Categoria: Finanças

  • Educação financeira para empreendedores: 7 dicas para saber lidar com dinheiro

    Educação financeira para empreendedores: 7 dicas para saber lidar com dinheiro

    A importância da educação financeira para empreendedores está na capacidade que os empresários ganham em administrar o negócio e lidar com o dinheiro de uma maneira sustentável. Contudo, embora seja fácil visualizar os benefícios, é mais difícil colocar algumas atitudes em prática.

    Para alcançar esse objetivo, nada melhor que ter um checklist de atitudes que você deve abraçar para ser bem-sucedido nos negócios e aumentar as suas oportunidades. Neste post, citamos as melhores dicas para alcançar os objetivos. Boa leitura!

    1. Separe as contas

    É muito importante que você tenha contas bancárias distintas para separar o dinheiro pessoal dos recursos empresariais. Essa é uma lição básica de educação financeira para empreendedores.

    Misturar essas duas fontes de recursos gera confusão, dificulta o controle financeiro das despesas do negócio e ainda pode ocasionar multas e perdas de parcerias, caso alguns compromissos não sejam honrados.

    Considere a possibilidade de abrir uma conta jurídica apenas para o negócio. Além de facilitar o controle do fluxo de dinheiro do empreendimento e a gestão do que entra e sai do caixa, será possível obter alguns benefícios junto à instituição financeira — já que muitas delas oferecem serviços exclusivos para as chamadas “contas PJ”.

    2. Use o pró-labore

    Caso você tenha sócios ou deseja abrir um negócio com outras pessoas, estabeleça um valor de pró-labore — a remuneração que os empresários definem em relação ao trabalho que desempenham na empresa. 

    O pró-labore não é uma distribuição de lucros, mas sim uma compensação em relação às tarefas que o sócio desempenha, de maneira justa com os outros membros. Ter um salário fixo como empreendedor evita que você faça retiradas excessivas no caixa da empresa.

    Caso os valores sejam estabelecidos em um consenso com os outros sócios, sem lesar ninguém, esse montante ainda será valioso para você arcar com as suas despesas pessoais (e evitar recorrer à prática que citamos no primeiro tópico).

    3. Registre todas as transações

    Outra dica de educação financeira para empreendedores é manter um controle rigoroso das transações financeiras da empresa. Por isso, utilize planilhas, softwares e aplicativos de gestão para mapear todo o dinheiro movimentado e monitorar possíveis fontes de gastos excessivos.

    Além das boas e velhas planilhas de Excel, há bons aplicativos com funcionalidades interessantes na versão gratuita — como o Mobills e o Money Manager, disponíveis tanto para Android como para iOS.

    4. Estabeleça um planejamento financeiro

    Não há aprendizado em finanças sem um bom planejamento, uma vez que isso seria como estudar o assunto apenas na teoria e não aplicar nada na prática.

    Por meio desse planejamento, será possível gerir todas as movimentações financeiras da empresa, ao projetar receitas e despesas. Você poderá estimar quanto pretende lucrar, os gastos, os investimentos e outras questões.

    Uma boa dica, nesse sentido, é criar um orçamento bem definido para evitar que a sua empresa se afunde em dívidas e pendências não registradas. Com isso, você conseguirá separar o que é obrigatório daquilo que é desejável — mas que você não pode alcançar em um futuro próximo.

    Estude o mercado no qual você está inserindo, analisando os concorrentes, preços e a possibilidade de preencher algumas lacunas, como vender produtos que ainda não chegaram ao seu estado. Para um bom planejamento financeiro, siga este checklist:

    • monitore os gastos e receitas. Certifique-se de só investir depois de pagar as obrigações de cada mês;
    • realize um orçamento, de preferência com a ajuda de outras pessoas que também entendam a realidade do negócio;
    • faça uma boa gestão do fluxo de caixa.

    5. Considere os imprevistos

    Outra dica é economizar recursos para lidar com os “dias chuvosos” do comércio, quando há flutuações de demanda e desacelerações no mercado. Isso garante uma tranquilidade para encarar os imprevistos.

    Para isso, prepare uma reserva de emergência para enfrentar situações de emergência sem comprometer o funcionamento do negócio ou a qualidade de vida dos empreendedores, que podem ter que tirar dinheiro das suas contas pessoais para arcar com as despesas.

    Mapeie os gastos mensais para manter a empresa funcionando e estabeleça uma reserva de emergência para três ou quatro meses, por exemplo. Durante esse tempo, tente renegociar condições com fornecedores e prepare promoções para alavancar vendas.

    6. Defina um teto de gastos

    O teto de gastos é uma expressão geralmente associada aos gastos públicos, mas a verdade é que definir um valor como limite mensal também é uma iniciativa valiosa para empreendedores. Essa dica complementa a preocupação em delimitar o orçamento financeiro.

    Só tome cuidado para não errar nos cálculos e definir um teto que não contempla seus gastos fixos (aqueles que são obrigatórios a cada mês, como aluguel e contas de água, luz e internet) e variáveis (aqueles que variam, como os fretes pagos aos fornecedores).

    O ideal é definir um valor que seja um pouco acima ao que você precisa gastar para manter o negócio funcionando. Assim, você se protege contra imprevistos e oscilações no mercado, como mencionamos no tópico anterior.

    Uma empresa que vende equipamentos de tecnologia e softwares, por exemplo, pode ter uma queda nos meses de janeiro e fevereiro — uma vez que muitas pessoas gastam muito na Black Friday (em novembro) e no Natal (em dezembro). Por isso, ter uma “folga” no seu teto permitirá que você absorva possíveis oscilações.

    7. Reinvista no seu negócio

    Quando a sua empresa aumentar a lucratividade e as oportunidades de negócio, celebre essa vitória — mas também aproveite o momento para potencializar esse crescimento. É essencial ter alguns objetivos de longo prazo, para que o empreendimento se firme ainda mais como referência no mercado.

    Por isso, reinvista ao menos uma parte do lucro de volta na empresa para aumentar as suas chances de manter uma trajetória contínua de crescimento. Contrate mais pessoas, promova treinamentos, melhore as ações de marketing e busque novas tecnologias para modernizar suas práticas.

    Utilize ferramentas de Big Data e Business Intelligence para traçar padrões de consumo e oferecer produtos cada vez mais personalizados aos clientes, por exemplo. Além disso, verifique a possibilidade de integrar a inteligência artificial e automação de tarefas no seu negócio, para que os colaboradores não fiquem presos a tarefas repetitivas e manuais.

    Agora que você entendeu a importância da educação financeira para empreendedores, já pode absorver essas dicas e aplicá-las no seu empreendimento. É importante definir um limite de gastos, mas também reinvestir parte do excedente para expandir as oportunidades. Desse modo, o equilíbrio é a melhor saída.

    Que tal realizar um curso para colocar todas estas dicas em prática? Conheça o curso EAD sobre Gestão Financeira do Sebrae!

  • Saiba o que é cashback e como usar essa estratégia promocional

    Saiba o que é cashback e como usar essa estratégia promocional

    Você já se perguntou o que é cashback e por que tantos consumidores e empresas estão adotando essa prática? Cashback, que significa “dinheiro de volta” em português, é mais que um simples desconto. É uma estratégia promocional que devolve parte do valor gasto em uma compra direto para o bolso do cliente.

    Esse conceito surgiu nos Estados Unidos e ganhou rapidamente o mundo como uma forma inovadora de fidelizar clientes e aumentar vendas.

    Se você quer saber como essa estratégia pode beneficiar seu negócio e como implementá-la, este post é para você. Acompanhe o conteúdo e saiba mais sobre o assunto!

    O que é cashback?

    Como comentamos no início, trata-se de uma estratégia promocional na qual o cliente recebe de volta uma porcentagem do valor que gastou em uma compra. É como se você comprasse algo e, em vez de apenas levar o produto ou serviço para casa, também levasse um “bônus” em dinheiro. Simples, mas eficaz.

    As principais vantagens de adotar o cashback são:

    • fidelização do cliente — com esse bônus, o cliente tem mais incentivo para voltar à sua loja;
    • aumento nas vendas — o cashback atua como um impulso adicional para a compra;
    • coleta de dados — ao adotar essa estratégia, você pode coletar informações valiosas sobre os hábitos de compra dos seus clientes;
    • diferenciação da concorrência — poucas estratégias criam um diferencial tão atraente quanto o dinheiro de volta.

    Então, adotar esse sistema é uma forma estratégica de aumentar a retenção de clientes e, consequentemente, os lucros.

    Como colocar essa estratégia promocional em prática?

    Implementar o cashback no seu negócio não é complicado, mas requer planejamento e estratégia. O objetivo é criar um sistema que beneficie tanto a empresa quanto os clientes. Preparado para montar um programa eficiente? Acompanhe o passo a passo a seguir.

    Defina a política de cashback

    O primeiro passo para implementar o cashback é definir uma política clara. Você precisa decidir que porcentagem do valor da compra será devolvida e em quais condições. Por exemplo, o cashback pode ser aplicável apenas para compras acima de um determinado valor ou para produtos específicos.

    É crucial que essa política seja clara para evitar confusões e reclamações futuras. Para empresas bem-geridas, a política de cashback deve estar alinhada aos objetivos de negócio. Pode ser útil realizar uma análise de dados do histórico de vendas para identificar os produtos que mais precisam de um impulso.

    Dessa forma, o cashback pode ser usado estrategicamente para mover estoque parado ou para promover novos produtos.

    Crie programas exclusivos

    Ter um programa de cashback exclusivo pode colocar sua empresa um passo à frente da concorrência. Imagine oferecer cashback em parceria com fornecedores ou até mesmo em eventos especiais como Black Friday ou datas comemorativas.

    A exclusividade chama a atenção e incentiva a fidelidade do cliente. Para empresas com uma gestão avançada, a ideia é ir além do cashback básico. Utilize os dados dos consumidores para criar programas que atendam às suas necessidades específicas.

    Talvez um sistema para compras recorrentes ou para categorias de produtos que você queira destacar. Com uma boa análise de dados é possível segmentar a clientela e oferecer programas que realmente façam sentido para o seu público, maximizando o retorno sobre o investimento.

    Ofereça um cashback diferenciado em produtos de valor mais alto

    Focar em produtos de valor mais alto é uma ótima tática. Isso porque, geralmente, itens mais caros têm margens de lucro mais altas, o que permite oferecer um bônus mais generoso sem prejudicar a rentabilidade.

    Além disso, um valor mais atraente em produtos mais caros pode ser o incentivo que falta para o cliente finalizar a compra. Um exemplo prático seria aplicar um cashback de 10% em produtos com preço acima de uma certa quantia, enquanto itens mais baratos receberiam um cashback de 5%.

    Isso não só incentiva compras de maior valor, mas também ajuda a manter um equilíbrio saudável entre volume de vendas e lucratividade.

    Escolha produtos específicos

    Essa ação é ainda mais útil se você tem um estoque de itens que precisa ser movimentado rapidamente ou se quer promover um produto novo. A lógica é simples: oferecer cashback em produtos específicos chama a atenção para eles e estimula as vendas.

    Empresas com processos de gestão robustos podem tirar proveito dessa estratégia para atingir objetivos mais precisos. Imagine que você tem um produto que não está vendendo bem. Oferecer um cashback nesse item pode dar o impulso necessário para melhorar sua performance de vendas.

    A estratégia também funciona bem para lançamentos de produtos, atraindo os olhos dos consumidores para o que é novo.

    Aproveite as datas comemorativas

    As datas comemorativas são momentos ideais para lançar programas de cashback. Nesses períodos, os consumidores já estão mais propensos a comprar, e um incentivo extra é o diferencial que leva à escolha da sua loja. Pense em datas como Natal, Dia das Mães ou Black Friday para dar aquele empurrão nas vendas.

    Por exemplo, você pode oferecer um cashback maior em produtos que normalmente têm um desempenho mais fraco durante essas épocas. Isso não só estimula as vendas desses itens, mas também ajuda a aliviar o estoque e a melhorar o fluxo de caixa.

    Faça parcerias

    Imagine trabalhar em conjunto com fornecedores, outras lojas ou até aplicativos especializados em cashback. Isso ajuda a trazer uma nova base de clientes e fortalecer a sua marca.

    Digamos que você tenha um negócio de artigos esportivos. Fazer uma parceria com uma academia local para oferecer bônus em equipamentos de treino é uma jogada inteligente.

    Assim, ambos os negócios se beneficiam: você aumenta as vendas de produtos específicos, enquanto a academia ganha um incentivo extra para manter seus clientes.

    Entender o que é cashback e como implementar essa estratégia promocional faz toda a diferença na sua empresa. Afinal, é uma forma eficaz de fidelizar clientes, impulsionar vendas e coletar dados valiosos. Com planejamento e uma execução bem-feita, essa abordagem vai se tornar um pilar forte do seu modelo de negócios.

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  • Descubra como criar uma política de descontos eficiente no varejo

    Descubra como criar uma política de descontos eficiente no varejo

    A precificação de produtos e/ou serviços pode ser um processo bastante desafiador, especialmente para quem ainda está dando os primeiros passos no universo do empreendedorismo. Afinal, para definir valores capazes de garantir a lucratividade de uma empresa, há uma infinidade de fatores a serem considerados, como a política de descontos.

    Na verdade, atualmente, a oferta de descontos já é uma prática altamente difundida nos mais variados segmentos, pois a estratégia comercial tem o potencial de facilitar o fechamento de negócios. Como resultado, o posicionamento e a visibilidade da marca são positivamente impactados.

    Entretanto, é superimportante destacar que o planejamento é a “palavra de ordem” na implementação de uma boa política. Do contrário, os prejuízos organizacionais podem ser muito significativos, e a saúde financeira do empreendimento tende a ser comprometida.

    E então? Quer garantir a potencialização dos seus resultados com a adoção de uma política de descontos eficiente? A gente te ajuda! Continue a leitura e fique por dentro das melhores dicas!

    O que é uma política de descontos?

    Inicialmente — antes mesmo de começar a cogitar a implementação da estratégia — é fundamental compreender a fundo a finalidade de uma política de descontos. Em termos bastante simples, trata-se de uma prática que visa a estabelecer as ações promocionais que poderão ser promovidas por uma organização sem que haja prejuízos às finanças.

    Portanto, ao criá-la, é imperativo levar em conta uma série de elementos, como:

    • a precificação das soluções comercializadas no mercado — que é a definição do valor monetário dos produtos e/ou serviços oferecidos ao público-alvo da marca, o que, via de regra, baseia-se nos custos de produção, de transporte e de estocagem, no investimento feito em campanhas de marketing, na análise do mercado e das tendências do nicho de atuação, na avaliação da demanda, nos preços praticados pela concorrência etc.;
    • a margem de lucro — que é uma métrica financeira que mensura o percentual de lucro alcançado em relação ao faturamento;
    • os custos fixos e os variáveis — considerando que, de modo resumido, o primeiro conceito envolve os custos que estão menos sujeitos a eventuais oscilações provenientes de reduções ou aumentos no volume de vendas fechadas, enquanto o segundo diz respeito a gastos que sofrem variações de acordo com as atividades empresariais cotidianas.

    Além disso, a sua adoção abrange a determinação do tipo de desconto a ser disponibilizado aos consumidores, do seu propósito e, inclusive, das táticas relativas à divulgação. Assim, na prática, todos os detalhes devem ter em vista a meta de vendas preestabelecida pelo negócio.

    As vantagens de ter uma política de descontos

    Hoje em dia, à medida que o público se torna cada vez mais exigente e tem acesso a inúmeros recursos para avaliar a relação custo-benefício que cada empresa oferece — a poucos cliques de distância, literalmente na “palma da mão” — torna-se difícil pensar em uma marca que não recorra à concessão de descontos como parte da estratégia comercial, né?!

    Contudo, é válido ressaltar que a adoção de uma política de descontos bem-feita não beneficia apenas os consumidores. Os empreendimentos também desfrutam de diversas vantagens, como:

    • a fidelização de clientes, afinal, uma política de descontos atrativa acaba estimulando os consumidores a optarem pelo seu negócio em detrimento dos concorrentes, tornando-se um diferencial competitivo;
    • a atração do público-alvo para o lançamento de novas soluções, haja vista que preços mais chamativos podem “convencer” um potencial comprador a adquirir uma produto e/ou serviço que ele ainda não conhece, auxiliando na introdução de novidades no segmento de atuação da organização;
    • o reposicionamento de um produto/serviço com vendas baixas, já que, novamente, um preço atrativo pode influenciar (e muito!) a decisão de compra do público.

    Como criar uma política de descontos eficiente

    Como visto, uma política de descontos bem-feita é responsável pela determinação do comportamento da organização em relação às ações promocionais. Inclusive, quando a estratégia é devidamente traçada, tende a trazer excelentes oportunidades de vendas. Então, que tal conferir uma espécie de passo a passo que vai ajudar você a implementá-la de modo bem-sucedido?!

    Planeje-se

    Como dito, o planejamento é a palavra-chave para a implementação de uma boa política de descontos. Diante disso, antes mesmo de definir qualquer oferta relativa às soluções comercializadas pela sua empresa, é indispensável planejar as promoções a serem concedidas.

    Sob nenhuma hipótese, você pode, por exemplo, reduzir o preço de um produto e/ou serviço além do que os seus recursos permitem. Lembre-se de que existem diversos custos envolvidos no processo de comercialização, portanto, é imperativo respeitá-los para que não haja prejuízos.

    Determine os objetivos

    Acredite: nem sempre os propósitos vinculados a uma determinada estratégia comercial são claramente definidos pela gestão. Nesse caso, a grande questão é: como é possível assegurar que as ofertas concedidas impactarão positivamente os resultados da empresa quando o objetivo a ser alcançado é desconhecido?

    O aumento do volume de vendas fechadas pode, sim, ser uma das finalidades da adoção da política de descontos, mas é superinteressante explorar a medida para outros fins, como a geração de fluxo de caixa, a redução do estoque, a atração de novos leads, etc. Portanto, traçar uma meta principal é indispensável para nortear as suas ações.

    Considere o público-alvo do empreendimento

    Outra iniciativa essencial envolve compreender o quão disposto o seu público-alvo está a consumir as suas soluções. O entendimento requer que alguns questionamentos básicos — como “Quem é o seu público?” e “De que forma ele se comporta?” sejam respondidos.

    A partir disso, torna-se viável classificar os consumidores e potenciais clientes em grupos distintos e, então, definir ofertas diferenciadas.

    Defina o tipo de desconto

    Uma vez concluídas as etapas anteriores, é necessário identificar qual tipo de desconto tende a funcionar melhor em prol do atingimento da meta de vendas definida. As abordagens são as mais diversas, incluindo, por exemplo:

    • descontos oferecidos em datas comemorativas — o acompanhamento do calendário comercial é indispensável para qualquer empreendedor, já que viabiliza a criação de campanhas promocionais sazonais, a exemplo daquelas voltadas à Páscoa, ao Dia das Mães, ao Dia dos Pais, ao Natal, etc.;
    • descontos progressivos — nessa modalidade, basicamente, quanto mais o cliente compra, mais o valor do desconto aumenta, o que o incentiva a adquirir um número maior de produtos/serviços;
    • descontos coletivos — via de regra, são as ações promocionais que instigam os clientes com a possibilidade de adquirir três produtos e pagar apenas dois, ou contratar três serviços e receber a prestação do quarto gratuitamente, por exemplo.

    Observe a concorrência

    Embora já tenhamos abordado brevemente a importância de levar em conta os preços praticados pela concorrência, vale reforçar: para uma estratégia bem-sucedida, é imperativo se certificar de que os preços oferecidos estão em conformidade com os demais estabelecimentos do seu nicho.

    Afinal, resumidamente, valores muito superiores podem levar o público-alvo a procurar outras empresas, prejudicando o fluxo de vendas. Por outro lado, valores muito reduzidos tendem a levantar uma desconfiança no consumidor acerca da qualidade daquilo que a sua marca oferece.

    Como visto, uma política de descontos adequadamente elaborada pode ser determinante para a potencialização dos resultados da sua empresa, ampliando o alcance de público, fidelizando clientes, facilitando a gestão do estoque e fortalecendo a sua empresa perante o mercado. Portanto, planeje-se para a implementação da estratégia — garantindo que não haverá prejuízos à saúde financeira corporativa — e leve a sua empresa a um novo patamar.

    Agora, aproveitando o gancho, que tal acessar o Hub Sebrae e conectar o seu negócio às melhores soluções? Vamos lá!

  • 6 formas de pagamento para oferecer na Black Friday

    6 formas de pagamento para oferecer na Black Friday

    Muitos consumidores esperam a chegada da Black Friday para adquirirem os produtos ou serviços que desejam. Por isso, ela é uma excelente oportunidade para o seu negócio alcançar um faturamento alto, mas é preciso se planejar para isso. Um detalhe que precisa de atenção são as formas de pagamento.

    É fundamental trazer opções para que o seu cliente tenha um poder de decisão maior, aumentando a satisfação dele. Ao mesmo tempo, essa estratégia permite alcançar um público diversificado. Isso traz mais oportunidades de venda para o seu negócio.

    Hoje em dia, existem diferentes meios de pagamento que podem ser implementados com facilidade, e nós listamos neste artigo os principais deles. Continue lendo para conhecer as características de cada um e as vantagens de ofertá-los na Black Friday deste ano.

    1. Pix

    Já não é novidade que o Pix é um dos meios de pagamento queridinhos do momento. Em 2022, R$ 11 trilhões foram movimentados por ele, em um total de 24 bilhões de operações. Isso dá uma média de 66 milhões de operações por dia.

    Até junho de 2023, já existiam mais de 625 milhões de chaves registradas por mais de 150 milhões de usuários. Portanto, não tem como excluir o Pix das suas formas de pagamento oferecidas durante a Black Friday.

    Além do fato de milhões de brasileiros usarem esse recurso, não podemos esquecer que ele é muito vantajoso por ser prático e rápido. O dinheiro cai na hora na conta da sua empresa, e o pedido é aprovado quase que de imediato para o cliente.

    Isso aumenta a satisfação dele por não ter que ficar esperando de um dia para o outro ou por mais de um dia para que a transação seja concretizada. Dessa forma, você pode vender muito mais por causa da agilidade das transações.

    2. Conta Pessoa Jurídica

    Ter uma conta pessoa jurídica (PJ) é interessante por diferentes motivos. O primeiro deles é o fato que você terá um controle financeiro muito mais eficiente. As finanças da sua empresa não correm o risco de ficarem misturadas com as pessoais.

    Disponibilizar a conta PJ nas formas de pagamento da Black Friday aumenta a sensação de segurança do seu cliente. Afinal, os dados vão aparecer em nome da empresa, e não de uma pessoa física. Isso vale tanto para as transferências quanto para o registro de chaves Pix.

    Outro motivo é que, dependendo do ramo do seu negócio, com uma conta PJ, você pode atender outras empresas. Geralmente, as transações entre empresas (B2B) requerem essa formalização. Você tem chances de ampliar o alcance do seu negócio com uma estrutura mais profissional.

    3. Cartão de crédito e débito

    Essas são outras duas formas de pagamento que, assim como o Pix, não podem faltar hoje em dia. Mesmo quando se trata das compras feitas em estabelecimentos físicos, as pessoas preferem pagar usando cartão em vez de dinheiro.

    Isso acontece, inclusive, porque muitos recebem os próprios salários de forma digital. Sendo assim, é mais prático usar o cartão do que sacar em espécie para, então, sair fazendo as compras.

    Além disso, o e-commerce é muito procurado durante a Black Friday. O cartão de crédito acaba sendo um dos meios preferidos na hora de pagar pelos canais de vendas digitais. A aprovação também é quase imediata, agilizando os pedidos. Isso é bom para o seu negócio por reduzir o risco de desistência em função da demora do processo.

    Sem falar que o cartão de crédito ainda traz a opção de parcelamento das compras. Essa também é uma forma de pagamento muito procurada pelos consumidores durante a Black Friday.

    Se você disponibilizar essa alternativa, terá maiores chances de fazer um bom volume de vendas. Seu cliente tende a comprar diversos itens em função da facilidade na hora de pagar.

    4. Carteira digital

    Elas caíram no gosto das pessoas por serem muito práticas e fáceis de usar. Esse recurso pode ser um aplicativo ou uma plataforma. O usuário deixa um valor depositado para fazer pagamentos diversos. Ele também tem a opção de registrar o número do cartão de crédito, para agilizar transações.

    É uma alternativa, principalmente, para os negócios que atendem as gerações mais jovens. Elas são as principais usuárias dessa tecnologia recente. Se a sua empresa trabalha com esse público ou com pessoas que gostam de acompanhar tendências tecnológicas, é interessante oferecer esse recurso.

    5. Boleto bancário

    Você sabia que até 2022 quase 40% da população brasileira adulta ainda não tinha uma conta bancária? Esse é um número muito alto e que precisa ser considerado nas suas estratégias de pagamento para a Black Friday deste ano.

    Afinal, se uma pessoa não tem uma conta bancária, ela também não terá Pix, cartão de crédito nem cartão de débito. É por isso que o boleto continua sendo um meio bastante utilizado. Ele ajuda a alcançar essas pessoas que precisam de uma alternativa que não envolva os bancos.

    Porém, você não pode se esquecer de que a emissão do boleto não é garantia de uma venda feita. É fundamental ter um bom sistema para controlar os valores referentes ao pagamento dos boletos gerados. Assim os pedidos serão liberados somente depois da confirmação. Ela pode levar até 3 dias úteis. Deixe essa informação clara para o seu cliente.

    6. Vales

    Dependendo do segmento do seu negócio, você pode incluir nas formas de pagamento da Black Friday os vales do tipo refeição, alimentação e outros. No entanto, é preciso entender muito bem quem é o seu público-alvo, para saber quais são os vales que ele utiliza.

    Para aceitar esse recurso, é preciso ter um sistema ou uma maquininha que cubra os vales utilizados pelos seus clientes. Não é uma estratégia que alcança todas as empresas, mas se você se encaixar nessa categoria, poderá ter uma chance a mais de vender.

    Como você viu, cada uma das alternativas tem as suas próprias características. Em algumas, o dinheiro cai na hora, em outras, é preciso esperar um pouco mais para confirmar a transação e fechar negócio. Há também a questão de taxas e outros custos.

    Por isso, você precisa se organizar para controlar os valores recebidos e aqueles que vão entrar futuramente. Não se esqueça de que nas compras parceladas no cartão o valor completo não fica disponível imediatamente. Então, é necessário controlar os recebíveis para que o caixa feche sem erros. Também para ter previsibilidade do faturamento.

    O mais importante é elaborar uma boa estratégia para aproveitar ao máximo a Black Friday desse ano. Além das formas de pagamento, você deve lembrar do marketing, da divulgação e da criação de boas ofertas e promoções. Elas devem ser realmente atrativas para o público, mas sempre precificando de um jeito vantajoso para o seu negócio. Então, planeje-se muito bem.

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  • Como oferecer desconto para clientes de forma inteligente

    Como oferecer desconto para clientes de forma inteligente

    Oferecer descontos para clientes é uma estratégia eficaz para impulsionar as vendas e conquistar a fidelidade do público-alvo. No entanto, é essencial abordar essa prática de forma inteligente e estratégica, considerando diversos fatores para garantir o equilíbrio entre atrair clientes e manter a rentabilidade do negócio.

    Neste artigo, você conhecerá as melhores práticas para oferecer descontos sem prejudicar sua lucratividade. Continue a leitura e confira!

    Por que é importante tomar cuidado ao definir os descontos para os clientes?

    Descontos excessivos podem afetar negativamente a lucratividade de uma empresa. Se eles não forem calculados adequadamente, podem reduzir a margem de lucro, dificultando cobrir os custos de produção, despesas operacionais e alcançar os objetivos financeiros.

    Além disso, decisões de desconto mal planejadas prejudicam a sustentabilidade financeira da empresa a longo prazo. Se os descontos não forem cuidadosamente gerenciados, a organização enfrentará dificuldades financeiras, resultando em problemas de fluxo de caixa, redução de investimentos e até mesmo risco de falência.

    Por fim, vale destacar que, embora descontos sejam uma estratégia eficaz para competir no mercado, é importante equilibrar a competitividade com a rentabilidade.

    Descontos muito agressivos forçam a empresa a reduzir os preços abaixo do necessário para se manter sustentável, afetando negativamente sua posição no mercado a longo prazo. Portanto, as decisões devem ser baseadas em uma compreensão profunda dos custos, da estratégia de precificação, das necessidades dos clientes e do impacto potencial nas finanças e na reputação da empresa.

    Como dar descontos para os clientes de forma inteligente?

    Calcule a margem de lucro

    Antes de oferecer descontos, é essencial calcular a margem de lucro para determinar o quanto é possível reduzir o preço sem comprometer a rentabilidade.

    Para isso, você precisa considerar a receita total e os custos associados à produção ou prestação de serviços. Veja como o cálculo deve ser feito:

    Margem de Lucro = (Lucro Líquido / Receita Total) x 100

    O lucro líquido é a diferença entre a receita total e todos os custos e despesas incorridos, incluindo despesas operacionais, custos de produção, tributos e outros encargos.

    Já a receita total é a soma de todas as vendas ou receitas geradas pela empresa.

    Conheça bem o produto

    Tenha um conhecimento profundo sobre o produto ou serviço que está oferecendo desconto. Compreenda seu valor, características distintivas e benefícios para os clientes. Isso ajudará a evitar descontos excessivos e a enfatizar o valor real que está sendo oferecido.

    Observe a concorrência

    Analise a concorrência para ter uma ideia dos descontos praticados no mercado. Isso permitirá que você ofereça descontos competitivos sem comprometer sua lucratividade. Fique atento aos preços e às estratégias promocionais dos concorrentes para encontrar um equilíbrio entre atrair clientes e proteger seus interesses financeiros.

    Analise os custos diretos e indiretos dos produtos

    Além dos custos diretos de produção, considere também os custos indiretos, como despesas gerais e administrativas, marketing e logística. Certifique-se de que os descontos oferecidos cobrem todos esses custos e deixam uma margem adequada para a lucratividade.

    Verifique o fluxo de caixa da empresa

    Antes de conceder descontos, avalie o estado atual do fluxo de caixa da empresa. Certifique-se de que ela tenha recursos financeiros suficientes para suportar os descontos sem prejudicar suas operações e obrigações financeiras.

    Nesse momento, você deve:

    • classificar as entradas e saídas de caixa;
    • calcular o saldo inicial e final;
    • avaliar a liquidez;
    • utilizar indicadores financeiros para avaliar a capacidade da empresa de cumprir com suas obrigações.

    Oferecer descontos para clientes é uma estratégia poderosa, mas que requer uma abordagem inteligente. Essa prática contribui para conquistar a lealdade dos consumidores, impulsionar as vendas e fortalecer a posição competitiva no mercado.

    Se você deseja aprimorar suas habilidades de gestão financeira e aprender a tomar decisões ainda mais inteligentes para sua empresa, conheça o Curso EAD de Gestão Financeira. Não perca a oportunidade de se capacitar e impulsionar o sucesso da sua empresa.

  • Saiba como desenvolver o Capital Social na sua empresa

    Saiba como desenvolver o Capital Social na sua empresa

    Todos os processos de uma empresa são importantes, no entanto, à medida que ela cresce e atrai investidores, por exemplo, alguns fatores começam a ser mais valorizados, como o capital social. Quando alguém quer investir em um negócio, precisa ter acesso a todos os dados, principalmente financeiros, para ter a segurança de aportar seu dinheiro em um empreendimento promissor.

    Mas, e você, sabe como desenvolver o capital social da sua empresa? Sabe como ele funciona, de fato? Entender isso é de suma importância para ganhar espaço no mercado e se destacar da concorrência.

    Neste artigo, vamos explicar mais esse assunto. Continue a leitura para entender mais sobre o capital social.

    O que é o capital social e como funciona?

    Capital social é o valor investido pelos sócios ou acionistas, em uma empresa, para financiar suas atividades e operações. Esse valor pode ser investido em dinheiro ou bens, como imóveis e equipamentos.

    O capital social é registrado no contrato social ou estatuto da empresa e representa a parcela do patrimônio líquido da organização que pertence aos seus proprietários. Ele pode ser aumentado ou reduzido de acordo com as necessidades do negócio e a decisão dos sócios ou acionistas.

    Quando uma pessoa investe dinheiro em uma empresa, em troca de ações ou quotas sociais, ela se torna sócia ou acionista e tem direito a uma parcela dos lucros e do patrimônio, proporcional ao valor do seu investimento.

    O capital social funciona como uma garantia para os credores, pois representa o compromisso dos sócios ou acionistas em arcar com as dívidas. Além disso, ele pode ser utilizado para financiar o crescimento da empresa, como investimentos em novos equipamentos, contratação de funcionários e expansão do negócio.

    Como desenvolver e formar o capital social de sua empresa?

    Saber como desenvolver e formar o capital social da sua empresa é fundamental para não ter imprevistos que podem colocar o seu funcionamento em risco. Para ajudar você, separamos algumas dicas para fazer isso de maneira eficiente. Acompanhe!

    Construa uma boa reputação

    A reputação é fundamental para a construção do capital social da empresa. Certifique-se de que a sua empresa presta um bom serviço ou oferece produtos de qualidade, além de manter uma postura ética e responsável em suas relações com clientes, fornecedores e outros stakeholders.

    Invista em networking

    Participar de eventos, feiras, conferências e outras oportunidades de networking é importante para conhecer outras empresas e profissionais do setor, além de estabelecer parcerias e identificar novas oportunidades de negócios.

    Valorize as relações de longo prazo

    Busque estabelecer relações duradouras com clientes, fornecedores e outros stakeholders, mostrando-se confiável e engajado em atender às suas necessidades.

    Quando as empresas estabelecem relações duradouras, elas criam uma base sólida para o crescimento sustentável e a estabilidade financeira. Além disso, manter relações de longo prazo permite que o seu negócio seja mais eficiente em suas operações, economizando tempo e recursos na busca por novas parcerias ou fornecedores.

    A construção de relacionamentos duradouros também pode gerar um valor intangível para a empresa, como a reputação e a credibilidade no mercado.

    Ter uma presença online forte

    A presença online ajuda a estabelecer e manter relações com clientes e outros stakeholders. Invista em um site bem estruturado, mídias sociais e outras plataformas digitais relevantes para o seu negócio.

    Com a crescente dependência da tecnologia e da internet, os clientes esperam que as empresas tenham uma presença digital sólida e eficaz. Isso inclui um site atualizado e responsivo, perfis em redes sociais relevantes, conteúdo de qualidade e outras estratégias de marketing digital.

    Além disso, uma presença online forte pode ajudar a empresa a expandir seu alcance geográfico, atingindo novos mercados e públicos em potencial. Também pode aumentar a visibilidade da empresa e melhorar a percepção do público sobre a marca.

    Ofereça benefícios aos funcionários

    Os funcionários são peças-chave para o sucesso da empresa, por isso, devem ser valorizados. Nesse sentido, é importante oferecer a eles diferentes benefícios, como plano de saúde, seguro de vida e programas de capacitação e desenvolvimento profissional, a fim de manter a equipe motivada e engajada.

    Mantenha uma comunicação clara e transparente

    A comunicação é fundamental para construir e manter o capital social da empresa. Certifique-se de manter uma comunicação clara e transparente com os clientes, fornecedores e outros stakeholders, compartilhando informações relevantes e respondendo às suas necessidades e expectativas.

    Qual a importância do capital social?

    O capital social é de extrema importância para uma empresa, pois representa o valor investido pelos sócios ou acionistas para financiar as atividades e operações do negócio. Além disso, o capital social também é importante para:

    • garantia para credores: o capital social é uma garantia para os credores da empresa, pois representa o compromisso dos sócios ou acionistas em arcar com as dívidas da empresa. Isso aumenta a credibilidade do negócio no mercado e facilita a obtenção de empréstimos e financiamentos;
    • base para o cálculo de impostos e tributos: o capital social é utilizado como base para o cálculo de impostos e tributos, como o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Portanto, é importante que o capital social esteja registrado corretamente no contrato social ou estatuto da empresa;
    • participação nos lucros e decisões da empresa: o capital social confere aos sócios ou acionistas o direito de participar dos lucros da empresa, proporcionalmente ao valor do seu investimento. Além disso, eles também têm direito a participar das decisões da empresa, por meio de voto nas assembleias de acionistas ou reuniões de sócios;
    • fonte de recursos para investimentos e expansão: o capital social pode ser utilizado para financiar o crescimento da empresa, como investimentos em novos equipamentos, contratação de funcionários e expansão do negócio. Dessa forma, o capital social representa uma fonte de recursos importante para a empresa.

    Percebeu a importância do capital social da empresa? Desenvolvê-lo da maneira correta ajudará a atrair mais investidores, o que consequentemente fará seu negócio crescer de maneira sustentável.

    Este artigo ajudou você? Se ainda precisa de ajuda para melhorar os resultados do seu negócio, entre em contato conosco e fale com um de nossos especialistas!

  • Confira como reduzir desperdícios na sua empresa

    Confira como reduzir desperdícios na sua empresa

    A redução de desperdícios é algo que as empresas sempre buscaram. Enquanto, antes o foco era a diminuição de custos, hoje a sustentabilidade entra na lista como uma das principais razões por trás disso.

    De uma forma ou de outra, essa é uma preocupação que gera benefícios para a organização. Afinal, desde atrair clientes como um negócio que trabalha na prevenção de problemas ambientais até a possibilidade de ampliar a lucratividade são vantagens decorrentes dessa prática.

    Confira como realizar isso e muito mais a seguir!

    Qual é a importância da sustentabilidade para as empresas?

    A sustentabilidade está ligada à questão macroeconômica, à medida em que os impactos ambientais reduzem o acesso a determinadas matérias-primas, por exemplo. Além disso, trata-se de um elemento central entre as novas preocupações do público consumidor, requerendo uma nova postura das empresas que quiserem se destacar.

    Por fim, esse conceito anda de mãos dadas com a minimização dos custos. Ou seja, ela é uma aliada dos empreendimentos que desejam aumentar sua lucratividade, já que propõe meios de eliminar perdas ou desperdícios.

    Quais são as principais ações para uma empresa ser sustentável?

    Em um cenário em que a sustentabilidade é importante, mais que falar é preciso agir. Nesse contexto, as principais ações são:

    • investir em alternativas para reuso e reciclagem, como a entrega de copos e canecas reutilizáveis aos colaboradores;
    • seguir a legislação ligada ao assunto, incluindo normas ambientais vigentes;
    • promover a redução de desperdícios e perdas ao, por exemplo, desligar as telas na hora do almoço;
    • criar soluções para diminuir o impacto do negócio, garantindo a destinação correta do que é descartado e mantendo práticas que minimizem ou zeram a poluição;
    • utilizar materiais de fontes renováveis, como papel reciclado e combustíveis não-fósseis;
    • escolher somente parceiros e fornecedores que prezem pela preservação do meio ambiente, adotando precauções da mesma forma que seu negócio para isso.

    Quais são os principais desperdícios e como eliminá-los?

    Como visto, a redução de desperdícios é uma prática chave para a sustentabilidade ambiental. Para tanto, é fundamental entender quais são as principais situações em que isso ocorre e como eliminá-las. Nesse conjunto, o destaque fica para:

    • má gestão de tempos e movimentos: movimentações, ociosidades e processos desnecessários precisam ser eliminados para que o negócio atinja a máxima eficiência;
    • desregulagem da produção: a quantidade produzida e armazenada deve ser o mínimo necessário para manter o giro;
    • armazenagem inadequada: desde excessos até perdas na estocagem são evitáveis se compras, transporte e guarda forem bem planejados;
    • falta de qualidade: impedir erros e retrabalhos depende de ter procedimentos definidos em prol de uma execução correta;
    • mau gerenciamento dos recursos: o planejamento é essencial para que materiais, pessoas e equipamentos sejam aproveitados da melhor forma.

    Como fomentar a redução de desperdícios na empresa?

    Além de atuar sobre as principais fontes de desperdício, algumas práticas ajudam a evitá-los de maneira proativa. Efetivá-las exige que a empresa siga os seguintes passos:

    1. planejar e controlar o uso dos recursos, garantindo seu máximo aproveitamento por meio de ações voltadas para a economia, como a utilização somente do que é necessário, etc.;
    2. repensar o layout e os fluxos de trabalho, aumentando a eficiência ao remover atividades que não agregam, enquanto cria ambientes que facilitam a logística interna;
    3. trabalhar em prol da gestão da qualidade, assegurando a minimização de falhas ao implantar procedimentos tanto de operação quanto de gerenciamento pensados para a qualificação de processos e resultados;
    4. implementar meios para que os funcionários possam perceber situações em que algo é desperdiçado e propor soluções para evitar que isso ocorra;
    5. treinar a equipe continuamente para informar acerca das mudanças realizadas e diminuir suas lacunas de conhecimento que gerem a má aplicação de equipamentos ou insumos.

    Realizar a redução de desperdícios não somente reduz seus custos pequenos, como gera vantagem competitiva ao associar a imagem do seu negócio com a sustentabilidade. Assim, sua empresa só tem ganhos aplicando essa ideia. Para que isso aconteça, basta investir nas boas práticas indicadas neste conteúdo.

    Se você quer ir além, que tal implementar a melhoria de processos também? Veja essas 7 dicas e comece já!

  • Como consultar o faturamento do seu MEI em 6 passos!

    Como consultar o faturamento do seu MEI em 6 passos!

    Você sabe como consultar o faturamento do MEI? Antes de qualquer coisa, é importante explicar que o faturamento do MEI é a receita bruta anual que um Microempreendedor Individual pode obter em seu negócio. Atualmente, o limite máximo de faturamento anual do MEI é de R$ 81.000,00. Esse valor inclui todas as vendas de produtos e prestação de serviços realizados pelo MEI ao longo do ano.

    É importante destacar que o faturamento do MEI é um dos critérios para manter o registro ativo e regularizado. Neste artigo, vamos falar mais sobre esse assunto. Acompanhe!

    Como consultar o faturamento do seu MEI

    Para consultar o faturamento do seu MEI, você pode seguir os passos abaixo:

    • acesse o Portal do Empreendedor;
    • clique em “Já sou MEI” e faça o login usando o seu CPF e senha;
    • na página inicial, clique em “Simei – Serviço de Apoio ao Microempreendedor Individual”;
    • selecione a opção “Consulta de Situação Fiscal”;
    • na página seguinte, escolha o ano que deseja consultar e clique em “Pesquisar”;
    • será exibido o valor total do seu faturamento anual.

    Você também pode consultar o faturamento do seu MEI por meio do aplicativo “Meu Negócio em Dia”, disponível para download gratuito na App Store e no Google Play. Basta fazer o login com seus dados de acesso do Portal do Empreendedor e selecionar a opção “Faturamento”.

    Como calcular o limite da sua empresa

    O limite do MEI é o valor máximo de faturamento anual permitido para que o empreendedor possa permanecer enquadrado no regime simplificado e manter seu registro ativo. O cálculo do limite do MEI é muito simples, você só precisa somar as receitas de todos os meses do ano.

    É importante ressaltar que o MEI não pode ultrapassar o valor de R$ 81.000,00 de faturamento por ano. Ou o equivalente aos meses de atividade do negócio no ano de sua abertura.

    E se houver pendências, como regularizá-las?

    Para regularizar as pendências em relação ao DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), o MEI deve seguir os seguintes passos:

    • acessar o Portal do Simples Nacional (www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/) e fazer login utilizando o CNPJ e a senha do MEI;
    • verificar quais são as pendências relacionadas ao pagamento do DAS, no Relatório de Situação Fiscal;
    • gerar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) em atraso, acessando a opção “Emitir Guia de Pagamento (DAS) MEI” no menu principal;
    • pagar o DAS em atraso com os acréscimos legais de juros e multas, que serão calculados automaticamente ao gerar o documento.

    Em caso de dúvidas ou problemas para regularizar as pendências, o MEI pode buscar atendimento presencial em uma unidade da Receita Federal ou buscar ajuda nos canais de atendimento disponibilizados no Portal do Simples Nacional. Mantenha as suas obrigações fiscais em dia para evitar multas e sanções, além de garantir os benefícios do regime simplificado de tributação.

    Agora você já sabe como consultar o faturamento do MEI? É importante lembrar que ultrapassar o limite de faturamento do MEI pode implicar em multas e na perda dos benefícios desse regime simplificado, como a isenção de algumas taxas e a tributação simplificada.

    Ainda tem dúvidas sobre as obrigações do MEI? Acesse este artigo e fique por dentro do assunto!