Autor: danielle.farias

  • Gestão Financeira: como unir finanças e inovação

    Gestão Financeira: como unir finanças e inovação

    A gestão financeira diz muito sobre o seu negócio. Ele tem condições de crescer? Ele precisa de ajuda para se manter no mercado? A verdade é que a matemática não mente. O problema é que, com tantos cálculos, é muito fácil cometer erros que podem comprometer a tomada de decisão. 

    Mas é aqui que a tecnologia se torna protagonista. Por meio dela, você consegue otimizar os processos e diminuir as chances de erros. Ainda não se convenceu? Então, continue a leitura para entender como a união das finanças e da inovação pode beneficiar o seu negócio!

    Por que modernizar a gestão financeira do seu negócio?

    A modernização da gestão financeira representa um grande avanço para empresas que buscam mais eficiência, precisão e vantagem competitiva em suas operações internas.

    Ao adotar soluções tecnológicas, você elimina gargalos tradicionais da rotina financeira, substituindo processos manuais e morosos por fluxos automatizados que garantem maior agilidade e redução de erros. 

    Atividades operacionais como o processamento de transações, o faturamento, a conciliação bancária e o fechamento da folha — tarefas que consomem tempo e sobrecarregam a equipe — podem ser executadas com mais fluidez e segurança. 

    Além disso, com sistemas modernos e integrados, a gestão passa a se apoiar em dados reais e atualizados. Dessa forma, é possível gerar relatórios detalhados e, inclusive, ter uma visualização melhor de indicadores estratégicos que revelam a saúde financeira da empresa. 

    Outro benefício é a melhoria da comunicação entre departamentos. Uma boa infraestrutura tecnológica assegura que todos os setores tenham acesso à mesma base de dados, com registro centralizado das movimentações e confiabilidade contábil. 

    Quais ferramentas digitais ajudam no controle financeiro?

    O uso de ferramentas digitais especializadas é indispensável para negócios de todos os portes para tornar o controle financeiro muito mais eficiente. Essas soluções automatizam rotinas, reduzem erros e oferecem dados relevantes para que você tome decisões mais acertadas na gestão financeira da empresa.

    A seguir, conheça algumas das principais plataformas voltadas para esse propósito.

    Planejadora Sebrae

    Ferramenta gratuita e de fácil utilização, voltada para o planejamento com foco na organização de fluxo de pagamentos e recebimentos.

    Um dos seus grandes diferenciais é a possibilidade de criar diferentes cenários financeiros, ajudando quem empreende a identificar com precisão a necessidade de capital de giro

    Ela é muito interessante para quem está se preparando para solicitar crédito em instituições financeiras, pois fornece maior clareza sobre a real capacidade de pagamento e sustento das operações da empresa.

    Meu Dinheiro

    O Meu Dinheiro se destaca pelas amplas opções de funcionalidades voltadas ao dia a dia da gestão financeira. Os principais recursos são:

    • controle de fluxo de caixa;
    • contas a pagar e a receber;
    • movimentação bancária;
    • cadastro de clientes e fornecedores;
    • acompanhamento de metas financeiras (despesas, receitas e investimentos);
    • emissão de recibos;
    • integração com a contabilidade.

    O sistema também oferece um plano básico gratuito, que facilita o acesso para empreendedores que estão começando ou desejam testar a solução antes de investir em planos pagos.

    SOMEI

    Voltado especialmente para Microempreendedores Individuais (MEI) e profissionais autônomos, o SOMEI é um aplicativo fácil de usar e com foco na simplicidade. 

    Apesar de ser mais básico do que outros softwares de gestão, ele cobre as necessidades essenciais do pequeno negócio, como:

    • controle financeiro e de estoque;
    • cadastro de produtos e categorias;
    • registro de clientes e pedidos;
    • emissão de recibos digitais;
    • lista de melhores clientes;
    • controle de fiador;
    • alertas de estoque mínimo.

    Ele é gratuito e ideal para quem precisa de uma solução enxuta e objetiva, sem complexidade.

    PNBOX

    Também desenvolvido pelo Sebrae, o PNBOX é uma plataforma gratuita voltada para o planejamento amplo do negócio, com seções dedicadas a marketing, modelo de negócios, pessoas e, claro, finanças. 

    Na área financeira, o PNBOX ajuda na organização da estrutura monetária da empresa, o que a torna um suporte importante para empreendedores que estão iniciando e precisam visualizar melhor seu plano geral de sustentabilidade e crescimento.

    Cashtrack

    Com foco em automação e acompanhamento em tempo real, a Cashtrack é ideal para empreendedores que desejam uma visão clara e atualizada de receitas e despesas. A plataforma se destaca pelos seguintes atributos:

    • interface simples e acessível mesmo para quem não tem conhecimento prévio em finanças;
    • automatização de lançamentos financeiros;
    • relatórios inteligentes;
    • alertas estratégicos para facilitar decisões.

    A Cashtrack faz com que o controle do fluxo de caixa se torne mais dinâmico, minimizando erros humanos e oferecendo informações valiosas para decisões rápidas e eficientes.

    Como a automação pode reduzir erros e economizar tempo?

    A automação aplicada à gestão financeira é um recurso estratégico que muda como as empresas lidam com suas operações. Isso porque ela oferece redução significativa de erros, economia de tempo e aumento de produtividade.

    A seguir, mostramos por que investir em automação financeira faz com que o seu negócio aumente a eficiência dos processos.

    Redução de falhas manuais

    Processos manuais, como o uso de planilhas ou métodos não integrados, aumentam a margem para erros de preenchimento, lançamentos incorretos ou esquecimentos.

    De acordo com a pesquisa divulgada no portal de notícias Pequenas Empresas & Grandes Negócios, 39% das pequenas e médias empresas brasileiras ainda utilizam sistemas manuais para gerenciar despesas, o que expõe o negócio a falhas humanas.

    A automação elimina esse risco ao padronizar tarefas repetitivas, permitindo:

    • o lançamento de despesas e receitas;
    • a categorização de gastos;
    • a geração de faturas;
    • a conciliação bancária;
    • a emissão de relatórios financeiros.

    Economia de tempo e aumento da produtividade

    Os processos financeiros demandam atenção e dedicação. Quando realizados manualmente, eles consomem preciosas horas da equipe — tempo que poderia ser mais bem empregado em atividades analíticas e de planejamento.

    Com a automação, muitas etapas operacionais passam a ser feitas em segundos, liberando os profissionais para atuações mais estratégicas, como análises de rentabilidade, avaliação de investimentos e melhoria de processos. 

    Gestão de riscos mais eficiente

    Mapear riscos financeiros e identificar fraudes ou gastos fora do orçamento são tarefas sensíveis e exigem um acompanhamento constante. Nesse caso, a automação possibilita o monitoramento sistemático e contínuo dos dados, com alertas para:

    • anomalias nos gastos corporativos;
    • não conformidades com a política da empresa;
    • possíveis desvios financeiros.

    Relatórios automáticos e dados confiáveis

    Em vez de desperdiçar tempo compilando dados manualmente e com risco de inconsistência, o gestor passa a contar com dashboards, painéis e relatórios dinâmicos com dados atualizados em tempo real.

    Esse recurso oferece:

    • agilidade na análise de desempenho financeiro;
    • rapidez na resposta a mudanças de cenário;
    • suporte à tomada de decisão.

    A inovação na gestão financeira minimiza erros operacionais, otimiza o tempo da equipe, reduz riscos, aumenta a integração entre setores e eleva o nível da gestão como um todo. 

    Além de investir em tecnologia, você também precisa, claro, aprimorar seu conhecimento na área. Conheça o curso de gestão financeira que o Sebrae tem para você!

  • MEI: encontre oportunidades de negócios pelo Contrata+Brasil

    MEI: encontre oportunidades de negócios pelo Contrata+Brasil

    Um dos motivos pelos quais muitos profissionais autônomos gostam de trabalhar para órgãos públicos é a transparência. Afinal, os projetos são documentados e registrados, o que praticamente elimina as chances de que você não seja pago pela tarefa.

    O Contrata Mais Brasil é um programa que facilita esse tipo de interação entre MEIs e serviços públicos.

    Neste artigo, vamos falar mais sobre como o programa funciona, quem pode fazer parte dele, como se cadastrar para receber oportunidades e outras informações úteis para quem empreende.

    Siga com a gente!

    O que é o Contrata+Brasil e como ele funciona?

    Suponha que você queira prestar serviços para órgãos públicos, atraído por remunerações mais altas e a possibilidade de firmar contratos longos com um cliente financeiramente estável. Isso não é uma utopia: na verdade, há um programa governamental criado exclusivamente para esse fim.

    O Contrata+Brasil é uma plataforma digital gratuita do Governo Federal, desenvolvida para agilizar a contratação de MEIs (Microempreendedores Individuais) por órgãos públicos e prefeituras. Esse recurso abre um novo leque de oportunidades para esses profissionais.

    Além disso, o programa também fomenta as economias locais — aumentando a oferta de serviços como reparos, pequenos ajustes e manutenções. O serviço é prestado com menos burocracias, por meio da plataforma, e promove a participação de empreendedores de pequenos negócios em compras feitas por órgãos públicos.

    Prefeituras e instituições de todo o país podem aderir à plataforma de comércio eletrônico público. Inclusive, de acordo com uma postagem de março da Agência Brasil, 187 órgãos públicos já haviam aderido à iniciativa.

    Entendendo o funcionamento

    O órgão público responsável pela demanda avalia as propostas recebidas por meio da plataforma, considerando diversos critérios, como preço, qualidade, prazo e a adequação da proposta às suas necessidades.

    A escolha da melhor proposta resulta na contratação direta do MEI, formalizada de maneira transparente no próprio ambiente digital. Uma vez contratado, o MEI executa o serviço ou entrega o bem conforme as condições previamente acordadas com o órgão público.

    Após a conclusão bem-sucedida do trabalho e a devida comprovação, o pagamento é realizado segundo os termos estabelecidos no contrato, geralmente de forma eletrônica, simplificando o recebimento dos valores devidos.

    Como o MEI pode se cadastrar e aproveitar as oportunidades?

    Confira as principais etapas para realizar o cadastro na plataforma e começar a receber ofertas de órgãos públicos:

    • entre na plataforma digital do Contrata + Brasil;
    • certifique-se de que você tem uma conta gov.br. — caso ainda não tenha uma, verifique a seção “Tutoriais” ou “Perguntas e Respostas”, nesta página, para iniciar o processo para aprender como criar uma;
    • complete o cadastro, por meio desta página — é preciso preencher os campos com os dados pessoais e os serviços que você oferece;
    • acesse as oportunidades — após fazer login com a sua conta gov.br, será possível conferir as oportunidades disponíveis. Mesmo para quem não tem o cadastro, dá para fazer isso pela página principal. Procure o campo “Acesse a plataforma”. Para enviar propostas, será preciso logar;
    • confira as oportunidades — caso alguma delas tenha a ver com as suas habilidades, você poderá clicar e escolher um serviço. Depois, será preciso informar o valor cobrado pela tarefa. Enquanto a oportunidade estiver aberta, será possível ajustar os detalhes da proposta enviada;
    • siga as atualizações — após os passos anteriores, basta acompanhar o resultado. Quando o período disponível para submeter novas propostas se encerra, o órgão público escolhe a melhor opção entre as que foram submetidas.

    Quais são as melhores dicas para se destacar e conseguir mais contratos?

    Durante o preenchimento do cadastro, será possível detalhar a sua área de atuação e as atividades que desempenha. É muito importante manter essas informações sempre atualizadas para garantir que as oportunidades relevantes cheguem.

    Quando um órgão público de qualquer esfera (federal, estadual ou municipal) cadastra uma nova demanda por serviços ou bens na plataforma, o sistema automaticamente identifica e notifica os MEIs cadastrados cuja área de atuação corresponde à necessidade do órgão.

    Essa funcionalidade garante que o empreendedor receba informações direcionadas e relevantes para o seu negócio. Ao receber uma notificação, o MEI tem a facilidade de analisar os detalhes da demanda e, caso tenha as qualificações e o interesse, pode apresentar sua proposta de serviço diretamente através da plataforma.

    Esse processo elimina a necessidade de envio de documentos físicos e agiliza a participação em processos seletivos. Para ter mais chances de conquistar boas oportunidades, elabore propostas claras, competitivas em termos de preço e prazo, e que demonstrem sua capacidade de atender às exigências do órgão público.

    Estratégias para transformar serviços temporários em clientes fixos

    Além de aproveitar esse programa governamental, há algumas estratégias que ajudarão você em outras oportunidades. Transformar serviços temporários em clientes fixos é uma excelente maneira de garantir um rendimento regular e previsibilidade para as suas receitas.

    Confira algumas estratégias:

    • cumpra os prazos — ofereça prazos realistas para os clientes. Não adianta muito um MEI jurar que vai construir uma casa inteira em um dia só para agradar a um consumidor em potencial, por exemplo. Portanto, busque o equilíbrio: utilize a sua experiência para entregas cada vez mais ágeis, mas sem abusar da paciência do contratante;
    • demonstre o interesse em manter uma parceria de longo prazo — durante uma tarefa, informe que você tem disponibilidade para outros serviços similares. Isso demonstra comprometimento e proatividade. Só não exagere na frequência dos comunicados, para não acabar sendo visto como “inconveniente”;
    • estude bem as informações repassadas pelo contratante — desse modo, será possível conhecer bem a área em que ele atua, suas dores, seu mercado e outras características únicas. Quanto mais você conseguir se colocar no local do consumidor, maiores serão as chances de entregar trabalhos personalizados, inovadores e totalmente alinhados às demandas;
    • peça feedbacks — os feedbacks são muito úteis para que você entenda os pontos em que precisa melhorar e descobrir as características que seus clientes mais valorizam. Assim, você poderá ressaltar esse diferencial em seu portfólio e divulgações, por exemplo;
    • seja visto — use as plataformas relevantes para o seu trabalho, além do Contrata+Brasil. Usar o LinkedIn para fazer postagens pertinentes, se posicionar e interagir com colegas de profissão também é uma boa forma de se manter no radar dos clientes em potencial e se destacar.

    Como vimos neste artigo, o Contrata+Brasil representa uma evolução significativa na relação entre o setor público e os Microempreendedores Individuais, oferecendo um caminho mais simples, eficiente e transparente para a realização de negócios e impulsionando o desenvolvimento econômico nos dois campos.

    Quer entender como o Sebrae Alagoas pode ajudá-lo a impulsionar a sua carreira no empreendedorismo? Então, entre em contato conosco!

  • Saiba como ganhar dinheiro com vídeos na internet

    Saiba como ganhar dinheiro com vídeos na internet

    Transformar views em receita não é mais privilégio de grandes influenciadores. Hoje, saber como ganhar dinheiro com vídeos está ao alcance de quem entende seu público e aposta em conteúdo com propósito. Mas a questão não é só gravar e publicar. O verdadeiro diferencial está em escolher os formatos certos, entender o que gera valor e construir oportunidades reais de monetização.

    Muitos empreendedores digitais ainda enxergam os vídeos apenas como vitrine. Porém, eles podem ser fonte direta de lucro, com anúncios, assinaturas, parcerias e até cursos pagos.

    Se você já produz conteúdo ou está de olho nesse mercado, este post mostra os caminhos mais viáveis e lucrativos. Continue a leitura e veja como transformar a audiência em faturamento.

    Quais são as principais formas de monetizar conteúdos audiovisuais?

    A criação de vídeos é apenas o ponto de partida para a geração de receita. E não importa se o canal ainda é pequeno ou se você já conta com uma audiência engajada: existem vários caminhos possíveis para transformar cada formato de conteúdo em fonte de receita.

    Mas, para isso, é necessário entender qual modelo faz mais sentido para o seu público e para o tipo de material que você produz. A seguir, veja algumas das formas mais utilizadas por quem já está faturando com vídeos:

    • anúncios em plataformas de vídeo — modelos como o AdSense, no YouTube, pagam conforme o número de visualizações e cliques em anúncios exibidos nos vídeos;
    • parcerias com marcas — ao promover produtos ou serviços em seus conteúdos, você pode receber por campanhas pontuais ou contratos de longo prazo;
    • assinaturas e conteúdo exclusivo — plataformas como o Catarse, Apoia.se e até o próprio YouTube oferecem recursos para monetizar por meio de apoio direto do público;
    • venda de produtos digitais ou físicos — usar os vídeos para divulgar cursos, e-books, consultorias ou até itens físicos relacionados ao seu nicho é uma estratégia que une conteúdo e conversão;
    • marketing de afiliados — você divulga produtos de outras empresas e ganha comissões por cada venda feita por meio do seu link personalizado;
    • licenciamento e reprodução em outros canais — conteúdos com boa produção podem ser vendidos ou licenciados para uso em outras plataformas, ou projetos comerciais.

    Esses modelos podem funcionar sozinhos ou em combinação. Tudo depende do seu objetivo, da sua estratégia e, claro, do engajamento da sua audiência. A grande vantagem é que dá para começar de forma simples e ir ajustando com o tempo.

    Como ganhar dinheiro com vídeos na internet?

    Não basta saber que existe dinheiro nesse mercado. O desafio real é entender o caminho entre apertar o “gravar”, ver esse conteúdo se pagar e ainda ir além. Monetizar exige mais do que publicar vídeos com frequência. É preciso pensar como negócio, com planejamento e foco.

    O primeiro passo está na escolha do tema: quanto mais alinhado com interesses específicos de um público bem definido, maiores são as chances de gerar valor. Depois, vem a constância — um canal que aparece só de vez em quando dificilmente conquista engajamento real.

    Outro ponto importante é o posicionamento: como você se apresenta, qual problema resolve e por que alguém dedicaria tempo para ver o que você tem a dizer?

    Com o público certo, o formato adequado e um canal organizado, dá para começar a aplicar os modelos de monetização, seja com anúncios, produtos, assinaturas ou parcerias. Agora, um detalhe: tudo isso só funciona quando há um conteúdo de valor por trás. Afinal, o dinheiro não vem do vídeo sozinho, e sim da confiança que ele ajuda a construir com o tempo.

    Gerar receita com vídeos é possível, mas lembre-se de que é um projeto. E como todo projeto, precisa de direção clara, metas e dedicação para crescer.

    Como funciona a monetização no YouTube, Instagram e TikTok?

    Cada plataforma tem seu próprio jeito de transformar audiência em dinheiro. O que funciona bem no YouTube pode não ter o mesmo impacto no Instagram ou no TikTok. Por isso, é importante saber como cada uma delas abre espaço para gerar receita.

    YouTube

    A principal fonte de renda vem do Programa de Parcerias, que permite exibir anúncios nos vídeos. Para entrar, é preciso ter ao menos 1.000 inscritos e quatro mil horas de exibição nos últimos 12 meses. Além dos anúncios, também dá para faturar com superchats, clubes de canais e venda de produtos integrados.

    Instagram

    Aqui, o modelo muda um pouco. A plataforma não oferece pagamento direto por visualizações, mas abre espaço para parcerias com marcas, venda de produtos próprios e conteúdos patrocinados.

    TikTok

    No TikTok, uma forte tendência de marketing, o destaque vai para o Fundo de Criadores, que paga com base no desempenho dos vídeos. Para isso, é necessário ter no mínimo 10 mil seguidores e 100 mil visualizações nos últimos 30 dias.

    Qual é o impacto do marketing de influência e da publicidade paga?

    Quando bem planejados, o marketing de influência e a publicidade paga aceleram os resultados de quem produz vídeos. Com eles, é possível alcançar públicos mais segmentados, fortalecer a autoridade da marca e ampliar a visibilidade dos conteúdos. As parcerias com influenciadores geram confiança e conexão, enquanto anúncios pagos permitem testes rápidos e ajustes em tempo real.

    Como aumentar a receita com vídeos e transmissões ao vivo?

    Vídeos gravados e transmissões ao vivo podem ir além do engajamento e se tornar fontes regulares de faturamento, mas é preciso enxergar esses formatos como parte de uma estratégia comercial bem definida. Não basta apenas aparecer na câmera; é necessário planejar, testar formatos e entender o que gera valor para quem está assistindo.

    Algumas formas de aumentar a receita com esse tipo de conteúdo são:

    • inclua chamadas claras para ação durante os vídeos, direcionando para compras, cadastros ou links de afiliados;
    • ofereça conteúdos exclusivos em lives privadas, com acesso pago ou mediante inscrição;
    • aproveite a interação ao vivo para apresentar produtos, tirar dúvidas e fechar vendas no mesmo momento;
    • crie combos de conteúdo com bônus temporários, estimulando a compra imediata;
    • use ferramentas de monetização das plataformas, como presentes virtuais e selos em tempo real.

    Não há dúvidas de que ganhar visibilidade é importante, porém, transformar essa visibilidade em renda é o que realmente sustenta um projeto digital no longo prazo. Entender como ganhar dinheiro com vídeos exige olhar estratégico, presença constante e capacidade de adaptação. Quando conteúdo, propósito e modelo de negócio caminham juntos, os resultados aparecem com mais clareza.

    Se você está pronto(a) para transformar sua produção em algo ainda mais profissional e lucrativo, conte com apoio especializado. Fale com o Sebrae e encontre orientação para dar o próximo passo no seu negócio digital.

  • CRT-4 para MEI: saiba todos os detalhes dessa obrigatoriedade

    CRT-4 para MEI: saiba todos os detalhes dessa obrigatoriedade

    Além de gerir bem o seu negócio, para que ele se mantenha lucrativo, um Microempreendedor Individual tem outras preocupações. Uma delas é o preenchimento correto das notas fiscais eletrônicas, o que evita penalidades para o empresário. É nesse contexto que entra o CRT-4 MEI.

    Essa é uma mudança para os empresários enquadrados nessa categoria, que passa a valer a partir de abril de 2025. Mas o que é esse tal de CRT-4, e o que será preciso fazer para evitar multas e sanções? É o que explicaremos neste post.

    Venha com a gente!

    O que significa CRT-4 MEI?

    É uma nova exigência para que os Microempreendedores Individuais (os MEI) possam emitir notas fiscais eletrônicas. A partir de abril de 2025, será necessário incluir o CRT 4 (sigla relacionada ao Código de Regime Tributário) durante o processo.

    O CRT é, basicamente, uma identificação para determinar o regime de tributação ao qual uma empresa está associada. A novidade é que o CRT 4 foi criado exclusivamente para os MEI.

    Hoje, é utilizado o código CRT 1 para empresas enquadradas no regime do Simples Nacional, como os Microempreendedores Individuais. Já com a nova exigência, cada MEI passará a utilizar um código específico, o 4, para evidenciar a diferenciação no sistema tributário simplificado.

    Quais são as diferenças entre regimes tributários e o Simples Nacional?

    Muitas vezes, mesmo entre empresários experientes, pode surgir a dúvida: qual é a diferença entre o MEI e o Simples Nacional? Na verdade, todo Microempreendedor Individual é optante por esse regime simplificado.

    Enquanto o MEI é uma espécie de CNPJ para empreendedores individuais, o Simples Nacional é um regime tributário que se aplica às micro e pequenas empresas também. Portanto, eles não são concorrentes.

    Inclusive, o MEI foi desenvolvido pelo Comitê do Simples Nacional. Ele foi criado para ser uma ramificação do regime tributário, de uma forma em que vários tributos foram isentos e os outros foram reunidos em uma taxa mensal fixa — a popular DAS.

    De qualquer modo, há diferenças entre o Simples Nacional e outros regimes tributários, como o Lucro Presumido e o Lucro Real. Elas dizem respeito a questões como o limite de faturamento, a base de cálculo dos tributos e as alíquotas associadas aos impostos.

    Um MEI pode escolher entre Lucro Presumido ou Real?

    Em 2025, o limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) é de R$ 81 mil por ano, o equivalente a um salário mensal de R$ 6.750. Já os empresários elegíveis para aderir ao Lucro Presumido precisam faturar entre R$ 81.000,01 e R$ 78 milhões.

    Portanto, um MEI com perspectivas de faturar acima do limite do Simples Nacional deve pedir o desenquadramento e se associar a outra categoria empresarial, como a de Microempresa (ME).

    Já o Lucro Real é uma categoria obrigatória para empreendimentos que faturam mais de R$ 78 milhões por ano. Ao contrário da modalidade presumida, ele não é facultativo.

    Como verificar e alterar o CRT do MEI?

    A nova exigência passa a valer a partir do dia 1º de abril — e não, não é mentira! Na hora de emitir as suas notas fiscais eletrônicas, quem empreende precisará preencher o campo “CRT” com o número 4.

    É possível encontrar algumas notícias na internet que relatam que a mudança passaria a valer a partir de setembro de 2024, mas não é preciso se desesperar: a medida foi mesmo adiada para o quarto mês de 2025.

    O novo processo é bem simples. Vamos começar falando daqueles casos em que o(a) empreendedor(a) já atua como MEI e tem experiência na emissão de notas fiscais eletrônicas:

    • entre no site da Secretaria da Fazenda estadual ou acesse o aplicativo que você costuma utilizar para esse serviço, como o NFS-e Mobile;
    • encontre o campo de emissão da nota fiscal;
    • no campo CRT, você deve selecionar ou digitar o número 4. Assim, você informa que é um Microempreendedor Individual optante do Simples Nacional;
    • depois de inserir o CRT-4, preencha os demais campos obrigatórios na nota fiscal eletrônica, como a descrição do produto ou serviço prestado, o valor, o CNPJ do contratante, entre outros. Após revisar os detalhes, basta gerar a nota fiscal eletrônica.

    Já para aquelas pessoas que estão iniciando agora a sua jornada como MEI, a primeira etapa é se cadastrar no portal de notas fiscais da Secretaria da Fazenda do Estado em que se registraram.

    Após realizar o cadastro, será necessário emitir uma nota fiscal eletrônica depois de prestar um serviço ou vender produtos. Será preciso informar o tipo de operação que está realizando, de modo que seja repassada uma NFS-e específica para você preencher. A partir daí, siga os passos do processo que informamos anteriormente.

    Quais são as melhores dicas para manter a regularidade fiscal do seu negócio?

    Preencher as suas notas fiscais é muito importante, porém, é somente uma das etapas necessárias para manter a regularidade contábil do seu negócio. Assim, você se livra de multas e sanções, além de outras penalidades que podem prejudicar a sua reputação no mercado.

    Por isso, sempre siga estas dicas:

    • preencha e envie a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) no prazo — esse documento tem como principal objetivo informar o faturamento exato do MEI, relacionado ao ano anterior, à Receita Federal. É preciso fazer isso mesmo que não se tenha gerado nenhuma receita. O vencimento é até o último dia de maio, e quem se atrasa precisa pagar multas;
    • pague a DAS mensalmente — como mencionamos, os tributos que devem ser pagos pelo MEI estão todos reunidos em uma guia de pagamento mensal. Baixe o aplicativo oficial e mantenha os pagamentos em dia. Também fique de olho nas mudanças de valor em portais de notícias e no site oficial do governo, já que a DAS está associada à remuneração do salário mínimo;
    • realize a mudança em caso de faturamento elevado — o negócio decolou e vai ultrapassar o limite de R$ 81 mil anuais? Então será preciso migrar para outra categoria empresarial formal, como Microempresa (ME) ou EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada). Essa é outra medida fundamental para evitar multas e/ou sanções.

    Como vimos neste artigo, o CRT-4 MEI é uma exigência aplicável a todos os Microempreendedores Individuais brasileiros a partir de 2025. O novo processo de preenchimento é bem simples, já que basta selecionar o número 4 ou preenchê-lo no campo correspondente durante o processo de emissão de notas fiscais eletrônicas.

    Quer tornar o seu negócio mais conhecido e faturar mais? Então aproveite a visita ao blog e confira outro conteúdo: dicas de marketing digital para empreendedores!

  • Artesanato festa junina: venda produtos personalizados

    Artesanato festa junina: venda produtos personalizados

    Basta o mês de junho se aproximar para que os artesanatos de festa junina voltem a chamar atenção, e com razão! Isso porque, além de ajudar a criar o clima típico desta época, eles podem virar fonte de renda para quem aposta na criatividade.

    A melhor parte é que você consegue começar com pouco, usando materiais simples e ideias personalizadas que agradam o público.

    Com o avanço das festas temáticas e o interesse por itens únicos, o mercado para produtos juninos feitos à mão cresceu. Hoje, muita gente busca lembrancinhas diferentes, enfeites cheios de cor e até acessórios personalizados para montar barracas, decorar espaços ou presentear.

    Se você já trabalha com produção artesanal ou está pensando em aproveitar esse período para vender mais, você não pode perder este post. Continue a leitura e veja como transformar o São João em uma ótima oportunidade comercial.

    Quais tipos de artesanato junino mais vendem?

    Tem coisa que nunca sai de moda, mas sempre pode ganhar uma cara nova. É assim com os itens típicos das festas juninas. Quem aposta na produção manual sabe que esse é um período em que tudo que remete aos festejos juninos ganha valor, principalmente quando carrega algum toque especial.

    A preferência do público costuma variar entre o tradicional e o criativo. A dica para ter sucesso é entregar algo que misture memória afetiva com personalidade. Confira algumas ideias que costumam ter boa saída:

    • lembrancinhas personalizadas — mini espantalhos, chaveiros de feltro, potinhos com doces típicos e outros itens pequenos são ótimos para vender em quantidade. Eles funcionam bem como brindes e enfeites;
    • painéis decorativos e bandeirolas — produzidos em tecido, EVA ou papel, esses itens são sempre procurados para montar barracas, decorar escolas, empresas e casas;
    • chapéus e tiaras com adereços juninos — são peças que fazem sucesso entre adultos e crianças. Com um pouco de criatividade, é possível transformar chapéus simples em acessórios únicos e muito divertidos;
    • caixinhas temáticas para doces ou brindes — ideais para festas infantis, eventos escolares ou corporativos. Podem ser feitas em MDF, papel ou até recicladas, com acabamento caprichado;
    • toalhas, panos de prato e aventais com bordado ou pintura — são opções que agradam quem gosta de unir utilidade e estética. Os modelos com estampas de fogueira, balão ou quadrilha fazem bastante sucesso;
    • velas e aromatizadores com temática rural — apesar de não serem os primeiros itens que vêm à cabeça, estão cada vez mais em alta, ainda mais quando são feitos com ingredientes naturais ou têm rótulos personalizados.

    Quais os materiais para começar a produção?

    Não é preciso montar um ateliê completo nem fazer grandes investimentos para começar. Muitas vezes, é possível produzir peças bem vendáveis com materiais acessíveis, que você encontra em lojas populares ou que já tem em casa.

    Anote alguns dos mais usados por quem trabalha com artesanato para festas juninas:

    • feltro;
    • tecido estampado (como chita e algodão colorido);
    • cola quente;
    • tesoura e estilete;
    • EVA colorido;
    • barbante, fitas e sianinha;
    • palito de churrasco ou picolé;
    • papel colorido, papel crepom e cartolina;
    • tinta acrílica ou para tecido;
    • pincéis e carimbos;
    • MDF cru (para pintar ou montar caixinhas);
    • chapéus de palha simples;
    • retalhos e sobras de materiais diversos.

    Como divulgar e vender produtos juninos online e presencialmente?

    Fazer produtos bonitos é só a metade do caminho. A outra parte é mostrar isso para o mundo ou, pelo menos, para quem pode comprar. No entanto, existem várias formas simples e acessíveis de colocar suas criações em evidência, tanto na internet quanto em vendas presenciais.

    Na internet

    Quem vende online precisa de visibilidade. As redes sociais são ótimas para isso, principalmente quando o conteúdo mostra o processo de criação e o resultado com boas fotos e vídeos curtos.

    Lembre-se de que as pessoas se conectam com histórias reais. Por isso, mostrar bastidores, contar curiosidades sobre o que está fazendo e dar ideias de uso para o produto costumam chamar atenção.

    Quer saber como começar? Fique de olho nas dicas:

    • crie um perfil dedicado no Instagram ou Facebook;
    • use grupos de bairro ou comunidades de venda;
    • participe de feiras virtuais e eventos temáticos;
    • responda dúvidas com agilidade e simpatia;
    • divulgue em aplicativos de venda, como OLX e Shopee;
    • trabalhe com encomendas personalizadas via WhatsApp.

    Presencialmente

    O contato direto ainda tem muita importância, especialmente nessa época do ano. A pessoa vê, toca, experimenta, e isso costuma gerar mais confiança. Participar de feiras, montar uma barraquinha em eventos locais ou deixar produtos em pontos de venda parceiros são ótimas estratégias.

    Quer mais? Confira:

    • tenha um mostruário organizado e bem apresentado;
    • invista em embalagens bonitas (mesmo que simples);
    • ofereça formas variadas de pagamento;
    • crie combos e kits para facilitar a escolha;
    • converse com o cliente e explique os diferenciais das peças.

    Tendências e personalização: como criar peças exclusivas para atrair clientes?

    Quem busca algo feito à mão geralmente quer mais do que um item bonito. Quer identidade, quer sentir que aquele produto tem uma história. Em tempos de tanta produção em massa, oferecer algo exclusivo vira um forte diferencial que reflete direto no interesse do público.

    Uma tendência é adaptar elementos clássicos à realidade do cliente. Isso pode ser feito com nomes, cores preferidas, estampas que combinem com o tema da festa ou até com frases engraçadas e regionais.

    Essa liberdade criativa ajuda a transformar um produto simples em algo memorável, que o cliente vai ter prazer em mostrar ou presentear. Outra aposta que vem crescendo são as releituras modernas do tradicional, ou seja, misturar o rústico com o minimalista, usar tons diferentes do colorido habitual ou incluir materiais menos comuns no artesanato junino.

    Estar atento ao que as pessoas estão comentando, usando e procurando também ajuda muito. Às vezes, uma ideia nasce de uma conversa ou de uma tendência que aparece em rede social. E quando você consegue unir esse olhar atento com o toque pessoal do seu trabalho, o resultado tende a chamar atenção e vender bem.

    Toda festa de São João tem aquele detalhe que faz brilhar os olhos. E, muitas vezes, é justamente o trabalho artesanal que dá esse charme. Para quem empreende, os artesanatos de festa junina são uma chance real de gerar renda com propósito e originalidade.

    Trabalhar com esse tipo de produto, principalmente quando há personalização, é apostar na conexão entre tradição e valor percebido.

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