Autor: Gustavo Accioly

  • Exportação direta e indireta: qual a ideal para seu negócio?

    Exportação direta e indireta: qual a ideal para seu negócio?

    Você sabia que a exportação direta ou indireta pode ser um divisor de águas na estratégia de internacionalização do seu negócio? Escolher o modelo certo é como encontrar a rota perfeita para expandir seus horizontes, mas, ao contrário do que muitos imaginam, não é complicado! Tudo se resume a entender as diferenças entre essas duas modalidades e como cada uma impacta o seu negócio.

    A exportação direta coloca você no comando, lidando diretamente com os clientes no exterior. Já a indireta permite delegar a um intermediário, simplificando a operação, só que com menos controle sobre as vendas. Cada modelo tem seus pontos fortes e limitações, e a escolha depende das suas metas e estrutura.

    Fique por aqui e descubra qual modelo se encaixa melhor no seu planejamento. Confira tudo em detalhes no post!

    O que é exportação direta?

    A exportação direta acontece quando a própria empresa negocia e vende seus produtos ou serviços para compradores em outros países, sem intermediários. Isso significa que você é responsável por tudo, desde a prospecção de clientes até a entrega no destino.

    Por exemplo, imagine uma fábrica de móveis que decide vender suas cadeiras e mesas para um lojista na França. Nesse caso, a própria fábrica cuida do contato com o cliente, prepara a documentação necessária e organiza o transporte internacional.

    Esse modelo permite maior controle sobre os lucros e as negociações, porém, exige conhecimento em logística, regulamentações alfandegárias e estratégias de marketing internacional.

    O que é exportação indireta?

    Já a exportação indireta é quando uma empresa utiliza intermediários para levar seus produtos ao mercado internacional. Nesse modelo, quem cuida das vendas externas é outra organização, como uma trading company ou um distribuidor.

    Vamos a um exemplo para que você entenda melhor:

    Uma fábrica de calçados no Brasil decide expandir para outros países, mas não tem equipe ou estrutura para lidar diretamente com os processos de exportação. Ela fecha parceria com uma empresa especializada, que compra os calçados e os revende no exterior.

    Assim, a fábrica foca na produção, enquanto o intermediário gerencia a logística e a comercialização. É uma ótima solução para quem busca alcançar novos mercados sem complicações com burocracias e negociações internacionais.

    Quais as diferenças entre exportação direta e indireta?

    Escolher entre exportação direta e indireta é uma decisão estratégica que pode impactar o sucesso das vendas internacionais. Nos próximos tópicos, você verá as principais diferenças e como cada opção pode se alinhar às necessidades do seu negócio.

    Relacionamento com o cliente final

    O contato direto com o cliente é uma das principais distinções entre os dois modelos. Na exportação direta, a empresa se comunica pessoalmente com os compradores, entendendo melhor as suas demandas e construindo relacionamentos sólidos.

    Já na exportação indireta, o intermediário assume essa função, o que pode limitar o conhecimento sobre as necessidades do mercado. Sendo assim, enquanto o modelo direto facilita um vínculo mais próximo, o indireto oferece praticidade, mas pode distanciar a empresa das preferências do público final.

    Responsabilidades legais

    Quando se trata de responsabilidades legais, a exportação direta coloca a empresa na linha de frente. Ela é responsável por todos os aspectos legais da operação, como contratos, regulamentações e impostos internacionais.

    Por sua vez, na exportação indireta, o intermediário assume grande parte dessas obrigações, reduzindo a carga de responsabilidade da empresa exportadora. No entanto, isso não significa que a empresa está isenta de cuidados, pois sempre há aspectos legais a serem monitorados, principalmente no que diz respeito à qualidade e à conformidade dos produtos.

    Escalabilidade

    A capacidade de crescer e atender a novos mercados varia bastante entre os dois modelos. Na exportação direta, o crescimento depende de investimentos maiores em equipe, logística e conhecimento sobre o mercado internacional.

    Por outro lado, a exportação indireta oferece uma escalabilidade mais prática, pois o intermediário já tem estrutura e contatos estabelecidos. Apesar disso, o modelo indireto pode limitar o controle da empresa sobre a expansão, enquanto o direto garante autonomia total para ajustar estratégias conforme a demanda.

    Controle do processo logístico

    O nível de controle sobre a logística é outro ponto que diferencia os dois modelos. Na exportação direta, a empresa administra todo o processo, desde o transporte até o armazenamento, o que permite ajustes detalhados para atender os prazos e padrões desejados.

    Na exportação indireta, a logística é gerenciada pelo intermediário, simplificando as operações para a empresa exportadora, mas reduzindo sua influência sobre etapas importantes, como a escolha de transportadoras e a solução de imprevistos no envio.

    Custos operacionais

    Na exportação direta, a empresa precisa arcar com despesas maiores, incluindo transporte, taxas alfandegárias e equipes especializadas para gerenciar as operações. Por outro lado, na exportação indireta, esses custos são, em grande parte, transferidos para o intermediário, o que reduz o investimento inicial da empresa exportadora.

    No entanto, é importante lembrar que, nesse caso, o lucro por unidade pode ser menor, já que o intermediário também precisa obter sua margem de ganho.

    Quais os prós e contras?

    Escolher entre exportação direta e indireta vai além de conhecer as diferenças: é preciso entender os benefícios e os desafios que cada modelo traz para o negócio. A exportação direta oferece maior autonomia, controle total sobre as operações e a possibilidade de construir relacionamentos diretos com os clientes internacionais. Porém, exige investimentos mais altos e maior expertise para lidar com regulamentações, logística e negociações.

    Na exportação indireta, o processo se torna mais simples, já que um intermediário assume as responsabilidades operacionais. Isso reduz os custos iniciais e facilita a entrada em novos mercados. Por outro lado, a empresa perde parte do controle sobre as vendas e os lucros podem ser menores devido às margens destinadas ao intermediário.

    Expandir para o mercado internacional requer estratégia, planejamento e a escolha certa entre exportação direta e indireta. Cada modelo carrega oportunidades únicas, mas só você pode definir o que faz sentido para o seu negócio, considerando suas metas e capacidades. Avaliar o impacto dessas escolhas no crescimento da sua empresa é o principal ponto para avançar com segurança e obter sucesso.

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  • Atendimento no restaurante: 5 dicas para atrair clientes fiéis

    Atendimento no restaurante: 5 dicas para atrair clientes fiéis

    O que faz um cliente sair de um estabelecimento gastronômico satisfeito e com vontade de voltar? Mais do que pratos saborosos, o atendimento no restaurante é um dos fatores mais determinantes, capaz de transformar uma refeição comum em um momento especial.

    Quando cada etapa do contato com o cliente é bem planejada, desde a recepção até a agilidade na entrega dos pedidos, as pessoas se sentem acolhidas e valorizadas. Assim, locais que priorizam esses cuidados conseguem aumentar a satisfação dos frequentadores e se destacam no mercado, conquistando a fidelidade de quem passa por lá.

    Quer saber como elevar a experiência do seu público e garantir que eles voltem sempre? Confira dicas para aplicar no seu negócio ainda hoje e alcançar resultados incríveis!

    1. Ofereça um atendimento diferenciado

    Quem entra no seu restaurante quer se sentir especial desde o primeiro contato. Um sorriso genuíno na recepção, atenção aos detalhes e agilidade no serviço tornam a experiência mais agradável e memorável.

    Surpreender vai além do básico: personalize o atendimento com toques únicos, como lembrar o nome de um cliente fiel ou oferecer sugestões alinhadas ao gosto pessoal. Esse cuidado reforça o vínculo com os clientes e aumenta as chances de eles recomendarem seu restaurante para outras pessoas.

    2. Personalize a experiência de cada cliente

    Cada cliente que chega ao seu restaurante carrega expectativas únicas, e proporcionar uma experiência adaptada a essas necessidades mostra cuidado e atenção. Ofereça menus personalizados para restrições alimentares ou crie espaços reservados para momentos especiais.

    Outra ideia é investir em um atendimento que antecipe desejos, como oferecer uma bebida específica para um cliente recorrente. Essa personalização faz os visitantes se sentirem valorizados e cria memórias positivas, fortalecendo a conexão deles com o seu restaurante.

    3. Valorize a gastronomia local

    Pratos que refletem a cultura e os sabores da região conquistam o paladar e o coração dos clientes. Incorporar ingredientes típicos ou receitas tradicionais ao menu traz autenticidade e cria uma ligação especial com quem valoriza o que é local.

    Trabalhar com produtores regionais garante alimentos frescos e fortalece a economia da comunidade. Essa valorização posiciona o seu restaurante como uma referência e proporciona aos clientes uma experiência rica em identidade e significado.

    4. Invista no treinamento da equipe

    Treinamentos regulares auxiliam os colaboradores a alinharem suas ações aos objetivos do negócio, resultando em um atendimento mais organizado e profissional. Abordar temas como comunicação e resolução de problemas otimiza o fluxo de trabalho e reduz falhas.

    Com uma equipe capacitada, a gestão se torna mais fluida. Desse modo, há também uma boa melhora na operação do restaurante e o aumento da confiança dos clientes no serviço oferecido.

    5. Simplifique os métodos de pagamento

    Ofereça diferentes opções, como cartão de crédito, débito, Pix e pagamentos via aplicativos. Evite burocracias e garanta que o processo seja rápido e descomplicado. Também é importante investir em sistemas modernos e seguros, que transmitam confiança ao cliente.

    Com métodos variados e eficientes, seu restaurante pode atender a diferentes preferências, além de reduzir filas e deixar uma boa impressão no final da visita.

    Atrair bons clientes exige mais do que pratos bem preparados; é preciso alinhar estratégia e qualidade em cada detalhe do atendimento no restaurante. Esse cuidado transforma as interações diárias em oportunidades para fortalecer a reputação do seu negócio e fidelizar clientes. Então, investir em melhorias contínuas faz seu restaurante se destacar no mercado e conquistar mais espaço entre os concorrentes.

    Quer aperfeiçoar a gestão do seu estabelecimento? Aproveite o curso gratuito EAD do Sebrae Alagoas sobre gestão de bares e restaurantes e impulsione o desempenho do seu negócio!

  • Calcule o preço de venda dos seus produtos com precisão

    Calcule o preço de venda dos seus produtos com precisão

    Já se pegou pensando se está cobrando o valor certo pelos seus produtos? Essa é uma dúvida muito comum, e entender como calcular o preço de venda é imprescindível para evitar problemas como prejuízo ou perda de clientes. Afinal, preço bem definido garante que você cubra gastos, obtenha lucro e se mantenha competitivo no mercado.

    O cálculo vai além de somar custos. É preciso considerar despesas fixas, variáveis, margem de lucro e até os preços praticados pelos concorrentes. Mas, calma, não é nada complicado quando você segue um passo a passo bem estruturado.

    Continue lendo para descobrir como definir o preço de um jeito bem fácil e acabar de vez com essas incertezas!

    Entenda os custos do seu produto

    Ao contrário do que muitos empreendedores acham, não basta considerar apenas o valor da matéria-prima. É preciso incluir também todas as despesas envolvidas, como mão de obra, embalagens, energia elétrica e até taxas administrativas.

    Esses custos podem ser classificados como fixos (despesas que não mudam, como aluguel) e variáveis (que aumentam conforme a produção, como materiais). Ao mapear todos esses valores, você tem clareza sobre quanto precisa cobrar para cobrir os gastos e começar a pensar no lucro.

    Calcule a margem de lucro desejada

    Definir a margem de lucro é o passo que garante o retorno financeiro do seu negócio. Além de cobrir os custos, essa porcentagem representa o ganho real que você terá sobre cada venda. É importante ser estratégico: uma margem muito alta pode afastar clientes, enquanto uma muito baixa pode comprometer a sustentabilidade do negócio.

    E se você trabalha com kits de produtos, a margem de lucro precisa ser calculada considerando o volume e os descontos aplicados. Assim, você mantém os preços atrativos, sem renunciar a um bom faturamento.

    Pesquise os preços da concorrência

    Saber como seus concorrentes estão precificando produtos semelhantes é indispensável para ajustar sua estratégia de mercado, pois ajuda você a entender se seus preços estão competitivos e como pode posicionar seu produto de maneira mais atrativa.

    Fique atento(a) especialmente em períodos como datas comemorativas, quando a concorrência costuma oferecer promoções ou preços ajustados para aproveitar o aumento da demanda. Essa análise não significa que você deva cobrar o mesmo valor, mas fornece um panorama para equilibrar seus preços, agregando valor ao cliente sem comprometer seus lucros.

    Defina o preço final com estratégia

    Chegou a hora de determinar o valor final do seu produto, e essa etapa exige cuidado para equilibrar custos, lucro e a percepção do cliente. Lembre-se de que um preço bem estruturado ajuda a evitar objeções de vendas, visto que transmite valor e justifica o investimento do consumidor claramente.

    Então, na hora de calcular o preço de venda, considere o mercado, a margem de lucro desejada e os diferenciais do seu produto. Aliás, oferecer benefícios extras, como descontos para pagamento à vista ou condições especiais, pode tornar o valor mais atrativo. Assim, você garante competitividade sem comprometer a rentabilidade.

    Definir o preço certo dos seus produtos é uma etapa estratégica que determina o sucesso do seu negócio. Afinal, essa escolha impacta diretamente nas vendas, na percepção de valor pelos clientes e na sustentabilidade financeira. Agora que você aprendeu como calcular preço de venda, é hora de colocar essas dicas em prática para alcançar resultados melhores e se destacar no mercado.

    Se deseja se aprofundar no tema e aprimorar suas estratégias, aproveite o curso EAD gratuito do Sebrae sobre precificação de produtos. Aprenda a precificar com precisão e impulsione o crescimento do seu negócio!

  • MEI: 7 estratégias para fortalecer seu relacionamento com fornecedores

    MEI: 7 estratégias para fortalecer seu relacionamento com fornecedores

    Empreender envolve ter uma constante proximidade com as pessoas que participam do processo de trabalho e da cadeia de fornecimento. Uma das situações mais relevantes e desafiadoras, nesse contexto, é garantir um bom relacionamento com fornecedores.

    E isso não é à toa, já que a falta de produtos e serviços obtidos a partir da relação com esses parceiros tende a atrasar ou inviabilizar projetos. Normalmente, prazos de entrega, divergências entre o que foi solicitado e recebido ou desacertos quanto aos pagamentos são alguns dos problemas que podem surgir nesse contexto.

    No final, são os consumidores que desistem, e o dinheiro é perdido devido a desalinhamentos dessa natureza, concorda? Isso é ainda mais impactante quando se é um Microempreendedor Individual (MEI), à medida que o limite de faturamento implica menos capital de giro.

    A solução é trabalhar essa relação por meio de boas práticas capazes de assegurar sua durabilidade e qualidade.

    Confira 7 dicas para manter um bom relacionamento com seus fornecedores!

    1. A comunicação deve ser aberta e transparente

    Muitos empreendedores, especialmente os de pequenas empresas — como os mais de 14 milhões de MEIs —, adotam uma postura de proteger as informações do seu negócio. Ainda que isso seja importante para ser competitivo, na hora de negociar compras, é necessário seguir um modelo acertado e indicar as necessidades práticas com clareza.

    Prazos, preços e características são bons exemplos do que deve ser abordado de maneira franca. Em qualquer desses casos, apontar qual a sua limitação ou objetivo permite que o vendedor coloque na mesa as soluções com potencial de serem positivas para todos.

    Na mesma linha, ter um canal de comunicação em que imprevistos e oportunidades possam ser informados é útil. Somente assim é viável evitar mal-entendidos que levam à formação de relacionamentos pouco frutíferos para ambas as partes.

    2. Pagamento em dia é regra

    Todo comprador quer preço justo, qualidade, atendimento especializado e entrega no prazo. Já quem vende sempre se preocupa com o risco de ficar sem receber. Logo, quando se está no papel de cliente, vale lembrar do outro lado.

    Tenha em mente que uma das formas mais rápidas de conquistar a confiança e construir um vínculo positivo no relacionamento com fornecedores é essa. Assim, manter um planejamento financeiro que te permita pagar em dia faz toda a diferença.

    3. Foco em construir uma relação de parceria

    Com o aprofundamento do relacionamento com os fornecedores, a tendência é de que surja uma parceria. Ou seja, ambos os negócios passam a atuar de forma mais sinérgica e focados no mesmo objetivo.

    Para exemplificar, vamos imaginar um salão de beleza: o cabeleireiro quer bons produtos para agradar os clientes e o fabricante deseja se destacar para vender mais. Desse modo, quando o primeiro dá um feedback para essa indústria e gera uma melhoria, os dois empreendimentos estão atuando para o sucesso um do outro.

    Isso pode até parecer simples, mas não é. Na prática, requer uma boa comunicação e sólida confiança. Basta perceber que, sem esses atributos, não seria possível realizar a troca de conhecimentos, ou a informação proveniente dela seria ignorada, não rendendo resultados.

    4. Não há boas negociações sem serem justas

    Manter um relacionamento com fornecedores pautado na parceria demanda uma postura equilibrada. Isto é, cabe construir negociações justas em que nenhum dos envolvidos obtenha vantagens às custas do outro.

    Como MEI, esse objetivo começa por identificar empresas que entendem o valor dos pequenos negócios na formação de uma carteira de clientes e o impacto de empreendimentos cujo volume individual de compras é baixo, mas recorrente. Nesse sentido, trata-se de fazer uma escolha estratégica.

    No processo negocial, é necessário investir em objetividade e profissionalismo, pautando todas as interações pela ética e, muitas vezes, alinhando metas e atuando para que os pontos em comum não saiam de vista.

    5. Flexibilidade faz parte

    Uma negociação em que ambas as empresas envolvidas obtêm bons resultados requer flexibilidade. Por um lado, o comprador deve entender que existem limites na capacidade produtiva e custos que o fornecedor precisa cobrir.

    Por outro, quem quer vender para um MEI precisa ter em mente que se trata de um empreendimento de menor porte, sem ignorar seu potencial de crescer e se enquadrar em uma nova categoria para comprar mais no futuro.

    Para o Microempreendedor Individual, a melhor dica é ouvir sugestões e propostas, procurando avaliar se existe a possibilidade de acomodar essas demandas enquanto deixa evidente quais são os aspectos inegociáveis. 

    Um bom exemplo são os prazos de entrega para suprir a procura do seu público em uma data específica. Nem sempre a quantidade requerida está disponível dentro desse tempo. No entanto, uma quantia inferior pode estar. Caso haja uma forma de compatibilizar a compra nesses termos, é interessante que as duas partes cedam e optem por isso.

    6. Nada de desrespeitar os termos do contrato

    Tende a parecer contraditório falar a respeito do contrato depois de defender a flexibilidade. Entretanto, não são posturas que se invalidam. Vamos explicar!

    A negociação é o momento de ser adaptável, acomodando demandas. Em contraponto, quando os termos estão fechados, supõe-se que ambas as partes concordam e asseguram sua viabilidade.

    Nesse ponto, quaisquer mudanças que não tenham como justificativa casos de força maior e situações fora do controle são inaceitáveis. Atenção! Isso vale tanto para quem compra quanto para quem vende, uma vez que a ideia por trás de fazer uma boa gestão de relacionamento com o fornecedor é criar uma parceria.

    7. Lembre-se de reconhecer um bom trabalho

    Uma boa relação com fornecedores é, antes de tudo, um bom relacionamento interpessoal. Atentando-se a isso, uma das ações mais simples e, ainda assim, muito positiva para a manutenção da parceria é reconhecer o bom trabalho do outro.

    Pense um pouco: essa técnica utilizada na gestão de colaboradores pode seguir a mesma dinâmica quando aplicada àqueles que contribuem com seu negócio sem o vínculo trabalhista. Tal atitude ajuda a reduzir atritos e otimizar a cooperação.

    As 7 dicas de relacionamento com fornecedores que listamos são pensadas para os MEIs como base para tornar esses importantes stakeholders seus aliados e, consequentemente, parceiros em busca de atingir os mesmos objetivos.

    Tantas boas ideias merecem chegar a mais pessoas. Contribua com isso e compartilhe esse conteúdo nas redes sociais! 

  • 6 ideias para montar uma vitrine de verão impecável

    6 ideias para montar uma vitrine de verão impecável

    Uma vitrine de verão é muito mais do que um lugar para exibir produtos. É a primeira impressão que sua loja causa e pode ser decisiva para atrair clientes. Quando bem montada, ela comunica estilo, tendências e o espírito da estação de forma direta. Assim, desperta curiosidade e interesse em quem passa.

    No verão, as pessoas estão mais animadas para consumir, e uma vitrine atrativa tem o poder de transformar olhares em vendas. Mais do que um simples display, ela transmite a essência da sua marca e destaca o que você tem de mais interessante.

    Quer descobrir como criar uma vitrine que realmente chama atenção? Siga a leitura e veja as melhores estratégias para deixar sua loja irresistível.

    1. Inclua elementos da estação

    Quando o verão chega, tudo ganha um toque de leveza, frescor e alegria. Sua vitrine precisa acompanhar esse clima, seja na loja física ou na loja virtual. Para capturar a essência da estação, aposte em cores vibrantes, como amarelo, laranja e azul, que remetem ao sol, ao calor e à praia. Texturas naturais, como palha e madeira, também ajudam a criar um visual acolhedor e convidativo.

    No e-commerce, imagens chamativas cumprem o papel de atrair olhares. Use fundos temáticos, como paisagens tropicais ou elementos relacionados ao verão, e inclua animações leves, que trazem movimento e vida ao site ou ao perfil nas redes sociais. Essa estratégia destaca seus produtos e proporciona uma experiência visual inesquecível.

    Ao criar um cenário que respire verão, você conecta a sua marca com o que o público busca nessa época: energia e descontração.

    2. Foque em cores vibrantes

    As cores têm um poder incrível de despertar emoções e chamar atenção, principalmente no verão. Como mencionamos no tópico anterior, para uma vitrine que se destaca, escolha tons vivos e alegres, como laranja, amarelo, rosa e azul-turquesa, pois essas tonalidades remetem à energia da estação e criam uma conexão instantânea com quem passa pela sua loja.

    Uma ótima dica é combinar cores contrastantes para criar um impacto visual mais forte. Por exemplo, rosa com amarelo ou azul com laranja trazem um equilíbrio que atrai o olhar e destaca os produtos. Já para quem prefere um visual mais harmonioso, usar uma paleta monocromática – em diferentes tons da mesma cor – é uma excelente escolha.

    Também vale a pena incluir detalhes em tons metálicos ou brancos para dar um toque sofisticado e evitar que a composição fique sobrecarregada. Com as cores certas, sua vitrine se transforma em um verdadeiro ponto de destaque na estação mais quente do ano.

    3. Capriche na decoração

    A decoração é a alma de uma vitrine impactante, e no verão, o vitrinismo se torna uma arte ainda mais divertida. Para criar um espaço visualmente cativante, invista em elementos decorativos que conversem com a estação, como boias coloridas, guarda-sóis, coqueiros artificiais e até tecidos leves que lembram redes de praia. Esses itens ajudam a contar uma história que prende o olhar de quem passa.

    Outro ponto importante é a composição equilibrada. Posicione os objetos de forma estratégica, criando camadas e profundidade. Isso faz com que a vitrine pareça mais dinâmica e convida o cliente a explorar os detalhes.

    Para finalizar, use iluminação para destacar os pontos mais importantes da decoração. Luzes quentes, por exemplo, ressaltam o brilho das cores e reforçam a energia do verão. Assim, sua vitrine se destaca e ainda convida o público a entrar e descobrir mais.

    4. Deixe o espaço harmônico

    Uma vitrine organizada e bem planejada transforma a experiência em ponto de venda em algo inesquecível. O equilíbrio visual é o que de fato atrai o olhar e destaca os produtos certos. Para isso, aposte em uma disposição que facilite a leitura da vitrine, com objetos e mercadorias organizados com simetria ou seguindo uma hierarquia clara.

    Agrupe os produtos por temas ou cores para criar uma narrativa visual coesa. Itens menores podem ser posicionados em destaque, enquanto os maiores funcionam como âncoras visuais. Assim, o espaço parece bem preenchido, mas sem exageros.

    Evite sobrecarregar a vitrine com muitos elementos, pois isso pode confundir quem observa. Um design mais limpo transmite elegância e facilita a conexão do cliente com a mensagem da sua loja.

    5. Garanta que os produtos tenham boa visibilidade

    Uma vitrine que destaca os itens certos facilita a conexão visual e incentiva o interesse imediato. Para isso, priorize os produtos mais desejados da estação, como lançamentos ou promoções, e os posicione estrategicamente em locais de fácil visualização, como no centro ou na altura dos olhos.

    Dentro do marketing de experiência, o modo como as peças são exibidas impacta diretamente na percepção do cliente. Então, utilize suportes, manequins ou estruturas elevadas para organizar os itens de maneira atrativa, evitando que fiquem perdidos entre outros elementos.

    E não se esqueça da iluminação. Direcione luzes para os produtos mais relevantes, destacando detalhes e cores, pois isso aumenta a atratividade e facilita a decisão de compra.

    6. Aposte em um layout estratégico

    Um layout estratégico da sua vitrine é capaz de impulsionar as vendas da sua loja. Dividir o espaço em zonas bem definidas ajuda a organizar os produtos de forma lógica e facilita o entendimento visual de quem passa. Por exemplo, uma zona principal pode destacar itens de maior interesse, como lançamentos ou promoções, enquanto as zonas secundárias complementam com acessórios ou peças de menor valor.

    Essa organização cria uma experiência visual fluida, que guia o olhar do cliente de maneira natural por toda a vitrine. A propósito, o uso de alturas diferentes e alinhamentos assimétricos dentro das zonas torna o espaço mais dinâmico e atrativo. Outro ponto importante é garantir que o layout mantenha o foco nos produtos, sem distrações desnecessárias.

    Uma vitrine de verão bem planejada comunica a essência da sua marca, cria uma conexão visual com o cliente e aumenta o potencial de vendas. Todos os elementos colocados ali devem refletir estratégia, criatividade e foco nos resultados. Mais do que atrair olhares, sua vitrine precisa despertar desejos e transformar a curiosidade em compras.

    Quer aprender técnicas práticas para organizar a vitrine, produtos, provadores e até o percurso visual do cliente na loja? Faça o curso gratuito EAD do Sebrae e descubra como melhorar cada detalhe do seu ponto de venda. É o próximo passo para fortalecer seu negócio e encantar ainda mais seus clientes.

  • 6 boas ideias para vender na Páscoa e Semana Santa

    6 boas ideias para vender na Páscoa e Semana Santa

    Precisa de uma boa ideia para vender na Páscoa, mas está faltando inspiração? Aqui, você descobrirá opções maravilhosas para aproveitar o feriado e turbinar a sua renda!

    Além de ser época de celebração e renovação, a Páscoa é uma ótima oportunidade para quem deseja gerar uma renda extra, dar os primeiros passos no empreendedorismo ou potencializar os ganhos do seu negócio. 

    Conheça mais detalhes sobre o que você pode explorar neste feriado, marcado por tradições e rituais!

    Páscoa e Semana Santa

    No decorrer da Semana Santa e, principalmente, na Páscoa, as famílias se reúnem para confraternizar e, muitas vezes, trocar lembrancinhas. Isso faz com que o comércio se aqueça, gerando excelentes oportunidades para negócios em diversos segmentos.

    Considerando a diversidade de nichos, para assegurar uma boa renda, os empreendedores precisam criar uma conexão emocional com os consumidores, oferecendo soluções efetivas e valiosas perante as suas necessidades.

    Importância de buscar novas oportunidades

    Não basta ter uma boa ideia para vender na Páscoa: é preciso verificar se essa estratégia, de fato, é diferenciada e pode abrir uma janela no mercado. 

    Para isso, você precisa prestar atenção nas tendências do setor, tanto para sanar as demandas presentes como para antecipar necessidades e oferecer produtos ou serviços que atendam as expectativas dos consumidores.

    Como identificar oportunidades de negócios na Páscoa e Semana Santa

    A seguir, apresentamos algumas estratégias para detectar boas oportunidades de negócio.

    Pesquisa de mercado

    A pesquisa de mercado permite conhecer as necessidades do consumidor e verificar quão relevante é a sua ideia. Para isso, vale a pena fazer enquetes nas redes sociais, cair em campo entrevistando pessoas no raio de abrangência do seu negócio ou enviar perguntas pelo WhatsApp para os seus clientes.

    Interação com o cliente

    Se você já tem um negócio estruturado com uma base de clientes satisfatória, pergunte o que eles esperam da Páscoa, considerando informações específicas e necessidades não atendidas.

    Essas conversas são ótimas para obter insights relevantes sobre as perspectivas dos consumidores com relação a uma das celebrações mais esperadas do ano e, assim, nutrir o vínculo com os clientes.

    Acompanhamento de tendências

    Fique de olho nas tendências sobre produtos gourmet, itens personalizados, dietas da moda, entre outros pontos que permitam inovar e ampliar o público do seu negócio, principalmente, se você quer abranger um segmento mais jovem, que busca experiências únicas e novidades.

    Identificação de nichos

    Uma das formas de se destacar no mercado é atender nichos específicos, especializando-se em produtos personalizados que supram as demandas de um grupo.

    Por exemplo, muitas pessoas que seguem dietas rígidas buscam opções saudáveis de ovos de Páscoa. Quem se especializa nesse tipo de produto consegue atender uma fatia da população nem sempre lembrada pelas grandes fábricas.

    Análise da concorrência

    Monitore o que os concorrentes estão fazendo para chamar a atenção do público. Isso poderá lhe inspirar ou indicar o que você precisa fazer para se diferenciar no mercado, seja criando uma linha exclusiva ou fugindo do óbvio em termos de marketing e publicidade.

    Exploração de diversos setores

    Além de focar no chocolate, é interessante que quem empreende abra o leque de oportunidades. No entanto, preste atenção na hora de diversificar o seu negócio, considerando opções que conversem entre si, sejam relevantes para o seu público e estejam dentro da sua realidade financeira.

    Ideias para vender mais

    Agora que você conhece algumas estratégias para identificar soluções para vender na Semana Santa, apresentamos alguns produtos e serviços para trabalhar nesta época do ano.

    1. Ovos de chocolate artesanais e personalizados;
    2. Artigos religiosos, como crucifixos e velas;
    3. Cestas de café da manhã com produtos típicos, como pães, tortas de chocolate e bombons;
    4. Pratos especiais para quem tem intolerância à lactose, glúten ou é vegano;
    5. Camisetas temáticas, com impressões referentes ao espírito de renovação ou sobre o coelho da Páscoa (ótima opção para as crianças);
    6. Pacotes turísticos religiosos ou para destinos que apresentam diferenciais nesta época, como Gramado/RS ou Ouro Preto/MG.

    Seguindo as nossas dicas e considerando as opções de produtos, você conseguirá explorar uma boa ideia para vender na Páscoa, alinhando-a com o seu público.

    Potencialize o seu lucro oferecendo soluções que toquem o coração de seus clientes e sejam vantajosas para o seu negócio. Um dos pontos cruciais para obter um excelente retorno financeiro é saber precificar os produtos. 

    Faça o nosso curso “Precificação: como definir o preço de venda” para entender a importância de uma boa margem de lucro e como garanti-la em seu negócio. Aproveite para se inscrever agora mesmo!

  • Encantar o cliente: 8 experiências que fazem a diferença

    Encantar o cliente: 8 experiências que fazem a diferença

    As estratégias para encantar o cliente têm por objetivo oferecer uma experiência positiva para ele junto ao seu produto ou marca. Porém, não se trata de ser apenas algo bom, mas que supera as expectativas daquela pessoa.

    Ao fazer isso, a empresa consegue promover muito mais do que a satisfação. Afinal, entrega para o cliente algo que ele não estava esperando. Por isso, são ações que ajudam a promover a fidelidade e levam a recomendações para outras pessoas. Isso porque aquele cliente teve uma experiência memorável, e o negócio alcançou uma imagem positiva no cabeça dele.

    Dessa forma, investir em estratégias de encantamento pode fazer com que o seu negócio alcance ainda mais sucesso. Mas, ao contrário do que muitos pensam, não é preciso um esforço colossal para deixar o cliente encantado. E nós preparamos este conteúdo para mostrar para você como fazer isso.

    Continue lendo e confira 8 experiências que vão deixar os seus clientes encantados para que eles se tornem fiéis e defensores da sua marca.

    1. Personalização do atendimento

    Cada cliente atendido tem as suas necessidades, expectativas, dúvidas e problemas para resolver. Por isso, quando interage com uma marca ou empresa, espera receber atenção total para encontrar aquilo que está buscando.

    Ou seja, as pessoas não querem ser tratadas como números. O atendimento genérico não costuma ser bem aceito por elas. Se você quiser encantar o cliente, precisará trabalhar com cada um deles de maneira individual.

    A personalização do atendimento é indispensável para que a pessoa se sinta única. É uma forma de acolhimento que deixa o cliente mais confortável e à vontade. Traz um toque de exclusividade para a interação, fazendo com que a pessoa sinta que tem total atenção naquele momento.

    2. Surpresas

    Quando o cliente adquire um produto ou serviço, ele espera receber exatamente aquilo pelo que está pagando. É por essa razão que entregar uma surpresa para ele é uma excelente estratégia de encantamento.

    A pessoa se sente presenteada ou agraciada, já que não estava esperando por aquilo. Logo, a tendência é de que se sinta satisfeita e encantada pelo atendimento de excelência e pelo cuidado em proporcionar uma experiência positiva para ela.

    O tipo de surpresa vai depender do nicho do seu negócio e do perfil do público-alvo, já que isso determina o que poderia ser interessante para essas pessoas. Seja como for, as pequenas surpresas fazem com que a pessoa se sinta especial, e por isso elas são tão eficientes para encantar o cliente.

    3. Experiência intuitiva

    O consumidor atual tem pressa e gosta de praticidade. Ele busca por aquilo que é simples, mas, ao mesmo tempo, tem qualidade e atende suas necessidades. Então, evite colocar empecilhos ou etapas excessivas na interação entre as pessoas e o seu negócio.

    Procure oferecer para elas uma experiência intuitiva, garantir que a jornada de compra seja fluida de modo que a própria pessoa entenda as ações que deve tomar, sem a necessidade de pedir ajuda ou informações. Isso faz com que a experiência seja muito mais agradável, pois, além da praticidade, proporciona autonomia.

    4. Resolução rápida de problemas

    Como explicamos, o consumidor atual tem pressa, o que fica ainda mais evidente quando existe a necessidade de resolver algum problema. Geralmente, uma situação assim já deixa a pessoa desanimada ou irritada porque acredita que será difícil resolver.

    É por isso que você pode encantar o cliente ao fazer diferente, garantindo eficiência na hora de resolver os problemas. Afinal, uma situação inesperada não precisa gerar uma experiência negativa para o consumidor.

    Se você tiver um bom protocolo de atendimento, que ajude o seu cliente a solucionar essa questão o quanto antes, ele ficará encantado com a eficiência e a atenção recebida. Tanto que o problema ocorrido não será empecilho para manter a relação com o seu negócio.

    5. Qualidade no serviço

    Não há como promover a satisfação do consumidor com um serviço de má qualidade, quem dirá conseguir encantar o cliente. Sendo assim, essa deve ser uma das preocupações principais do seu negócio.

    Não importa se você oferece produtos ou serviços. Também não faz diferença o nicho ao qual pertença. Independentemente das soluções disponibilizadas, é fundamental entregar qualidade. Melhor ainda se você conseguir fazer um pouco mais do que a concorrência.

    O encantamento do cliente também tem a ver com os diferenciais de uma empresa. Logo, se você entregar uma qualidade superior àquilo que é disponibilizado no mercado, poderá se tornar uma referência. Também vai exceder as expectativas do público, uma vez que ele já espera um atendimento no padrão daquilo que costuma encontrar em outras empresas.

    6. Humanização

    É verdade que a tecnologia veio facilitar bastante o fluxo de trabalho nas empresas. O problema é que se não tomarmos cuidado, ela acaba tornando a relação com o cliente mais fria e distante.

    É preciso caminhar no sentido contrário e promover a humanização do atendimento prestado. Principalmente porque muitos negócios adotam protocolos automatizados, ou até mesmo atendentes humanos agem de uma forma maquinal, esquecendo que estão lidando com pessoas.

    Então, sempre procure implementar ações que ajudem a humanizar os serviços e o atendimento para fazer com que o público se sinta acolhido e bem recebido. Ao mesmo tempo, isso vai garantir que a sua marca seja mais humana, de modo que as pessoas consigam se identificar com ela.

    7. Programa de fidelidade

    Os programas de fidelidade são ótimos para encantar o cliente porque entregam algo exclusivo. Geralmente, são benefícios, descontos, promoções, serviços ou produtos que ficam restritos àquele grupo que pertence ao programa. Isso faz com que os participantes sintam que estão em um grupo seleto e especial.

    Além disso, o fato de você oferecer essa facilidade e conveniência já vem como um diferencial para o consumidor, e pode ser suficiente para encantar o cliente. Afinal, é algo que ele não encontra em qualquer lugar.

    8. Interação nas redes sociais

    As redes sociais são ótimos canais para promover a humanização do seu negócio. Como você viu, essa é uma estratégia para encantar o cliente, e você pode explorar os recursos que essas plataformas disponibilizam para despertar emoções no público e promover uma relação muito mais próxima dele.

    Responder a um comentário deixado por um usuário, por exemplo, mostra para a pessoa que a sua empresa está atenta à opinião dos clientes e que não se trata de só mais uma página para gerar conteúdo. Isso promove conexão com o público e fortalece o relacionamento com ele.

    É interessante usar as redes sociais para promover a sua marca e o que ela defende. Trata-se de um espaço para prestar serviço social, mostrar o posicionamento do seu negócio e engajar as pessoas em causas especiais ou datas comemorativas, por exemplo. Seja como for, é uma excelente ferramenta para fazer parte do dia a dia do público.

    Perceba que você pode implementar diversas ações ao mesmo tempo para encantar o cliente. O detalhe é entender o seu público para aplicar o que poderá trazer os melhores resultados e, assim, garantir a fidelização das pessoas e uma imagem positiva para sua empresa.

    Já que estamos falando sobre encantamento do cliente, aproveite para conhecer três segredos do Customer Success que ajudam a alcançar esse objetivo também.

  • Aproveite a sua experiência para o empreendedorismo na terceira idade

    Aproveite a sua experiência para o empreendedorismo na terceira idade

    Chegar à aposentadoria não precisa ser o fim de uma jornada profissional. Com o empreendedorismo na terceira idade, muitas pessoas têm encontrado uma forma de usar suas experiências de vida para criar algo significativo e rentável. Essa prática cresce cada vez mais, acompanhando o aumento da longevidade e o interesse em novas oportunidades, mesmo após décadas de trabalho.

    Essa é uma fase em que muita gente decide explorar paixões, investir em ideias guardadas ou até resolver problemas do dia a dia com soluções criativas. Claro, existem desafios, mas também muitas vantagens únicas para quem já viveu tanto.

    Quer entender como aproveitar essa etapa para iniciar ou expandir um negócio? Continue lendo e descubra como transformar sua experiência em sucesso.

    Empreender na terceira idade é uma excelente escolha

    Reinventar-se na maturidade é uma das decisões mais recompensadoras que alguém pode tomar. Depois de uma vida inteira de aprendizado e vivências, muitas pessoas decidem transformar essas experiências em algo produtivo e satisfatório, dando início a uma nova fase cheia de possibilidades.

    Muitos descobrem que iniciar um negócio é uma oportunidade para explorar paixões antigas ou criar soluções para problemas que conhecem como ninguém. Essa etapa da vida traz benefícios únicos. A flexibilidade é um deles, já que permite conciliar trabalho com um estilo de vida mais tranquilo.

    Outro ponto positivo é o impacto que um novo projeto tem na autoestima e no bem-estar ao manter a mente ativa e estimulada. Sem contar que, com mais tempo e sabedoria, é possível tomar decisões melhores e mais direcionadas.

    Estratégias para iniciar um negócio na terceira idade

    Começar um negócio na terceira idade é mais simples do que parece quando há planejamento e estratégias claras. A seguir, veja alguns passos para tirar seu projeto do papel e construir algo significativo.

    Identifique suas experiências e habilidades únicas

    Tudo o que você viveu até aqui pode ser um diferencial incrível para o seu negócio. Analise sua trajetória profissional e pessoal para entender quais conhecimentos e habilidades mais se destacam. Isso ajuda a encontrar áreas em que você se sinta confiante para atuar.

    Experiência prática, habilidades técnicas ou até paixões que sempre estiveram com você podem servir como base para ideias criativas e sólidas. Então, aproveite esse momento para se conectar com o que sabe fazer melhor e transformar isso em oportunidade.

    Escolha um nicho alinhado com suas paixões

    Escolher um nicho que combine com seus interesses e habilidades torna o processo mais leve e gratificante. Quando você se conecta ao que faz, fica mais fácil entender as necessidades do público, criar soluções relevantes e até superar desafios. Também há o fato de que atuar em algo que você domina aumenta a confiança e dá aquele empurrão extra para transformar o trabalho em uma realização pessoal e profissional.

    Invista em aprendizado contínuo

    Estar sempre atualizado(a) é um dos segredos para se destacar em qualquer mercado. Buscar cursos e capacitações em áreas como gestão e tecnologia ajuda a acompanhar as mudanças do mundo dos negócios e a lidar com novas ferramentas que podem simplificar o dia a dia.

    Aprender algo novo aumenta habilidades e fortalece a confiança para enfrentar desafios. Ou seja, investir no seu desenvolvimento garante que você esteja preparado para crescer e inovar constantemente no seu empreendimento.

    Adote a inovação como diferencial

    Usar a tecnologia a seu favor é uma excelente maneira de impulsionar o empreendedorismo sustentável e atrair clientes. Ferramentas modernas, como redes sociais e soluções digitais, ampliam sua presença no mercado e criam novas oportunidades. A inovação otimiza processos e destaca o negócio diante da concorrência.

    Sendo assim, incorporar práticas atuais garante mais produtividade e posiciona o empreendimento como referência em um mercado que valoriza modernidade e soluções inteligentes.

    Planeje com cuidado e busque apoio especializado

    Organizar as finanças, definir metas realistas e criar boas estratégias ajudam a reduzir riscos e aproveitar melhor os recursos disponíveis. Contar com o suporte de instituições como o Sebrae faz com que você acesse orientações detalhadas e ferramentas úteis para transformar ideias em ações concretas. Consultorias e capacitações especializadas oferecem a base necessária para executar cada etapa do planejamento com maior eficiência e alcançar resultados duradouros.

    Os principais desafios do empreendedorismo na terceira idade

    Começar um negócio na terceira idade pode ser um caminho cheio de possibilidades, mas também apresenta desafios específicos. Um dos principais é acompanhar as mudanças tecnológicas, que estão em constante evolução e exigem aprendizado contínuo. Além disso, muitas vezes, pode ser necessário superar preconceitos relacionados à idade, principalmente em mercados mais competitivos.

    No empreendedorismo feminino, o cenário pode trazer barreiras extras para as mulheres. A dupla jornada, entre trabalho e cuidados familiares, muitas vezes, limita o tempo disponível para empreender. Outro ponto é a dificuldade de acesso a crédito, que impacta diretamente no desenvolvimento de negócios.

    Enfrentar esses desafios exige resiliência, planejamento e apoio de instituições que ofereçam capacitação e suporte, como o Sebrae. Com o direcionamento certo, é possível superar os obstáculos e transformar dificuldades em oportunidades reais de crescimento.

    Sebrae: o parceiro certo para impulsionar o seu negócio

    Contar com o apoio de uma instituição confiável pode transformar sua jornada empreendedora em algo mais seguro. O Sebrae é um parceiro estratégico para quem busca desenvolver ou expandir um negócio, oferecendo soluções práticas para empreendedores de todas as idades.

    Consultorias, capacitações e ferramentas personalizadas ajudam a estruturar ideias e colocá-las em prática com mais confiança. Além disso, o Sebrae promove acesso a informações sobre mercado, finanças e inovação, garantindo um suporte completo para cada etapa do planejamento.

    O empreendedorismo na terceira idade vai muito além de abrir um negócio — é uma forma de se reinventar e dar um novo propósito à sua trajetória. As experiências de vida se tornam um diferencial valioso e permitem decisões estratégicas e uma visão única do mercado.

    Mesmo diante dos desafios, essa jornada traz oportunidades reais de crescimento pessoal e profissional, mostrando que nunca é tarde para inovar e alcançar novos horizontes.

    Se você está pronto para começar e quer se preparar melhor, conheça o curso gratuito do Sebrae “Aprender a empreender”. Esse programa oferece orientações importantes para quem deseja estruturar um negócio com mais segurança. Aproveite essa oportunidade para transformar sua ideia em realidade e dar um novo passo na sua jornada empreendedora.

  • 7 métricas de sucesso do cliente que você precisa acompanhar

    7 métricas de sucesso do cliente que você precisa acompanhar

    Não existe nada mais frustrante do que investir tempo e recursos para conquistar clientes e perceber que, no fim das contas, eles não estão tão satisfeitos quanto deveriam, né? A boa notícia é que o segredo para mudar isso está ao alcance de qualquer empresa: acompanhar as métricas certas relacionadas ao sucesso do cliente. Afinal, são essas informações que ajudam a entender se a experiência oferecida está realmente atendendo às expectativas.

    Neste post, você vai descobrir quais são as métricas mais importantes para monitorar e como cada uma delas pode impactar diretamente o crescimento e a lealdade dos seus clientes. Vem com a gente e descubra como transformar dados em decisões assertivas!

    Entenda os conceitos de CS, CX e UX

    Sabe aquela sensação de navegar em um site super intuitivo ou de receber um suporte tão bom que você até indica a empresa para amigos? Tudo isso é resultado de estratégias focadas em experiência e sucesso do cliente. CS, CX e UX são conceitos que trabalham juntos para isso, mas cada um com sua missão.

    Customer Success (CS) foca em garantir que o cliente alcance seus objetivos ao usar o produto ou serviço. Já o Customer Experience (CX) olha para toda a jornada, desde o primeiro contato com a marca até o pós-venda. Por outro lado, User Experience (UX) mergulha nos detalhes, pensando em como tornar o uso de um site, app ou sistema algo simples e prazeroso.

    Apesar de interligados, esses conceitos têm diferenças importantes. Desse modo, entender e aplicar cada um deles ajuda a criar uma experiência completa que realmente encanta o cliente.

    Veja quais são as métricas mais importantes de sucesso do cliente

    Para acompanhar o sucesso do cliente, nada melhor do que usar métricas claras e objetivas. Elas mostram se a sua empresa está no caminho certo e ajudam a identificar melhorias. A seguir, veja os indicadores mais importantes para garantir experiências que realmente conquistam e fidelizam.

    1. Churn rate

    Quando clientes começam a abandonar sua empresa, é hora de prestar atenção em como reverter a situação. O churn rate mede exatamente isso: a taxa de cancelamento. Com ele, você entende quantos clientes deixaram de usar seus serviços em um período.

    Para calcular, basta dividir o número de clientes perdidos pelo total de clientes no início do período e multiplicar o resultado por 100. Por exemplo, se você começou o mês com 200 clientes e perdeu 10, o churn rate é 5%. Quanto menor o índice, melhor para sua empresa, pois significa que você está mantendo clientes engajados e satisfeitos.

    2. CLV

    O CLV (Customer Lifetime Value) calcula o valor total que um cliente gera enquanto mantém uma relação com sua empresa. Essa métrica é indispensável para entender o impacto do cliente no faturamento.

    O cálculo é simples: multiplique o ticket médio pela frequência de compras e pelo tempo médio de retenção. Por exemplo, se um cliente gasta R$ 500 por compra, faz 3 compras por ano e permanece por 5 anos, o CLV é R$ 7.500. Assim, quanto maior o valor, mais sustentável é o seu negócio.

    3. NRR

    Para saber se a sua receita está realmente crescendo de forma sustentável, o NRR (Net Revenue Retention) é um dos indicadores mais confiáveis. Ele mede o quanto sua empresa mantém de receita recorrente ao longo do tempo, considerando renovações, expansões, downgrades e cancelamentos.

    O cálculo envolve a receita inicial em um período somada às expansões, subtraindo as perdas e cancelamentos. Depois, o valor deve ser dividido pela receita inicial e multiplicado por 100. Por exemplo, se a receita inicial foi R$ 100 mil, houve R$ 20 mil em upsell e R$ 10 mil em perdas, o NRR seria 110%. Esse índice acima de 100% indica crescimento sólido e clientes engajados.

    4. NPS

    Quer saber se seus clientes realmente indicariam sua empresa para outras pessoas? O NPS (Net Promoter Score) é a métrica que mede a lealdade dos clientes com base em uma pergunta simples: “De 0 a 10, qual a probabilidade de você nos recomendar?”.

    Para calcular o NPS (Net Promoter Score), comece separando as pessoas que responderam à pesquisa em três categorias:

    • promotores — aqueles que deram notas 9 ou 10;
    • neutros — notas 7 ou 8;
    • detratores — notas de 0 a 6.

    Em seguida, calcule a porcentagem de promotores e detratores em relação ao total de respostas. Para chegar ao NPS, basta subtrair a porcentagem de detratores da porcentagem de promotores. Por exemplo, se 70% dos participantes são promotores e 10% são detratores, a conta será: 70 – 10 = 60. Nesse caso, o NPS será 60, indicando um alto nível de satisfação e lealdade dos clientes.

    5. Time on Task

    Saber quanto tempo os seus clientes gastam para realizar uma tarefa específica ajuda a avaliar a eficiência da experiência que sua empresa oferece. O Time on Task mede exatamente isso, sendo uma métrica comum para analisar interações digitais, como o uso de um site ou aplicativo.

    Para calcular, basta cronometrar o tempo médio que os usuários levam para completar uma ação, como finalizar uma compra ou encontrar uma informação. Por exemplo, se o tempo médio para concluir um cadastro é de 2 minutos, você pode trabalhar para reduzir esse período. Tenha em mente que um tempo menor geralmente indica uma experiência mais fluida e intuitiva.

    6. Taxa de retenção de cliente

    Reter clientes é tão importante quanto conquistar novos. A taxa de retenção mostra quantos clientes continuam com sua empresa após um período. Isso torna essa métrica imprescindível para avaliar a fidelidade e o impacto das suas campanhas de marketing.

    O cálculo é simples: subtraia o número de novos clientes do total de clientes no final do período, divida pelo total inicial e multiplique por 100. Por exemplo, se você começou com 100 clientes, ganhou 20 e terminou com 110, a taxa de retenção é 90%. Uma retenção alta indica que suas estratégias de fidelização e ações promocionais estão funcionando bem.

    7. First Response Time

    O First Response Time mede o tempo que sua equipe leva para dar a primeira resposta ao cliente após o contato inicial, seja por e-mail, chat ou telefone.

    Para calcular, some o tempo entre os primeiros contatos e as respostas iniciais e divida pelo número total de interações analisadas. Então, se sua equipe respondeu três chamadas em 5, 10 e 15 minutos, o tempo médio será 10 minutos. Lembre-se de que, quanto mais ágil for o atendimento, maior a chance de criar uma experiência positiva e fortalecer a confiança do cliente.

    Medir o sucesso do cliente vai além de acompanhar números. É sobre enxergar como suas ações impactam a experiência e geram fidelidade. As métricas que você viu até aqui ajudam a identificar ajustes e ampliar os resultados da sua empresa, tornando o relacionamento com o cliente ainda mais sólido e estratégico.

    Pronto(a) para avançar? Confiro nosso outro post e saiba como fazer a mensuração de resultados da sua empresa. É a chance de transformar dados em decisões que impulsionam o crescimento!

  • O que você precisa saber sobre exportação em pequenas empresas

    O que você precisa saber sobre exportação em pequenas empresas

    Diante da alta competição no mercado interno, a exportação em pequenas empresas pode ser uma excelente estratégia para alcançar resultados financeiros mais expressivos. 

    Além de potencializar a produtividade, exportar tende a ser um ótimo caminho para inovar, ao permitir conhecer as tendências internacionais e alinhá-las para otimizar o aproveitamento do mercado brasileiro.

    Em virtude dos benefícios da exportação para as micro e pequenas empresas, cada vez mais organizações optam por expandir os seus negócios, escalar as vendas e explorar um ambiente propício para o desenvolvimento da marca.

    Conheça mais sobre o processo de exportação e entenda por que ele pode ser decisivo para o seu negócio!

    Dados sobre exportação em empresas

    Conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a balança comercial fechou 2024 com U$S 337 bilhões nas exportações e um aumento de 3,3% na corrente de comércio ao compará-la com os resultados de 2023.

    Esses resultados não somente demonstram o comprometimento brasileiro para fornecer soluções para o resto do mundo, como também servem de inspiração para novas e/ou pequenas organizações que queiram desbravar o setor.

    De fato, a exportação é uma oportunidade cada vez mais acessível para os pequenos negócios que desejam ampliar as suas operações, conquistando clientes fora do Brasil.

    Não é à toa que o número de empreendedores que estão comercializando as suas soluções para outros países cresceu 120% na última década.

    De acordo com o MDIC, aproximadamente 40% das empresas exportadoras brasileiras são micro e pequenas. 

    Embora o peso das exportações não seja tão significativo perante as grandes exportadoras, devido ao seu porte e à sua capacidade produtiva, esses players estão conseguindo alavancar as suas receitas e conquistar públicos fieis. Consequentemente, tendem a alcançar resultados ainda mais satisfatórios e aumentar as vendas de forma sustentável, considerando as oscilações do câmbio e das demandas externas.

    Exportação em pequenas empresas

    Inicialmente, o processo de exportação em pequenas empresas pode parecer desafiador, contudo, é possível ter sucesso desenvolvendo um planejamento adequado e seguindo uma abordagem estratégica.

    A seguir, apresentamos tópicos relevantes que toda pequena empresa deve saber antes de se aventurar no mercado exportador.

    Razões para exportar

    Existem diversas razões que fundamentam as operações exportadoras em pequenas empresas. Vejamos os principais pontos:

    • permite acessar novos mercados as empresas podem diversificar as suas fontes de receitas, reduzindo a dependência do mercado interno;
    • melhora a competitividade — obter reconhecimento mundial é essencial para potencializar o posicionamento e a imagem no mercado;
    • promove a inovação — o comércio externo exige que as empresas adaptem as suas soluções conforme o público que atendem, fato que ajuda a melhorar a qualidade dos produtos ou serviços que fornecem;
    • estimula o empreendedorismo o programa Acredita Exportação, do Governo Federal, aumenta o percentual de ressarcimento do resíduo tributário incidente sobre os itens exportados pelas MPEs.

    Esses aspectos reforçam a perspectiva de que a exportação pode contribuir para o crescimento das pequenas empresas. No entanto, para alcançar o desenvolvimento desejado, é fundamental conhecer as etapas do processo.

    Etapa de pesquisa e planejamento

    Pesquisar e planejar são ações vitais para quem pretende dar os primeiros passos no mercado internacional e maximizar as chances de ter êxito na trajetória.

    Planeje cada fase com cuidado, respeitando a realidade do seu negócio, contando com dados atualizados e relevantes e ponderando prós e contras das ações. Além disso, siga os seguintes conselhos:

    • identifique os mercados potenciais verifique as regiões e os países que podem apresentar interesse pelos produtos ou serviços. Para isso, analise detalhadamente os clientes potenciais, identifique os concorrentes, aposte nas tendências locais e foque nas demandas que precisam ser atendidas;
    • estude a viabilidade — entenda se o mercado internacional pode absorver os seus produtos/serviços, considerando a cultura, a concorrência e as preferências;
    • considere os custos verifique os custos envolvidos nas operações exportadoras, como tarifas e taxas alfandegárias, seguros, impostos e serviço logístico.

    Documentação

    Para exportar, você precisa reunir uma série de documentos, como:

    • nota fiscal de exportação;
    • conhecimento de embarque;
    • declaração de exportação;
    • certificados especiais, dependendo do setor que atende.

    O preenchimento incorreto dos formulários e a falta de documentação podem ocasionar atrasos na liberação das mercadorias, além de gerar multas e, em casos extremos, a rejeição da carga. 

    Por isso, vale a pena ter um controle rigoroso sobre o processo, contando com o apoio e o conhecimento de profissionais especializados.

    Formação de preços

    Tenha em mente que calcular o preço de venda dos itens exportados requer cuidados adicionais, considerando fatores vinculados às exportações.

    • taxa cambial em momentos de volatilidade econômica, o câmbio pode ser decisivo para os negócios internacionais, impactando tanto nos preços como nos custos;
    • concorrência precifique considerando a concorrência no mercado-alvo sem comprometer a rentabilidade;
    • custos de exportação inclua os custos derivados da prática exportadora, como tarifas, taxas e impostos.

    Logística e transporte

    A logística é um dos principais obstáculos para a exportação em pequenas empresas, não somente pelo seu custo, como também pelos desafios relacionados à gestão de prazos. Além desses, considere os seguintes pontos:

    • escolha o modal de transporte, analisando o custo-benefício, bem como o tipo de mercadoria e a urgência da entrega;
    • otimize a gestão de estoque, planejando a produção para atender a demanda internacional;
    • invista em um serviço especial para cargas frágeis ou volumosas que exigem cuidados especiais.

    Riscos de um processo mal planejado

    A exportação pode ser muito vantajosa quando é um processo planejado e atende as necessidades da pequena empresa. Contudo, os passos em falso podem gerar diversos riscos. Conheça os principais:

    • penalidades e multas — a falta de documentos pode gerar sanções, tanto financeiras quanto operacionais;
    • atraso na entrega da mercadoria o planejamento logístico deficiente pode prejudicar a relação com os importadores;
    • aumento dos custos em decorrência das multas, taxas ou oscilações cambiais, pode ocorrer uma elevação dos custos, atingindo a margem de lucro;
    • problemas com a qualidade dos produtos — sem o devido controle produtivo, podem ocorrer devoluções ou reclamações no mercado externo.

    Mitigue esses riscos criando um planejamento adequado, que contemple todos os pontos cruciais para uma ótima experiência exportadora, e contando com os conhecimentos de profissionais especializados.

    Parceria estratégica

    Uma parceria estratégica, como a do Sebrae, faz toda a diferença na qualidade e eficiência do processo de exportação

    Com a nossa ajuda, você pode entender melhor as oportunidades do mercado internacional, explorando-as com cautela mediante a realização de estudos e pesquisas que apoiem a sua caminhada, e o uso dos melhores canais de vendas, como redes sociais e plataformas de e-commerce.

    Além disso, os nossos especialistas estão prontos para fornecer informações úteis sobre as exigências desse processo, bem como proporcionar ferramentas para lidar com as questões logísticas e burocráticas.

    E isso não é tudo!

    O Sebrae oferece cursos e treinamentos específicos, capacitando os empreendedores sobre o processo de exportação e as melhores práticas perante o mercado internacional.

    Esperamos que você tenha entendido o impacto da exportação em pequenas empresas e sinta-se confiante para explorar as múltiplas possibilidades oferecidas nessa modalidade. 

    Além de seguir os nossos conselhos e respeitar as etapas do processo de exportação, confie no Sebrae, solicitando ajuda quando necessário e participando das nossas capacitações.

    Inclusive, recomendamos que aproveite a ocasião para se inscrever no curso: “Exportação: seu negócio cruzando fronteiras“. Prepare-se para o novo com o Sebrae!