Autor: Gustavo Accioly

  • Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Uma pesquisa de mercado é o mapeamento de informações importantes para a atuação de um empreendedor. Por meio dela, é possível descobrir os hábitos do seu cliente, por exemplo, além dos diferenciais do seu principal concorrente.

    As pesquisas podem ser de diferentes tipos e podem ser feitas de formas diversas, porém, o seu objetivo continua sendo o mesmo: munir a sua empresa de informações. Os dados são essenciais para garantir um bom planejamento e auxiliar nas tomadas de decisões assertiva.

    E para descobrir como fazer uma pesquisa de mercado de maneira simples, basta ler o artigo que preparamos para te ajudar!

    Diferentes tipos de pesquisas

    As pesquisas de mercado podem ser de diferentes tipos e variam de acordo com o objetivo de uma empresa. Por isso, não existe uma fórmula certa ou errada para realizar esse procedimento, afinal, cada negócio tem suas próprias necessidades e objetivos.

    Porém, por mais que exista uma grande variedade de pesquisas no mercado, ainda é possível destacar as principais. São elas:

    • Força da marca: conferir a opinião dos seus clientes em relação à sua marca comparada com outras empresas;
    • Hábitos do cliente: descobrir o gosto dos seus compradores no momento de adquirir novos produtos;
    • Satisfação dos funcionários: essa pesquisa é interna, e voltada para descobrir a opinião dos seus colaboradores sobre como é o clima organizacional e o ambiente de trabalho;
    • Satisfação dos clientes: medir o nível de satisfação dos clientes em relação aos seus produtos e serviços, para encontrar pontos fracos e implementar melhorias.

    Como fazer uma pesquisa

    As pesquisas de mercado podem ser feitas de diferentes formas, porém, no geral, um questionário é dado para um grupo de pessoas selecionado. Ele pode ser respondido tanto pela internet ou presencialmente, dependendo da forma de atuação da empresa e do objetivo da pesquisa.

    Para criar uma pesquisa, é necessário contar com uma série de informações básicas, sendo que algumas das mais relevantes entre elas são:

    • Objetivo: definir o que será objeto da pesquisa, se é saber sobre a qualidade de um produto, conhecer a opinião dos clientes sobre o empreendimento, entender as necessidades dos consumidores, entre outros;
    • Público-alvo: definir se serão clientes, fornecedores ou grupos que irão responder à pesquisa;
    • Amostra: o número de pessoas que serão contempladas na pesquisa;
    • Perguntas: quais perguntas serão feitas (dê preferência para as simples);
    • Realização: a aplicação da pesquisa de fato;
    • Análise: checagem das informações obtidas, para auxiliar na tomada de decisão das empresas.

    Hoje, existem algumas ferramentas digitais, como formulários pré-existentes, que podem auxiliar nesse processo. Como podemos ver construir uma pesquisa, não chega a ser trabalhoso, só basta direcionar as perguntas para as pessoas corretas, a fim de extrair as informações.

    Por que eu deveria fazer uma pesquisa de mercado

    Muitos acreditam que as pesquisas de mercado não têm valor, afinal, verificar opiniões de terceiros pode não agregar valor ao seu negócio. Porém, esse é um erro gigantesco, afinal, é preciso entender como a concorrência e os seus clientes se comportam.

    É necessário conhecer o seu campo de atuação, para evitar que decisões equivocadas sejam tomadas. Sem as informações corretas para agir, provavelmente, você será deixado para trás e não conseguirá identificar quais os erros que cometeu ou o quais as necessidades dos clientes que não atendeu.

    Entender o comportamento do mercado, as tendências do negócio para mudar a sua estratégia de acordo com a situação é essencial para a sobrevivência da empresa. E para isso, é necessário contar com as informações obtidas por meio de uma pesquisa de mercado bem estruturada e realizada.

    No mais, nosso artigo fica por aqui, e se você quer conferir mais posts sobre empreendedorismo,  acesse o nosso blog para saber mais!

  • O que esperar para o futuro do trabalho e como se adaptar a ele?

    O que esperar para o futuro do trabalho e como se adaptar a ele?

    Antes, os trabalhadores eram obrigados a se locomover até o local de trabalho. Quando o horário de expediente se encerrava, todo mundo se levantava em peso e ia para casa. Hoje, os dois cenários sofreram mudanças significativas.

    Em primeiro lugar, hoje, nem todo mundo precisa sair de casa para trabalhar. Segundo, os horários não são mais tão uniformes assim para os colaboradores de uma mesma empresa. Outras alterações estão em andamento e prometem um futuro do trabalho bem mais amigável tanto para trabalhadores como para as organizações. Vamos conhecê-las!

    Flexibilidade

    Aquele modelo no qual tudo é concentrado na figura de um líder e de uma hierarquia rígida tem se tornado mais incomum com o passar do tempo. O poder está cada vez mais na mão das pessoas, que têm autonomia para propor ideias em um ambiente mais participativo.

    Falaremos mais desse modelo adiante, mas a adoção maciça do home office na pandemia favoreceu a flexibilidade nas empresas, com muita gente trabalhando de casa e mantendo bons resultados.

    Contudo, as empresas devem garantir a segurança, bem-estar e a oportunidade de desenvolvimento dos funcionários para que o modelo flexível faça mais sentido. É preciso que haja um acompanhamento das pessoas.

    Trabalho híbrido

    O trabalho híbrido é uma mistura dos modelos remoto e presencial. Uma pesquisa da consultoria McKinsey, com centenas de executivos do mundo todo, mostrou que essa modalidade veio para ficar, com nove em cada dez empresas garantindo que apostarão nessa mescla.

    O mais importante é que o estudo também apontou que a produtividade e a satisfação do cliente aumentaram durante a pandemia, justamente o período no qual o trabalho híbrido se fortaleceu. Ou seja: os trabalhadores gostam, os consumidores também. Por que não manter?

    Trabalho com um propósito

    As empresas já descobriram que trabalhadores motivados rendem mais, vestem a camisa do negócio e entregam melhores resultados. Uma reportagem da revista Exame demonstra que profissionais que combinam o propósito com boas remunerações estão sendo cada vez mais valorizados.

    Isso porque não basta apenas oferecer um salário alto: as pessoas, principalmente àquelas pertencentes às gerações Y e Z, estão buscando qualidade de vida, a realização pessoal e um bom relacionamento com as chefias, por exemplo.

    Diversidade

    Como mencionamos no tópico anterior, os profissionais estão cada vez mais focados na realização profissional — que não depende exclusivamente dos altos salários, mas do propósito e dos valores da empresa contratante.

    Outros valores que também estão sendo priorizados são a diversidade, a equidade e a inclusão no ambiente de trabalho.

    Nesse sentido, as pessoas buscam trabalhar em empresas que tenham valores similares aos seus. A reputação do negócio tem sido cada vez mais analisada, uma vez que os colaboradores não querem ser associados a organizações preconceituosas, pouco abertas às diferenças ou com métodos de trabalho engessados.

    Basta dar uma olhada no LinkedIn para encontrar diversos exemplos de profissionais que elogiam os valores de uma determinada empresa e contam como encontraram um ambiente que combina com suas visões de mundo.

    Mas, do mesmo modo, também é possível encontrar relatos de pessoas que se sentiram destratadas em certas empresas e que não a recomendam. Dependendo do alcance da mensagem, a reputação da organização sofrerá um duro baque.

    Uso da tecnologia

    Uma matéria da VocêRH utiliza uma afirmação interessante: “Toda empresa deve ser uma empresa de tecnologia”. Assim, os computadores, os dispositivos móveis e a internet deixam de ser meras ferramentas intermediárias, mas soluções imprescindíveis para qualquer negócio que queira se manter vivo.

    Ultimamente, fala-se muito em transformação digital. O conceito marca a entrada definitiva das empresas no mundo virtual, independentemente do porte de cada uma delas. Caso o seu negócio queira ter bons resultados, a tecnologia tem que estar presente.

    As empresas podem contar com uma série de soluções, de acordo com a sua necessidade. Há ferramentas de ciência e análise de dados digitais, como o Big Data e o Business Intelligence, softwares para centralizar informações, como os ERPs, e tecnologias que automatizam trabalhos repetitivos, como o Trello.

    Portanto, cada negócio tem uma solução digital capaz de otimizar seus processos, independentemente do seu campo de atuação.

    Lifelong learning

    Primeiro cenário: uma faculdade, um MBA, talvez um mestrado. Segundo cenário: um curso técnico e muita experiência de mercado. Antigamente, um desses dois caminhos era o suficiente para a maioria das pessoas ter uma carreira de respeito.

    Contudo, o que é valorizado atualmente é o lifelong learning: isto é, a educação continuada. Nesse modelo, as pessoas nunca param de aprender novas habilidades. O termo enfatiza que o estudo deve ser contínuo e os profissionais devem sempre se manter atualizados, com sede de conhecimento e acompanhando as tendências e mudanças do mercado.

    A presença maciça da tecnologia em diferentes modelos de negócio tem tudo a ver com o lifelong learning, afinal, as soluções digitais nunca deixam de evoluir. Do mesmo modo, profissionais que queiram boas carreiras devem acompanhar as novidades.

    Capacidade de autogestão

    É interessante notar que todas as tendências se complementam — e isso explica como todas elas têm sido adotadas de forma simultânea. Nesse sentido, a capacidade de autogestão está diretamente relacionada à flexibilidade que mencionamos.

    O trabalho remoto, cada vez mais presente, impulsiona outra tendência do futuro do trabalho: a autogestão. Trata-se da capacidade de gerenciar a si mesmo, de modo a entregar resultados mesmo sem a ingerência frequente de uma figura de chefia nas atividades.

    Nesse contexto, saem de cena o ponto eletrônico e o horário comercial fixo (das 9h às 17h, por exemplo). As empresas confiam nos funcionários para desempenhar suas atividades, assim, proporcionam uma flexibilidade para que o expediente seja mais prazeroso para eles.

    Contudo, os trabalhadores devem tomar cuidado, uma vez que a autogestão não é uma licença para não trabalhar. Os líderes ainda checarão os resultados e o desempenho individual, independentemente da forma como o colaborador tenha cumprido seu papel.

    Foco na saúde mental

    Até mesmo um ramo conhecido mundialmente pelo trabalho exaustivo, como é o caso da indústria dos games, tem repensado as suas práticas. As empresas têm acatado o conselho dos especialistas: é preciso cuidar da saúde mental no trabalho. Assim, enfermidades como a síndrome de burnout, o estresse, a ansiedade e a depressão estão recebendo a atenção que merecem.

    Por isso, os cuidados com o bem-estar psicológico dos funcionários devem estar na agenda das lideranças. Só assim será possível melhorar a reputação da empresa entre os consumidores, reter talentos e assegurar os profissionais brilhantes que têm se apresentado no mercado de trabalho.

    Todas essas tendências estão mudando a rotina profissional como conhecíamos até então e modelando o futuro do trabalho. Nele, as pessoas terão mais flexibilidade em seus horários, buscarão vagas que tenham a ver com seus propósitos e atuarão em ambientes bem mais diversos.

    Gostou do artigo e quer continuar lendo sobre boas práticas nas empresas? Então, entenda a importância da comunicação interna na empresa!

  • 5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    Desenvolver habilidades de vendas é essencial para que o seu negócio consiga os resultados que tanto deseja. Porém, a qualificação não é tão simples de ser conseguida, afinal é necessário treinamento durante todas as suas etapas.

    Contudo, o desenvolvimento de novas habilidades ainda pode ser conseguido de maneira prática. Seguindo as dicas corretas, os seus números devem melhorar ao implementar algumas mudanças básicas de comportamento.

    Conheça 5 dicas para desenvolver habilidades de vendas, lendo o artigo que preparamos para te ajudar. Confira!

    1. Conheça bem o que você está vendendo

    Convencer alguém de que o seu produto é bom, sem conhecê-lo, é uma tarefa quase impossível. Por isso, é extremamente importante que os vendedores saibam até mesmo os mínimos detalhes relacionados aos serviços oferecidos por uma empresa.

    Isso ajuda o vendedor a responder às dúvidas que podem surgir relacionadas ao produto, o que transmite mais credibilidade sem fazer propaganda enganosa. Porém, para que isso aconteça é necessário estudo e um bom treinamento efetivo por parte dos gestores.

    Desenvolver habilidades de vendas sempre vai passar pela qualificação profissional da equipe comercial. Os gestores que entendem a importância do investimento nos funcionários como solução para melhorar as vendas conseguem registrar melhores resultados.
    Para isso, é possível apostar em cursos sobre as especificações e uso dos produtos, ou ainda na contratação de uma equipe especializada em treinamento de vendas. Além disso, se você for um bom vendedor, é interessante ministrar uma palestra para melhorar o desenvolvimento do seu time.

    2. Conheça o seu cliente

    Para aumentar a capacidade de persuasão do time de venda, é necessário fornecer as informações certas sobre seus clientes para uma melhor atuação do time de vendas. Assim os dados dos seus clientes precisam ser de fácil acesso a sua equipe e, mais importante, correspondentes à realidade.

    Para ajudar com essa questão, no marketing foi criado o conceito de persona, uma materialização do seu público. No entanto, o perfil desse cliente ideal é feito com base em dados e observações realizadas durante as vendas de produtos da sua empresa.

    A persona não deve ser confundida com o público-alvo, afinal, é mais específica e contém informações diferenciadas para garantir um melhor entendimento das suas necessidades. Alguns dos dados que não podem ficar de fora, quando estiver desenvolvendo o perfil do seu cliente ideal são:

    • Nome;
    • Se o seu cliente tem filhos ou não;
    • Remuneração salarial;
    • Profissão;
    • Sonhos;
    • Como gosta de passar o tempo, seus hobbies, livros e séries favoritos;
    • Quais são as frustrações do cotidiano;
    • Que problemas enfrenta em sua rotina;
    • Como sua empresa pode ajudá-lo a solucionar essas questões.

    Como podemos ver é possível contar com uma série de informações que ajudam o seu time de vendas a iniciar uma conversa com o cliente. Isso ajuda na abordagem assertiva e faz com que sua equipe desenvolva habilidades que ajudem a aumentar as chances de sucesso.

    3. Honestidade ao apresentar o produto

    Outra habilidade de venda que precisa ser estimulada cada vez mais é a honestidade. Os vendedores, em muitos casos, não são vistos com bons olhos pelos clientes, e quando prometem algo que não é cumprido, essa situação piora.

    Por isso, é muito importante tratar o seu público com honestidade, sem inventar funcionalidades extras para o seu produto. Seja claro sobre o que ele pode ou não fazer, porque isso vai refletir imediatamente em sua credibilidade.

    Quando o vendedor é honesto em sua abordagem, mostra para o cliente tudo o que o produto pode oferecer. Isso faz com que a venda seja efetivada de acordo com a necessidade real do cliente o que realmente vai trazer algum retorno significativo para o negócio.

    Além disso, afeta diretamente a sua credibilidade no mercado e ter uma imagem positiva é bastante vantajoso. Por isso, nada de inventar produtos milagrosos.

    4. Os vendedores precisam fazer perguntas

    Muitos vendedores imaginam que apenas os clientes devem fazer as perguntas durante uma abordagem comercial. Porém essa postura é errada, e acaba afastando o seu time de conseguir finalizar as vendas desejadas.


    O vendedor também precisa fazer questionamentos durante a conversa com o possível comprador. Isso, além de demonstrar interesse, também cria brechas para reduzir as dúvidas de maneira mais completa e clara, além de ficar mais fácil buscar a solução certa para o problema do cliente.

    Esse ponto é extremamente importante e já foi até mesmo objeto de estudo por parte de alguns pesquisados. A pesquisa da Gong, por exemplo, evidenciou que o número de perguntas está diretamente ligado com a probabilidade de venda de algum produto.


    Segundo o estudo, o número considerado ideal para as perguntas é de 11 a 14, variando de acordo com a situação. Ou seja, quanto mais questionar o seu cliente sobre possíveis problemas que o produto pode resolver, maiores são as chances de sucesso em sua abordagem de vendas.

    5. O pós-venda merece atenção especial

    Nossa última dica para desenvolver habilidades de vendas funciona mais como um alerta para os vendedores: é necessário investir no pós-venda. Por mais que muitos acreditem que não, essa etapa do processo é tão importante quanto às anteriores.


    O momento que o seu cliente mais precisa de você é após a venda, afinal, ele começou a utilizar o seu produto. Por isso, aproveite para entrar em contato e para saber mais sobre as dúvidas que surgiram após o início do uso de seu produto, sua opinião sobre ele, entre outros pontos importantes para fechar futuras vendas.


    Se esse tipo ação é realizada, você aumenta as chances de conseguir fidelizar um novo público. Pense bem: seu produto não atendeu as expectativas e ninguém entrou em contato para ajudar. As chances desse cliente voltar a fazer negócios com sua empresa é quase nula.


    Por essa razão, invista em soluções de pós-venda, colocando-se à disposição do seu cliente para resolver qualquer problema de forma ativa. O simples contato já pode fazer toda a diferença ao seu favor, te dando maior preferência em futuras compras.

    Além disso, pedir por um feedback sobre seu uso para analisar as oportunidades de melhorias que podem ser implementadas é importante saber receber críticas para conseguir progredir e desenvolver produtos de maior qualidade é essencial para melhoria do seu negócio.

    Nosso artigo acaba aqui. Se você está interessado em conferir mais material sobre o universo do empreendedorismo, acesse o nosso blog!

  • 7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    As técnicas de negociação são utilizadas, na área de vendas, para fechar mais negócios. Mas isso não significa que a compra é “empurrada” de forma agressiva para o cliente: o objetivo é fechar negócio, mas sem abrir mão de um vínculo duradouro com o consumidor.

    Assim, as técnicas de negociação, quando aplicadas da maneira adequada, levam a desfechos que sejam benéficos para todas as partes envolvidas. Neste post, apresentaremos as principais dicas para se tornar um vendedor persuasivo, mas também justo com os consumidores. Venha conosco!

    1. Estude bem o produto

    Para saber apresentar o seu produto para um cliente em potencial, você precisa conhecê-lo bem, certo? Desse modo, você não ficará sem ter o que dizer quando aquele consumidor quiser saber mais sobre as características do bem antes de fechar a compra.

    Além disso, tome cuidado com a linguagem. Caso você queira vender uma peça de computador, por exemplo, e começar a enumerar atributos técnicos que não façam muito sentido para um leigo, você alienará aquela pessoa — e acabará perdendo a compra.

    2. Ouça o que o seu cliente tem a dizer

    Deixe o cliente falar do seu problema primeiro: só depois você começa a apresentar a solução. Afinal, sair apresentando uma infinidade de produtos e serviços sem entender direito o que aquele cliente quer passará uma má impressão, a de alguém que quer vender a qualquer custo.

    É preciso pensar no relacionamento de longo prazo, até mesmo como uma estratégia para a fidelização dos consumidores. Por isso, o cliente que tiver uma experiência ruim logo no primeiro contato com o seu negócio provavelmente não voltará e ainda contará para seus amigos e familiares sobre aquela experiência malsucedida.

    3. Acerte a abordagem

    Algumas pessoas são mais expansivas, outras são mais desconfiadas e precisam de um nível superior de convencimento para fechar uma compra. Além disso, empreendedores devem ficar atentos à linguagem corporal que adotam nas negociações.

    Por isso, simples ações como atender o cliente de braços cruzados ou desviando o olhar para outras atividades mostram que o interesse não está 100% nele. Ao atender um comprador, é preciso manter a atenção nos seus problemas e, claro, na solução.

    Já na internet, também é possível adotar uma abordagem mais receptiva. Dessa forma, mantenha a cortesia e responda às dúvidas durante toda a interação. Isso ajudará a engajar a pessoa, que verá com bons olhos a possibilidade de comprar algo de uma empresa tão atenciosa e dedicada a agradar.

    4. Seja uma pessoa amigável e paciente

    Algumas conversas podem durar poucos minutos: outras, podem levar dias. Tudo depende da complexidade do negócio, do perfil das pessoas que estão debatendo e dos valores envolvidos. Muitos vendedores acabam não tendo a paciência necessária para lidar com consumidores mais resistentes.

    Assim, os vendedores acabam se desesperando ou se irritando com a desconfiança do cliente. Nesse sentido, a empresa deve capacitar os seus colaboradores para lidar com diferentes perfís de consumidores. É uma boa ideia promover simulações e incentivar os funcionários a usar os gatilhos mentais — que abordaremos adiante no texto.

    5. Faça concessões

    Não seja aquele vendedor irredutível, que não aceita conversar sobre as condições do negócio. É importante fazer concessões: essa estratégia garante benefícios para todas as partes envolvidas. Além disso, se mostrar mais aberto a propostas ajuda a empresa que quer um relacionamento duradouro com o consumidor.

    Contudo, é muito importante que as concessões sejam inteligentes e realizadas no momento certo. Uma dica interessante é iniciar a conversa explicando o valor de mercado do produto, do que foi gasto em suas matérias-primas e no processo de confecção.

    Assim, ambos podem evoluir a partir de um valor razoável para todos. De modo geral, as concessões costumam ser feitas quando o vendedor consegue sentir que o cliente deseja fechar a compra, mas por um valor que não seja excessivo.

    O vendedor bem capacitado saberá explorar essa brecha e conduzir a negociação de modo a manter o cliente interessado. Isso porque esse profissional sabe falar sobre o produto, suas aplicações e como ele solucionará o problema do comprador.

    6. Aprenda a contornar objeções

    Um meio inteligente de contornar objeções é compartilhar informações que façam com que o cliente entenda o que ele está comprando. Essa técnica pode ser utilizada desde o início da venda para transmitir confiança e criar um vínculo.

    Por isso, o vendedor deve ser o mais transparente possível durante a negociação. Fale sobre os métodos de pagamento, as características do produto, os prazos, a garantia, o transporte e o parcelamento. Mostre que a loja aposta em diversas maneiras de brindar os clientes com boas condições.

    A objeção é contornada quando o vendedor tem as respostas para as questões mais sensíveis. Isso só é possível quando ele se engaja com a companhia e estuda o que ela vende.

    7. Use gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são técnicas de persuasão que trabalham diretamente com o emocional das pessoas. Um exemplo famoso é a escassez: você certamente já deve ter visto um cartaz de “Últimas unidades” em alguma loja por aí.

    Do mesmo modo, vendedores podem usar termos como “Esse produto tem saído muito, talvez nem sobre um exemplar até amanhã”. Outro gatilho clássico é o da prova social, que utiliza exemplos de outros compradores.

    Esse gatilho ajuda os vendedores a convencerem o consumidor de que ele precisa de um produto ou serviço para fazer parte da comunidade. Caso a sua empresa venda cursos, por exemplo, você pode explorar frases como “Profissionais que obtiveram essa capacitação encontraram ótimas vagas no mercado”.

    Outros gatilhos bastante utilizados são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (enfatizar a empresa como uma referência na produção daquela mercadoria);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade;
    • entre outros.

    Como vimos, as técnicas de negociação em vendas são versáteis e oferecem ótimas possibilidades para quem quer fechar mais negócios. Para fortalecer ainda mais as suas práticas, nada como contar com um parceiro que está há décadas ajudando os empreendedores a lucrar mais, como o Sebrae.

    Gostou do artigo e quer saber como podemos ajudá-lo a alcançar os seus objetivos de negócio? Então, aproveite para entrar em contato conosco!

  • Fique de olho nas principais tendências gastronômicas para o seu negócio

    Fique de olho nas principais tendências gastronômicas para o seu negócio

    O setor de gastronomia está em crescimento contínuo. No entanto, como ocorre em qualquer segmento, o comportamento do consumidor muda constantemente. Desse modo, é preciso acompanhar quais são as demandas atuais do cliente e, mais do que atendê-las, é importante encontrar formas de surpreender. Afinal, isso é o que garante a conquista de espaço de destaque no mercado.

    Pensando nisso, nós listamos as principais tendências gastronômicas. Confira quais são elas e aproveite a oportunidade de impulsionar os resultados do seu negócio!

    Comfort Food

    Sem dúvidas, essa é uma tendência que veio para ficar. Trata-se daquela comidinha caseira, com gostinho de casa de mãe ou avó e que despertam boas lembranças da infância. Ou seja, sem o gosto dos ingredientes industrializados ou da fast-food.

    Então, além do alto valor nutricional, também tem um grande valor nostálgico. Um dos motivos é que houve um aumento na procura por alimentação mais saudável, com ingredientes frescos e naturais.

    Vale lembrar que não é preciso fazer receitas super elaboradas. Afinal, o que conduz o Comfort Food é justamente a simplicidade: um bom feijão com arroz, salada fresquinha e um guisado caprichado, por exemplo, conquistam qualquer pessoa.

    Alimentação sustentável

    Além da busca por uma dieta mais saudável, os consumidores também estão preocupados com o impacto que a produção de alimentos causa no ambiente. Sendo assim, tem preferido os naturais, orgânicos e sem adição de conservantes e corantes.

    Nesse sentido, a empresa que utiliza esse tipo de produtos e, ainda, opta por embalagens biodegradáveis, recicladas ou 100% recicláveis, melhoram sua imagem perante o público e consegue atender a um nicho que está em expansão.

    Logo, na hora de divulgar seu negócio, é bem importante mostrar ao seu público que sua empresa também preza pela minimização do impacto ao ambiente, permitindo que ele se identifique com você.

    Take away

    O sistema take away veio do já conhecido delivery e surgiu na época em que vários bares, lanchonetes e restaurantes não podiam receber clientes em seus estabelecimentos. Assim, muitos consumidores entravam em contato por telefone ou aplicativo, solicitavam seu pedido e iam até o local retirar.

    E essa modalidade continuou mesmo após a liberação das restrições e acabou se tornando uma das grandes tendências gastronômicas.

    A principal diferença é que no delivery, o cliente não precisa se deslocar até o restaurante para obter o produto, enquanto que no take away, o cliente faz o pedido e vai até o local para retirar seu produto.

    A maior vantagem desse sistema é que o estabelecimento não precisa se preocupar com a logística.

    Gastronomia inteligente

    A transformação digital tem influenciado empresas de todos os setores, incluindo as de gastronomia. Afinal, a tecnologia, por meio do uso de aplicativos e softwares, é uma excelente aliada na otimização dos processos, na redução de custos, na gestão de estoques, na divulgação da marca e na expansão do negócio.

    Ainda possibilita mais agilidade no atendimento aos pedidos, melhorando a experiência do cliente. Desse modo, vale a pena investir não apenas em softwares, como também em maquinário mais moderno, que possam ser integrados a aplicativos.

    Agora que você já conhece as principais tendências gastronômicas, não deixe de ver quais delas se adaptam melhor ao seu estilo de negócio e perfil de público-alvo. Em seguida, faça um bom planejamento e implemente as novidades para melhorar seus resultados!

    Quer saber ainda mais sobre o assunto? Então, baixe nosso e-book sobre tendências do mercado de alimentação e aprofunde-se no tema!

  • 7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    Investir na criação de um site para sua empresa é uma ótima maneira de expandir sua marca. Isso porque ele funciona como uma vitrine do seu negócio. Todos estão conectados durante a maior parte do tempo, portanto, ter uma forte presença digital aumenta as chances de atrair clientes.

    Um site promove maior visibilidade ao seu empreendimento, cria credibilidade, eleva as conversões, aumenta as vendas e, como consequência, impulsiona seus resultados.

    Ao contrário do que muitos imaginam, não são apenas as grandes empresas que se beneficiam. O e-commerce é extremamente vantajoso também para os pequenos negócios.

    A boa notícia é que é muito fácil criar um site. Quer saber como? Então, acompanhe o nosso passo a passo até o final!

    1. Defina seu objetivo

    O primeiro passo é determinar qual é o objetivo principal da criação do site. De fato, ele será o seu canal online, mas você pretende que ele traga resultados, correto? Quais resultados? Alguns exemplos são:

    • oferecer mais uma forma de compra para seus clientes;
    • criar um relacionamento mais próximo com seu público, a fim de conhecê-lo melhor;
    • tornar-se autoridade no setor;
    • expandir e fortalecer a marca;
    • atrair mais clientes, entre outros.

    A partir daí, você vai conseguir decidir sobre o tipo de presença online: loja virtual, blog, site institucional, canal de atendimento, mídias sociais, on page (todo o conteúdo será apresentado em uma única página), entre outras opções.

    Por exemplo, se você tem um pequeno negócio, como um comércio de roupas femininas, e deseja vender para outros estados, o ideal é criar um e-commerce, ou seja, uma loja virtual.

    Além disso, também é interessante investir em uma presença nas principais mídias sociais que seu público-alvo utiliza. Então, nas postagens, divulgar que há venda online e postar o link do site.

    2. Registre o domínio

    A etapa seguinte refere-se ao registro do domínio. Domínio nada mais é que o endereço que é inserido logo após o HTTPS. Em outras palavras, é aquilo que os visitantes precisam digitar na barra do navegador para conseguir chegar ao seu site.

    Esse é um ponto muito importante, pois ele deve, ao mesmo tempo, reforçar a sua marca, transmitir a ideia principal do seu negócio e ser fácil do seu público lembrar.

    Uma boa ideia é utilizar o nome fantasia da sua empresa, caso você já tenha. Ainda utilizando o exemplo de comércio varejista de roupas femininas, digamos que o seu nome fantasia seja “Regina Modas & Acessórios”, o seu domínio pode ser “reginamodas”. Assim, o endereço do seu site ficaria “www.reginamodas.com.br”.

    Para registrar um domínio, você pode solicitar no momento em que contrata a hospedagem (como veremos no próximo passo) ou realizar diretamente pelo órgão que administra os domínios brasileiros, que é o registro.br.

    3. Hospede seu site

    Sempre que acessamos um site na internet, uma série de elementos aparecem na tela: textos, imagens, vídeos, logotipos. Todos eles precisam estar armazenados em algum lugar.

    É justamente para isso que serve a hospedagem: guardar todos esses arquivos para que eles fiquem disponíveis em seu site. Para isso, você deve procurar uma empresa de hospedagem e avaliar os planos oferecidos.

    Como comentamos no tópico anterior, muitas dessas empresas trabalham simultaneamente com a hospedagem e o registro. Sendo assim, você pode resolver esses dois pontos com uma única empresa.

    4. Escolha um bom construtor de sites

    No início, mencionamos que é muito fácil criar o seu site. Isso acontece porque atualmente há uma série de construtores de páginas online que são práticos, fáceis e muito intuitivos. Desse modo, não é preciso ter um conhecimento profundo sobre o assunto.

    Um CMS (Content Management System) é um sistema que você vai precisar para gerenciar todo o conteúdo do seu site. Além disso, ele permite que você analise os resultados e o comportamento do seu público e isso é fundamental para a tomada de decisão.

    Existem CMSs gratuitos e pagos, cada um com suas particularidades e suas funcionalidades. Analise várias opções e escolha aquela que mais atende ao que você procura. Os dois mais utilizados por sua usabilidade e ferramentas que oferecem são o WordPress.org e o Joomla!, mas a empresa de hospedagem pode indicar outros para você.

    5. Liste as seções do site

    Organizar seu site em seções melhora a experiência do usuário. As categorias mais comuns são:

    • página inicial — com uma imagem impactante, um carrossel de imagens direcionando para os principais conteúdos de outras seções ou para produtos da loja virtual;
    • quem somos — contando sua história, apresentando sua marca e outros detalhes relevantes sobre a empresa;
    • produtos ou serviços — parte onde a pessoa pode obter mais informações ou comprar os produtos ou serviços que você oferece;
    • clientes — com informações sobre os clientes conhecidos ou com os melhores feedbacks de consumidores;
    • contato — com informações sobre como entrar em contato com sua empresa, como aplicativos de mensagens, telefone, endereço, mídias sociais, e-mail ou mesmo um formulário.

    6. Priorize a rapidez do site

    Um dos principais motivos que fazem um usuário sair rapidamente do site sem realizar nenhuma compra é a demora para carregar a página. De acordo com uma pesquisa feita pela Kissmetrics, cerca de 40% dos visitantes abandonam o site que demora mais que três segundos para carregar.

    Além disso, a cada um segundo a mais na demora do carregamento, há uma redução de 7% nas conversões. Para tornar o carregamento mais rápido, anote as seguintes dicas:

    • mantenha o conteúdo estático em cache;
    • reduza o excesso de mídia, como vídeos;
    • otimize a página para os navegadores;
    • desabilite os plug-ins desnecessários;
    • mantenha o código-fonte limpo.

    7. Torne o site responsivo

    Um site responsivo é aquele que se adapta ao tamanho da tela onde é exibido. Como 98% da população brasileira utiliza a internet pelo celular, é necessário que seu site seja carregado e funcione perfeitamente tanto em celulares, como em tablets e em computadores.

    Para garantir isso, enquanto cria seu site, faça testes em diversos dispositivos para verificar se é possível navegar por todas as seções normalmente e sem dificuldades.

    Viu como a criação de site para sua empresa não é algo complicado? Agora que você já sabe como fazer, não perca tempo! Lembre-se de que uma empresa que não está no mundo digital dificilmente será encontrada pelo público.

    Quer aumentar ainda mais a visibilidade da sua marca? Então, baixe nosso e-book sobre planejamento de marketing e domine o assunto!

  • 8 práticas de inteligência competitiva para aplicar no seu negócio

    8 práticas de inteligência competitiva para aplicar no seu negócio

    Estudar o mercado em busca de informações valiosas para o negócio é o dever de todo empreendedor. Contudo, como fazer isso de forma estruturada, colhendo conhecimento que se transforme em objetos de valor para os clientes?

    Nesse caso, é de inteligência competitiva que você precisa. Ela é aplicada de maneira holística, envolvendo tanto as boas práticas de gestão como a utilização de tecnologias de ponta. Explicaremos melhor o conceito e mostraremos as principais técnicas para aplicar no seu negócio. Acompanhe conosco!

    O que é inteligência competitiva?

    Trata-se de uma ferramenta estratégica, com o objetivo de capturar, analisar e processar dados. Com essas informações em mãos, a empresa consegue compreender tendências, estudar o comportamento da concorrência e elaborar suas próprias soluções.

    Ela tem a ver com a antecipação: por meio de um estudo aprofundado, será possível desenvolver soluções inéditas ou até mesmo aprimorar produtos que precisem de um empurrão para atingir todo o potencial.

    Business Intelligence

    Os dois nomes são parecidos, então, é uma boa ideia diferenciá-los. O Business Intelligence é um termo abrangente, que envolve a mineração de dados digitais, a análise corporativa e as ferramentas virtuais para a extração de informações.

    O BI utiliza tecnologias para evitar falhas do negócio, enquanto a inteligência competitiva melhora a percepção dos clientes sobre a marca, com a adoção de práticas inovadoras e focadas na experiência do consumidor.

    Além disso, como veremos em seguida, o Business Intelligence é um termo totalmente ligado ao uso de tecnologias, enquanto a inteligência competitiva pode ser estimulada com práticas manuais e reforçada por soluções digitais.

    Benchmarking

    O benchmarking também costuma ser confundido com a inteligência competitiva, uma vez que envolve o estudo dos concorrentes. Enquanto o primeiro tem a ver com a absorção de características positivas de competidores, a segunda, utiliza os dados coletados para obter um panorama do ramo de atuação e explorar lacunas de mercado.

    Quais são as principais práticas de Inteligência Competitiva?

    É importante entender que a inteligência competitiva envolve tanto boas práticas de gestão quanto a utilização de tecnologias que facilitem a análise, como o Big Data. Nesse sentido, apresentaremos iniciativas que combinem as duas técnicas.

    1. Defina os objetivos

    Em primeiro lugar, você precisa definir o que realmente quer melhorar no negócio. Caso você ainda não tenha um objetivo bem definido, uma boa ideia é utilizar o método SMART:

    • S, de specific, ou específico;
    • M, de measurable; mensurável;
    • A, de achievable, atingível;
    • R, de realistic, realista;
    • T, de timely, possível de ser realizado em um prazo adequado.

    Preencha todos os campos, com a ajuda da sua equipe, e você terá uma boa ideia do que pode ser feito para aumentar a competitividade do negócio.

    2. Crie planos de ação

    Cada meta discutida exigirá diferentes recursos de inteligência competitiva para contemplar tudo o que foi citado no método SMART. Assim, obter insights é apenas o primeiro passo: é preciso criar planos de ação e delegá-los para as equipes.

    Cada um desses planos deve conter informações suficientes para alimentar os próximos passos. Por isso, vocês devem produzir relatórios, gráficos e pontos de convergência entre as estratégias internas e os métodos dos concorrentes, entre outras atividades.

    3. Colete informações

    Você pode estar se perguntando: como reunir informações sobre os concorrentes? Afinal, elas não as entregarão para que seus rivais façam bom proveito, não é mesmo? Felizmente, é possível descobrir muita coisa pela internet — e de forma totalmente legal.

    Para isso, será preciso analisar os materiais de marketing que eles preparam para seus clientes e parceiros, por exemplo, uma vez que muitas empresas disponibilizam os conteúdos para qualquer um que entre em contato com um e-mail.

    Do mesmo modo, comprar produtos similares ao do seu portfólio para realizar comparações diretas é uma boa ideia. Acesse os canais de comunicação dos competidores, analise suas estratégias de divulgação, os produtos que eles enfatizam e o tom do contato.

    Também é possível visitar pontos de venda para conversar com vendedores e consumidores. Por fim, outro meio interessante é inscrever-se no site para receber notificações e publicações recorrentes.

    4. Identifique as oportunidades e as ameaças

    Esse acompanhamento do ambiente externo também permite que a empresa faça o controle das movimentações e das ações dos concorrentes e também de outros fatores do mercado que influenciam os seus negócios.

    Uma outra técnica bem interessante é a análise SWOT, ou matriz FOFA. Ela é bem intuitiva, uma vez que basta preencher cada campo para ter uma visão holística do negócio:

    • F, de forças;
    • O, de oportunidades;
    • F, de fraquezas;
    • A, de ameaças.

    As forças e as fraquezas se referem ao ambiente interno da empresa, enquanto os outros dois quesitos se relacionam com os fatores externos. Por meio desse estudo, os gestores conseguem identificar, se antecipar ou até mesmo eliminar ameaças, assim como aproveitar oportunidades reveladas pelas etapas anteriores.

    5. Analise as informações

    Agora, chegou o momento de “traduzir” tudo o que foi coletado e compreender o que os dados estão dizendo. Isso pode ser feito por meio de uma solução digital de análise de dados, como uma ferramenta de Big Data ou um software de gestão integrada, mas também pode ser realizado de maneira manual.

    Caso você e a sua equipe tenham reunido um bom material sobre os concorrentes, será possível cruzar informações por meio da análise minuciosa, para estabelecer padrões, tendências e identificar lacunas. A tecnologia faz isso por meio do estudo de dados brutos, colhidos na internet.

    6. Aposte em inovação

    Praticar a inteligência competitiva tem tudo a ver com a capacidade de inovar. Empresas que estudam o mercado e atendem as necessidades que ainda não foram exploradas serão notadas pelos clientes.

    7. Dissemine a inteligência competitiva

    Tudo o que foi estudado e se transformou em conhecimento útil deve ser disseminado pela empresa. Afinal, desse modo será possível adotar um mindset de inovação e de atenção às necessidades não atendidas do consumidor.

    Essa disseminação pode ser feita por meio de relatórios analíticos mais complexos, mas também por estudos de casos, comunicados e alertas. O importante é mostrar como todo o trabalho gerou a possibilidade de inovar e tornar a empresa uma referência de mercado.

    8. Fidelize os clientes

    Como já dizia o autor e empreendedor Philip Kotler, em sua obra “Fundamentos de Marketing”: sai bem mais caro conquistar novos consumidores do que trabalhar para manter aqueles que a empresa já possui em sua carteira.

    Não se trata apenas de custos: quando o serviço prestado ao consumidor é de alto nível e o relacionamento mútuo é respeitoso, a empresa está utilizando todas aquelas informações coletadas para praticar efetivamente a inteligência competitiva.

    Além disso, manter os clientes fiéis e satisfeitos é uma maneira de conquistar promotores da marca e defensores espontâneos, que ajudam a atrair novos clientes por meio do marketing boca a boca e das avaliações públicas de produtos.

    Afinal, de que adianta estudar exaustivamente o mercado e não entregar soluções relevantes com base nesse estudo? Como pudemos ver no artigo, a inteligência competitiva afeta diretamente a percepção dos consumidores, valoriza a empresa e ainda a prepara para explorar as novas tendências.

    E aí, curtiu o artigo e quer saber como o Sebrae pode ajudá-lo em seus objetivos? Então, aproveite para entrar em contato conosco!

  • 7 principais estilos de liderança e suas particularidades

    7 principais estilos de liderança e suas particularidades

    Em 1939, após estudarem minuciosamente o mercado, os psicólogos Ralph White e Ronald Lippitt identificaram três tipos de liderança nas empresas: autocrática, democrática e liberal. De lá para cá, muita coisa aconteceu, de modo que os conceitos se expandiram.

    Assim, os três modelos se tornaram sete ou até mais, dependendo da classificação de cada autor. Neste post, falaremos dos estilos de liderança iniciais e das suas principais ramificações, assim como as limitações e as vantagens de cada um deles. Boa leitura!

    1. Autoritária

    O autoritário é aquele que determina o que deve ser feito — e sem meias palavras. Ele sempre espera que os colaboradores o obedeçam sem pestanejar ou levantar objeções. Esse estilo de liderança pode gerar alta produtividade dos funcionários (por medo da exposição), mas também frustração.

    Isso porque uma personalidade forte e dominadora terá dificuldade de se relacionar com determinados membros da equipe, o que pode prejudicar a retenção de talentos. Essa característica também pode se chocar com tendências do mercado de trabalho atual, como profissionais que priorizam o trabalho com propósito.

    Nesse cenário, mais e mais pessoas estão buscando trabalhar em empresas que sejam menos tóxicas. O líder autoritário pode ser efetivo em empresas nas quais a ordem e a hierarquia são as características mais valorizadas, mas exageros no comportamento levarão à perda de profissionais de alto nível.

    2. Democrática

    Líderes democráticos são aquelas pessoas que prezam pelo equilíbrio e pela justiça, que ganham a simpatia das equipes pela capacidade de escutá-los e levar as suas sugestões em consideração. Algumas das suas características são:

    • capacidade de recompensar bons trabalhos;
    • fazer duras críticas caso o resultado não seja o esperado;
    • delegar tarefas de acordo com as habilidades da equipe;
    • bom trato pessoal.

    Justamente pela personalidade mais afável, principalmente quanto pensamos em líderes autoritários, pode ser afrontado por pessoas que se sintam prejudicadas e que queiram se reunir em grupos para derrubá-lo do cargo.

    No entanto, uma postura justa e democrática ainda é a mais recomendada para a maioria dos cargos de chefia. Afinal, esses profissionais são capazes de escutar os problemas, propor soluções, delegar tarefas de acordo com as habilidades dos trabalhadores e reter colaboradores talentosos, cujas habilidades serão reconhecidas.

    3. Liberal

    Líderes liberais são aqueles que estimulam a autonomia e a livre expressão de ideias. Empresas que contam com horários de trabalho flexíveis e uma aceitação maior do trabalho remoto são, normalmente, chefiadas por gestores com essa característica.

    Contudo, um líder liberal só terá sucesso se reunir ótimos profissionais ao seu redor. Afinal, sem uma equipe que realmente dê conta do recado, estimular a autonomia e a flexibilidade podem ser decisões que atrasem o crescimento da companhia.

    Líderes autoritários obrigam os colaboradores a cumprir metas rígidas. Já liberais apostam em um ambiente com menos pressão, em que cada um se sinta confortável para produzir à sua maneira. Nesse sentido, os projetos de longo prazo são os melhores para profissionais mais liberais.

    Isso porque projetos longos demandam tempo e calma para que tudo dê certo. Assim, líderes liberais são ótimas escolhas para organizações mais criativas, que precisem da discussão de ideias e dos insights para prosperar.

    4. Motivadora

    Líderes motivadores gostam de apostar todas as suas fichas em um clima organizacional positivo. Desse modo, eles conseguem adaptar as atividades para métodos nos quais os colaboradores se sintam mais estimulados.

    O grande trunfo de líderes motivadores é a capacidade de gerir as questões emocionais dentro do trabalho, ao solucionar problemas de relacionamento que estejam emperrando os projetos. É aquela pessoa que todos gostam de ter por perto.

    Embora bastante valorizados, os motivadores perdem o foco no trabalho caso se concentrem exclusivamente nas vidas pessoais dos colegas. Por isso, é preciso um equilíbrio entre a preocupação com o emocional e com o cumprimento das metas.

    5. Situacional

    Os líderes situacionais são aqueles que conseguem reagir de acordo com o que cada contexto requer. Nesse sentido, suas principais características são:

    • maleabilidade, uma vez que conseguem lidar com equipes indisciplinadas;
    • eliminar os conflitos de egos;
    • mesmo para recompensar times que estejam entregando ótimos resultados.

    Esses profissionais podem ser autoritários quando necessário ou mais liberais quando o comportamento da equipe ajuda. Eles são de grande valia, por exemplo, para empresas que incentivam o intercâmbio de funcionários, uma vez que se adaptarão a diferentes cenários com facilidade.

    Do mesmo modo, contam com habilidades interessantes para empresas que precisam de um rebranding, uma vez que conseguirão transitar com desenvoltura entre os diferentes setores.

    6. Paternalista

    Líderes “paizões” ou “mãezonas” são aqueles que transcendem a relação chefe/colaboradores. Nesse profissional, sobra empatia, mas é preciso tomar cuidado para que essa liderança não se torne uma postura muito permissiva.

    Nesse cenário, funcionários que pouco produzem se sentirão estimulados a continuar entregando resultados medíocres. Líderes com essa característica devem encontrar um equilíbrio entre profissionalismo e a tolerância.

    Por outro lado, não é raro encontrar líderes que sejam simultaneamente paternalistas e autoritários, como uma figura paterna à moda antiga. Novamente, a personalidade forte deve ser equilibrada com a justiça e a capacidade de recompensar bons trabalhos.

    7. Técnica

    O líder técnico é aquele que tem poucos rivais quando o assunto é conhecimento. Estudioso, é um exemplo natural de crescimento de carreira e de desenvolvimento para os seus comandados. A equipe confia nas suas capacidades e o segue naturalmente.

    Contudo, esse líder tem que se certificar de que o seu alto nível de conhecimento seja acompanhado de uma boa dose de empatia. Não adianta muito ter muita capacitação e não ser bom no trato pessoal. Outros pontos fracos que podem surgir nesse líder são:

    • certa dificuldade em aceitar inovações (“time que está ganhando não se mexe);
    • dificuldade para aceitar opiniões de profissionais com menos bagagem de conhecimento;
    • quando o seu foco está apenas na técnica, pode ter dificuldade em se comunicar com cortesia ou transmitir instruções com clareza.

    E aí, em qual desses estilos de liderança você e os seus colegas em posição de chefia se encaixam? Embora sejam delimitados, é possível encontrar pessoas que reúnam características de dois ou mais modelos. Toda empresa poderia se beneficiar com “Técnicos situacionais” ou “Democráticos motivadores”, não é mesmo?

    Para complementar a sua leitura, confira o nosso e-book sobre liderança multigeracional!

  • Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Criar e cuidar de uma loja é bom, mas receber a recompensa pelos serviços prestados é melhor ainda. As empresas que diversificam seus meios de pagamento oferecem mais opções e uma jornada de compra mais satisfatória para os clientes adquirirem aqueles produtos tão desejados.

    Assim, empresas que apostam em diversos meios de pagamento têm maiores chances de vender. Neste post, apresentaremos as formas preferidas dos brasileiros, aquelas que mais têm crescido e as modalidades que você não pode desprezar. Boa leitura!

    Dinheiro

    Enquanto existir uma loja física, lá estará alguém comprando algo com dinheiro em espécie. Do mesmo modo, negócios virtuais oferecem pagamento em boleto — que são quitados com dinheiro em espécie, como ainda ocorre nas casas lotéricas do país.

    Segundo uma matéria recente, o Brasil ainda tem R$ 339 bilhões de dinheiro em espécie circulando. Esse meio teve uma queda, iniciada em 2021, mas os números mostram que muita gente ainda carrega as suas cédulas e moedas.

    Basta lembrar, também, que uma cédula de R$ 200 foi lançada há pouco tempo, em 2020. Os saques são feitos com menos frequência que as transferências Pix, mas ainda respondem por mais de 3% do dinheiro movimentado no Brasil atualmente. Portanto, empreendedores ainda devem incluir esse meio de pagamento em suas estratégias.

    Boleto bancário

    Falamos um pouquinho dele, mas o boleto bancário ainda é uma das opções mais práticas. Além disso, a versatilidade também agrada aos usuários: é possível ler o código de barras com o aplicativo do banco, copiá-lo manualmente ou até mesmo realizar o pagamento direto nas casas lotéricas ou agências bancárias.

    Um boleto bancário não costuma liberar o pagamento no mesmo dia em que o cliente quita o valor, mas ainda é uma opção útil, uma vez que a leitura é feita em 24 horas (em dias úteis). Contudo, ele pode ser um pouco burocrático quando falamos da emissão por parte das empresas.

    Para realizar a emissão, normalmente, as agências bancárias cobram uma pequena taxa. Além disso, é preciso alinhar a estratégia de emissão e acompanhamento com o banco, tornando o processo um pouco demorado para quem ainda não oferece essa opção.

    Cartão de crédito e débito

    Não ofereça apenas uma, mas ambas as opções. Esses cartões fazem parte da rotina das pessoas, sendo até difícil não encontrar alguém que não tenha ao menos um desses meios de pagamento. Além disso, o crédito é uma maneira que as pessoas encontram para adquirir produtos desejados, mas de maneira parcelada.

    Já o débito costuma ser muito utilizado no pagamento de produtos no ato de entrega. Se a sua loja conta com entregadores ou com um serviço terceirizado de transporte de mercadorias, ter uma máquina que lê os cartões facilitará muito a cobrança.

    Além disso, mecanismos como o Google oferecem a opção de salvar os dados dos clientes, como os números dos cartões de crédito. Assim, elas conseguem realizar compras com pouquíssimos cliques e em qualquer lugar que estejam.

    QR Code

    O QR Code está presente em meios como o Pix e a carteira digital. Trata-se de um código bidimensional que é escaneado por um dispositivo móvel e encaminha o usuário para um link ou para um sistema de pagamentos.

    Basta o usuário apontar a câmera do smartphone, com o app de uma instituição financeira, para realizar o pagamento de maneira instantânea. O mais interessante é que praticamente todos os celulares presentes no mercado contam com câmeras capazes de interpretar um QR Code.

    Pix

    Por ter se popularizado em pouquíssimo tempo, algumas pessoas podem nem se lembrar que esse meio de pagamento só foi inaugurado no fim de 2020, pelo Banco Central. Pela sua praticidade, o Pix cumpre a promessa de ser uma maneira instantânea de realizar transações financeiras.

    Além disso, essa modalidade também funciona aos fins de semana, o que agrada muito aos clientes que mal podem esperar para a segunda-feira chegar para comprar aquele produto sonhado. Também existe a opção corporativa, o Pix para empresas, que é cada vez mais adotado por companhias que querem facilitar o cumprimento das contas a pagar e a receber.

    No Pix, a transação ocorre em alguns segundos e ambas as partes só precisam ter uma conta em um banco licenciado para ter acesso às operações. Além disso, a transferência é realizada pelo app da instituição ou por meio de um QR Code.

    Então, a resposta é sim: você definitivamente deve incluir o Pix entre as opções de pagamento do seu negócio. Contudo, lojas virtuais que dispensem seus trabalhadores nos fins de semana devem informar aos clientes que as remessas só serão feitas em dias úteis.

    Débito automático

    Nesse modelo, a conta é programada para ser cobrada em um determinado dia do mês, escolhido pelo cliente. Assim, o valor é debitado do saldo disponível. É uma ótima opção para pagamentos recorrentes, como as mensalidades de serviços.

    Com ele, os usuários garantem que as contas serão pagas em dia, sem se preocupar com diversas formas de vencimento ao longo do mês. Outro ponto positivo é que não será preciso pagar multa ou juros por atraso, uma vez que a ação é automática.

    Carteira digital

    Essas carteiras são versões digitais das contas e cartões que já temos. O objetivo é torná-las facilmente acessíveis via computadores, smartphones ou quaisquer dispositivos inteligentes. Com uma dessas, você não precisará carregar a popular carteira física.

    As carreiras digitais mais populares são Google Play e Apple Play. Além delas, podemos citar outras que também tem um público cativo:

    • PayPal;
    • PagBank;
    • Picpay;
    • Ame Digital;
    • Mercado Pago.

    Quando você compra um produto no Mercado Livre, por exemplo, você tem a opção de pagar pelo dinheiro que depositou em uma conta no Mercado Pago. Também é possível colocar dinheiro em lojas de games, como a PSN, e depois escolher os jogos que você quer.

    Pela quantidade de grandes empresas envolvidas, que garantem a segurança das informações e do dinheiro dos usuários, esse método não pode ficar de fora da sua estratégia.

    Agora que você conhece os principais meios de pagamento utilizados no país, já tem as informações necessárias para não perder nenhuma venda. Diversificar as formas pelo qual o cliente pode levar um produto também valoriza a sua empresa, uma vez que essa preocupação mostra que o seu negócio é sério e não mede esforços para atender às pessoas.

    E aí, gostou do texto e quer conferir nossos próximos artigos em primeira mão? Então, não deixe de curtir a nossa página no Facebook.

  • 7 razões para pensar na diversidade e inclusão nas empresas

    7 razões para pensar na diversidade e inclusão nas empresas

    Você já deve ter ouvido falar do programa de trainee do Magazine Luiza para pessoas negras ou de outras grandes companhias que oferecem vagas exclusivas para pessoas LGBTQIA+. E o que a sua empresa tem feito para fomentar a diversidade?

    No mercado atual, essas iniciativas têm se tornado cada vez mais valorizadas. A diversidade e a inclusão nas empresas não é benéfica apenas para a reputação do negócio, mas também para a sua lucratividade.

    Com múltiplas opções online para comprar um produto, os consumidores priorizarão aquelas organizações que têm mais a ver com eles. Pensando nisso, preparamos um post especial para quem quer saber as principais dicas para tornar a sua empresa mais inclusiva e diversificada. Boa leitura!

    Por que promover diversidade e inclusão nas empresas?

    Primeiro, mostraremos as principais vantagens para reforçar esses valores em seu negócio.

    1. Mais satisfação para os colaboradores

    A liberdade de expressão de uma empresa que investe na diversidade contribui para a criatividade das suas equipes. Afinal, ao serem bem acolhidos pela organização, os funcionários podem se focar no trabalho, evitando distração por desconforto no ambiente organizacional.

    Além disso, as vivências compartilhadas de diferentes pessoas fazem com que as reuniões de brainstorming se tornem ainda mais interessantes. Quanto mais diversa, maior será a autenticidade das ideias apresentadas naquele ambiente.

    Com uma equipe diversa e criativa, será mais fácil desenvolver produtos e serviços inovadores. Desse modo, aquele ambiente de trabalho se torna satisfatório para os funcionários e também para os clientes, que desfrutarão do resultado dessa colaboração.

    2. Retenção de talentos

    O sucesso de uma empresa depende dos talentos que ela tem em seus quadros. Para isso, nada melhor que propiciar uma jornada de trabalho colaborativa, inclusiva e amistosa para todos, não é verdade?

    Trabalhadores talentosos, que são abordados por outras companhias, têm menos chance de escolher um ambiente tóxico para ficarem por um bom tempo. É preciso notar que esses funcionários ainda inspiram outras pessoas a darem o melhor de si: portanto, retê-los é um investimento direto na saúde financeira do negócio.

    3. Melhora do clima organizacional

    Investir na diversidade ajuda a construir uma cultura de inclusão e respeito ao próximo. Isso melhora sensivelmente o clima organizacional na empresa, já que a tolerância se torna um valor enraizado dentro dos seus valores.

    Quando os colaboradores se sentem respeitados, representados e ouvidos, será bem mais fácil para eles “vestir a camisa”. Não é raro, inclusive, ver perfis no LinkedIn exaltando as suas companhias, mesmo em relação àqueles que não estejam em cargos de chefia.

    4. Maior lucratividade

    Empresas que não têm a diversidade como um dos seus valores principais não sobreviverão: é o que afirma uma pesquisa da McKinsey, uma consultoria norte-americana que ajuda empresas do mundo todo a crescer e a abraçar as tendências positivas.

    O estudo apontou que as companhias que contam com uma maior pluralidade em sua equipe alcançam resultados até 21% maiores que aquelas que não ligam muito para o conceito. Desse modo, a preocupação com a diversidade não é apenas um valor humanitário, mas uma questão de sobrevivência da organização dentro do mercado.

    5. Melhora da imagem do negócio

    A empresa que mostra que está aberta a colaboradores com perfis diferentes está em sintonia com o mundo atual — e atrai consumidores que compartilham das mesmas características. Além de ter um bom clima organizacional, ela também melhora a sua reputação.

    Hoje, é comum para as empresas vender na internet. Mesmo aqueles estabelecimentos que ainda mantêm apenas lojas físicas já apostam em algum tipo de presença online. Isso faz com que todas as companhias sejam, de algum modo, encontradas pelos consumidores.

    Da mesma forma, essa presença digital facilita que as pessoas possam investigar as organizações antes de comprar um produto. Por isso, apostar na diversidade e inclusão é uma maneira de atrair consumidores em potencial que também compartilham desses valores.

    6. Redução do turnover

    O turnover é a taxa de rotatividade dos funcionários dentro de uma empresa, ela mede o número de colaboradores que saem de uma companhia durante um período de tempo. Quando o seu negócio não promove um ambiente saudável, a tendência é que muitas pessoas o deixem — inclusive os grandes talentos.

    Quando muitos colaboradores abandonam a empresa, ela precisa treinar novos funcionários. Desse modo, é como se ela tivesse que reiniciar suas atividades do zero várias vezes durante a trajetória. Isso faz com que a produtividade oscile.

    Além disso, uma empresa com um turnover alto não têm uma identidade bem-definida, já que seus funcionários estão mudando o tempo todo. Diante desse cenário, ela acaba sendo mal vista por profissionais talentosos que estejam em busca de um novo emprego.

    7. Diminuição de conflitos

    Quando a empresa deixa claro para os seus times que a inclusão é um valor inegociável, os conflitos diminuem. Afinal, essa missão já orienta as novas contratações e a permanência de funcionários dentro do negócio.

    Assim, há uma diversidade de experiências, de pontos de vista, de vivências e de habilidades que ampliam as possibilidades de cada equipe, favorece a convivência — e, de acordo com o a pesquisa da McKinsey que mencionamos, ainda melhora os resultados globais.

    Quem são as pessoas que merecem a atenção da empresa?

    Falamos muito dos benefícios da diversidade, mas como implementar esse conceito e quais pessoas devem ser observadas com mais carinho? Estamos falando das mulheres, das pessoas negras, LGBTQIA+ e também daquelas com algum tipo de deficiência.

    Além disso, é possível encontrar pessoas que se encaixam em mais de uma dessas características. Portanto, além de integrar cada grupo mencionado, é preciso tratar as iniciativas de forma conjunta. É necessário desenhar estratégias e objetivos para contemplar aqueles que não costumam ter tanto espaço no mercado de trabalho.

    A empresa pode dedicar uma vaga a uma PCD (pessoa com deficiência) e integrá-la a um time já existente, por exemplo. Desse modo, todos aprendem juntos, a empresa diversifica suas equipes e mostra, para seus clientes, que ela não só prega esses valores, mas os exerce de fato.

    Como pudemos ver no artigo, a diversidade e inclusão nas empresas devem ser uma preocupação para todo negócio que deseja sobreviver. Não se trata apenas de um valor humanitário, mas uma característica que os consumidores têm buscado. Além disso, líderes que apostam nesses valores garantem um pacote invejável: criatividade, inovação e produtividade.

    Gostou do artigo e quer conferir mais conteúdo sobre o tema? Então, acesse nossos e-books e inove com o poder da diversidade!