniversários ou datas especiais, demonstra cuidado e atenção. Isso cria um vínculo emocional e fortalece a imagem positiva da marca.

    5. Desconto para a próxima compra

    Oferecer um desconto exclusivo para a próxima compra incentiva a fidelização. É uma forma tangível de recompensar a preferência do cliente e encorajá-lo a retornar.

    O que considerar ao criar uma mensagem de pós-venda?

    Ao criar uma mensagem de pós-venda eficaz, considere primeiramente a personalização. Tornar a mensagem relevante e direcionada ao cliente aumenta a probabilidade de engajamento.

    Além disso, escolha o momento certo para enviar a mensagem, evitando períodos de grande atividade do cliente. Mantenha o tom da mensagem alinhado à identidade da marca, criando uma conexão consistente.

    Por fim, inclua uma chamada para ação (CTA) clara, orientando o cliente sobre os próximos passos e como eles continuarão a se beneficiar da relação com a sua empresa.

    Explorar esses exemplos de pós-venda é fundamental para elevar a experiência do cliente após a compra. Adotar estratégias como uso das mídias sociais, chatbots e pesquisas de satisfação fortalece relações e fomenta fidelização. Utilize esses insights para aprimorar sua estratégia de pós-venda e conquistar resultados duradouros.

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  • 5 dicas para atrair clientes através do vitrinismo

    5 dicas para atrair clientes através do vitrinismo

    Vitrinismo não é apenas a arte de organizar produtos em uma vitrine, mas uma poderosa estratégia de marketing que, quando bem aplicada, capta a atenção do público e estimula o desejo de compra.

    Em tempos em que a concorrência é acirrada e a decisão de compra pode ser influenciada em segundos, dominar as técnicas do vitrinismo torna-se fundamental para qualquer empresário que deseja se destacar e atrair mais clientes para seu estabelecimento.

    Para ajudar você, nós separamos as melhores dicas. Confira!

    1. Lembre-se de que menos é mais

    Na arte do vitrinismo, a sobrecarga é um erro comum. Um espaço abarrotado de produtos pode confundir e até afastar clientes.

    Em vez disso, opte por uma abordagem minimalista: destaque poucos, mas significativos, itens, criando foco e dando espaço para que o cliente realmente veja o que está sendo apresentado.

    Por exemplo, em uma loja de roupas, exponha um look completo em vez de várias peças aleatórias juntas.

    2. Aposte em técnicas de composição

    As técnicas de composição são ferramentas poderosas no vitrinismo. Utilize princípios como equilíbrio e proporção para harmonizar o espaço. Brinque com simetria e assimetria para criar visuais intrigantes.

    Uma dica prática é usar triângulos imaginários, colocando itens de maior impacto no topo e complementando com outros menores na base. Em uma vitrine de sapatos, por exemplo, posicione um modelo destaque no centro elevado, e complemente com outros pares dispostos em degraus inferiores.

    3. Capriche na iluminação

    A iluminação não só destaca os produtos, como também define o tom e a atmosfera da vitrine. A luz adequada é capaz de realçar cores, texturas e detalhes. Para produtos brilhantes, como joias, uma luz focalizada dá destaque ao brilho.

    Já para tecidos, luzes mais suaves podem ressaltar a textura. Experimente diferentes fontes e intensidades de luz e considere também a iluminação indireta para criar efeitos de sombra e profundidade, agregando riqueza ao visual da vitrine.

    4. Adote a regra de 3

    A regra de 3 é um princípio estético que sugere que itens organizados em trios são mais agradáveis aos olhos e fáceis de processar. No vitrinismo, isso se traduz em agrupar produtos em sets de três, sejam eles de tamanhos, cores ou formas similares.

    Por exemplo, em uma vitrine de utensílios domésticos, você poderia dispor três jarras de tamanhos decrescentes lado a lado. Esse arranjo não só atrai a atenção, mas também guia o olhar do cliente de maneira fluida pela vitrine.

    5. Escolha cores que conversem entre si

    A paleta de cores de uma vitrine pode ser decisiva na atração de olhares. Optar por tons que se complementem ou sigam uma temática específica pode criar uma sensação de harmonia e continuidade.

    Por exemplo, durante a primavera, tons pastéis e cores vivas podem trazer frescor. Em uma vitrine de artigos de decoração, usar tons terrosos intercalados com pontos de cores vibrantes pode estabelecer um diálogo interessante, conduzindo o cliente a uma experiência visual coesa e convidativa.

    Portanto, o vitrinismo, quando bem executado, transforma simples vitrines em convites irresistíveis ao consumidor. Incorporando estratégias como composição, iluminação e escolha de cores, qualquer empresário tem o poder de capturar a atenção e encantar seu público. Invista nessa técnica e veja seu negócio florescer à medida que mais clientes são atraídos.

    Quer saber mais sobre como impulsionar suas vendas? Então, confira nossos eventos

  • As 7 etapas do processo de decisão de compra

    As 7 etapas do processo de decisão de compra

    Compreender o processo de decisão de compra é como ter um mapa na mão. No universo do varejo, saber como e por que seus clientes tomam certas decisões é o diferencial que destaca sua loja das demais.

    Não é apenas sobre vender, mas sobre entender e atender às necessidades do cliente de maneira eficaz. Então, se você também quer aprimorar sua abordagem com os clientes, continue lendo e descubra as etapas desse fascinante processo.

    1. Reconhecimento do problema ou necessidade

    Antes de qualquer compra, há uma centelha: o reconhecimento de um problema ou de uma necessidade. No varejo, isso pode surgir quando um cliente nota que seus tênis estão gastos ou que seu celular está lento demais.

    Como empresário, estar atento a esses gatilhos ajuda a posicionar produtos e serviços de forma estratégica, oferecendo soluções no momento exato em que são mais necessárias.

    2. Interesse em solucionar o problema

    Após identificar uma necessidade, o cliente naturalmente se inclina a procurar soluções. Ele pode começar pesquisando sobre marcas de tênis mais duráveis ou modelos de celular com melhores funcionalidades.

    No varejo, essa é a hora de chamar a atenção com vitrines bem elaboradas, promoções atrativas ou até conteúdos informativos.

    3. Busca por informações

    Depois de reconhecer a necessidade e mostrar interesse em resolvê-la, o cliente mergulha na busca por informações detalhadas. Ele quer saber sobre características, preços, avaliações e até mesmo experiências de outros consumidores.

    Nessa fase, você deve garantir que todas as informações sobre produtos e serviços estejam facilmente acessíveis, seja online ou na própria loja. Ter equipe bem treinada e materiais explicativos à disposição pode fazer toda a diferença.

    4. Consideração

    Após se munir de informações, o cliente entra na fase de consideração. Nesse momento, ele avalia as opções disponíveis, pesando prós e contras de cada uma. No universo do varejo, isso pode se manifestar em um consumidor comparando marcas diferentes de um produto na prateleira ou lendo avaliações online.

    Por isso, é crucial garantir que os diferenciais de seus produtos sejam claros e atrativos. Ofertas especiais, garantias estendidas ou um atendimento excepcional podem inclinar a balança a seu favor nesta etapa crucial.

    5. Intenção de compra

    Ao chegar nessa etapa, o cliente já está visualizando a solução que mais se alinha às suas necessidades e desejos. Agora, a intenção de compra começa a se formar. Ele pode, por exemplo, colocar um produto no carrinho online ou solicitar mais detalhes a um vendedor na loja física.

    Esse é o momento de reforçar a confiança e eliminar possíveis obstáculos à compra. Disponibilizar diferentes formas de pagamento, oferecer uma política de troca amigável ou garantir rapidez na entrega são ações que podem consolidar a decisão do cliente.

    6. Compra

    Finalmente, a ação! A etapa de compra é quando o cliente toma a decisão final e realiza a transação. Isso pode acontecer no caixa, ao finalizar um pedido online ou ao confirmar um serviço.

    Aqui, a experiência precisa ser o mais fluida e agradável possível. Longas esperas, complicações no pagamento ou falta de clareza nas informações podem afastar o cliente nesse momento crítico. Tenha em mente que garantir um processo de compra eficiente e um atendimento de qualidade são passos fundamentais para conquistar e fidelizar o consumidor.

    7. Avaliação

    Mesmo após a compra, a jornada do cliente não termina. Ele entra na fase de avaliação, refletindo sobre sua decisão e a qualidade do produto ou serviço adquirido. Essa reflexão pode resultar em avaliações online, recomendações (ou críticas) a amigos e familiares ou até mesmo na decisão de realizar uma troca.

    Desse modo, é essencial estar aberto ao feedback, proporcionando canais de comunicação fáceis e eficientes. Uma pós-venda atenciosa, políticas de troca claras e a disposição para ouvir e melhorar são aspectos que fortalecem a relação com o cliente e incentivam futuras compras.

    Como você viu, entender o processo de decisão de compra não é apenas sobre vendas, mas sobre criar relações duradouras com os clientes. Ao se aprofundar em cada etapa, o empresário do varejo tem a oportunidade de aprimorar estratégias, garantindo uma experiência de compra positiva e fomentando a fidelização.

    Está pronto para alavancar seu negócio? Então, confira nossos eventos e saiba mais sobre gestão empresarial!

  • 5 fatores que influenciam o comportamento do consumidor

    5 fatores que influenciam o comportamento do consumidor

    Diversos fatores interferem no comportamento do consumidor, mesmo que muitos de nós não percebamos isso. São vários os aspectos a serem discutidos, porém, alguns acabam exercendo uma influência um pouco maior do que os outros.
    E justamente para destacar os fatores principais, que estamos aqui. Em nosso artigo, você vai conferir quais são os aspectos mais influentes no momento da compra, além de entender porquê esses pontos serem tão especiais. Confira!

    1. Classe social

    Um dos fatores que mais influenciam no comportamento do consumidor é a classe social a que ele pertence. Esse aspecto diz muito sobre o seu poder de compra, além de também interferir no tipo de produto que será a sua prioridade.
    Uma pessoa de classe social alta, por exemplo, provavelmente, terá mais dinheiro para dedicar ao cuidado próprio e ao lazer. Sendo assim, idas ao shopping, além de visitas aos restaurantes da região, tornam-se mais comuns por parte desses indivíduos.
    No lado oposto, onde se encontram os mais fragilizados economicamente, os hábitos de compra já são outros. Muitas vezes, o cuidado próprio é deixado de lado, e as compras de roupas novas são feitas em um momento em que as contas não estão tão apertadas.
    Além disso, uma pessoa sem poder de compra pode não ter acesso ao crédito básico, e por isso, em alguns casos, não tem nem mesmo acesso a cartão. Sendo assim, caso ela efetue uma compra online, ela dá preferência para finalizar a sua aquisição com o pagamento por boleto, mas provavelmente se interessará apenas por itens essenciais.
    Por essa razão, é muito importante que os empreendedores disponibilizem diferentes formas de pagamento em seus sites. Dessa forma, garante que o seu produto estará disponível para um público mais amplo, aumentando o alcance da sua marca.

    2. Medo

    O medo, por mais que muitos não saibam disso, é um fator crucial durante o momento das compras. Ele, acompanhado de outras questões psicológicas, influenciam de forma considerável no momento da compra de consumidores, todos os dias.
    Ele é um dos sentimentos mais comuns dos consumidores, segundo levantamento feito pela WGSN, e é o responsável pela mudança de postura de várias pessoas. E para te ajudar a entender melhor essa questão, vamos apresentar um exemplo a seguir.
    Alguns indivíduos têm algum tipo de receio de realizar compras pela internet, por medo de roubo de informações, além de outros tipos de fraudes praticadas. Isso faz com que elas realizem a compra presencialmente, para não correr riscos desnecessários, do seu ponto de vista.
    Além disso, outros indivíduos, com medo da rejeição, de não se encaixarem nos grupos sociais ou culturais que desejam, acabam comprando determinados tipos de roupas. A aceitação social é outro importante fator que, junto do sentimento de temor, são cruciais no momento da compra.

    3. Frete

    Outro fator que interfere no comportamento do consumidor é o frete, tópico crucial para compras feitas na internet. Muitas vezes, os clientes desistem de finalizar uma aquisição, pois não existe a possibilidade de escapar dos valores cobrados para a entrega.
    Além disso, mesmo que o valor de um produto seja um pouco mais caro, se não tiver frete, as chances dele ser vendido acaba aumentando. Isso porque esse valor é indesejado pelo consumidor, e por isso, é evitado sempre que possível.
    Em alguns casos, as pessoas preferem realizar a retirada do produto na loja, justamente para não pagar o frete. Além disso, também procuram pelo mesmo produto em outros sites, para verificar se o concorrente não está ofertando condições melhores de compra.
    Em todo caso, o frete é um ponto importante no momento da compra e os consumidores, em boa parte dos casos, vão escolher o menor como escolha definitiva. O tempo de entrega e o preço precisam estar equilibrados para que seja possível atrair novos clientes.

    4. Cultura

    A cultura influencia o comportamento dos consumidores de forma ativa, sendo um dos fatores de maior relevância nessa questão. Isso porque, a todo momento, estamos agindo de acordo com a cultura da sociedade em que estamos inseridos.
    É cultural, por exemplo, que o povo brasileiro seja apaixonado pelo futebol, mais do que os outros esportes. Por essa razão, é tão comum encontrarmos muitas pessoas, todos os dias, utilizando uniformes de time para diferentes ocasiões de suas vidas.
    Esse é um comportamento cultural do Brasil, e que não é repetido com uma frequência tão grande em outros locais do mundo, por exemplo. Outras questões do tipo que podem influenciar durante a compra são a religião, o gosto musical, entre outros aspectos.
    Em relação ao gosto musical, por exemplo, podemos destacar que tradicionalmente os fãs de rock utilizam mais a cor preta em sua vestimenta. Isso porque é um comportamento cultural que os ouvintes daquele gênero musical.
    Isso ajuda a identificar as pessoas que pertencem aos mesmos grupos sociais, facilitando a convivência em sociedade. O empreendedor atento pode usar essas informações para estilizar os seus produtos, tornando-os atrativos para diferentes grupos culturais.

    5. Opinião de quem já comprou

    Outro fator muito importante que interfere no comportamento do consumidor são as opiniões que já comprou o produto. O cliente precisa de um feedback, mesmo que de um desconhecido, para verificar se a mercadoria realmente faz as ações que promete.
    Dessa forma, as marcas precisam ficar atentas para disponibilizar produtos que, realmente, cumprem com o que foi prometido. Isso eleva o nível de qualidade, e aumenta ainda mais o protagonismo dos clientes no processo de compra.
    São vários os sites de compra e venda que contam com campos de avaliação e comentário para os seus usuários. Por meio dessa página, é possível conferir a opinião de terceiros, o que influencia diretamente na decisão de compra do seu cliente.
    A importância a esse aspecto é tão grande que, segundo levantamento feito em parceria entre a Lett e o Opinion Box, as opiniões dos outros consumidores influenciam em 52,5% das compras feitas pela internet, um número altíssimo.
    No mais, fique atento a esse e aos outros pontos destacados em nosso artigo, para que você possa usar todas as informações ao seu favor. O nosso texto acaba aqui, e se você gostou de nos acompanhar, então aproveite para acessar o nosso blog para mais conteúdo de qualidade!

  • 4 erros na Black Friday que você precisa evitar

    4 erros na Black Friday que você precisa evitar

    A Black Friday é uma das datas mais esperadas pelo comércio, tanto para os consumidores em busca de descontos atrativos quanto para as empresas que veem nessa ocasião uma oportunidade de alavancar as suas vendas.

    No entanto, ao longo dos anos, essa data tem sido marcada por alguns tropeços das empresas que, em meio à corrida para oferecer promoções irresistíveis, cometem erros que podem comprometer a experiência do cliente e até mesmo a reputação da marca.

    Continue a leitura deste artigo até o final e conheça os principais erros na Black Friday para não cometer nenhum deles!

    1. Não ter um bom controle de estoque

    Não ter um bom controle de estoque – na Black Friday – resultará em uma série de riscos e problemas para o seu negócio. Se você não tiver um controle adequado, ficará com um excesso de produtos não vendidos, resultando em prejuízos financeiros e espaço de armazenamento desperdiçado.

    Por outro lado, uma má gestão de estoque pode levar à falta de produtos em momentos de alta demanda, o que frustrará os clientes e resultará em perda de vendas.

    Para evitar esse tipo de situação, utilize dados históricos de vendas, análise de tendências e informações de mercado para prever a demanda esperada durante a Black Friday. Isso ajudará a determinar os níveis de estoque necessários para atender à procura.

    2. Não saber calcular os descontos

    Se os descontos forem calculados incorretamente, você pode vender produtos com preços muito abaixo do ideal, resultando em perdas financeiras significativas.

    Descontos são uma estratégia eficaz para atrair clientes e impulsionar as vendas. Sendo assim, ao calcular descontos de maneira clara e transparente, você fortalece a confiança do cliente em relação à sua marca. Isso ajuda a evitar qualquer percepção de práticas enganosas ou desonestas.

    3. Não diversificar as opções de pagamento

    A diversificação das formas de pagamento na Black Friday é de extrema importância para o sucesso das vendas e para oferecer uma melhor experiência aos clientes.

    Ao oferecer diversas opções de pagamento, você atende às preferências de diferentes clientes. Algumas pessoas preferem pagar com cartão de crédito, outras com débito, boleto, PayPal ou até mesmo com carteiras digitais. Ao diversificar as opções, você atrai um público mais amplo.

    Sem contar que nem todos os clientes têm acesso a todas as formas de pagamento. Ao diversificar as opções, você facilita a compra para aqueles que possuem um método específico e evita que potenciais compradores desistam por não encontrarem uma forma de pagamento conveniente.

    4. Ignorar a experiência do cliente com a marca

    É essencial se preocupar com a experiência do cliente durante a Black Friday, porque essa data é um dos momentos mais importantes do ano para o varejo, a qual pode ter um grande impacto nos resultados financeiros e na reputação da empresa.

    Durante a Black Friday, as empresas costumam registrar um volume muito alto de vendas em um curto período de tempo. Se a experiência do cliente não for positiva, a empresa perderá uma oportunidade valiosa de faturamento.

    Além disso, uma boa experiência do cliente durante a Black Friday pode levar à sua fidelização no longo prazo. Clientes satisfeitos têm maior probabilidade de retornar à sua loja e fazer compras em outras ocasiões.

    Portanto, prepare-se para lidar com um grande volume de consultas e solicitações de suporte, oferecendo um atendimento rápido e eficiente. Inclusive, não deixe de cumprir prazos de entrega para evitar frustrações.

    Após a Black Friday, faça um acompanhamento com os clientes para garantir sua satisfação e resolver qualquer problema que possa ter ocorrido.

    A boa notícia é que esses erros na Black Friday são evitáveis. Com a devida antecedência e planejamento detalhado, você pode se posicionar de forma mais sólida e bem-sucedida para essa data. É crucial aprender com os erros do passado e adotar uma abordagem centrada no cliente, priorizando a satisfação e fidelização dos consumidores.

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  • Checklist para a gestão do estoque: 7 passos para fazer na prática!

    Checklist para a gestão do estoque: 7 passos para fazer na prática!

    Gerenciar o estoque é um trabalho que traz em diversos benefícios para o empreendedor. Organização do espaço físico, registro das entradas e saídas de mercadorias, facilidade de reposição e mapeamento das matérias-primas são alguns dos exemplos.

    Por isso, entender como organizar um estoque é importante para gestores e colaboradores de qualquer empresa. Pensando nisso, preparamos as melhores dicas para que você realize o checklist completo das ações necessárias para fazer uma boa gestão de estoques. Boa leitura!

    1. Conte os produtos

    O primeiro passo para um bom gerenciamento é realizar a contagem de estoque isso é, contar quantos itens de cada produto você tem armazenados. Desse modo, você terá uma visão clara sobre o que você já tem e o que não está disponível no momento.

    Dessa forma, você entenderá quais itens precisam ser repostos, principalmente em relação àqueles que vendem muito e não podem faltar por muito tempo. Com essas informações, você poderá criar estratégias de comercialização, como uma campanha de queima de estoque para não perder dinheiro com produtos encalhados.

    O ideal é ter mais de um funcionário nessa tarefa, que precisa de atenção para que o seu inventário não fique todo desorganizado. Conscientize esses colaboradores sobre a importância de listar as mercadorias e contar suas unidades.

    Caso você não queira ter uma contagem manual, você pode buscar um sistema de gestão que gere um código de barras para cada produto e que forneça um leitor para atualizar a quantidade deles. Falaremos mais dessa opção adiante no texto.

    2. Registre e classifique as mercadorias

    Além de contar os produtos, você precisa complementar esse trabalho classificando as mercadorias. Afinal, corre-se o risco de ter mercadorias encalhadas em seu estoque, das quais você nem se lembrava mais. Por isso, registre os seguintes dados:

    • nome para cada mercadoria;
    • características;
    • quantidade (considerando a dica do tópico anterior).

    Um exemplo: imagine que você tenha uma empresa de tecnologia e queira classificar adequadamente todos os seus produtos, de modo a dispor as suas peças no estoque e facilitar a consulta dos colaboradores.

    Assim, se você vende produtos para o público gamer, por exemplo, algumas opções de classificação seriam:

    • tamanho (de produtos como monitores);
    • cores;
    • tipo (material de fabricação);
    • adequação ao hardware utilizado.

    Caso você queira uma classificação ainda mais robusta, também pode considerar registrar as seguintes informações, principalmente em relação aos produtos vendidos:

    • data de aquisição da mercadoria;
    • data da venda;
    • valor da venda;
    • descrição do produto;
    • código de barras do produto (falaremos mais disso depois).

    3. Padronize o armazenamento

    Depois, é importante criar um padrão de armazenamento. Isso envolve a descrição, a lógica de armazenamento e a identificação.

    Nesse caso, não estamos falando apenas da identificação de produtos, mas de formas de organizar o seu espaço físico. Por isso, pense na identificação dos corredores, prateleiras e palllets, para facilitar com que os seus funcionários encontrem os produtos facilmente.

    Isso também agiliza o registro de entrada e saída de matérias-primas e mercadorias. Quando os colaboradores sabem bem onde cada item deve ser alocado, por exemplo, o ambiente fica bem organizado e a consulta e a reposição são facilitadas.

    4. Trabalhe com códigos de identificação

    O código de barra é um registro otimizado dos produtos. Ele é uma representação numérica com 13 dígitos, que descrevem informações como o país de origem, unidade logística, contêineres, dados de fabricante e outros dados, que podem ser padronizados pelo próprio empreendedor.

    Utilizar códigos de identificação facilitam muito a organização do estoque físico. Afinal, ele contribui tanto para mapear os produtos vendidos como na separação e posterior envio ao cliente, evitando que o empreendedor acabe enviando um item diferente do que foi adquirido.

    Além disso, ele representa uma modernização do seu negócio. Caso o registro das informações de estoque ainda é realizado de maneira anual, a empresa está perdendo em competitividade. Isso porque ao menos um concorrente seu já utiliza a tecnologia para facilitar esse trabalho e controle.

    Os códigos de barras reduzem os riscos de falhas de preenchimento de informações e automatiza essa atribuição. Dessa forma, o gestor terá informações embasadas e atualizadas sobre a realidade do seu inventário, a qualquer momento.

    A importância das recontagens

    Você pode ter até feito uma boa contagem no início, mas será preciso realizar recontagens periódicas para manter suas informações atualizadas. Para um controle mais eficiente e realizado em menos tempo, o código de barras também é indicado.

    Desse modo, bastará passar o leitor na mercadoria para as quantidades serem atualizadas de maneira automática.

    5. Tenha um bom modelo de reposição

    A reposição de produtos no estoque acontece de duas formas principais: de maneira periódica ou contínua. No primeiro caso, ela ocorre de tempos em tempos, de um modo predefinido. Embora isso tenha a vantagem de nunca deixar o seu estoque vazio, uma oscilação no mercado pode fazer com que você fique com mercadorias excedentes.

    Já o modelo de reposição contínuo trabalha com estoques com um volume menor, fazendo com que o empreendedor tenha que comprar produtos e matérias-primas com certa frequência. Isso é bom para se prevenir contra quedas na procura, mas pode ser perigoso em um momento em que a demanda fica muito alta.

    Cabe a você escolher o melhor modelo — ou até mesmo trabalhar com ambos, ao projetar uma reposição periódica para itens com maior saída e um modelo contínuo para as demais mercadorias.

    6. Conheça a sazonalidade de seus produtos

    A sazonalidade é uma preocupação muito comum em todos os negócios. Cada período do ano reflete as tendências de consumo: isso vale tanto para as estações do ano como períodos de compras intensas, como em datas comemorativas.

    Por isso, entenda a sazonalidade dos seus produtos para organizar melhor o seu estoque. Ao entender aqueles que vendem mais e que saem menos em determinados períodos (como na Black Friday e nas festas de fim de ano), você terá menos problemas relacionados ao estoque.

    7. Use uma ferramenta de gestão

    Por fim, é uma boa ideia pesquisar os sistemas de gestão que existem no mercado. O gerenciamento de estoque é um módulo em alguns ERPs, sigla para o termo inglês Enterprise Resource Planning ou sistema integrado de gestão, se unindo a outras categorias que ajudam o empreendedor, como vendas, faturamento, entre outros.

    Adotar uma ferramenta de gestão também é uma forma de implementar uma cultura analítica na sua empresa, orientando as decisões por meio de dados e tornando as escolhas mais precisas.

    Como você viu no artigo, saber como gerenciar o estoque é essencial para manter um bom fluxo de entradas e saídas, tanto em relação às mercadorias vendidas como nas matérias-primas. Quem investe em um bom gerenciamento estará mais preparado para lidar com as demandas dos clientes.

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  • 5 melhores dicas de gestão de estoque na Black Friday

    5 melhores dicas de gestão de estoque na Black Friday

    No universo empresarial, a gestão de estoque é a espinha dorsal de qualquer negócio bem-sucedido. E quando falamos do período mais agitado do comércio, esse controle se torna ainda mais importante. É aí que o estoque na Black Friday entra em cena.

    Ter uma estratégia eficiente e assertiva para essa data pode ser a diferença entre o sucesso e a frustração. Por isso, reunimos algumas dicas valiosas para ajudá-lo a manter tudo sob controle, assegurando uma época de vendas próspera e tranquila. Acompanhe!

    1. Avalie as demandas

    Identificar o que e quanto seu cliente pretende comprar é fundamental. Estudar as tendências de mercado e o histórico de vendas da sua empresa vai ajudar você a prever a demanda na Black Friday.

    Desse modo, ao antecipar as necessidades dos consumidores, você pode otimizar a quantidade de cada produto em estoque, evitando desperdícios e falta de itens, que poderiam desapontar seus clientes e prejudicar suas vendas.

    2. Faça um inventário

    Manter um inventário atualizado é o segundo passo para uma gestão de estoque eficiente na Black Friday. Com um registro preciso de todos os produtos disponíveis, fica mais fácil planejar as compras, evitando surpresas desagradáveis.

    Além disso, um inventário bem-feito permite que você monitore a movimentação de cada item, possibilitando ajustes rápidos caso seja necessário. Tenha em mente que uma gestão adequada do inventário é a chave para evitar atrasos e manter os clientes satisfeitos.

    3. Mapeie os produtos que vendem mais

    Sabe aqueles itens que saem como água, independentemente da época do ano? Então, eles merecem uma atenção especial na Black Friday. Analise as vendas passadas e identifique quais produtos são os campeões de venda.

    Assim, você pode garantir que haja um estoque suficiente desses itens para atender à demanda esperada. Não permita que um item popular se esgote cedo demais, pois isso pode frustrar seus clientes e representar vendas perdidas.

    4. Converse com os fornecedores

    Manter uma comunicação aberta e transparente com os fornecedores é um passo crucial na preparação para a Black Friday. Informe-os sobre suas previsões e peça para que estejam prontos para atender a possíveis demandas extras.

    Também verifique se existem condições especiais ou descontos para grandes pedidos. Uma boa negociação pode resultar em economia para seu negócio e garantir que o estoque esteja bem abastecido para atender a todos os seus clientes.

    5. Cuide do armazenamento

    Um estoque bem organizado é fundamental para o sucesso em datas comemorativas. Então, verifique se os produtos estão armazenados corretamente, respeitando condições de temperatura, umidade e iluminação, quando necessário.

    Ainda, organize-os de maneira que os itens mais vendidos fiquem facilmente acessíveis. Isso facilita a localização dos produtos, agiliza a preparação dos pedidos e previne perdas por danos ou validade expirada. Afinal, um bom armazenamento é sinônimo de eficiência e lucratividade.

    Como vimos, a gestão do estoque na Black Friday é um processo que exige planejamento e organização. Com essas dicas, é possível evitar estresse e prejuízos, garantindo um período de vendas de sucesso. Como resultado, você terá clientes satisfeitos, lucro aumentado e uma experiência positiva para todos. Boas vendas!

    Quer mais dicas para impulsionar os resultados da sua empresa? Confira a loja virtual do Sebrae e participe dos nossos eventos!

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